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GICLOS/GIOPEN/GIREAD/GIWRIT (GIDIS)

Dans le document RT–11 System Subroutine Library Manual (Page 108-113)

Este estudo utilizou as ferramentas Owncloud e Windows azure onde os dados foram inseridos e coletados para análise, criado em forma de documentação direta, com a forma de pesquisa de laboratório. Segundo Marconi e Lakatos (2009) a pesquisa de laboratório descreve e analisa o que será ou ocorrerá em situações controladas, devendo ocorrer em ambientes controlados utilizando instrumental específico e preciso. Seu objetivo deve ser previamente estabelecido e relacionado com determinada ciência ou ramo de estudo. As técnicas utilizadas também variam de acordo com o estudo a ser feito, ou seja, o que se propõe alcançar. É um procedimento de investigação mais difícil, entretanto, mais exato. Quatro aspectos devem ser levados em consideração: Objeto, objetivo, instrumental e técnicas.

Ainda para Marconi e Lakatos (2009) as experiências podem ser efetuadas em recintos fechados (casas, laboratórios, salas) ou ao ar livre, em ambientes artificiais ou reais, de acordo com o campo da ciência que está realizando-as. Pode ser

realizada com pessoas, animais, vegetais etc. No laboratório, o cientista observa, mede e pode chegar a certos resultados, esperados ou inesperados.

Ferreira (1982) aponta que a pesquisa de laboratório realiza-se geralmente em recinto fechado e pelo menos apresenta três exigências, que são a instrumentação, os objetivos e a manipulação dos instrumentos para alcançar os objetivos. Ruiz (1991 citado por ANDRADE, 2003) coloca o laboratório como o ambiente no qual o pesquisador tem condições de provocar, produzir e reproduzir fenômenos, em condições de controle. Hair (2005 citado por ZAPELINI, 2007) afirma que a pesquisa de laboratório pode ser considerada como a manipulação de uma variável em ambiente artificial. Permite maior controle sobre as variáveis, redução das influências exteriores e permite projetos de menor escala, assim, em termos científicos, este delineamento é o mais preciso de todos.

Bonat (2009) também relata que a pesquisa de laboratório é a mais precisa, preocupando-se em descrever e analisar situações que são controladas. Essas situações poderão ocorrer tanto em um recinto fechado (laboratório) como em um recinto aberto, e terão como característica básica o controle sobre os dados e efeitos.

Com base nas definições e argumentos apresentados anteriormente este estudo foi dividido em 2 (duas) etapas. A primeira parte fez-se à implementação e criação de 2 (duas) nuvens, sendo 1 (uma) pública, através da ferramenta gratuita Windows azure e outra privada, por meio da ferramenta também gratuita Owncloud. O termo ‘privado’ em computação em nuvem nem sempre diz respeito ao custo pela utilização da mesma. Existe algumas ferramentas gratuitas que são usadas pelos desenvolvedores para a criação e gerenciamento do modelo mencionado, inclusive, uma destas, foi utilizada no desenvolvimento deste estudo, com criação da nuvem privada.

Na segunda parte foi destacado a comparação e análise de dados das 2 (duas) nuvens, verificando assim o desempenho de ambas. Estas ferramentas consentiram no comparativo entre as 2 (duas) nuvens de forma fácil, simples e gratuita. O material documentado, bem como, os respectivos estudos foram ordenados em relatório de pesquisa componente do estudo monográfico que se planejou e elaborou o mesmo.

Foram feitas a avaliação do tipo qualitativa de diferentes tipos e formatos de arquivos e comparados 2 tipos de formato de cada arquivo, tais como: Documento, Áudio, Imagem e Vídeo, possibilitando assim ao leitor e donos de empresas avaliarem as nuvens pública e privada disponíveis e decidir por aquela que seja mais adequada ao seu negócio. A tabela 1 mostra os tipos e formatos de arquivos que serão analisados nas 2 (duas) nuvens.

Tabela 1: Formatos e extensões de arquivos que serão analisados nas nuvens

Arquivo / Formato Descrição

Documento

PDF – Formato criado pela Adobe, atualmente é um dos padrões utilizados na informática para documentos importantes, impressões de qualidade e outros aspectos. Pode ser visualizado no Adobe Reader, aplicativo mais conhecido entre os usuários do formato.

DOC – Denomina a extensão utilizada pelo Microsoft Word, o editor de textos mais conhecido pelos usuários. A partir da versão 2007 do Office, formato passou a se chamar DOCX, e apresenta incompatibilidades com as versões anteriores do aplicativo, o que pode ser resolvido com uma atualização.

Áudio

MP3 – Esta é atualmente a extensão para arquivos de áudio mais conhecida entre os usuários, devido à ampla utilização dela para codificar músicas e álbuns de artistas. O grande sucesso do formato deve-se ao fato dele reduzir o tamanho natural de uma música em até 90%, ao eliminar frequências que o ouvido humano não percebe em sua grande maioria.

WMA – Esta extensão, muito semelhante ao MP3, foi criada pela Microsoft e ganhou espaço dentro do mundo da informática por ser o formato especial para o Windows Media Player. Ao passar músicas de um CD de áudio para o seu computador usando o programa, todos os arquivos formados são criados em WMA. Hoje, praticamente todos os players de música reproduzem o formato sem complicações.

Imagem

JPEG (ou JPG) - Joint Photographic Experts Group é a origem da sigla, que é um formato de compressão de imagens, sacrificando dados para realizar a tarefa. Enganando o olho humano, a compactação agrega blocos de 8X8 bits, tornando o arquivo final muito mais leve que em um Bitmap.

PNG – Este formato surgiu em sua época pelo fato dos algoritmos utilizados pelo GIF serem patenteados, encarecendo a utilização dele. O PNG suporta canais alga e apresenta maior gama de cores.

Vídeo

AVI – Abreviação de audio vídeo interleave, menciona o formato criado pela Microsoft que combina trilhas de áudio e vídeo, podendo ser reproduzido na maioria dos players de mídia e aparelhos de DVD, desde que sejam compatíveis com o codec DivX.

MPEG (ou MPG) – Um dos padrões de compressão de áudio e vídeo de hoje, criado pelo Moving Picture Experts Group, origem do nome

da extensão. Atualmente, é possível encontrar diversas taxas de qualidade neste formato, que varia de filmes para HDTV a transmissões simples.

Fonte: FONSECA, 2009

Após a coleta de dados, foi realizada uma análise das relações entre as nuvens para uma posterior determinação dos efeitos resultantes em uma suposta empresa.

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