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4. Resultado

ara a descrição dos result ados f oi realizada uma análise qualit at iva dos períodos pós-operat órios, considerando as ocorrências verif icadas no t erço médio do alvéolo dent al.

A exposição dos achados apont a a dinâmica do processo de reparo alveolar, at ravés das marcações com f luorocromos, que apresent am-se como f aixas represent at ivas do t ecido ósseo f ormado no dia da inj eção.

Aos 6 dias

,

o osso neof ormado é represent ado pela calceína, visualizada na cor verde. Observa-se marcação predominant e dest e f luorocromo j unt o à parede lingual, most rando que houve f ormação de t ecido ósseo na região do t erço analisado (Figura 1).

Aos 15 dias, a inj eção de alizarina, promoveu a marcação em vermelho do t ecido ósseo f ormado. Observa-se que est a marcação apresent a-se ocupando grande part e do t erço médio do alvéolo, evidenciando a quant idade de t ecido ósseo f ormado nest e período (Figura 2).

Aos 21 dias, a inj eção de oxit et raciclina, possibilit a observar t ecido ósseo marcado em azul (Figura 3). Observa-se uma menor quant idade de t ecido ósseo f ormado nest e período, quando comparado à marcação da alizarina no período de 15 dias.

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A sobreposição das imagens possibilit a evidenciar o t ecido ósseo f ormado em cada período, port ant o, é possível observar a predominância da calceína (6 dias) j unt o à parede lingual, bem como a grande quant idade de marcação da alizarina (15 dias) em t odo o t erço médio analisado e a marcação da oxit et raciclina (21 dias) em menor quant idade que a alizarina, most rando que nest e últ imo período houve menor t axa de neof ormação óssea (Figura 4).

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5 Discussão

5. Discussão

met odologia empregada, no t ocant e à ut ilização do alvéolo dent ário do rat o, f oi baseada no t rabalho de OKAMOTO & RUSSO, 1973, que deu origem a um expressivo número de pesquisas ao longo desse t empo, dest acando a análise de cort es hist ológicos corados por hemat oxilina e eosina. Nest e modelo experiment al é possível, guardadas as proporções de resist ência do animal e cronologia do processo de reparo alveolar, simular as sit uações que poderiam ocorrer em seres humanos.

A ut ilização de f luorocromos para análise do processo de reparação em f eridas de ext ração dent ária em rat os, j ust if ica-se pelo pequeno número de t rabalhos publicados. Em cont rapart ida, est a met odologia é encont rada em muit as pesquisas relacionadas à osseoint egração21-26 para a visualização da dinâmica do processo de neof ormação óssea, que possibilit a a evidência conj unt a e/ ou individualizada do t ecido ósseo f ormado em cada período analisado.

Dest a f orma, as grandes vant agens da ut ilização dest a t écnica são: a diminuição da amost ra, em f unção das inj eções dos f luorocromos serem realizadas no mesmo animal e a análise dos períodos do processo de reparo no mesmo animal, o que diminui a variabilidade. Out ra caract eríst ica dest a met odologia é que não se evidenciam células,

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apenas as f aixas f luorescent es, que most ram o processo de neof ormação óssea.

Considerando que o osso sof re const ant e processo de reabsorção- aposição, vale lembrar que a menor quant idade de calceína est á relacionada, t ambém, ao processo de reabsorção do t ecido ósseo que ocorreu durant e o processo de reparo que, provavelment e, há uma predominância da oxit et raciclina no t erço cervical do alvéolo, uma vez que, a reparação é cent rípet a.

Houve uma grande dif iculdade para o desenvolviment o dest e t rabalho em f unção das dimensões do alvéolo do rat o. A lit erat ura most ra que quando se ut iliza est a t écnica os cort es são obt idos em micrót omo específ ico para t ecido duro. Ent ret ant o, há uma dif iculdade muit o grande em se obt er o cort e exat ament e no cent ro do alvéolo. Port ant o, considerou-se que o desgast e do cort e possibilit aria um melhor cont role para obt enção de uma peça mais ilust rat iva. Assim, o primeiro desgast e f oi realizado com o esmeril e, post eriorment e, f oi realizado o desgast e manual com as lixas de várias espessuras.

Essa é a grande dif erença da met odologia clássica apresent ada na lit erat ura. No ent ant o, como os result ados f oram semelhant es aos achados hist ológicos, pode-se inf erir que o mét odo f oi bem sucedido. Além disso, vale considerar que os cust os f oram bem menores, que a sua reprodut ibilidade não exige equipament os sof ist icados e é relat ivament e f ácil.

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início da ossif icação a part ir do ligament o periodont al, marcado pela calceína; (2) o período int ermediário da inj eção (15 dias), com predomínio de alizarina no t erço médio do alvéolo, conf irmando-se que o período de maior deposição óssea é a segunda semana e (3) o carát er predominant e da oxit et raciclina (21 dias) no t erço cervical do alvéolo, demonst rando que o processo de reparo ocorre, realment e, da perif eria para o cent ro do alvéolo, uma vez que est a f oi a últ ima inj eção realizada. Com o obj et ivo de est abelecer uma padronização na análise dos result ados de t rabalhos f ut uros, o t erço avaliado f oi o médio.

Os result ados obt idos most ram que a met odologia est á bem indicada para o modelo experiment al ut ilizado e abre a perspect iva para a realização de várias out ras pesquisas.

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6 Conclusão

6. Conclusão

ut ilização dos f luorocromos f oi capaz de most rar a dinâmica do processo de reparo alveolar de f orma clara e bast ant e ilust rat iva, além de ser de f ácil reprodução e apresent ar um cust o relat ivament e baixo.

Ref erências