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6. AGEING ASSESSMENT METHOD

6.7. Flaw assessment methods

No que se refere à aprendizagem, quando tive meu primeiro contato com o grupo, fiquei incomodada pela “desorganização” nos treinos, não havia uma pessoa que estava ensinando para os que não sabiam, e cada indivíduo tinha

plena liberdade para realizar os movimentos que queriam. Não havia uma separação mais experientes e os menos experientes, nem divisão por idade, mas, havia no grande grupo, pequenos grupos que realizavam os movimentos e ajustes necessários para que fossem realizados da maneira mais estética possível, e trocavam informações entre si.

Nas primeiras tentativas, recebi instruções sobre aquecimento com movimentos educativos, Quadrupedal, se deslocar com as mãos e os pés no chão; agachamentos, na em pé, flexionar os até a linha do quadril, repetir dez vezes, e na última vez, permanecer por quinze segundos, e outros alongamentos de braço, de pernas, de pulso, de tornozelos, para chegar no primeiro movimento que tentaram me ensinar: Salto de Precisão, consiste em saltar de um ponto para o outro, com as duas pernas saindo e chegando juntas. (imagem ao lado) Porém meu corpo não estava preparado para uma rotina de treino tão intensa, consegui fazer apenas três tentativas, então senti, e fiquei observando.

Percebi pouca participação feminina nos treinos, com predominância masculina, como afirma Fernandes & Pimentel (2017); Fernandes (2018), não havia presença de pessoas gordas, ou pessoas com alguma deficiência, pessoas idosas, crianças, só se era parente de alguém, ou quando por curiosidade, se aproximavam ao passar pela praça na companhia dos pais, isso quando os treinos eram realizados nas praças de Ponta Negra ou no Half. Inicialmente observavam de longe, e ao ver algum obstáculo livre, tentava reproduzir algum movimento do pessoal, ou questionavam como fazer.

Esse processo de encontro de gerações é proporcionado pelas praças, como um espaço de aproximação de várias pessoas de diversas idades, como Rotta (2012, p.47) afirma que “[...] a diversidade de equipamentos destinados ao lazer a diferenças faixas

79 etárias promove um encontro de gerações”, e que nos casos das praças, quando providas com diversidades de espaços, apresenta uma vasta manifestação de práticas corporais.

Percebemos que o processo educativo que encontramos nos treinos não é tão rigoroso ou autoritário, que para ao homem jovem, é um elemento muito importante, com podemos observar o que Carrano (2003) aborda que: “A influência educativa exercida se faz sem a carga de autoridade contextual de outras formas de intercâmbio educacional, tais como encontradas na escola ” (p. 104), sendo assim um tipo formação.

Através dessa experiência, o tipo de aprendizagem utilizada pelo grupo, é uma “Educação entre Pares”, caracterizada pelo processo de aprendizagem se dá entre os jovens e adolescentes, sendo eles próprios os “facilitadores (as) ” das ações e das atividades um para com os outros. (BRASIL, 2010, p. 19).

Com origem inglesa, peer educator, é uma metodologia utilizada para que possam ser desenvolvidas atividades educativas para um determinado grupo, em participar para os jovens, sendo os próprios organizadores das discussões e debates entre si. Essa forma é mais viável para a troca de aprendizados de “igual para igual” dentro da realidade na qual estão inseridos.

Obviamente, os Traceurs e Traceuses não tiveram essa formação, e podemos dizer, que possivelmente, desconheçam nomes processos educacionais, de como funcionam ou suas finalidades, ação de ajudar os demais com os movimentos típicos do Parkour, tirar dúvidas e auxiliar na execução, é algo muito natural e comum no grupo. Perceber os erros, dá dicas de como melhorar é algo constante, sendo assim, um processo educativo e participativo, sensível às mudanças, um saber complementando o outro, proporcionando própria evolução, partindo da percepção dos erros e acertos.

Outra característica da educação entre pares é a possibilidade para que todos tenham “a oportunidade de ser expressar” (BRASIL, 2010, p. 21), dessa forma, no Parkour se dá de maneira verbal e corporalmente, para que todos aprendam em conjunto. Quando questionamos sobre como se dá o processo de aprendizagem, os participantes da entrevista disseram o seguinte:

Alguns aspectos do processo de aprendizado ele pode ser semelhante, ao que você aprendeu, por exemplo, aprendi a fazer movimento hoje, e teve um aspecto chave que definiu aquele movimento, ao aprendizado daquele movimento. Alguns aspectos chave podem ser utilizados novamente durante o

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ensino, mas o que acontece normalmente é que você vai evoluir tanto até o momento que você ensinar que você vai adicionar coisas que as vezes não tava nem na sua mente no dia que você aprendeu aquele movimento pela primera vez. Então é um processo bem interessante, mas que se torna bem melhor para o aluno que tá aprendendo do que pra a pessoa que aprendeu pela primeira vez. É bem mais difícil você aprender sozinho ou aprender pela primeira vez com base em ideias que você ainda não tinha é.,. Aprendido completamente. (P5).

O P5 afirma que alguns elementos da sua aprendizagem estarão presentes na aprendizagem do outro, e não necessariamente ensinará da mesma maneira, salientando a importância também, do treino coletivo. Para o P2, ele o modo como aprende é distinto, aprende visualizando ao visualizar, consegue reproduzir o movimento, como relata:

Tipo, ai eu já não sei explicar, poque tipo... é meio estranho, tipo eu olho os cara tá ligado? Nos vídeo. Ai, meio que... Minha cabeça e os meus músculo, ele já aprende esse movimento, de uma hora para outra, sozinho (risos) sério! Foi mal (risos) não,! É sério! Porque... eu não entendo como é que funciona, porque meu corpo ele aprende eu chego na hora, eu tento... usar a força que eu tenho e o alongamento, por mais que ele seja poco... Eu tento utiliza ele, e tentar meio que, roubar os movimentos, tipo fazer eles um poco mais fácil, e já leva em consideração os movimentos que eu tinha, e aprender um movimento um pouco mais difícil. (P2)

O P2 demonstra a facilidade que tem de aprender um movimento, mas que utiliza as habilidades que já tem ao realizar outras práticas corporais, facilitando, de alguma forma, na aquisição de um novo movimento. Já o P1, descreve como ele aprendeu, seguido pelo diálogo com os demais:

P1- É... Basicamente, pelo menos como eu comecei a desenvolver tudo isso, no começo eu tive um parcero meu que me ensinou a Precisão e o Monkey, foi Abraão lá do Half ele. Cara muito, muito gente fina! Hoje em dia ele não treina mais, nunca mais soube se ele tá treinando. Mas ele foi um dos cara de me acolheu, quando eu decidi a treinar Parkour. E.... eu passei, no primeiro treino, eu fiz mais de 70, flexões não, precisões, e tinha sido um dia depois da troca de faixa do Kong Fu. Então eu tava muito acabado, ai... ao ponto de eu não consegui repeti a quantidade de precisão legal. Ai.. ao ponto de eu fazer, e me estabacar no chão. E ai ele me passou um pouco do Monkey. Depois disso, eu... desenvolvi... tentando fazer o que eu olhava, e o que eu consegui assimilar diante das técnicas que os camaradas usavam, tipo, ah um soco pra rotacionar, puxa o joelho no peito, e etc. A gente analisa a forma como os praticantes já utilizam, né? O corpo, para se locomover, para fazer acrobacias, e através disso, agente começa a analisar e tentar imitar algumas coisas, mas... tentando pegar um pouco daquilo que Leo tava querendo dizer, eu acredito que Leo tava tentado foca na parte da memória muscular. Quanto mais o nosso corpo ele, se desenvolve funcionalmente, né?! Que é tipo locomoção e força, alongamento e estabilidades, flexibilidade, etc.., tudo isso, quanto mais ele é aperfeiçoado nessas técnicas, mais a gente consegue mandar no nosso corpo. É tanto que tem uma frase, não vou lembrar de quem era, mas dos artigos que eu já li, tinha uma frase de um carinha que ele dizia: “É como se o nosso corpo tivesse

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ficando no piloto automático. De repente a gente consegue controlar ele”, é tipo, a gente repete aquilo diversas, e diversas vezes, e depois de repeti tantas vezes, chega uma hora, que você consegue fazer aquilo onde e quando você quiser. Porque você consegue mandar no seu corpo. Não necessariamente você precise foca tanto pra executar um movimento. Então, a partir daí, a gente consegue... não só aprender movimentos novos, só de olhar e saber que vai ter umas técnicas semelhantes as coisas que nós já usamos, como... a gente pode desenvolver novas técnicas tipo, aquele movimento na parede que vocês no Half, no Half não. Foi na UF, que era desbloqueando um movimento na parede, que tu, Samuel e fano. Aquele movimento, vocês viram em algum ligar? Não, foi ideia de quem?

P2 – A ideia foi de Fanno, de puxa um All Spin e tentar meio que, uma reversão, que é uma estrelinha indo para frente.

P1 - Exatamente, tipo... A gente olha para algo que pode ser possível, a gente analisa nosso corpo se ele teria capacidade, a gente divide isso em etapas, e vai tentando fazer isso de manera progressiva e gradual, onde a gente possa não se machucar, onde a gente possa, a memória muscular possa trabalhar e absorver cada detalhe daquele movimento para que a gente possa evoluir, crescer e não se machuca tanto. Mas é a não ser que eu seja Leo (risos). A não ser que seja o russo (risos). Mais é um galado (risos) É guerra, é guerra (risos), mas basicamente é isso, a gente aprende uns com os outros, analisando e... Com experiência, treinando.

Nessa descrição, inferimos que a aprendizagem desse praticante, iniciou com um acolhimento de alguém do grupo, que lhe passou os movimentos para que fosse realizado, e partindo disso, repetições foram necessárias, mas pelo desgaste físico, não conseguiu fazer a quantidade que desejava, refletindo a falta de conhecimento sobre como realizar os treinos de maneira apropriada, verifica-se a necessidade de sempre ter alguém mais experiente para auxiliar (SANTOS, 2009; PIROLLO, 2015; CHAGAS et al, 2014; SILVA, 2012; FEITOSA, FERNANDES, 2014; JONES, 2011).

A princípio, a aprendizagem se inicia através da imitação, na tentativa de realizar os mesmos movimentos com o máximo de cautela, para não se machucar. Stingger (2009), ao falar sobre Lazer, Cultura e Educação: possíveis articulações, aborda que não há como desassociar estes três conceitos, tendo em vista que

[...]a educação – num sentido amplo – refere-se ao processo de socialização dos indivíduos numa dada sociedade. Processo este que se dá pela aprendizagem dos padrões de comportamento, das normas, de valores e crenças, assim como o desenvolvimento de sentimentos, gostos e atitudes coletivas, que são atravessados pela comunicação simbólica. (p. 80)

Recorremos à Martín-Barbero (1997) para tratarmos sobre comunicação enquanto ferramenta educativa, tanto o cinema, o rádio, a música, os meios viabilizaram e ainda viabiliza uma cultura que forja uma imagem, parecendo a semelhança à

82 modernidade e progresso, sendo “indispensável educar as massas para o consumo” (p. 193), e a sociedade passa a ser moldada pelos meios.

Os meios que outrora foram utilizados para gerenciar o ensino da massa, são utilizados como uma ferramenta para compartilhamento de movimentos, que nesse caso, é o Parkour, que teve, e ainda tem, como principal meio de ensino e aprendizagem, os vídeos, assim como observamos nas falas dos participantes, que para aprender um movimento novo, assistem um vídeo, e tentam reproduzir algumas semelhanças dos que já sabem, seja movimentos do próprio Parkour, seja de elementos de outras Práticas Corporais, tendo a desenvolver outros.

A criatividade é um fator que o Traceur e a Traceuse adquirem com o passar do tempo, observar variadas possibilidades de movimentos em um só obstáculo, bem como nos percursos, por exemplo, a velocidade de como é realizado. Além da evolução pessoal no que se refere às habilidades físicas, pois, percebe-se que há um desenvolvimento da musculatura de uma maneira rápida. Sendo assim, é necessária adaptação com a nova estrutura muscular que o corpo vai adquirindo a cada treino.

Essa musculatura mais fortalecida, irá ajudar para realizar outros movimentos que precise de um pouco mais de força e explosão para ultrapassar os obstáculos de maneira mais fluida possível. Percebe-se que o corpo vai se adequando às novas exigências na qual se está sendo desafiado.

Quando um integrante desenvolve um movimento que não conseguia, todos vibram, e cumprimenta-o parabenizando pela evolução, pelo medo superado, pelas habilidades aprimoradas e aperfeiçoadas. Isso caracteriza também, que houve um reconhecimento das distâncias entre os obstáculos, identificando a quantidade de força que se deve utilizar para se chegar no outro ponto, bem como no que se refere, a extensão que o corpo deve ter, seja esticando um pouco mais a perna, elevando mais os joelhos, pulando um pouco mais alto, e assim por diante.

E dentro dessa perspectiva, a aprendizagem se dá de maneira distinta também, como relata o P2, ao descrever como ensinaria o Side, mortal lateral:

Tipo, digamos que eu vou ensina um mortal lateral. Pronto, eu pego a estrelinha, que normalmente qualquer criança faz, ou as vezes não, nem todas. Ai... eu tento passa a entrelinha. Da estrelinha, eu tento passar o rolamento lateral. E... progressivamente, eu tento fazer com que ele entenda como funciona, e... tendo ensina o básico, tipo... a cair, a rola certo, pra fazer uma estrelinha mais certa, tipo, utiliza mais a foça do corpo pra sair do chão, grupa, e tipo, evita ao máximo que ele se machuque. (P2)

83 As dicas que são dadas entre os praticantes, se tornam de extrema importância, já que por muitas vezes, quem está realizando os movimentos não consegue perceber, se perceber, ao se deslocar pelos obstáculos, e que um olhar de quem está vendo pode ser o ponto chave para se chegar no objetivo final. Depois o movimento é lapidado através da repetição, um aperfeiçoamento, para depois ser realizado mais sofisticado ou até mesmo realizar a junção desse movimento com outro, inicialmente mais fácil, e se observar que dá para ousar, realiza um pouco mais complexo.

Em um dos treinos, percebi um dos rapazes que estavam treinando, realizou um rolamento, e identifiquei que o rolamento que faço era diferente, tendo em vista que também tenho uma vivência do Jiu-Jitsu, e a mecânica de ambos movimentos são distintos, tendo em vista que na luta, realizamos as movimentações no tatame, e no Parkour, em ambiente urbano, o que também é diferente do rolamento da Ginástica.

Então questionei aos rapazes sobre essa diferença, e eles relataram que não entendem o porquê nas Lutas, o rolamento é feito com uma batida forte no solo, e que não fazia sentido algum para eles isso, já que só faria machucar.

O rolamento mais comum para que treina Parkour existe um específico para que seja utilizado no Flow, porém existem algumas variações, o rolamento para frente e o

Parkour Dive Roll. Mas o rolamento não é reto, é na diagonal, os braços: um fica dando

o suporte do corpo, e outro fica na diagonal, seguindo o caminho do outro até a lombar, o que é diferente dos outros, deixando o encolhimento do corpo, até que o movimento seja concluído, para que não cause impacto.

No caso do Dive Roll, é o rolamento partindo de um “mergulho” que é comumente chamado de Dive, outra variação, é o 360 Dive Roll19, porém não é uma

movimentação para os iniciantes, já que exige um pouco mais de domínios de técnica. Essa variação consiste em realizar um salto com giro no próprio eixo, seguido de um rolamento.

Segundo Pirollo (2015), são considerados rolamentos, movimentos em que o Traceur utiliza para amortecer o impacto causado pelo deslocamento, através da distribuição de energia. Sendo assim, é utilizada a parte das costas como uma alavanca,

84 direcionando assim, o local no qual se deseja continuar o percurso, como podemos observar na imagem a seguir.

ORGANOGRAMA DO ROLAMENTO

Fonte: PIROLLO (2015, p. 48) adaptado.

O P1, que teve uma experiência de trabalhar com o ensino do Parkour, descreve que elementos considera para ensinar algum movimento:

Antes de perguntar tipo, ah como é que você ensina, é importante enfatizar antes a quem a gente vai tá ensinando, tipo, vai ser pra uma pessoa que já treina a tempo? O que a gente vai ensina de fato, entendeu? São algumas perguntas que querendo ou não, vão influencia nisso ai, porque pra fazer parte de uma resposta mais completa. Porque vamos supô, que se eu for ensina algo pra Leo, vou dá a dica básica, porque, como Leo já meio que... Eu... Eu não queria dizer que zerô, porque eu acho que isso vai ser uma coisa muito... eu vou tá sendo muito... num tá vindo a palavra agora. Eu vô tá me equivocando, porque eu não acredito que exista a possibilidade de zerar o Parkour. Mas, o que eu me refiro ao zerar o Parkour, é no conceito básico e mínimo sobre o desenvolvimento corporal. Não sei se essa palavra existe com esse sentido que eu quero dá. Porque é o seguinte... É... Leo, se ele vê qualquer movimento ele vai conseguir, eu tenho certeza que ele sozinho, se ele assistir o vídeo algumas vezes, ele repetir algumas vezes daquele movimento, ele estudar algumas vezes, ele vai conseguir aprender aquele movimento sozinho. Então... A nossa meta.... A nossa meta não é ensinar às pessoas movimentos, mas ensinar pessoas a aprender movimentos. Que essa é a parte chave. O que eu tentei

Rolamentos

Saída Direção

Ponto Inicial Sobre as mãos

Frente Inicial

Sobre a porção posterior do Deltoide Sobre os pés Lateral

Inicial

Sobre o trapézio Combinação de movimentos Trás

Inicial

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ensinar quando eu tava trampando com o Parkour com Fanno. Fanno me chamou para dá aula, a um camarada, Jonata. É... as coisas que eu passei para ele, como ele era um iniciante, foi o seguinte: passar os movimentos básicos do desenvolvimento corporal do Parkour, é Precisão, stand.. É...enfim, os movimentos bem mínimos, rolamento, laser, monkey, kong, duple kong, esses movimentos. Começar com esses movimentos basicãos para que através disso, ele possa começar a entender como o corpo dele funciona, e como ele pode fazer o corpo dele se mover de ante daquilo que ele enxerga. Porque a gente pode olhar pro Kong Fu, ele foi, dependendo da área do Kong Fu, porque têm muitas, mas, o Kong Fu Louva-Deus, ele foi, ele foi extraído do observar de um homem ao ver um louva-deus destruindo uma Cigarra que é bem maior que o Louva-Deus. E através disso, ele começou a pegar... Levou ele pra um lugar mais reservado, e pegou dois palitinhos, e ficou atacando o Louva-Deus e vendo como ele se defendia, a partir dessa visão, ele conseguiu absorver uma forma de se defender e de atacar. Através disso, ele conseguiu desenvolver uma arte, um estilo de Kong Fu, um estilo de arte marcial... E ele conseguiu vencer em combates vários outros mestres que ele já... já... já estava liderando os montes e etc.. Então, assim como existe isso, eu gosto de usar essa análise, essa história né? Essa coisa, pra também aplicar ela no Parkour. Eu posso olhar como um gato não só sobe um muro, como a gente já usa o movimento, Climb Up, que é meio que, se você fô observar, é igualzinho a forma como o gato sobre, e pega e sobe de vez. Como ele eleva o corpo a cima do nível do muro. Enfim, assim como existe esse movimento, a gente pode... Aprender outro movimentos com outros animais.,. É como o macaco sei lá... Pode olhar pra tudo que a gente tem a nossa volta, inspirar nessas coisas e desenvolver uma forma de se movimentar. Então ensinar para as pessoas como fazer isso é o que vai dá de fato a liberdade à essas pessoas. Porque se agente continuar ensinando os movimentos, tipo ahhh vou ensinar praquela pessoa um Areal twist, você só ensinou de certa forma, o Arial twist. Mas se você olha praquela pessoa e: Ahh... vou ensinar para ela como ela pode aprender aquele movimento, observando aquele movimento, e observando como ela consegue... Executar as atividades com o corpo.

Movimentos de imitação de animais realizando suas atividades rotineiras, podem ajudar nas habilidades desenvolvidas no Parkour, e que terão pessoas que vai ter mais facilidades de aprender sozinhas assistindo vídeos, mas que existem aquelas que precisaram de alguém que lhe ensine. Mas que, inicialmente, observa e conhece quais movimentos, que conhecimento o indivíduo tem, para depois, iniciar com os movimentos básicos. O P3, acrescenta

É... ela perceber a força que ela tem nos músculos dela, a flexibilidade, e como ela pode usar isso. Ensinar para ela usar isso, para que através, é mostrar também que não existe de deixa ele dento de uma caixinha, tipo o que a gente