• Aucun résultat trouvé

Essais cliniques ciblant les CSCGs en cours de développement

PARTIE III : LES CELLULES SOUCHES CANCEREUSES DES

III.7. Essais cliniques ciblant les CSCGs en cours de développement

Em suma, e após a avaliação realizada pode-se concluir que o produto respondeu de forma positiva às necessidades para as quais foi pensado, tendo claramente um carácter inclusivo, pois possibilitou o jogo entre crianças com baixa visão e crianças cegas e acredita-se que possibilitaria também o jogo entre estas crianças com crianças normovisuais.

É de referir que todas estas ilações e avaliações são resultado do primeiro contacto das crianças com o jogo, e globalmente, a resposta foi positiva, pois todas elas, apesar das diferentes deficiências visuais, responderam bastante bem ao produto.

É importante também destacar as situações em que houveram dificuldades no jogo e as situações em que as crianças quase não precisaram de orientação, relativamente às situações em que foram sentidas dificuldades, destaca-se o reconhecimento do percurso do jogo e o manuseamento do dado. Já no caso das situações onde não foram sentidas nenhumas dificuldades, destaca-se o reconhecimento dos números do dado, o reconhecimento das diversas superfícies, bem como a identificação das casas, permitindo que o jogo tivesse uma grande interatividade. Esta avaliação encontra-se na tabela 4.13.

Tabela 4.13 - Facilidades/Dificuldades do jogo

Dificuldades Facilidades

Reconhecimento do percurso do jogo Reconhecimento dos números do dado

Manuseamento do dado Reconhecimento das diversas superfícies

Associação das regras Identificação das diferentes casas

- Identificação do cheiro

- Entendimento do conceito de jogo

- Identificação das formas

- Distinção dos pinos de jogo

- Contagem correta do número de casas

- Introdução de nomes às casas

- Associação dos nomes das casas às regras

Relativamente às alterações que se faria ao jogo depois da realização deste teste exploratório, destaca-se as alterações às casas de início e fim com a finalidade de as tornar ainda mais percetíveis, ou seja, aumentar o seu tamanho ou introduzir um elemento ainda mais contrastante, para melhorar o seu reconhecimento. O retângulo com o sitio para colocar os pinos e que contém o número da casa não foi bem percebido, pois, durante o jogo verificou-se que as crianças mesmo após a explicação colocavam os pinos na casa em cima da textura, notou-se que esta parte foi percetível apenas para a criança com baixa visão mas não para as crianças cegas, o que levou à conclusão que o relevo do estampado não foi suficiente para que estes pormenores fossem percetíveis, no entanto, como o jogo destina-se também para crianças normovisuais esta parte do jogo não precisa de ser retirada para o produto final, podendo-se retirar apenas o sitio para colocar os pinos, deixando neste sitio apenas o número da casa, incluindo também o número em braille. Verificou-se também que o tamanho do dado pode ser diminuído para metade, pois não afetaria a perceção por parte das crianças.

Outro problema identificado foi o facto das casas do jogo não terem nomes associados, de forma a facilitar a memorização das regras, mas este problema foi rapidamente resolvido pelas crianças, que colocaram nomes às diferentes casas.

Após o teste do jogo pelas crianças e todas as ilações daí retiradas o jogo foi avaliado pela psicóloga Raquel numa escala de 1 a 5, referindo-se o 1 a excelente, o 2 a muito bom, o 3 a bom, o 4 a suficiente e o 5 a insuficiente, esta avaliação é apenas indicativa e encontra-se visível na tabela 4.14.

Tabela 4.14 - Avaliação do jogo Aspetos Avaliação 1 2 3 4 5 Facilidade de utilização Layout Facilidade de perceção

Facilidade de compreensão das regras Facilidade de perceção das superfícies Reconhecimento do cheiro

Conclusões e Perspetivas Futuras

Conclusões

O design debruça-se na procura de soluções imediatamente aplicáveis à resolução de problemas do mundo real e com esse intuito os designers criam e continuarão a criar em função das necessidades das pessoas, de forma a oferecer soluções para os seus problemas. Esta procura de soluções torna visível uma crescente e importante envolvência do homem/utilizador, não só como objeto de estudo, mas também como parte integrante do processo de design, participando e influenciando no desenvolvimento e possibilitando a perceção das suas necessidades.

O presente projeto salientou a contribuição do design para uma sociedade mais inclusiva, propiciando o conhecimento de toda a problemática que envolve os condicionalismos vividos pelas crianças cegas e de baixa visão. A cegueira afeta a capacidade de perceção das cores, dos tamanhos, das distâncias, das formas e das posições, impossibilitando a apreensão de informações através da visão. Já a baixa visão limita as informações provenientes do exterior, reduzindo o acesso às informações importantes para a construção do conhecimento ou da imagem. Na ausência da visão, os sentidos remanescentes têm que se aperfeiçoar e compensar esta ausência, tornando-se bastantes desenvolvidos e possibilitando a descodificação e o acondicionamento de novas informações.

De forma a aperfeiçoar e a desenvolver estes sentidos remanescentes, dá-se uso aos jogos e às brincadeiras, que são ferramentas eficientes pois divertem enquanto motivam e exercitam as funções mentais. No caso das crianças cegas ou de baixa visão estas atividades tornam-se imprescindíveis pois ajudam no desenvolvimento da sua imaginação, da sua aprendizagem e da sua memorização e embora a falta de visão origine atrasos, a cegueira e a baixa visão não impedem que a criança brinque e jogue jogos com regras.

Toda a recolha bibliográfica acerca do tema e dos produtos existentes no mercado foi de grande importância, permitindo ter um conhecimento mais alargado das temáticas e dos produtos existentes, concluindo-se que os jogos de tabuleiro destinados a crianças com deficiência visual são inexistentes.

Com igual valor e contributo foram as entrevistas realizadas ao longo do processo de pesquisa e desenvolvimento do produto, que possibilitaram ter uma linha de orientação e posteriormente uma solução de design que respondesse de forma positiva a algumas necessidades do público-alvo. Estas entrevistas foram realizadas a profissionais que trabalham diretamente com estas crianças e possibilitaram conversar abertamente sobre o assunto, contribuindo para a melhoria dos conhecimentos acerca da problemática e das suas necessidades. Esta obtenção de conhecimentos, permitiu reconhecer ainda quais as dificuldades das crianças aquando do manuseamento e ou identificação das peças, bem como a sua compreensão das formas, das cores e das regras, auxiliando no delineamento do layout final do jogo.

Para a realização do protótipo foram criadas matrizes que ajudaram na tomada de decisão de todos os pormenores do jogo, como por exemplo, o tipo de jogo a adaptar, o formato do jogo e dos peões, a posição do número da casa e dos peões do jogo, as combinações de cores, a dimensão do jogo, as formas, os relevos, as texturas e os materiais. Nesta etapa pensou-se também no formato do dado, de forma, a melhorar a sua compreensão e reconhecimento por parte da criança ao longo de toda a dinâmica.

Após todas as decisões tomadas o protótipo foi realizado de acordo com os objetivos estipulados e de acordo com um conjunto de características que os materiais devem reunir de forma estimular os sentidos das crianças com deficiência visual. As características tidas em conta foram principalmente o tamanho dos materiais, as cores, os relevos, as texturas, os desenhos, a facilidade de manuseio, a resistência, a introdução de som e a introdução de cheiro.

O produto apresenta caraterísticas em comum com a generalidade dos brinquedos, mas com algumas especificidades e adaptações, de forma a facilitar e melhor adequar o seu uso por parte da criança cega e de baixa visão, para tal, o design do produto foi cuidadosa e criteriosamente desenvolvido, pois este também deve cativar as crianças normovisuais. O jogo tem como objetivo desenvolver estímulos a nível visual, tátil, olfativo e sonoro e permitir a sua utilização por todas as crianças. Este deve ser explorado com as mãos de forma a descobrir as diferentes texturas, reconhecendo formas, pormenores e dissemelhanças.

O entendimento das necessidades destas crianças, por sua vez, possibilitou a criação de um protótipo adaptado que facilita o jogo entre crianças de baixa visão, cegas e normovisuais. Esta inclusão contribui para a integração, socialização e fomenta a inclusão destas crianças permitindo- lhes que sejam aceites como igual em direitos e deveres.

O projeto desenvolvido permitiu ultrapassar as limitações dos jogos de tabuleiro, criando um jogo intuitivo, inclusivo e dinâmico, que se revelou bastante positivo pelos resultados obtidos nos testes exploratórios com as crianças, visualizando-se a sua aplicabilidade em contexto real.

No teste exploratório foi possível deduzir que a configuração final do layout do jogo em junção com adaptação do dado e dos pinos, bem como a atribuição de nomes a cada casa propiciaram uma fácil memorização das regras do jogo por todos as crianças, proporcionando assim às crianças com deficiência visual aptidão para jogar e disputar partidas.

Do ponto de vista emocional, foram visíveis emoções não só no inicio do jogo, mas também ao longo de todo o percurso, verificando-se que a interatividade do jogo levou sempre a bastante entusiasmo, alegria, curiosidade e surpresa por parte das crianças.

Em suma, e após a avaliação realizada pode-se concluir que o produto respondeu de forma positiva às necessidades para as quais foi pensado, tendo claramente um carácter inclusivo, pois possibilitou o jogo entre crianças com baixa visão e crianças cegas e pensa-se que possibilitaria também o jogo entre estas crianças com crianças normovisuais. É de referir que todas estas ilações e avaliações são resultado do primeiro contacto das crianças com o jogo, e globalmente, a resposta foi positiva, pois todas elas, apesar das diferentes deficiências visuais, responderam bastante bem ao produto.

Do ponto de vista pessoal, a possibilidade de criar uma solução que permitiu atenuar as limitações das crianças de baixa visão e cegas e consequentemente potenciar a sua autoconfiança e esperança, revelou-se uma tarefa estimulante e gratificante. Esta experiência foi muito enriquecedora pela possibilidade de trabalhar com a ACAPO e contactar com a realidade em questão. A fase de testes revelou-se marcante pela felicidade e motivação das crianças pelo jogo desenvolvido.

Sugestões para Trabalho Futuro

A utilização de jogos para crianças cegas e de baixa visão, promove a sua inclusão, ajudam no desenvolvimento da sua imaginação, da sua aprendizagem e da sua memorização.

Para tal, é de elevada importância projetar e perspetivar desenvolvimentos e possibilidades futuras para a continuação deste projeto.

Neste trabalho foram apenas realizados testes exploratórios ao produto, mas seria interessante desenvolver a mesma investigação numa amostra mais alargada, visualizando-se o jogo entre crianças de baixa visão, cegas e normovisuais, originando uma melhor perceção do caracter inclusivo do jogo e possibilitando uma maior diversidade de opiniões.

Do ponto de vista emocional foi apenas realizada uma análise fundamentada pela observação, no entanto, futuramente esta avaliação deveria ser conduzida de uma forma mais aprofundada e com profissionais da área.

As informações obtidas neste estudo poderão ser utilizadas em futuras investigações, no sentido de desenvolver abordagens ainda mais eficientes para jogos inclusivos, introduzindo-lhes novas superfícies interativas, aliadas a texturas, sons e cheiros de forma a incentivar a cooperação entre crianças cegas e de baixa visão e crianças normovisuais, evitando a exclusão e permitindo a socialização e o desenvolvimento de estímulos a nível visual, tátil, olfativo e sonoro.

Por último, e uma vez que uma das observações apontadas em conversa depois da realização dos testes exploratórios, foi a falta de jogos de tabuleiro, totalmente inclusivos que permitam o jogo entre crianças com várias tipologias e não só as de deficiência visual e normovisuais, considera-se que seria também interessante desenvolver outros estudos complementares tendo em conta não só as crianças com cegueira, mas também as crianças com outro tipo de problemas, como por exemplo a surdez, permitindo ter uma perspetiva total de inclusão.

Referências

Amiralian, M., 1997. Compreendendo O Cego.

Bernardo, J., 2014. O Lúdico e Aprendizagem de Crianças Cegas: Um Estudo de Caso. Presented at the Congresos Internacional de Educação e Inclusão.

Bürdek, B.E., 2006. Historia, Teoria e Prática do Design de Produtos. Carmo, D., 2008. Amblíopia e Tratamento.

Carvalho, A., 2004. Avaliar a usabilidade da plataforma flexml: descrição dos testes realizados com utilizadores. Presented at the VII Congresso Iberoamericano de Informática Educativa.

Carvalho, A., 2002. Testes de Usabilidade: exigência supérflua ou necessidade?

Clarkson, J., Coleman, R., Keates, S., Lebbon, C., 2003. Inclusive Design - Design for the Whole Population. Cunha, A., Fernandes, N., 2012. Participação infantil: a sua visibilidade a partir da análise de teses e dissertações

em sociologia da infância.

Demir, E., Desmet, P., Hekkert, P., 2009. Appraisal Patterns of Emotions in Human-Product Interaction. Int. J. Des. Desmet, P., 2007. Nine Sources of Product Emotion.

Desmet, P., 2002. Designing Emotions.

Dias, C., 2012. Jogos Matemáticos Adaptados à Baixa Visão e Cegueira (Tese de Doutoramento). Duarte, M., 2004. O desenho como elemento de cognição e comunicação ensinando crianças cegas. Fiell, C., Fiell, P., 2003. Design do Século XXI.

Figueiredo, M., Iwabe, C., 2007. Análise do equilíbrio em crianças com visão normal e com deficiência visual congênita. Rev Neurociências.

Gagliardo, H., Nobre, M., 2001. Intervenção Precoce na Criança com Baixa Visão. Rev Neurociências. Gomes, A., 2009. Design - A Construção Contínua de Competências (Tese de Doutoramento). Universidade do

Minho.

Gorp, T., Adams, E., 2012. Design for Emotion.

Guimarães, L., 2012. Percurso Neural da Imagem para Além das Sombras. Rev. Bras. Psicodrama. Helene, O., Helene, A., 2011. Some aspects of the optics of the human eye.

Heller, E., 2007. A Psicologia das Cores.

Keates, S., Clarkson, J., Langdon, P., Robinson, P., 2004. Designing a More Inclusive World. Machado, L., Veiga, N., 2008. Entrevista a Filipe Azevedo - deficiente visual [WWW Document]. URL

http://www.lerparaver.com/lpv/entrevista-filipe-azevedo-deficiente-visual Marcus, G.H., 2002. What Is Design Today?

Mendonça, A., Miguel, C., Neves, G., Micaelo, M., Reino, V., 2008. Alunos Cegos e com Baixa Visão – Orientações Curriculares.

Monge, N., 2003. Design de Produtos Inclusivos, Satisfatórios: A Abordagem Holística ao Design Inclusivo. Morais, D., 2006. O Ensino do Desenho para Crianças Cegas: Uma Pesquisa-Ação junto à Escola de Educação

Especial Professor Osny Macedo Saldanha.

Muller, M., Almeida, E., Teixeira, F., 2014. Inclusive Design: Playground for All Children. Nishida, S., 2012. Sentido da Visão.

Nogueira, R., Ferreira, B., Pinto, H., 2013. Oftalmopediatria- Amblíopia. Norman, D., 2004. Emotional Design: Why We Love (or Hate) Everyday Things. Nunes, C., 2007. Os Cinco Sentidos.

Nunes, S., 2004. Desenvolvimento de Conceitos em Cegos Congênitos: Caminhos de Aquisição do Conhecimento. Universidade de São Paulo.

Nunes, S., Lomônaco, J., 2010. O aluno cego: preconceitos e potencialidades. Rev. Semest. Assoc. Bras. Psicol. Esc. E Educ. SP.

Nunes, S., Lomônaco, J., 2008. Desenvolvimento de conceitos em cegos congênitos: caminhos de aquisição do conhecimento. Rev. Semest. Assoc. Bras. Psicol. Esc. E Educ. ABRAPEE.

Oliveira, P., Munster, M., 2009. Atividades Lúdicas e Deficiência Visual: O Papel do Elemento Lúdico no Desenvolvimento da Criança.

Ormelezi, E., 2000. Caminhos de Aquisição do Conhecimento e a Cegueira: do Universo do Corpo ao Universo Simbólico. Universidade de São Paulo.

Peres, R., 2004. Playing Games in the Development of Children with Spastic Cerebral Palsy. Rev Bras Cresc Hum Paulo.

Piaget, J., 1986. O nascimento da Inteligência na Criança.

Providência, B., 2012. Metodologia de Personalização de Produtos Baseada no Design Centrado no Utilizador (Tese de Doutoramento). Universitat de Girona.

Ramos, A., 2006. Fisiologia da Visão Um estudo sobre o “ver” e o “enxergar.”

Roldão, M., 1994. O pensamento concreto da criança: uma perspectiva a questionar no currículo. Sá, E., Campos, I., Silva, M., 2007. Atendimento Educacional Especializado - Deficiência Visual.

Santin, S., Simmons, J., 2000. Problemas das crianças portadoras de deficiência visual congênita na construção da realidade. Vis. Impair. Blind.

Scherer, K., 2005. What are Emotions? And How Can They Be Measured? doi:10.1177/0539018405058216 Schlemmer, A., 2012. A Emoção no Design: Uma Discussão Sobre as Práticas e Abordagens. Presented at the 2o

GAMPI PLURAL, Univille.

Shifferstein, H., Hekkert, P., 2008. Product Experience.

Silva, N., Oliveira, A., Sás, R., 2008. Brincadeiras e Jogos no Ensino do Indivíduo com Deficiência Mental. Rev. Científica Educ.

Simões, J., Bispo, R., 2006. Design Inclusivo - Acessibilidade e Usabilidade em Produtos, Serviços e Ambientes. Soares, N., 2006. A Investigação Participativa no Grupo Social da Infância.

Soares, N., Sarmento, M., Tomás, C., 2004. Investigação da infância e crianças como investigadoras: metodologias participativas dos mundos sociais das crianças. Presented at the Sixth International Conference on Social Methodology Recent Developments and Applications in Social Research Methodology.

Souza, C., Batista, C., 2008. Interação entre Crianças com Necessidades Especiais em Contexto Lúdico: Possibilidades de Desenvolvimento.

Teixeira, R., 2010. The tactile communicational actions in surface design creative process. Presented at the 9o Congresso Brasileiro de Pesquisa e Desenvolvimento em Design.

Tonetto, L., Costa, F., 2011. Design Emocional: conceitos, abordagens e perspectivas de pesquisa. Strateg. Des. Res. J.

Tonetto, L., Desmet, P., 2012. Natural Language in Measuring User Emotions - A Qualitative Approach to Quantitative Survey-Based Emotion Measurement. Presented at the Proceedings of 8th International Design and Emotion Conference London.

Ulbricht, V., Vanzin, T., Quevedo, S., 2014. Conceitos e Práticas em Ambiente Virtual de Aprendizagem Inclusivo. Zagalo, N., 2009. Emoções Interactivas - Do Cinema para os Videojogos.

Anexos

Anexo I

Entrevista

1. Na sua opinião o processo de construção de conhecimento de uma criança cega/baixa visão é diferente da criança que vê?

2. Nesta construção de conhecimento, que recursos didáticos/pedagógicos são utilizados para fortalecer o desenvolvimento da criança cega?

3. É utilizada alguma metodologia para iniciar o processo de desenvolvimento/alfabetização? 4. Qual a maior dificuldade durante este processo?

5. Na sua opinião a inserção destas crianças na sociedade e na escola é fácil?

6. Nos momentos de brincadeira e socialização que tipo de brinquedos são utilizados? 7. Acha importante a adaptação de brinquedos para crianças cegas/baixa visão? Porquê? 8. É importante que estes brinquedos permitam uma exploração sensorial completa? 9. Quais os sentidos que devem ser mais estimulados? Porquê?

10. Acha que o uso de texturas, sons, cheiros é importante?

11. Na sua opinião o formato e dimensão do brinquedo influenciam a perceção do brinquedo por parte da criança cega/baixa visão?

12. De que forma a criança começa a conhecer o brinquedo? Consegue compreendê-lo tendo em conta o seu significado e função?

13. Durante um jogo estas crianças têm facilidade em perceber as regras? 14. Na sua opinião a diversidade e qualidade de experiências deve ser vasta?

15. No contexto do jogo/brincadeiras entre crianças de vários tipos, acha que há plena integração?

a) Quais os principais problemas nesta integração? b) Não existe nenhuma situação?

16. Tem conhecimento de brinquedos inclusivos que permitam que sejam usados por crianças cegas e videntes? Se sim, quais?

Anexo II

Inquérito

1. O processo de construção de conhecimento de uma criança que cega/baixa visão é diferente da criança que vê?

Sim ☐ Não ☐ Justifique:_______________________________________________________________ ______________________________________________________________________ ______________________________________________________________________ ______________________________________________________________________ ______________________________________________________________________

2. Na construção de conhecimento são utilizados recursos didáticos/pedagógicos para fortalecer o desenvolvimento da criança cega?

Sim ☐ Não ☐ Se sim, quais? ______________________________________________________________________ ______________________________________________________________________ ______________________________________________________________________ ______________________________________________________________________

3. Para iniciar o processo de alfabetização/desenvolvimento é utilizada alguma metodologia? Sim ☐ Não ☐

4. Qual a maior dificuldade durante este processo?

______________________________________________________________________ ______________________________________________________________________ ______________________________________________________________________ ______________________________________________________________________ ______________________________________________________________________

5. Na sua opinião a inserção destas crianças na sociedade e na escola é fácil? Sim ☐ Não ☐

Justifique:_______________________________________________________________ ______________________________________________________________________ ______________________________________________________________________ ______________________________________________________________________ ______________________________________________________________________

6. Nos momentos de brincadeira e socialização destas crianças, que tipo de brinquedos são utilizados?

______________________________________________________________________ ______________________________________________________________________ ______________________________________________________________________ ______________________________________________________________________

7. É importante a adaptação de brinquedos para crianças cegas/baixa visão? Sim ☐ Não ☐ Justifique:_______________________________________________________________ ______________________________________________________________________ ______________________________________________________________________ ______________________________________________________________________ ______________________________________________________________________

8. Considera relevante que estes brinquedos permitam uma exploração sensorial completa?

Sim ☐ Não ☐ 9. Quais os sentidos que devem ser mais estimulados? Justifique.

___________________________________________________________________ ___________________________________________________________________ ___________________________________________________________________ ___________________________________________________________________ ___________________________________________________________________ 10. O uso de texturas, sons, cheiros é importante?

Sim ☐ Não ☐ Justifique:_______________________________________________________________ ______________________________________________________________________ ______________________________________________________________________ ______________________________________________________________________ ______________________________________________________________________

11. Na sua opinião o formato e dimensão do brinquedo influenciam a perceção do brinquedo por parte da criança cega/baixa visão?

Sim ☐ Não ☐ Justifique:_______________________________________________________________ ______________________________________________________________________ ______________________________________________________________________ ______________________________________________________________________ ______________________________________________________________________

12. Durante um jogo estas crianças têm facilidade em perceber as regras? Sim ☐ Não ☐

13. Na sua opinião a diversidade e qualidade das experiências deve ser vasta? Sim ☐ Não ☐ Justifique:_______________________________________________________________ ______________________________________________________________________ ______________________________________________________________________ ______________________________________________________________________ ______________________________________________________________________

14. No contexto do jogo/brincadeira entre crianças, acha que há plena integração? Sim ☐ Não ☐

Se sim, quais os principais problemas nesta interação?

______________________________________________________________________ ______________________________________________________________________ ______________________________________________________________________ ______________________________________________________________________ Se não, não existe nenhuma situação em que não tenha havido integração?

______________________________________________________________________ ______________________________________________________________________ ______________________________________________________________________ ______________________________________________________________________

15. Tem conhecimento de brinquedos inclusivos que permitam que sejam usados por crianças cegas e videntes?

Se sim, quais?

______________________________________________________________________ ______________________________________________________________________ ______________________________________________________________________ ______________________________________________________________________

Anexo III

Guimarães, 19 de setembro de 2016

Exmos. Pais,

Catarina Vanessa Andrade Pereira é aluna do Mestrado em Design e Marketing da Universidade do Minho e encontra-se a desenvolver, sob minha orientação em colaboração com a ACAPO, um trabalho de investigação para a dissertação sobre o design de produtos vocacionados para crianças portadoras de cegueira e baixa visão.

O trabalho em questão tem vindo já a ser desenvolvido com a colaboração da psicóloga da instituição e visa um produto específico para estas crianças, baseando-se nas suas reais necessidades, como também testar a adequabilidade e real utilidade desse mesmo produto.

Para esse efeito, a aluna gostaria que lhe fosse autorizado testar a reação ao produto (um jogo de tabuleiro) pelos vossos filhos. Os testes envolverão o acompanhamento presencial da aluna durante a utilização do produto assim como o registo fotográfico ou vídeo da interação das crianças com o mesmo.

A recolha de dados sobre a utilização do jogo desenvolvido é de fundamental importância para a realização deste trabalho podendo servir como base para o desenvolvimento de outros produtos.

Vimos, assim, rogar a V. Exas. se dignem autorizar a presente solicitação. Com os melhores cumprimentos,

Joana Luísa Cunha

(Prof. Auxiliar)

Mestrado em Design e Marketing