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Chapitre 2 Principales méthodes et applications du mosaïquage d’images 31

2.2 Le mosaïquage d’images

2.2.3 Définition mathématique du recalage d’images

2.2.3.1 Espace de recherche (types de transformation)

Segundo Enrique Najera, citado por Carvalheiro (2008, p.10), “desde Hipócrates, as raízes gregas das palavras endemia e epidemia tinham, respectivamente, o significado de morador e de visitante (BUCK et al., 1988). Uma epidemia era um visitante indesejável, a endemia era “de casa”.

As grandes epidemias foram desenvolvidas nas humanidades ao longo

da sua existência, umas dizimando menor parcela da população, outras uma parcela maior em escala planetária. Os seres vivos, no processo de ocupação,

fixação e transformação do espaço geográfico tiveram sua contribuição direta

ou indireta no seu surgimento. Na atualidade, o DNA e o RNA (ácido ribonucléico), presentes nos seres vivos ocupantes de diversos espaços

naturais e culturais, responsáveis pelas sobrevivências e reprodução, podem

nos contar grande parte desta história que, por séculos, esteve obscura (UJVARI, 2008).

Os continentes, cobertos pelos biomas terrestres que se formaram de acordo com as condições naturais dos lugares, representam a biodiversidade

mundial, paisagem visível por meio de florestas tropicais, estepes, tundras, florestas temperadas, pampas, desertos, enfim, abrigo de milhares de espécies

de vida, conhecidas e também desconhecidas.

A entrada e ocupação humana nos biomas terrestres, tal ação propiciou o contato mais próximo dos povos com o meio natural, seja para fins de agricultura, de extrativismo vegetal, seja com o objetivo da caça para sustento

ou para venda, seja para construção de cidades, de estradas ou vias de

acesso. Dessa forma, o ambiente natural foi aos poucos se transformando em

espaços sociais e restringindo a área de cobertura natural, evento que permitiu

a aproximação cada vez maior dos agentes vetores ou transmissores de doenças aos aglomerados urbanos.

Os elementos naturais, como os rios, os oceanos, os mares, as

montanhas e os climas funcionam como fronteiras e divisores naturais das

espécies e hábitats, que se tornam ambientes favoráveis para proliferação ou condução de determinados seres patógenos quando alterados. No entanto, as ações exercidas e os deslocamentos humanos e demais espécies de vida contribuem para a disseminação, ou seja, a globalizaçãodas doenças.

De acordo com Barata (1987, p.9), “As epidemias estiveram sempre

presentes na história do homem na terra, intensificando-se nas épocas de

transição entre os modos de produção e nos momentos de crise social”. Rosen

(1979), citado por Barata (1987, p.10), também afirma que “as epidemias

correspondem a grandes sinais de alerta que mostram ao verdadeiro estadista que um distúrbio ocorreu no desenvolvimento de seu povo, que nem mesmo uma política caracterizada pelo desinteresse pode negar”.

Seja por desconhecimento, descaso ou mesmo despreparo, fato é que

microrganismos que, associados à atividade humana, na organização espacial

e constituição do espaço geográfico, trouxeram consequências para a saúde

das populações que as enfrentaram em tempos remotos e enfrentam em

tempos modernos.

No período de ocorrência da peste negra ou peste bubônica, por exemplo, as cidades não possuíam sistema de saneamento básico, portanto,

eras sujas e os lixos eram acumulados sem uma destinação correta.

A teoria dos miasmas, segundo a qual as doenças seriam transmitidas

pelas emanações de maus ares, era muito difundida e a medicina pouco

desenvolvida, quando comparada aos moldes atuais. Acreditava-se serem as

sujeiras nas ruas atrativas para os maus ares, evitando que fossem para as

casas e, por conseguinte, contaminassem as pessoas. Eram poucos os hábitos higiênicos desenvolvidos pelas populações, que baseavam suas crenças sobre

os riscos de doenças em punições dos deuses, na astrologia e nas maldições

trazidas peloscometas (MARTINS, 1997).

A peste bubônica que se disseminou pela Europa e Ásia, no século 14,

foi denominada “peste negra” devido ao fato de ter sido a pior epidemia que

atingiu as antigas civilizações. Como a mortandade era intensa, não se faziam mais enterros individualizados: umacarroça passava recolhendo os corpos que

eram enterrados em valas. Por fim, mandaram varrer as ruas, retirar todo tipo de entulhos e a ter maior vigilância com os alimentos, e ainda exterminar todos os animais domésticos, inclusive ratos, que eram muito comuns. A peste era

combatida à medida que se melhorou a higiene e o saneamento da cidade, mas, naquela época, a causa da doença era desconhecida (MARTINS, 1997).

Hoje, no entanto, sabe-se que a peste negra é causada pela bactéria

Yersinia pestis, transmitida ao homem pela pulga de roedores contaminados. O

que se pode analisar é que o homem, ao construir a cidade, permitiu um

contato mais próximo das pessoas e, dessa forma, um grande aglomerado urbano representa maior quantidade de alimento acumulado para a

subsistência humana e animais domésticos. Propicia, sobretudo, maior acúmulo de resíduos sólidos e líquidos, ambiente ideal para proliferação de

roedores, causando a maior epidemia da humanidade. Isso denota a falta de

conhecimento técnico para identificação e classificação das doenças da época, pois o contágio não se davade pessoa para pessoa, como se imaginava.

Constata-se, ainda, a desigualdade social existente na época, afinal, os ricos se afastaram das cidades proliferadas pelos ratos enquanto as pessoas

que viviam em ambientes insalubres se tornavam mais vulneráveis à aquisição

da doença. Dessa forma, evidencia-se a influência exercida, ao longo dos tempos, pelos aspectos econômicos e sociais no direcionamento do adoecer e

morrer. Populações que se encontram aglomeradas ou sem saneamento do meio e infraestrutura sanitária mínima tendem a adquirir doenças infecto contagiosas provenientes de veiculação de patógenos, como a peste, a cólera, entre outras.

Doença semelhante à Cólera a afetar as populações da antiguidade

consta nos registros de Hipócrates (460-377 a.C.) e Galeno (129-216 d.C.).

Relatos posteriores também indicam sua presença no vale do rio Ganges, na Índia, no qual na atualidade é endêmica. Chamada de Cholérica passio, em

atribuição aos humores hipocráticos, em que o humor colérico é proveniente da bile amarela, que significa khole, em grego (MEDEIROS NETO; MORAES,

2009, p.23).

Credita-se a Robert Koch (1843-1910) a descoberta do agente causador da Cólera, em 1883, por ter sido o primeiro cientista a isolá- lo em uma cultura, embora outros como Filippo Pacini (1812-1883), em 1854, e Félix Pouchet (1800-1876), em 1849 já o tivessem visto antes. Vale ressaltar que Paccini recomendava que a Cólera, nos casos mais graves, fosse tratada com uma injeção intravenosa de

dez gramas de cloreto de sódio, diluídos em um litro de água, tratamento semelhante ao indicado atualmente.

No ocidente, no século 19, ocorreram várias epidemias. Teve sua

primeira epidemia global em 1817, durando até 1824. Em alguns lugares como

Paris, em 1834, e na Rússia, no período de 1847 a 1848, as taxas de mortalidade alcançaram a 50% e 40%, respectivamente. A partir do início do século 20, a cólera permaneceu confinada na Ásia, com exceção da epidemia

Na década de setenta do século 20, a cólera, originada em Sulawesi, ex- Célebes, na Indonésia, em 1961, alastrou-se por toda Ásia, chegando à África

em 1970. No continente americano, surgiu em 1991 no litoral do Peru, disseminando-se por 14 países. O auge foi entre 1991 e 1995, quando o

número de casos notificados correspondeu a 91% do ocorrido em toda a década. Em 2001, 61 países apresentaram casos de cólera e, destes, 94% ocorreram na África (sendo na África do Sul cerca de 58% do total). Nos outros

continentes, foi semelhante à epidemia do ano anterior, como na Ásia, ou então em quantidade bem menor, como nas Américas, onde houve uma queda de 83%(MEDEIROS NETO; MORAES, 2009, p.35).

No Brasil, os primeiros casos foram registrados em abril de 1991, no

Estado do Amazonas, nos municípios de Benjamin Constant e Tabatinga, ambos na fronteira com Colômbia e Peru, em decorrência da grande pressão de transmissão procedente de Letícia, na

Colômbia, e de Iquitos, no Peru, alastrando-se a partir daí pelo curso dos rios Solimões, Amazonas e seus afluentes, principais vias de

deslocamento da região norte. Progressivamente, através dos eixos rodoviários, as demais regiões do país foram atingidas pela epidemia de cólera.

Observa-se, nos registros e relatos históricos da cólera, a associação da

disseminação da doença às deficientes condições socioeconômicas e de

saneamento ambiental. Portanto, avaliar os aspectos ambientais torna-se fulcral para o seu entendimento e estabelecimento de ações.

O fator de disseminação da doença é a água ou alimentos contaminados. As ações humanas no ambiente provocam alterações no mesmo e, por conseguinte, afetam a saúde das populações. Outros dois

fatores de extrema importância a serem considerados os hábitos culturais e as condições socioeconômicas, que influenciam diretamente nesse processo de

contágio.

Sabe-se que o tratamento da maioria das doenças é possibilitado, na

atualidade, pelo avanço tecnológico das ciências. No entanto, é possível reconhecer a reemergência das doenças, a multirresistência de bacilos, a

iatrogenia, as infecções nosocomiais e outras doenças de cura ainda obscuras

A tuberculose, por exemplo, estava presente na idade áurea do Egito.

Os embalsamadores egípcios, em seus trabalhos milenares, criaram condições

para a preservação de múmias ao longo da história. Eles não imaginavam que com esta ação preservaram microrganismos invisíveis, como as bactérias da

tuberculose em pessoas mortas há milênios. Há casos de tuberculose nos rins,

cérebro, no coração, no abdômen, no olho, em articulações e outras regiões do

corpo humano. Na coluna vertebral, a tuberculose deixa cicatrizes pelo fato de

atingir o corpo ósseo da vértebra e o corroer, fato que facilita a avaliação de lesões em exames de imagem, como a radiografia, a tomografia ou

ressonância magnética. A tuberculose pode ser tão antiga quanto a habilidade

em construir utensílios de pedra (UJVARI, 2008).

O DNA nos mostrou a presença de tuberculose em quase todo o

período da história do Egito. O DNA da tuberculose foi encontrado entre 21% a 29% dos fragmentos ósseos testados. A tuberculose foi uma doença comum e epidemia nessa civilização (UJVARI, 2008, p.38).

Com a descoberta do Bacilo Calmette-Guérin (BCG), iniciou-se a ampla

administração da vacina contra tuberculose aos recém-nascidos, a BCG dos dias atuais. O combatefoi acelerado em 1882, depois da identificação do bacilo

de Koch, causador da tuberculose. Nas últimas décadas, ressurgiu com força

nos países pobres, incluindo oBrasil, e como doença oportunista nos pacientes

de Aids. É Altamente contagiosa, transmite-se de pessoa para pessoa, através das vias respiratórias, e ataca principalmente os pulmões (UJVARI, 2008).

Ossos indígenas mostram indícios da tuberculose. A doença acompanhou e matou muitos índios durante seu dispersar pelas Américas,

ocorrendo em múmias nos estados americanos do Tenessee, Ilinois, Dakota,

Arizona, Novo México, Ohio, Alabama, Geórgia, Pensilvânia e em Ontário, no Canadá. Apoderou-se dos indígenas durante o florescimento de suas civilizações que construíram templos, ruas, casas e comércio, cercaram suas

cidades com muros, fizeram plantações de milho, batata, feijão, mandioca e descobriram a lã para aquecer o frio. No entanto, a tuberculose aproveitou a

expansão dos aglomerados humanos e os períodos de guerra para se progredir entre os desnutridos.

Impérios indígenas no Peru se consolidavam no momento em que o Império Romano se fragmentava do outro lado do Atlântico. Grandes

impérios com grandes cidades, comércio, guerras e fome aliaram-se à tuberculose. As áreas desérticas ao sul do Peru e norte do Chile contribuíram na preservação de múmias dessas civilizações. Encontramos vestígios do DNA da tuberculose nessas múmias de dois mil anos atrás e DNA da tuberculose em fragmentos de pulmão mumificados. Civilizações dos huaris, paracas, maitas e chiribayas. Esses achados arqueológicos, porém, mostram que a tuberculose já existia na América muito antes. Além disso, reforça a eliminação da domesticação do gado com a origem da doença, uma vez que os americanos chegaram bem antes da domesticação dos animais.

Porém, acreditávamos que os europeus haviam trazido a doença

para a América (UJVARI, 2008, p.75).

Na verdade, pode-se notar que, dos microrganismos que nos

acompanharam desde a nossa saída do continente africano, uns foram

modificados, outros se extinguiram, mas muitos ressurgiram e evoluíram nesse

continente antes mesmo da chegada humana. Ocorreu que alguns agentes

vieram dos ancestrais humanos da África e, em outros casos, os agentes já estavam na América e invadiram o Homo sapiens que havia chegado.

Na atualidade, no entanto, a tuberculose continua a merecer especial atenção dos profissionais de saúde e da sociedade como um todo. Apesar de

já existirem recursos tecnológicos capazes de promover seu controle, ainda não há perspectiva de obter-se, em futuro próximo, sua erradicação. Além

disso, a associação da tuberculose com a Síndrome da Imunodeficiência

Adquirida (AIDS) representa um novo desafio em escala mundial.

A dispersão da tuberculose relaciona-se às condições de vida da população e sua propagação ocorre em áreas de grande concentração

humana, com saneamento e habitação deficitários, associados à fome e a miséria. Dessa forma, os grandes centros urbanos facilitam a sua prevalência.

A epidemia da tuberculose, bem como seu ressurgimento na sociedade ou

mesmo a sua associação com a AIDS, por exemplo, nos faz pensar em como o estudo do processo saúde-doença se faz necessário e deve ser percebido de

forma holística. É preciso entender o ser humano na sua relação com o meio, dos seres entre si, das suas condições socioeconômicas, culturais e as formas

contágios atuais que perturbam as populações como o tormento do contágio da AIDS.

A AIDS foi identificada em 1981, por médicos americanos que descreveram infecções pulmonares em homossexuais masculinos e, desde então, foi considerada uma epidemia pela (OMS - ORGANIZAÇÃO MUNDIAL DA SAÚDE). O (HIV) vírus da Imunodeficiência Humana é transmitido através do sangue, do esperma, da secreção vaginal e do leite materno. Destrói o

sistema imunológico, deixando o organismo frágil ao contato proveniente de doenças causadas por outros vírus, bactérias, parasitas e células cancerígenas. Como não existe cura, os indivíduos soropositivos são tratados

com coquetéis de drogas que inibem a multiplicação do vírus, mas não o

eliminam doorganismo (UJVARI, 2008).

Acredita-se que, possivelmente, o vírus encontrado em chipanzés africanos entrou no organismo humano por meio de escoriações e ferimentos

da pele ao redor da década de 1930 por causa da caça rotineira nos períodos

de guerra e em épocas de fome. Dessa forma, já presente no sangue de

humanos, ganhou a capacidade de alcançar secreções genitais e infectou

outros humanos pela relação sexual. Alastraram-se durante as guerras pelas independências, sendo intensificadas e disseminadas pelas guerras civis. As

mutações tornaram o vírus diferente daquele dos chipanzés, tornando-se

restrito aos humanos.

As guerras africanas intensificaram a degradação social, a prostituição,

os estupros e as relações sexuais, catalisando o aumento da circulação do

novo vírus, que apanhou carona nos exploradores dessas terras, nos guerrilheiros, nos refugiados, nos miseráveis e viajantes. O vírus caminhou de nação para nação por meio das guerras, pobreza e urbanização com prostituição, uso de medicamentos e vacinas com agulhas não descartáveis coadjuvantesda epidemia. UJVARI (2008, p.13) afirma:

As rebeliões naGuiné-Bissau e Cabo Verde visando a independência de Portugal, geraram miséria e migração de refugiados para áreas

vizinhas. E chegou à Europa, mais precisamente em Portugal, por

meio dos soldados infectados. O vírus apanhou carona em

Como se pode perceber, o vírus da AIDS, detectado pela primeira vez

em homossexuais do sexo masculino no continente norte americano, na

verdade era proveniente do vírus dos chimpanzés africanos. Todo vírus da

natureza precisa do auxílio de outro ser vivo para se reproduzir. Isso ocorre porque ele é constituído apenas do seu material genético, seja DNA ou RNA. Sendo assim, invade a célula de um organismo vivo para utilizar suas

moléculas, possibilitando copiar o seu próprio material genético e construir novos vírus sujeitos a mutações. E foi o queocorreu com o vírus da AIDS, que, além de se proliferar, criou a forma humana e tornou-se um cidadão global,

dizimando vidas de pobres, ricos, adultos, crianças, homens e mulheres. O vírus encontrado nos chipanzés africanos comprovou serem esses primatas os

fornecedoresda doença ao homem.

Enfim, conforme afirma Ujvari (2008), nascemos no continente africano, portanto fósseis virais compõem o nosso genoma. Alguns vírus nasceram conosco, ao passo que outros parasitas, como as bactérias africanas, nos invadiram. Emigramos em busca de terras novas, novos continentes, outros

horizontes. Carregamos conosco microrganismos para os novos ambientes. As regiões conquistadas, por sua vez, também forneceram microrganismos ao

homem recém-chegado, que começou a atuar na formação de territórios.

O processo de transformação da paisagem pela ação humana reduziu ou mesmo destruiu o número de espécies animais ao interferirem nos seus habitats. No entanto, propiciaram o aumento das espécies sobreviventes,

principalmente os mosquitos, muitas vezes vetores de doenças infecciosas através de suas picadas. Na sua maioria, os mosquitos conseguem se adaptar

a mudanças de temperaturas, altitudes e condições de reprodução. Com a

destruição do seu habitat natural, normalmente as florestas, destinadas ao

cultivo agrícola, construção de infraestruturas, cidades, entre outros, eles começaram a parasitar os seres humanos para o fornecimento do sangue

necessário à sobrevivência e continuidade da sua espécie (ERRAMOUSPE, s/d.).

Assim sendo, o processo de construção e desconstrução do espaço pela sociedade humana trouxe consigo inúmeras epidemias que assolaram as

humanidades, como citado anteriormente e, além dessas, outras tais como a

Tifo, a Malária, a Gripe Espanhola, o Sarampo, a Varíola e tantas outras que

nem sequer foram registradas. Nesse contexto , a compreensão do espaço,

objeto de estudo dos geógrafos, mostra-se fundamental no entendimento do

processo“saúde-doença” pelas humanidades.