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Expériences 3 : classification des segments en catégories d’inter-

3.2 Notre méthode de classification

3.3.5 Expériences 3 : classification des segments en catégories d’inter-

Face ao trabalho realizado sobre a problemática estudada e dada a

limitação do tempo, considero que seria pertinente numa ótica futura:

➢ Perceber, junto das empresas, as motivações que ainda levam a que as empresas não divulguem toda a informação;

➢ Analisar se há itens específicos das divulgações de goodwill que são mais evitados do que outros. Para chegar às conclusões poderá ser

necessário ordenar as divulgações e atribuir diferentes coeficientes a diferentes itens analisados.

➢ Considerar mais empresas, cotadas e/ou não cotadas, de modo a obter uma amostra maior e alargar o período de análise. Como foi referido anteriormente, não foi possível proceder à recolha de mais dados face à

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Anexo

Anexo 1

A lista de empresas diz respeito à data de 31 de dezembro do respetivo ano.

Empresas não financeiras cotadas no índice PSI-20 em 2011

Empresas não financeiras cotadas no índice PSI- 20 em 2017

Empresa Setor Empresa Setor

Altri Industrials Altri Industrials

Brisa Industrials BCP Financials

Cimpor Industrials Corticeira Amorim Consumer G/S

Banif Financials CTT Utilities

BCP Financials EDP - Energias Utilities

BES Financials EDP Renováveis Utilities

BPI Financials Galp Energia Oil & Gas

EDP - Energias Utilities Ibersol Consumer G/S

EDP Renováveis Utilities Jerónimo Martins Consumer G/S

Galp Energia Oil & Gas Mota Engil Industrials

Jerónimo Martins Consumer G/S NOS Consumer G/S

Mota Engil Industrials Novabase Technology

Portucel Basic Materials Pharol Telecommunications

PT Telecom Telecommunications REN Utilities

REN Utilities Semapa Basic Materials

Semapa Basic Materials Sonae Consumer G/S

Sonae Indústria Industrials Sonae Capital Financials

Sonae Consumer G/S The Navigator Comp Basic Materials

Sonae Com Telecommunications

Anexo 2

9 Tem por base o Regulamento nº 2236/2004, com as alterações realizadas em 2013 pelo

Regulamento n.º 1374/2013 sendo esta a última versão na Comissão de normalização contabilística.

Item Itens da IAS 369 testados via Índice Divulgação Natureza Parágrafo

1 Acontecimentos e circunstâncias que conduziram ao

reconhecimento da perda por imparidade

Obrigatório, caso reconheça PI

130. a)

2 Quantia da perda por imparidade reconhecida Obrigatório, caso reconheça PI

130. b)

3 Uma descrição da UGC (se é uma linha de produtos, uma fábrica, uma unidade operacional de negócio, uma área

geográfica ou um segmento relatável tal como definido na IAS 14)

Obrigatório 130. d) i)

4 A quantia escriturada de Goodwill imputada à UGC Obrigatório 134. a) 5 A quantia recuperável da UGC: A base de cálculo da quantia

recuperável da UGC (ou seja, valor de uso: descrever a(s) taxa(s) de desconto usada(s) na estimativa corrente e anterior (se

houver) do valor de uso OU o justo valor menos custos de

alienação: por exemplo, se o justo valor foi mensurado por

referência a um preço cotado num mercado ativo para um ativo idêntico )

Obrigatório 134. c)

6 Uma descrição de cada pressuposto-chave em que a gerência baseou as suas projeções de fluxos de caixa para o período abrangido pelos orçamentos/previsões mais recentes. Os pressupostos-chave são aqueles relativamente aos quais a quantia recuperável da UGC seja mais sensível.

Obrigatório 134. d) i)

7 O período sobre que a gerência projetou fluxos de caixa com base em orçamentos/previsões financeiros aprovados pela gerência

Obrigatório 134. d) iii

8 A taxa de crescimento usada para extrapolar projecções de fluxos de caixa para além do abrangido pelos

orçamentos/previsões mais recentes. Caso a taxa de crescimento exceda a taxa média de crescimento a longo prazo para os produtos, indústrias ou país ou países nos quais a entidade opera, ou para o mercado ao qual a UGC se dedicou é necessário justificar.

Obrigatório 134. d) iv

9 A(s) taxa(s) de desconto aplicada(s) às projeções de fluxos de caixa como por exemplo WACC.

Obrigatório 134. d) v 10 Se a quantia recuperável da unidade (grupo de unidades) se

basear no justo valor menos os custos de alienar, uma entidade deve divulgar a metodologia usada para determinar o justo valor menos os custos de vender.

Obrigatório, se a base é o JV

11 Se o justo valor menos os custos de vender não for determinado usando o preço de um mercado observável, a entidade deve divulgar uma descrição de cada pressuposto-chave no qual os gestores basearam a sua determinação do justo valor menos os custos de vender. Os pressupostos-chave são aqueles

relativamente aos quais a quantia recuperável da unidade (grupo de unidades) seja mais sensível.

Obrigatório, se a base é o JV

134 e) i

12 Uma descrição da abordagem da gerência para determinar o(s)

valore(s) atribuído(s) a cada pressuposto-chave, quer esse(s)

valor(es) seja(m) o reflexo de experiência passada ou, se apropriado, sejam consistentes com fontes externas de informação

Obrigatório 134 e) ii

13 "Teste de sensibilidade" mantendo-se a quantia recuperável superior à quantia escriturada da UGC