• Aucun résultat trouvé

File manipulation 1. Current file

Dans le document ROS Text Editing (Page 67-79)

Ex Reference Manual

2. File manipulation 1. Current file

A Bacia de Barreirinhas caracteriza-se como sendo uma bacia do tipo margem passiva e geometria pinch out, localizada na Margem Equatorial Brasileira. De deposição sob a Bacia do Parnaiba, seu início foi demarcado no início do Albiano, sendo sua gênese associada diretamente a esforços distensionais (estágio rifte), com componente cisalhantes (período de margem passiva), controlados pela zona de Fratura oceânica Romanche e Zona de Falhas Sobradinho (porção Onshore).

A deposição sedimentar associada aos falhamentos presentes nesta bacia ocorre de maneira semelhante ao restante das bacias de Margem Equatorial Brasileira, assim como também na sua análoga na África, a Bacia de Tano. Nessa visão, e com o intuito de promover um maior conhecimento a respeito do arcabouço tectonossedimentar da Bacia de Barreirinhas, um amplo conjunto de dados geofísicos, envolvendo informações de perfis geofísicos de poços, seções sísmicas 2D e dados gravimétricos, foi empregado.

Embora existam pequenas incertezas associadas ao processo de interpolação dos dados gravimétricos irregularmente espaçados, estas foram desconsideradas. Dessa maneira, associou-se significado real direto às respostas geofísicas obtidas. Sendo assim, mediante a análise das anomalias gravimétricas na área, a delimitação dos limites dos grábens existentes na bacia foi inferido adotando-se como fundamento os intervalores associados aos menores valores das anomalias gravimétricas (-34 a -25 mGal). Tais assinaturas gravimétricas foram associados diretamente a dois fatores complementares, como a seguir.

O primeiro desses fatores faz referêcia a um maior espessamento do pacote sedimentar da Bacia de Barreirinhas, retratados através de grábens rômbicos orientados em direção WNW- ESE. Já o segundo retrata a complexidade existente no embasamento, através de um gradiente negativo de densidade em direção à proximidade da linha de costa.

Fundamentado nos distintos padrões de lineamentos e direções preferenciais das anomalias gravitacionais, três domínios foram identificados. Na porção leste, limitados pela Zona de Falhas de Sobradinho, entre a Bacia de Barrerinhas e a do Parnaíba evidencia-se o Domínio D1, representado por uma ampla anomalia gravitacional positiva com orientação para E-W e NE-SW, associada a rochas ígneas e metamórficas do embasamento cristalino não- aflorante na região. O Domínio D2 associa-se aos baixos gravitacionais de orientação WNW- ESE, representativo dos grábens rotacionados. Por último, o Domínio D3 representa um gradiente crescente das anomalias gravimétricas para norte, associadas ao afinamento da crosta continental nas proximidades da linha de costa e por um alto estrutural no limite norte do rifte continental.

A análise integrada dos perfis geofísicos de poços, do estudo sísmico e da interpretação gravimétrica permitiu, por meio da modelagem gravimétrica 2D, a construção de um modelo em profundidade, no qual foram delimitadas quatro unidades tectonossedimentares principais: Bloco Crustal de Alta Desnidade e Bloco Crustal de Baixa Densidade, Supersequência Rifte, Supersequência Drifte. As unidades do embasamento são representativas da complexidade presente no arcabouço, retratando dois blocos extensos com contraste de densidade considerável. O primeiro, de localização a sul da Bacia de Barreirinhas apresentou uma maior densidade, com um valor de aproximadamente 2820 kg/m³ sendo associada a um embasamento cristalino de litologia diabásica. No entanto, o segundo, de densidade menor, na ordem de 2630 kg/m³, adotou-se como membro representativo da Faixa Móvel Gurupi, com litologia predomindante formada por rochas metamórficas de médio a alto grau. As supersequência Rifte e Drifte , apresentam relação direta com o pacote sedimentar e caracterizam-se por uma sedimentação siliciclástica de densidade 2465 kg/m³ e carbonática de densidade 2570 kg/m³ , respectivamente.

A Modelagem Geológica 3D simplificada, baseada nos dados geofísicos interpretados de diferentes fontes, como perfis geofísicos de poços e interpretação dos dados de campo potencial limitados por seções símicas, mostrara-se imprescindível e de vital importância para o estudo desta bacia serdimentar. Permitindo, por meio destas, um melhor imageamento e entendimento na delimitação dos horizontes sismoestratigráficos, como também a confirmação

de uma geometria pinch out, associada à influência direta da Zona de Fratura Romanche e da Zona de Falha de Sobradinho, retratada através de uma subsidência dos estratos na porção central da área em estudo. Adicionalmente, etapas posteriores ao desenvolvento da modelagem deverão contribuir para uma melhor compressão, não somente em âmbitos exploratórios, como também geológicos das bacias marginais da Margem Equatorial Brasileira.

REFERÊNCIAS

ALMEIDA, F. F. M et al. Províncias Estruturais Brasileiras. In: Simpósio de Geologia do Nordeste, 8, Campina Grande, Paraíba, Atas, p. 363-391, 1977.

ALMEIDA, F. F. M et al. Radiometric age determinations from Northern Brazil. Boletim da Sociedade Brasileira de Geologia, v. 17, n° 1, p. 3-14, dez. 1968.

ALMEIDA, F. F. M; CARNEIRO, C. D. R. Inundações Marinhas Fanerozóicas no Brasil e Recursos Minerais Associados. In: MANTESSO-NETO, Virginio et al. (Org.). Geologia do Continente Sul-Americano: Evolução da Obra de Fernando Flávio Marques de Almeida, São Paulo: Beca, 2004, p. 43-58.

ALMEIDA, F. F. M; HASUI, Y. O Pré-Cambriano do Brasil. 1. ed. São Paulo: Edgard Blücher, 1984, 378 p.

ALMEIDA, F. F. M; HASUI, Y; BRITO NEVES, B. B. The Upper Precambrian of South America. Boletim Instituto de Geociências USP, São Paulo, v. 7, p. 45-80, 1976.

ANTOBREH, A. A. et al. Rift-shear architeture and tectonic development of the Ghana margin deduced from multichannel seismic reflection and potencial field data. Marine and Petroleum Geology, v. 26, p. 345-368, 2009.

ATTOH, K. et al. Seismic stratigraphic record of transpression and uplift on the Romanche transform margin, offshore Ghana. Tectonophysics, v. 378, p. 1-16, jan. 2004.

AZEVEDO, R. P. Tectonic Evolution of Brazilian Equatorial Continental Margin Basins, 1991. 494f. Tese de Doutorado em Geologia – Imperial College London, 1991.

BALCH, A. H. Color Sonograms: A New Dimension in Seismic Data Interpretation. Geophysics, v. 36, n. 6, p. 1074-1098, 1971.

BLAKELY, R. J. Potential Theory in Gravity and Magnetic Applications. 1. ed. Cambridge: Cambridge University Press, 1995, 437 p.

BRAILE, L.W; KELLER, G.R; PEEPLES, W.J. Inversion of Gravity Data for Two- Dimensional Density Distributions. Journal of Geophysical Research. v. 79, n. 14, p. 2017- 2021, 1974.

BRITO NEVES, B.B de; SANTOS, E. J; VAN SCHMUS, W. R. Tectonic history of the Borborema province, northeastern Brazil. In: CORDANI, U.G et al. (Org.). Tectonic Evolution of South America, 31 st International Geological Congress, Rio de Janeiro, p. 856, 2000. BULHÕES, E. M; AMORIM, W. N. Princípio da Sismocamada Elementar e sua aplicação à Técnica de Volume de Amplitudes (tec VA). In: Nineth International Congress of the Brazilian Geophysical Society, 6 p, 2005.

CASTRO, D. L. de. Modelagem Gravimétrica 3-D de Corpos Graníticos e Bacias Sedimentares com Embasamento Estrutural de Densidade Variável. São Paulo: Revista Brasileira de Geofísica, v. 23, n. 3, p. 295-308, set. 2005.

CATUNEANU, O. Principles of Sequence Stratigraphy. 1. ed. Amsterdam, Holanda: Elsevier, 2006, 375 p.

CONCEIÇÃO, J.C.J; ZALÁN, P.V; WOLF. Mecanismo, Evolução e Cronologia do Rift Sul- Atlântico. Boletim de Geociências da Petrobrás, Rio de Janeiro: Cenpes, v. 2, n. 2/4, p. 255- 265, abr/dez. 1988.

DUARTE, O. O. Dicionário Enciclopédico Inglês-Português de Geofísica e Geologia. 4. ed. Rio de Janeiro: Sociedade Brasileira de Geofísica. 2011, 379 p.

FEIJÓ, F. J. Bacia de Barreirinhas. Boletim de Geociências da Petrobras, Rio de Janeiro, v. 8, n. 1, p. 103-109, jan./mar. 1994.

FIGUEIREDO, A. M. F. et al. Barreiras Basin, an Equatorial Atlantic Transform Basin. In: A.A.P.G. v. 67 n. 3 Convention Issue. p.449, 1983.

FOSSEN, H. Geologia Estrutural. 2.ed. atual. e ampl. São Paulo: Oficina de Textos, 2017, 610p. HOLANDA, R.M. et al. Interpretação sísmica 2D e modelagem 3D sismo-estratigráfica e estrutural de uma área-alvo da Bacia do Parnaíba. In: Congresso Internacional da Sociedade Brasileira de Geofísica, 13. Rio de Janeiro: SBGF, 2013. P.662-667.

HOLZ, Michael. Estratigrafia de Sequências. Histórico, Princípios e Aplicações. 1. ed. Rio de Janeiro: Interciência. 2012, 272 p.

HURLEY, P. M; MELCHER, G. C; PINSON, W. H; FAIRBAIRN, H. W. Some orogenic episodes in South America by K-Ar and whole-rock Rb-Sr dating. Canadian Journal of Earth Sciences, v. 5, p. 633-638, 1968.

KEAREY, P; BROOKS, M; HILL, I. Geofísica de Exploração. 3. ed. UK: Blackwell Science Ltd. 2009, 438 p.

KLEIN, E. L; MOURA C. A. V. Síntese geológica e geocronológica do Cráton São Luís e do Cinturão Gurupi na região do Rio Gurupi (NE-Pará / NW-Maranhão). Geologia USP, v. 3, p. 97-112, 2003.

KLEIN, E.L; MOURA, C.A.V; PINHEIRO, B.L.S. Paleoproterozoic Crustal Evolution of the São Luís Craton, Brazil: Evidence from Zircon Geochronology and Sm–Nd Isotopes. Gondwana Res. v. 8, p. 177–186, 2005.

LAFEHR, T. R; NABIGHIAN, M. N. Fundamentals of Gravity Exploration. Tulsa: Society of Exploration Geophysicists, 2012, 218 p.

LI, Y; OLDENBURG, D.W. 3-D Inversion of Gravity Data. GEOPHYSICS, v. 63, n. 1, p. 109- 119, jan./fev. 1998.

LOCZY, L; LADEIRA, E. A. Geologia Estrutural e Introdução à Geotectônica. São Paulo: Edgard Blücher, 1976, 544 p.

LOPES, J. A.G; de CASTRO, D. L; BERTOTTI, G. Quantitative analysis of the tectonic subsidence in the Potiguar Basin (NE Brazil). Journal of Geodynamics, v. 117, p. 60-74, 2018. LOWRIE, W. Fundamentals of Geophysics. 2. ed. Cambridge: Cambridge University Press, 2007, 381 p.

MATOS, R. M. D; Tectonic Evolution of the Equatorial South Atlantic. In: MOHRIAK, W; TAIWANI, M. (Org.). Atlantic Rifts and Continental Margins. Washington: American Geophysical Union, 2000. cap. 15, p. 331-354.

MCKENZIE, D. P. Some remarks on the development of sedimentary basins. Earth and Planetary Science Letters, v. 40, p. 25-32, 1978.

MILANI, E.J et al. Bacias Sedimentares Brasileiras - Cartas Estratigráficas. Boletim de Geociências da Petrobrás, Rio de Janeiro: Ed. Cenpes, v. 15, n. 2, p. 183-205, maio/nov. 2007. MITCHUM Jr. R. M; VAIL, P. R. Seismic Stratigraphy and Global Changes of Sea Level, Part 7: Seismic Stratigraphic Interpretation Procedure. Seismic Stratigraphy – Aplications to Hydrocarbon Exploation, AAPG Memoir, 26, p. 135-143, 1977.

MOHRIAK, W. U. Bacias Sedimentares da Margem Continental Brasileira. In: BIZZI, L. A. (Org.). Geologia, Tectônica e Recursos Minerais do Brasil. Brasília: CPRM: Serviço Geológico do Brasil, 2003. cap. 3, p. 87-165.

MOSTAGHEL, B. Processing and Interpretation of Geophysical Well Logs From Well KJ-32, Krafla Geothermal Field, NE-Iceland. Geothermal Training Programme, v. 8, p. 28, 1999. NERY, G.G; Perfilagem Geofísica em Poço Aberto-Fundamentos Básicos com Ênfase em Petróleo. 1. ed. Rio de Janeiro: SBGF, 2013, 222 p.

NOGUTI, I. Estudo das Fácies Carbonáticas da Bacia de Barrerinhas, Maranhão. Boletim da Sociedade Brasileira de Geologia, São Paulo, v. 16, n. 1, p. 101-109, nov. 1967.

PALHETA, E. S. M. Evolução geológica da região nordeste do Estado do Pará com base em estudos estruturais e isotópicos de granitoides, 2001. 143f. Dissertação (Mestrado em Geologia) - Universidade Federal do Pará, 2001.

PAMPLONA, H. R. P. Litoestratigrafia da Bacia Cretácea de Barreirinhas. Boletim Técnico da Petrobrás, Rio de Janeiro, v. 12, n. 3, p. 261-290, jul./set. 1969.

PAMPLONA, H. R. P; PORTO, R; LIMA, E.C. Evolução Geológica do Grupo Canárias, Bacia de Barreirinhas. In: XXVI Congresso Brasileiro de Geologia, S.B.G: Sociedade Brasileira de Geologia, Belém, Pará, v. 3, p. 93-106, out. 1972.

PARASNIS, D. S. Principles of Applied Geophysics. 5. ed. London: Chapman & Hall, 1997, 429 p.

POSAMENTIER, H. W; JERVEY, M. T; VAIL, P. R. Eustatic Controls on Clastic Deposition I: Conceitual Framework. In: WILGUS C. K et al. (Org.). Sea-Level Changes: An Integrated Approach. Tulsa, Oklahoma: Society of Economic Paleontologists and Mineralogists, 1988. cap. 2, p. 109-125.

REGALI, M. S. P; UESUGUI, N; LIMA, E. C. Palinoestratigrafia e Paleoambiente da Bacia de Barreirinhas – Maranhão, Brasil. Rio de Janeiro: Departamento Nacional da Produção Mineral (DNPM), Coletânea de Trabalhos Paleontológicos, série Geologia, v. 27, seção Paleontologia e Estratigrafia, n. 2, p. 461-470, 1985.

REYES-PÉREZ, Y. A. Caracterização Geométrica e Parametrização de Depósitos Transicionais Recentes e sua Aplicação na Modelagem de Reservatórios Petrolíferos. Tese de Doutorado (PPGG) – Universidade Federal do Rio Grande do Norte, 2008.

RIDER, M. The Geological Interpretation of Well Logs. 1. Ed. New York: John Wiley and Sons. 1986, 192 p.

ROSA, H. Estudo da Caracterização de Eletrofácies por meio de Perfis Geofísicos de Poços e de Amostras de Testemunhos Utilizando Estatística Multivariada, 2006. 231 p. Tese de

Doutorado-Faculdade de Engenharia Mecânica, Universidade Estadual de Campinas, São Paulo, 2006.

SANTOS, E. F. Terrane and their boundaries in the Proterozoic Borborema Province, Northeast Brazil. In: Simpósio Nacional de Estudos Tectônicos, 7, Lençóis (BA) / Simpósio Internacional de Tectônica da SBG, Lençóis (BA), Anais, p. 121-124, 1999.

SANTOS, E. J. Ensaio Preliminar Sobre Terrenos e Tectônica Acrescionária na Província Borborema. In: Congresso Brasileiro de Geologia, XXXIV, Salvador. Anais. v. 6, p. 47-50, set. 1996.

SANTOS, H. S; CUNHA, G. N; CASTRO, J. R. Avaliação Qaualitativa das Técnicas de Interpolação de Mínima Curvatura, Krigagem e Bidirecional na Formação de Imagens. Revista de Engenharias da Faculdade Salesiana, n.4, p. 2-16, 2016.

SCHLUMBERGER. Petrel Reservoir Engineering course. Schlumberger Edition. 2015. SEVERIANO RIBEIRO, H. J. P. Estratigrafia de Sequências: Fundamentos e Aplicações. 6. Ed. São Leopoldo, RS: EDUNISINOS, 2001, 428 p.

SHERIFF, R. E; GELDART, L. P. Exploration Seismology. 2. ed. Cambridge: Cambridge University Press, 1995, 609 p.

SIMM, R; BACON, M. Seismic Amplitude: An Interpreter´s Handbook. 1. ed. Cambridge: Cambridge University Press, 2014, 280 p.

SOARES JÚNIOR, A.V. et al. Evolução do Rifteamento e Paleogeografia da Margem Atlântica Equatorial do Brasil: Triássico ao Holoceno. Revista Geociências, São Paulo, v. 30, n.4, p. 669- 692, 2011.

SOARES JÚNIOR, A.V; COSTA, J.B.S; HASUI, Y. Evolução da Margem Atlântica Equatorial do Brasil: Três Fases Distensivas. Revista Geociências, São Paulo, v. 27, n.4, p. 427- 437, 2008.

SZATMARI, P. Evolução Tectônica da Margem Equatorial Brasileira. Revista Brasileira de Geociências, v. 17, p. 180-188, 1987.

TALWANI, M; EWING, M. Rapid Computation of Gravitational Attraction of Three- Dimensional Bodies of Arbitrary Shape. Society of Exploration Geophysicists, v. 25, n. 1, p. 203-225, fev. 1960.

TANER, M. T. Seismic Attributes. CSEG Recorder, v. 2, n. 7, p. 48-56, 2001.

TANER, M. T; KOEHLER, F; SHERIFF, R. E. Complex Seismic Trace Analysis. Geophysics, v. 44, n. 6, p. 1041-1063, 1979.

TAVARES, A. C. Evolução da Zona de Fratura Romanche na Margem Equatorial do Brasil, 2017. 83 p. Dissertação de Mestrado (PPGG) – Universidade Federal do Rio Grande do Norte, 2017.

THOMAS, J. E. Fundamentos de Engenharia de Petróleo. 2. ed. Rio de Janeiro: Interciência. 2004, 271 p.

TROSDTORF JÚNIOR, I et al. Bacia de Barreirinhas. Boletim de Geociências da Petrobras, Rio de Janeiro, v. 15, n. 2, p. 331-339, maio/nov. 2007.

VAZ, P.T. et al. Bacia do Parnaíba. Boletim de Geociências da Petrobrás, Rio de Janeiro, v. 15, n. 2, p. 253-263, maio/nov. 2007.

VEIGA JÚNIOR, J. P. São Luis NE e São Luis SE, Folhas SA.23-X e SA.23-Z. Escala 1:500.000. CPRM: Brasília. Programa Levantamentos Geológicos Básicos do Brasil – PLGB. 2000.

WOODCOCK, N. H; FISCHER, M. Strike-Slip Duplexes. Journal of Structural Geology, Cambridge: Pergamon Journals, v. 8, n. 7, p. 725-735, 1986.

WU, Q; XU, H; ZOU, X. N. An effective method for 3D geological modeling with multisource data integration. Computer & Geosciences, v. 31, p. 35-43, 2005.

YILMAZ, O. Seismic Data Analysis: Processing, Inversing and Interpretation of Seismic Data. 2. ed. Tulsa: Society of Exploration Geophysicists, v.2, 2001, 2065 p.

ZALÁN, P. V. et al. Evolução Fanerozóica das Bacias Sedimentares Brasileiras. In: MANTESSO-NETO, V et al. (Org.). Geologia do Continente Sul-Americano: Evolução da Obra de Fernando Flávio Marques de Almeida. São Paulo: Beca, 2004, 595-612 p.

Dans le document ROS Text Editing (Page 67-79)