1.2 Environnement ´electromagn´etique et strat´egie de mesure
1.2.1 Effet de l’environnement ´electromagn´etique
A categoria que se apresenta diz respeito aos conteúdos e informações condizentes ao tema do site e suas formas de busca e à comunicação com o usuário. As subcategorias dividem-se em nove, a saber: 1 - Acervo imagético; 2 - Exposições e eventos; 3 - Material digital; 4 - Material bibliográfico; 5 - Centro de documentação; 6 - Departamento comercial; 7- Canal de comunicação; 8 - Ferramentas de busca e links; 9 - Conservação e Restauração.
2.1 Acervo imagético: o site possui galeria de imagens do acervo da instituição física e/ou de outras imagens relacionadas ao tema? Disponibiliza as coleções e as exposições da instituição física? De maneira completa ou parcial? Como se caracterizam as imagens veiculadas no site segundo a qualidade e a visualização?
Vivemos em um mundo permeado de imagens, onde a informação se dá no primeiro momento, em muitos casos, pela utilização do repertório imagético que está a nossa volta. Em se tratando de sites de arte, a imagem ganha uma importância fundamental. A web proporciona enorme capacidade de armazenamento, o que torna possível esta ação nos sites, em se tratando de arte. Leão (2005) classifica as imagens de arte na web em três categorias. A primeira trata da visualização e da qualidade da obra, resolução gráfica e a presença de recursos como zoom in (visão de detalhes da imagem, aproximando-nos do ponto de interesse) e zoom out (visão geral da imagem, ampliando o ponto de interesse), propiciando que o usuário enriqueça as formas de observação do objeto. Na segunda categoria, a autora considera importante a possibilidade de representação da obra em escala proporcional à estatura humana, a fim de evitar deturpações e interpretações equivocadas. E na terceira categoria ela aponta a importância de se conhecer a obra pessoalmente, no espaço físico em que se encontra.
O site MAB possui uma opção de página “Galeria de Imagens” que consta de treze exposições realizadas na instituição física, contendo de quatro a nove imagens cada exposição, o que revela a possibilidade de maior inclusão de acervo imagético na web. Essas imagens podem ser vistas no modo tela cheia, o que assegura maior qualidade na visualização, e passam automaticamente se o usuário assim desejar. A galeria do acervo permanente do MAB consta de doze imagens de obras, objetos de arte, artefatos e fotografias
dos espaços do museu, sendo que algumas fotografias mostram espaços da instituição com diversos objetos de arte, sem a devida referência. Para um acervo de mais de cinco mil imagens e de exposições realizadas com acervos de outras instituições, a amostra é pequena, pois conta com cerca de 80 imagens no link “Galeria de Imagens” e algumas imagens no link “Exposições”.
Ilustração 22: 1416, Afrique Occidentale, Etude n. 95, Femme Malinké avec La Coiffure Foulah
Fonte: <http://www.museuafrobrasil.org.br/>. Acesso em: 15 abr. 2012. Ilustração 23: Sem título, Acervo do Museu Afro Brasil
Na opção “Exposições”, podemos ter acesso a várias exposições do museu contendo um breve resumo e uma imagem referente à exposição, mas as imagens são pequenas e não permitem ampliação. Estas imagens constituem parte do material de divulgação, ou ainda, são as próprias obras (digitalizadas) ou são fotografias dos espaços da exposição, sendo que algumas exposições não contém imagem.
O site MAFRO-UFBA possui o menu “Coleção”, com link para a página “Temas”, dividido em dois eixos temáticos: Cultura Material Africana e Cultura Material Afro- Brasileira, sendo que em cada um deles apresenta sete e cinco imagens, respectivamente. O segundo eixo subdivide-se em quatro coleções: Coleção Capoeira, Coleção Blocos Afros e Folguedos, Coleção Artes Plásticas e Coleção de Cultura Material Religiosa Afro-Brasileira. Os eixos temáticos e as coleções constam de breve explicação sobre o que constitui cada um.
Ilustração 24: Página “Temas”: Cultura Material Africana, do site MAFRO-UFBA
Fonte: <http://www.mafro.ceao.ufba.br/index.php?m=ver_conteuso&id=17&menu=16>. Acesso em: 15 abr. 2012.
Ilustração 25: Página “Temas”: Cultura Material Afro-Brasileira, do site MAFRO-UFBA
Fonte: <http://www.mafro.ceao.ufba.br/index.php?m=ver_conteuso&id=17&menu=16>. Acesso em: 15 abr. 2012.
A instituição física possui 1.192 peças, o que nos revela pouca representatividade do acervo no site. No menu “Exposições”, temos a página “Exposição Temporária”, que possui algumas imagens referentes à exposições, e na página “Exposição de Longa Duração” temos a planta baixa da instituição física com as salas de exposições, em que, passando o mouse sem clicar (hotlink), podemos ter acesso a dez peças-chave em sobreposição a planta baixa, constituídas de obras que fazem parte do acervo, constando de algumas informações sobre as obras. As imagens em todo o site apresentam-se em formato pequeno, dificultando a visualização de detalhes e da própria imagem em si.
Ilustração 26: Planta baixa do MAFRO-UFBA, com 10 peças-chave (objetos de arte).
Fonte: <http://www.mafro.ceao.ufba.br/index.php?m=ver_conteuso&id=33&menu=21>. Acesso em: 15 abr. 2012.
Os sites FPV e CA possuem materiais importantes que documentam a história dos povos africanos e/ou da cultura afro-brasileira, como fotografias e postais.
O FPV possui o link “Fototeca” com acesso a páginas de fotografias das viagens feitas pelo fotógrafo aos cinco continentes, e subdivide-se nos países em que ele realizou as expedições fotográficas. São 5.700 fotografias disponibilizadas no site, dentre os 62.000 negativos originais que fazem parte da FPV e 8.000 ampliações fotográficas. As imagens retratam cenas do cotidiano, costumes, hábitos, vestimentas, modos de ser e de viver divididas por países e regiões, disponibilizando maior quantidade de fotografias do Congo Belga (atual República Democrática do Congo), Daomé (antigo reinado, atualmente situado no Benin), Nigéria e Sudão-Mali (hoje Mali não faz mais parte do Sudão). Segundo o site67, “a FPV é a única instituição habilitada a autorizar a utilização de fotografias de Pierre Verger. É possível utilizá-las em diversos tipos de mídias (publicações, exposições, projeções, utilização em filmes, tele-filmes, publicidades, etc.)”, mas sua autorização só é permitida diante de pagamento. As imagens não podem ser ampliadas em tela cheia, mas ao clicar nas imagens,
67 Disponível em:
<http://www.pierreverger.org/fpv/index.php?option=com_content&task=view&id=26&Itemid=49>. Acesso em: 23 fev. 2012.
aumentam um pouco mais do que já se apresentam. Para ter acesso às outras imagens não disponibilizadas no site é preciso agendar com a fundação e fazer a consulta local.
Ilustração 27: Niamey (Niger), 1936
Fonte: <http://www.pierreverger.org/fpv/index.php?option=com_wrapper&Itemid=176>. Acesso em: 18 abr. 2012.
O site CA diferencia-se dos demais por possuir imagens exclusivamente africanas pertencentes ao acervo da instituição física. No botão de opção “Acervo Arte e Cultura”, encontramos grupos de imagens divididos com link para as páginas “Tecidos Artesanais”, “Pesos Akan”, “Fela Kuti”, “Tecidos Industriais” e “Tuaregue”.
Ilustração 28: Página “Tecidos Artesanais”, do site CA Ilustração 29: Página “Tecidos Kente”, do site CA
Fontes: <http://www.casadasafricas.org.br/artculture>. Acesso em: 25 abr. 2012.
Ilustração 30: Página “Acervo - Arte e Cultura”, do site CA
Fonte: <http://www.casadasafricas.org.br/artculture/show/22>. Acesso em: 25 abr. 2012.
Na opção “Fotografias”, existem diversos grupos de imagens da cultura africana divididos por “Países” ou por “Temas”, como setores da atividade humana, da natureza, do
urbano e de grupos humanos. O site dá os créditos a todos os viajantes/fotógrafos que permitiram a veiculação das imagens, agradecendo-os pela valiosa contribuição.
Ilustração 31: Menu” Fotografias”, do site CA
Fonte:<http://www.casadasafricas.org.br/banco_de_imagens>. Acesso em: 25 abr. 2012.
O link “Inscrições Rupestres” traz imagens da arte africana pré-histórica, muitas das quais não são veiculadas nos livros didáticos e paradidáticos de Arte, tornando-se fontes novas para serem estudadas pelo professor de AV. A opção “Postais Históricos” contém “Imagens da África do Oeste do início do século XX”, divididas em dez temas. Segundo o
site, a exposição virtual reproduz uma exposição realizada em 2003, por ocasião do lançamento da edição brasileira do livro de Amadou Hampâté Bâ, “Amkoullel, o menino Fula”. Cada tema possui entre quatro a doze postais, fotografadas por Edmond Fortier, unidas às memórias do escritor malinês Amadou Hampâté Bâ, que morou em uma das regiões do oeste da África onde Fortier realizou as fotografias. Os postais têm identificação e em cada um dos temas, dispõem de um pequeno texto escrito pelo próprio autor na época.
Ilustração 32: Menu “Postais Históricos”, do site CA.
Fonte: <http://www.casadasafricas.org.br/postais_historicos>. Acesso em: 28 abr. 2012.
Ilustração 33: Afrique Occidentale, Soldan, Femme Foulbé
Fonte:<http://www.casadasafricas.org.br/site/ page.php?id=banco_de_imagens&sub=06>. Acesso em: 28 abr. 2012.
Na opção “Mapas”, o site oferece os mapas “Político” e “Físico” do continente africano. Passando o mouse em cada país, sem a necessidade do clique (hotlink) no mapa político do continente, é possível ouvir o som de um instrumento africano de percussão, que auxilia na contextualização do continente e dos países e/ou territórios. Ao clicar sobre o país ou o território africano desejado, tem-se a ampliação do mapa físico, bem como características típicas como dados geográficos, econômicos, populacionais, históricos, dentre outros. Igualmente, no mapa físico do continente, disponibiliza tais informações, porém não possui som ao passar o mouse pelos países e/ou territórios. Ambas as páginas também oferecem a opção de clicar no nome dos países, abaixo do mapa continental, para ver a imagem dos mapas ampliados e as respectivas características. O mapa é um importante recurso para o professor de AV situar-se quanto à dimensão da África e perceber que é composta por vários países e, a partir disso, pesquisar os diferentes povos, línguas e costumes existentes no continente, ampliando sua visão sobre a diversidade cultural existente no continente africano, muitas vezes identificado como “um” país.
Ilustração 34: Mapa Político da África, do site CA
Fonte:< http://www.casadasafricas.org.br>. Acesso em: 29 abr. 2012.
O CA também oferece, através da opção “África na Web”, acesso a outros sites que contêm imagens da cultura e da arte africana, através dos links “Imagem” e “Museus e Arte Africana” que, da mesma forma como os instrumentos musicais, auxiliam na contextualização do referido conteúdo.
Os quatro sites pesquisados veiculam imagens. No entanto, o mais voltado para a história africana do que para a arte afro-brasileira e africana, o CA, é o que mais privilegia a imagem nos mais diversos tipos e aspectos, inclusive a arte. Os sites não disponibilizam as imagens em tela cheia, permitindo o recurso de zoom, nem disponibilizam indicação da obra em escala proporcional à estatura humana. O site MAB permite recurso de tela cheia para visualização das imagens, excetuando-se os demais recursos citados.
Faz-se oportuno os sites adequarem-se quanto à qualidade da oferta das imagens, pois são fontes importantes para o professor de AV, minimizando custos na aquisição de material e em reprodução de imagens de arte na forma impressa. Com a disponibilidade e a facilidade que a web proporciona no armazenamento de imagens, o professor de AV pode encontrar um farto material imagético artístico e cultural para sua formação nos sites pesquisados e também em outros disponíveis na web.
2.2 Exposições e eventos: o site disponibiliza exposições e eventos ou apenas informa tais ações ocorridas na instituição física? As exposições e os eventos passados ficam hospedados no site?
O site precisa estabelecer comunicação com o usuário sobre suas atividades. Neste caso, naqueles que contenham conteúdos de arte, as exposições e os eventos são importantes ações que devem estar presentes e de modo atualizado, mesmo que sejam apenas para divulgar as ações na instituição física e armazená-las no campo da web. Torna-se interessante que o site hospede informações sobre as ações realizadas, como a quantidade de imagens e conteúdos que dêem conta da dimensão de tais ações.
O site MAB, no menu “Exposições”, apresenta as opções de páginas “Longa Duração”, “Temporárias”, “Itinerárias”, “Anteriores” e “Galeria de Imagens”. Excetuando a última página, já abordada no tópico anterior, e a página “Longa Duração”, os demais apresentam apenas informações gerais das exposições, como data, local, constando a imagem de divulgação ou alguma imagem referente à exposição e outras não trazem imagens, mas uma breve síntese da exposição. A página “Longa Duração” trata do acervo permanente da
instituição física dividida em seis núcleos: “África: Diversidade e Permanência”, “Trabalho e Escravidão”, “As Religiões Afro-Brasileiras”, “O Sagrado e o Profano”, “História e Memória” e “Artes Plásticas: a Mão Afro-Brasileira”. Expõe um breve resumo sobre cada núcleo e não fornece imagens, excetuando uma ao fim do texto completo. São temas que abrangem toda a gama de representações e trajetórias que os africanos e afro-brasileiros vivenciaram no Brasil, importantes para referendar a História que jamais deverá ser esquecida. Conforme abordamos na questão 2.1, na página “Galeria de Imagens” constam imagens de algumas exposições e do acervo permanente. Os eventos, como as exposições e as ações educativas, são informados de modo resumido.
O site MAFRO-UFBA, no menu “Exposições”, apresenta as opções de páginas “Exposição Temporária”, “Exposição de Longa Duração” e “Arquivo”. A primeira página fornece informações gerais sobre as exposições anteriores; a segunda aborda o acervo permanente do MAFRO-UFBA, dividido em duas grandes temáticas: “África” e “Religiosidade Afro-Brasileira”, que se encontra em três salas da instituição física e uma sala especial para as 27 peças representando orixás, realizadas pelo artista Carybé (1911-1997). Segundo Lody (2005), o caminho optado pela museografia da instituição foi o das religiões africanas, com destaque para os materiais e tecnologias, aproximando matrizes étnicas com os terreiros de Candomblé na Bahia. E quanto a isso, Carybé soube retratar o cotidiano das ritualísticas do Candomblé e seus orixás, evidenciando a forte característica religiosa africana. Nesta página existe o mapa da instituição física, mostrando suas dependências, nas quais é possível visualizar algumas imagens passando o mouse pelas salas, num sistema de hotlink, abordado em 2.1. A página “Notícias/Eventos” possui informações sobre exposições, cursos e oficinas que estão acontecendo e que aconteceram desde maio de 2011. Na página “Arquivo” existem pequenos resumos sobre algumas exposições, conforme o ano, sendo que nos anos de 2009, 2010 e 2012 não há registros. As poucas exposições registradas são de empréstimo de peças do acervo à outras instituições. Nesta página consta uma exposição realizada em 2011, intitulada “O mundo do Assobá do Gravador Hélio de Oliveira”, com um catálogo de 25 páginas em PDF.
O site FPV fornece informações sobre as exposições que ocorrem na instituição física e as anteriores estão disponíveis desde 2002. São exposições ocorridas na própria fundação, bem como em outras instituições brasileiras e estrangeiras, com as fotografias de Pierre Verger, pertencentes à fundação, devidamente autorizadas para empréstimo. As exposições constam de uma ou algumas imagens de fotografias de Pierre Verger ou da própria exposição.
O site CA fornece informações sobre cursos, palestras, seminários, exposições na instituição física e em outros espaços, com páginas que armazenam tais eventos através de vídeos, como também oferece links externos, como para o YouTube, para obtermos o material de modo completo ou parcial. Na opção “Agenda” existe links que propiciam acesso ao tipo de evento e links com acesso a cada mês do ano, constando informações sobre palestras, cursos, mostras, exposições, entre outros.
Os eventos propostos nos sites são fontes que o professor de AV pode consultar e, tendo a possibilidade de participar, pode agregar à sua formação, atividades presenciais ou
online, pois o site CA, por exemplo, divulga cursos a distância de outras instituições.
2.3 Material digital: o site disponibiliza publicações em variados formatos (textos, imagens e sons), permitindo vários tipos de linguagens sincréticas (visual, sonora, estática, em movimento)?
A web possibilita diversas formas de apresentação de conteúdos, o que desperta o interesse do usuário ao acessar um site com formatos diferentes na oferta dos conteúdos. Quanto mais conteúdos em variadas formas de apresentação o site disponibilizar, mais poderá ser acessado por parte do professor de AV, despertando a vontade em realizar pesquisas na
web de forma diversificada, legitimando a importância do site como uma ferramenta pedagógica contemporânea.
Cinco vídeos, produzidos em parceria com a Revista Nova Escola, são disponibilizados no MAB, representando o acervo que compõe a instituição física. Este site possui, também, outros três vídeos com gravações informais de uma visita guiada, uma peça teatral e da exposição de um artista.
Os sites MAFRO-UFBA e FPV não apresentam vídeos que possuam diversas formas de linguagens.
Já o site CA possui, na opção “Palestras em Vídeo”, um rol de palestras classificadas por “Palestrante”, “Região” ou “Tema”, de especialistas brasileiros e estrangeiros, trazendo à luz reflexões sobre temas relevantes sobre a África e interconexões com o Brasil. Na opção “Filmes na Web”, disponibiliza documentários, filmes, curta-metragens, músicas africanas, entrevistas de palestrantes sobre a África, entre outros temas.
Os sites MAB e CA disponibilizam materiais em multimídia, como os vídeos, abordando aspectos diversos sobre o tema, podendo estabelecer conexões entre si. O professor de AV tem a sua disposição materiais dos dois sites que podem colaborar na elucidação de
dúvidas frequentes e aprofundamento teórico referente à temática, pois conta com conteúdos legítimos, realizados por profissionais que estão diretamente ligados com a instituição, no caso do site MAB, e por pesquisadores de diversas partes do mundo, inclusive da África, no caso do site CA, o que torna importante termos o olhar apurado sobre as questões que permeiam as relações Brasil-África, além das questões propriamente afro-brasileiras.
2.4 Material bibliográfico: O site disponibiliza material bibliográfico (digitalizado) do acervo pertencente à instituição física a qual é vinculado ou outras publicações? O site realiza publicações próprias como textos, artigos e disponibiliza boletim informativo?
O site pode ganhar maior relevância como fonte de pesquisa ao adotar materiais bibliográficos que tenham relação com o seu tema. Pode divulgar as próprias pesquisas sistematizadas ou mesmo materiais digitalizados que tenham origem escrita e impressa, devidamente autorizadas para tal ação. Os livros, revistas científicas e materiais provenientes de pesquisas de graduação e pós-graduação (sob a forma impressa, devidamente digitalizada ou online por natureza) são fontes importantes que validam o site que pretende abordar o conhecimento proposto de forma científica e acadêmica, podendo ser disponibilizados nele próprio, com autorização dos autores ou na forma de links a sites que possuam materiais desse porte.
Não se encontra, no MAB, nenhum material bibliográfico disponível em formato PDF pertencente à instituição física ou de outras instituições. O site possui um texto escrito por Emanoel Araujo apresentando o museu, extraído do livro “Museu Afro Brasil: um conceito em perspectiva” (ARAUJO, 2006) e um texto intitulado “Emanoel Araujo, os dois”, de Aguinaldo Farias68, contando a trajetória do curador e criador do Museu Afro Brasil desde sua infância na Bahia aos dias atuais.
O MAB lançou alguns materiais em PDF no ano de 2006, como o “Jornal de Exposições” e a “Revista Pontão de Cultura”, que não estão disponíveis no site e esta pesquisadora possui em seus arquivos pessoais. Os referidos materiais trazem informações sobre a criação do museu e sua concepção, exposições e eventos realizados pelo museu, bem como sobre os Pontos de Cultura, que possuem relação com a diversidade cultural brasileira.
68 Disponível em: <http://www.museuafrobrasil.org.br/editor/assets/emanoel_araujo-os_dois.pdf>. Acesso em 03 maio 2012.
O site divulga a “Biblioteca Carolina Maria de Jesus”, existente na instituição física, e possui uma ferramenta avançada de busca para localização de títulos através do link “Consulte o Catálogo Online da Biblioteca”. Os volumes podem ser utilizados para consulta local. A