• Aucun résultat trouvé

Planeamento

O planeamento no segundo período foi mais fácil de realizar comparativamente com o primeiro período. O facto das rotinas e regras já estarem bem definidas permitiu- me dar atenção a outro tipo de coisas, como são alguns pormenores ao nível do planeamento, condução do ensino ou FB.

No segundo período já não nos foi pedido que fizéssemos planos de aula, apenas unidades de ensino. Posto isto, o trabalho feito no primeiro período foi de uma mais valia tremenda e teve continuidade no período seguinte. Ainda assim, tive algumas dificuldades no planeamento de algumas aulas como são as aulas no espaço G1. Por vezes, quando tentei introduzir mudanças ou mesmo algumas estações novas, mudando a posição das mesmas, acabou por ser um pouco complicado pois o espaço era demasiado pequeno para tantos alunos. Quando isso aconteceu, geralmente na primeira aula da semana, mudei sempre alguma coisa para as duas aulas seguintes com o objetivo de melhorar as condições de prática dos alunos. O meu colega de estágio e o professor orientador foram muito importantes neste aspeto pois as reflexões pós- aula continuaram a ser uma constante também nesta fase.

Na ginástica de solo e aparelhos, o planeamento acabou por sofrer algumas alterações com o decorrer do período visto que a evolução dos alunos acabou por ser bastante boa, sobretudo daqueles que se empenharam mais. Foi introduzido o salto entre mãos com o plinto colocado transversalmente e depois longitudinalmente, com alguns alunos a conseguirem realizar. No mini-trampolim foi trabalhado o salto mortal com alguns alunos a conseguirem realizar e, por fim, foi introduzida a barra fixa com o objetivo de trabalhar a subida de frente e a saída com rolamento. Como nem todos os alunos se encontravam no mesmo nível de desenvolvimento para realizaram o salto entre mãos no plinto e o mortal, a lógica de planeamento nestas aulas passou pela constituição de grupos homogéneos havendo diferenciação de ensino com base no seu desempenho.

Algo que me pareceu evidente ao longo deste período foi o facto dos alunos com melhores níveis de desempenho precisarem constantemente de novos desafios para se manterem focados nas tarefas e não terem comportamentos desviantes, como foi o caso de dois alunos, e nesse sentido quando as aulas não corriam bem as primeiras perguntas que fazia a mim mesmo era na lógica de “isto não correu bem, porquê? Será

37 que as tarefas propostas eram as mais indicadas para aquele aluno?”. Neste sentido penso que o planeamento é fundamental para reduzir a maioria dos comportamentos desviantes, sendo que uma aula bem estruturada acaba por reduzir a probabilidade de comportamentos inapropriados.

Para além da ginástica, senti que os alunos evoluíram bastante noutras matérias como foram o caso do voleibol e do basquetebol, sendo que neste período o voleibol acabou por ser a mais trabalhada pois para além de ser uma matéria prioritária, neste período ocorreu também o interturmas de voleibol. No caso do voleibol, após os alunos terem o toque de dedos consolidado foi introduzida a manchete e depois muitas aulas funcionaram tendo como base “torneios escada” em que as situações aumentavam progressivamente de complexidade, começando no 1x1 e acabando no 4x4. Estas aulas acabaram por se revelar uma boa surpresa pois a entrega da maioria dos alunos foi tremenda, com alguns alunos e sobretudo alunas a demonstraram um grande espírito competitivo que depois se refletia no seu empenho.

Neste período acabei por utilizar alguns jogos no aquecimento para fazer face à monotonia que os alunos tinham indicado no primeiro período, sendo que a utilização de diferentes formas de estafetas, também para trabalhar a velocidade, foi uma das estratégias, assim como o “jogo da lagarta” ou o “jogo do muro”. No espaço G2 acabei por utilizar a aeróbica como forma de aquecimento durante uma semana, o que acabou por ser uma boa estratégia.

Em suma, penso que o planeamento neste segundo período foi bem conseguido. Como objetivo para o terceiro período coloquei tarefas mais desafiantes sobretudo no espaço G1 para reduzir os comportamentos desviantes ao máximo, o que acabou por se verificar.

Avaliação

Neste segundo período os mecanismos de avaliação formativa assumiam-se como principais mediadores do processo de aprendizagem dos alunos, sendo que nesta altura do ano esta era a subárea onde tinha de melhorar mais. Onde consegui fazer uma melhor avaliação formativa foi na ginástica, disponibilizando aos alunos uma tabela onde constavam os diferentes elementos e era indicado se os alunos conseguiam realizar, precisavam de melhorar ou não conseguiam realizar. Após construir esta tabela coloquei-a na dropbox avisando os alunos atempadamente para eles poderem consultar. Quando os alunos consultavam a tabela já sabiam o que tinham de melhorar para aumentar o seu nível e assim conseguir uma melhor nota. Também disponibilizei aos alunos duas folhas onde estavam todas as matérias a serem trabalhadas e aquilo

38 que os alunos tinham de fazer para conseguir atingir o nível introdutório, elementar ou avançado.

Outra estratégia utilizada foi a de utilizar um ou dois elementos por nível, nas aulas, para situar os alunos dizendo-lhes, por exemplo, que “para chegares ao nível avançado na ginástica de solo tens de realizar o salto entre mãos no plinto longitudinal” e assim, rapidamente o aluno tinha uma ideia do nível em que se encontrava.

Nas outras matérias, sobretudo nos jogos desportivos coletivos, à exceção do voleibol, a avaliação formativa foi um dos maiores obstáculos. Para além disso, conseguir passar informação a todos individualmente numa turma de vinte seis alunos era um desafio, sendo que uma das estratégias utilizadas foi dar FB a grupos homogéneos, com diferentes níveis de desempenho.

No terceiro período o grande objetivo passava por conseguir melhorar os mecanismos de avaliação formativa nos jogos desportivos coletivos, algo que senti grandes dificuldades ao longo de todo o ano.

Condução

A par do planeamento, a condução do ensino seguiu a lógica do primeiro período com a integração de novos estilos de ensino.

A implementação de novos estilos de ensino para além do estilo de ensino por tarefa foi algo que não decorreu de acordo com as minhas expetativas. Um dos meus objetivos era conseguir utilizar mais vezes o estilo de ensino recíproco e, se fosse bem sucedido, utilizar o estilo de ensino de autoavaliação. Acabei por utilizar mais vezes a autoavaliação do que propriamente o estilo recíproco, sendo que o estilo de ensino por tarefa acabou por ser o mais utilizado.

Ao nível do domínio da didática, o trabalho levado a cabo no primeiro período ajudou muito nesta fase do ano numa lógica de progressão nas tarefas. As várias reflexões com o meu colega de estágio e com o professor orientador ajudaram bastante para que a minha intervenção nos exercícios fosse melhorando com o passar do tempo. Os momentos de instrução e a transição entre tarefas foram muito idênticos ao primeiro período, sendo que todos os momentos de instrução foram dados com os alunos sentados em U, sendo que houve uma fase no período em que os alunos estavam um pouco barulhentos e aí tive de adotar uma nova estratégia em que tirava os alunos que estavam a perturbar a instrução da aula, mandando-os sentar longe da turma. Esta estratégia acabou por dar resultado e passadas algumas aulas os momentos de instrução melhoraram. Na transição entre tarefas, logo no início da aula era dito aos alunos como eram feitas as rotações e ao sinal de “roda” eles já sabiam para onde se dirigir.

39 A circulação pelo espaço foi maioritariamente boa, ainda que em alguns momentos, sobretudo no E2, eu preferisse circular pelo meio dos dois campos em alguns momentos. Pedagogicamente estou consciente de que não é a decisão mais acertada, mas por outro lado só o fazia quando sentia que a turma estava controlada.

No que diz respeito ao FB continuei a seguir a lógica de primeiro dar uma informação descritiva e depois prescritiva, fechando o ciclo de FB sempre que me era possível, havendo espaço para melhorar nesse aspeto.

O encerramento das aulas continuou com a dinâmica do primeiro período. Em alguns momentos devia dar mais tempo para esta parte da aula, fazendo um balanço mais pormenorizado daquilo que foi feito e consequente ligação com as aulas seguintes. O espaço onde tive mais dificuldades foi no G1 devido à necessidade de arrumar o material de ginástica, ainda assim, apesar de em algumas aulas os alunos saírem depois do toque, na sua maioria consegui fazer balanços dizendo o que correu melhor e pior, e onde devia estar o foco nas aulas seguintes.

Clima

No segundo período procurei criar uma relação de maior afetuosidade com os alunos e fui bem sucedido, ainda que tenha tido duas semanas em que a minha relação com eles não tenha sido a melhor. Esse período coincidiu com a questão da utilização dos elásticos por parte das raparigas, que acabou por gerar alguma revolta. Ultrapassadas essas questões, o clima da aula voltou ao normal e consegui ter uma relação mais próxima com todos os alunos.

Para cultivar esta relação com os alunos o G1 foi o espaço predileto, sendo que a utilização de FB quinestésico foi a principal estratégia utilizada, aliada ao FB positivo.

As relações que os alunos estabeleceram entre si também não levantaram problemas na dinâmica das aulas, sendo que foi necessário ter alguns cuidados nas constituições dos grupos. Não colocar duas alunas que foram identificadas no primeiro período como potenciais focos de comportamentos desviantes aquando de tarefas em grupo, ou pelo menos, na mesma equipa foi um cuidado a ter para os restantes alunos não saírem prejudicados.

Ao nível da relação dos alunos com as tarefas propostas, foi importante criar tarefas que não permitissem acomodação por parte dos mesmos, gerindo bem o sucesso/insucesso, sendo que na ginástica esta questão foi mais evidente.

Em suma, o clima das aulas no segundo período foi bastante bom, à exceção da “revolta dos elásticos”, termo definido por alguns alunos para classificar esse período mais conturbado.

40

Disciplina

No início do ano cada vez que via os alunos a terem um mau comportamento mandava-os sentar, também para os outros alunos perceberem que os comportamentos de indisciplina eram imediatamente punidos. Com essa estratégia consegui que a turma se focasse nas tarefas propostas e praticamente não existiram comportamentos de indisciplina.

A turma durante todo o ano teve um bom comportamento nas aulas, ainda assim foi necessário ter um especial cuidado com dois alunos, pois eram as duas principais fontes de comportamentos desviantes. Estes dois alunos por vezes “testavam-me” para ver até onde podiam ir sendo que por vezes foi necessária uma postura mais altiva da minha parte para não abrir nenhum conflito. No início do período um deles foi castigado consecutivas vezes devido a isso e passado algumas aulas o seu comportamento acabou por melhorar.

Observação

As estratégias de observação mantiveram-se, com a observação das aulas do meu colega estagiário e orientador de escola. As reflexões pós-aula continuaram a ter uma grande importância, não só no segundo período mas durante o ano todo.

Lecionação 1º ciclo

Na lecionação ao 1º ciclo a escolha recaiu pela escola António Torrado. Esta escola situava-se no Cacém, numa zona calma, tendo 2 espaços exteriores e 2 espaços interiores, com material suficiente para uma lecionação de qualidade.

Lecionei numa turma do 2º ano. A este nível de escolaridade já tinha tido a experiência de lecionar, na altura enquanto era aluno do primeiro ano de mestrado, pelo que não seria uma experiência totalmente nova para mim. Optei pelo 2º ano de escolaridade em detrimento do 1º porque apesar de ambos serem alunos pequenos já existe uma diferença a nível da compreensão de jogos.

O número de alunos da turma era de 28 alunos, e iria ter a possibilidade de passar por um espaço interior e outro exterior, com aulas de duração de 1 hora, pelo que ainda tinha a vantagem de saber exatamente como se encontrava a turma a nível das aprendizagens, já que o professor João Lopes me pôs ao corrente de toda a situação. O meu objetivo passou assim por tentar diversificar um pouco os conteúdos, para também disfrutar ao máximo a experiência de lecionação a estas idades.

41 Ao nível das regras de funcionamento das aulas optei por manter as que o professor já utilizava, por serem muito eficazes, e porque se a turma estava controlada assim, não faria sentido estar a mudar algo que corria bem. Nos exercícios optei por jogos de nível intermédio, até porque algo muito complexo não se adequa a estas idades e também porque queria que os alunos tivessem sucesso no desempenho das tarefas.

Por serem alunos de uma idade muito baixa, tentei entrar de uma forma divertida e espontânea, de modo a tentar conquistar os alunos no pouco tempo que ia ter com eles. Apontei como principais objetivos o divertimento dos alunos, mas realizando as tarefas propostas com regras que já estavam definidas, o que acabou por acontecer. Rodriguez (2005), afirma que a EF infantil tem em conta o desenvolvimento dos aspetos cognitivos, afetivos e motores e, portanto, este é período ideal para se desenvolverem todas as potencialidades da criança. O único problema de maior foi talvez na instrução e emissão de FB, já que por estar habituado a dar aulas a alunos do 9º ano, alguns FB foram talvez desadequados à idade, no entanto os alunos cumpriram com o estipulado e foram percebendo os exercícios.

Dou uma grande importância à oportunidade de lecionar ao 1º ciclo, já que provavelmente o futuro próximo passa pela lecionação de aulas a alunos destas idades, tendo aqui uma experiência já próxima do que poderá acontecer. Para além disso nestas idades os alunos demonstram um interesse e motivação muito grandes, e a margem de aprendizagem é muito grande e rápida. Talvez uma solução para que os alunos adquiram maior gosto pela prática seja uma melhor intervenção nestas idades, já que se os alunos tiverem boas experiências numa fase tão precoce de certeza que vão desenvolver um gosto muito maior pela prática de atividade física e pelas aulas de EF. Foi assim um momento muito prazeroso este da lecionação ao 1º ciclo, e se por um lado é mau para quem tira o mestrado e fica sem possibilidade de entrar logo nas escolas, por outro será uma experiência muito interessante a lecionação de AECS aos alunos de idades mais baixas do 1º ciclo.

Semana de professor a tempo inteiro

Uma das atividades mais interessantes do estágio foi a possibilidade de realizar uma semana em que o professor estagiário tem na sua carga horária 22 tempos letivos, aproximando-se assim daquilo que será o seu futuro enquanto professor.

Neste caso em concreto a semana a tempo inteiro realizou-se no início do 2º período, sendo compreendida entre 23 e 27 de janeiro de 2017. Sendo esta atividade de lecionação de diferentes ciclos de ensino e a escola de estágio ter apenas o 2º ciclo e 3º ciclo, o estagiário teve de procurar dentro do agrupamento escolas para lecionar 1º ciclo e ensino secundário, tendo optado para o primeiro caso a escola primária António

42 Torrado, como já foi referido anteriormente, e para o ensino secundário a escola secundária Matias Aires.

Para aumentar a qualidade da experiência optei por escolher sempre turmas de professores diferentes, e onde existissem diferentes contextos. Para além disso foi ainda critério de escolha a compatibilidade de horário, sendo que não foi fácil a montagem do mesmo de forma a conciliar tudo.

As turmas escolhidas foram assim o 2º ano da escola primária António Torrado, a turma 5º C e 6º H da EBDDJ, as turmas 9º A, 9º B e 9º E também da EBDDJ e ainda a turma 12º 2 da escola secundária Matias Aires, juntando-se ainda a estas 19 horas de aulas, 2 horas do núcleo de patinagem de desporto escolar, e 1 hora de cidadania na turma 9º B.

Os diversos contextos em que estive inserido permitiram que a experiência fosse muito gratificante, já que todas as turmas com que trabalhei me deram um prazer enorme, e me colocaram desafios quer na condução do ensino, quer na relação com os alunos, quer noutros aspetos associados à lecionação de EF, o que foi muito bom para o aumentar de conhecimentos.

Em relação ao 2º ciclo de ensino trabalhar com turmas de 5º e 6º ano é muito semelhante, os alunos revelam uma aprendizagem muito rápida e uma enorme predisposição para as tarefas propostas, desde que estas façam sentido para a idade em questão, assim considerei estas as aulas mais fáceis de lecionar. Para além disso, a ligação criada com alunos de idades mais baixas parece ser de maior proximidade, já que os alunos nutrem logo um carinho pelos professores quando gostam da aula, isso também foi algo que notei, e que valorizou as aulas que dei a estas turmas.

No 3º ciclo lecionei três turmas que já conhecia, algo que facilitou o contacto com os alunos. Para além do conhecimento dos alunos, tinha o conhecimento das matérias que estavam a realizar e também em que fase de aprendizagem estavam precisamente o que facilitou a lecionação. Aqui o contexto acabou por ser muito similar ao que já tenho ao longo do ano letivo, no entanto foi possível perceber que mesmo dentro do mesmo ano escolar existem diferenças entre turmas, onde cada turma tem as suas particularidades e o professor deve-se adaptar de forma a aumentar o mais possível as aprendizagens e rendimento dos alunos.

Por fim o ensino secundário foi aquele ao qual talvez tivesse maior curiosidade. A proximidade de idades entre alunos e professor estagiário, a diferente complexidade das matérias, o facto de a disciplina não contar para a média de acesso ao ensino superior, alguns alunos já serem maiores de idade e com personalidades muito vincadas, eram alguns dos motivos que me suscitavam maior dúvida, porém com a

43 lecionação percebi que as diferenças são algumas, mas não houve qualquer problema, já que se manteve um bom clima de respeito entre professor e alunos. Aqui notei que existia uma menor predisposição para a aula, ou seja, os alunos não tão focados nas aprendizagens, mas sim na atividade motora, sendo que nem sempre ouviram ou interpretaram as correções que iam sendo feitas. Em suma foi uma experiência boa, preferindo, no entanto, a lecionação de ciclos de ensino mais baixos, pelo menos nesta fase, e ainda com as experiências que já tive.

Esta experiência de lecionação foi muito positiva pois talvez tenha sido um momento em que ainda ganhei mais paixão pela profissão, já que realizei uma semana como se fosse um profissional da EF e onde me senti muito realizado.

44

Conclusão

O estágio pedagógico foi, sem dúvida, muito enriquecedor para a minha vida, quer a nível pessoal quer a nível profissional. Se no início poderia ter algumas dúvidas acerca da minha futura profissão hoje posso dizer que estas se dissiparam.

Quando olho para trás e relembro a primeira aula e agora penso nas últimas aulas do ano letivo, penso que tive uma grande evolução, sobretudo ao nível da gestão da aula e regras de funcionamento que, para mim, são os parâmetros mais importantes quando associados à didática das matérias.

O estágio pedagógico produz efeitos no processo de desenvolvimento, com caráter prático e investigativo que promove o desenvolvimento e a melhoria da formação do estudante-estagiário (Graça, 2011). Penso que isso aconteceu comigo e senti grandes diferenças ao nível do meu desenvolvimento e evolução enquanto professor. No início do ano sentia-me algo inseguro para dar aulas a uma turma tão grande e, talvez mais importante, a alunos bastante mais velhos do que eu estava habituado (9º ano de escolaridade). Nos dias de hoje, ao olhar para trás e fazendo um balanço de todo o trabalho desenvolvido penso que sou perfeitamente capaz de lecionar ao 3º ciclo e também ao secundário.

Ainda assim, após uma reflexão crítica, penso que ainda tenho várias áreas para