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Qubits supraconducteurs

3.4 Qubits supraconducteurs : designs et r´ealisations

3.4.3 Designs r´ ecents

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A – Domínios de Empoderamento

Tema Domínio Observação Participante Observações

EMPODERAMENTO DO INDIVIDUO/FAMÍLIA EM

AMBIENTE COMUNITÁRIO

Participação

Existe conhecimento do (s) cliente (s) do motivo da interação; Exposto o problema detetado, o cliente considera-o como tal; Deu-se oportunidade ao cliente de propor alternativas de resolução do

problema;

Liderança

Momento de contacto foi liderado pelo enfermeiro;

Houve manifestação de poder por parte de algum dos intervenientes na

interação;

Potenciou-se a confiança do cliente, incutindo-lhe a convicção de poder

ter sucesso;

Explicaram-se as consequências da manutenção do problema e as

várias alternativas de decisão que se podem tomar;

Deu-se oportunidade de tomada de decisão ao cliente; Existiu acordo e tomada de decisão;

Deu-se oportunidade ao cliente de feedback;

Estruturas Organizativas

O cliente tem conhecimento do programa em que se insere a

intervenção;

O problema em resolução coloca em causa a saúde do cliente e a sua

vivência em comunidade;

Apreciação do Problema

Antes da interação estabelecida com o cliente houve apreciação do

problema pela equipa;

Na determinação de prioridades de intervenção foi tida em conta a

competência do cliente, na resolução isolada do problema;

Foi estabelecido Diagnóstico de Enfermagem validado com o cliente; Existe envolvimento de outros membros da rede social do cliente

(família, escola, parceiros da rede social…), na tentativa de resolução do problema.

Motivo da Interação

Validação de informação obtida por outros meios (comunidade, pares,

equipa…)

Avaliação da situação de saúde do indivíduo/fília; Realização de prescrições médicas;

Realização de prescrições de enfermagem, técnicas e procedimentos; Prestação de apoio psicológico e emocional ao indivíduo/ família de

referência;

Realização de educação para a saúde e validação das intervenções

delegadas à família (quando o indivíduo não tem condições de responder por si só);

Avaliação da implementação de intervenções predefinidas e acordadas

anteriormente entre o enfermeiro e o Indivíduo/família;

Outros

Mobilização de recursos

Durante a interação deu-se ênfase aos recursos individuais, e à

capacidade que o cliente tem para participar ativamente na resolução do problema;

Foram mobilizados recursos externos da comunidade de monitorização

e acompanhamento da situação, na ausência do enfermeiro;

Questionar

Foi fornecida informação ao cliente de forma a poder facilitar-lhe a

tomada de decisão;

Questionou-se, em algum momento se a resolução do problema

identificado era de facto importante para o cliente;

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objetivos a atingir.

Ligação aos Outros

O problema em intervenção pode ter como consequência a exclusão

social do cliente;

O cliente foi informado dos riscos que corre se o problema permanecer,

tendo em conta o impacto que pode haver nas suas relações sociais.

Papel dos Agentes Externos

O enfermeiro foi agente externo facilitador do processo de

desenvolvimento de competências no cliente, tendo em vista a resolução do problema.

Gestão do Programa

Foram definidos objetivos a cumprir, tendo em vista a resolução do

problema, até ao próximo momento de interação;

Tendo em conta os objetivos definidos, foi assumido compromisso,

e/ou estabelecido algum tipo de recompensa ou reforço positivo.

Foram identificadas as probabilidades de insucesso;

Foi estabelecida alguma forma de contacto entre os intervenientes, em

caso de surgirem alterações, dúvidas ou dificuldades.

O Enfermeiro indicou outros serviços da comunidade, em caso

necessidade.

B – Observação da Comunicação Interpessoal

Tema Domínio Observação Participante Observações

EMPODERAMENTO DO INDIVIDUO/FAMÍLIA EM

AMBIENTE COMUNITÁRIO

Comunicação Verbal

Adequação de termos técnicos tendo em conta as características do cliente; Na linguagem utilizada:

Agressiva, compreensiva, indiferente; utiliza termos técnicos sem os especificar; Permite ou não que o cliente se exprima;

Tom de voz adequado, com permissão de diálogo entre os intervenientes; O Enfermeiro utilizou a expressão verbal dos seus próprios pensamentos e

opiniões;

O Enfermeiro respondeu a todas as questões colocadas pelos intervenientes; O Enfermeiro efetuou síntese final/resumo da informação transmitida e das

decisões tomadas;

Comunicação Não verbal

Posição do Enfermeiro face ao Cliente (escrever em observações a posição); O Enfermeiro conduziu a interação tendo em conta os princípios da relação de

confiança (respeito, aceitação e empatia);

Houve Contacto Visual (Olhos nos olhos);

Em algum momento da interação se estabeleceu o toque (principio, meio, fim)

(escrever em observações um dos termos sublinhados).

Interferências no Processo Comunicacional

Durante a interação foram cumpridas as questões de privacidade; Local onde ocorreu a interação;

Houve interrupções durante o momento da interação (Chamadas telefónicas,

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Anexo XII

Registo Expandido das Observações

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ENFERMEIRA A

OBSERVAÇÃO 1

Esta observação decorre na sala de formação do Centro de Saúde do Cartaxo, cerca das 19h da tarde. Um agregado familiar seguido pela equipa de cuidados continuados da UCCC, vem suscitando apreensão, desde já algum tempo à equipa em virtude de serem um casal de idosos com uma filha deficiente ao seu cuidado. O risco identificado foi de cansaço do cuidador familiar em virtude das necessidades especiais do cliente alvo.

O Sr. J., pilar de suporte fundamental da equipa, segundo a enfermeira, faleceu no dia 24/12/2010. A sua esposa, Sr.ª E., à data já se encontrava doente, com o diagnóstico de tumor cerebral, com períodos de desorientação psicomotora, está internada numa Unidade de Cuidados Continuados de Média Duração, desde a morte do marido, por um período de 90 dias. Desde então a filha T. tem sido cuidada por uma tia, irmã da mãe, em casa desta. A Tia I. tem vindo a manifestar à equipa sinais de cansaço e de exaustão, nomeadamente à enfermeira A. motivo pela qual esta convocou uma reunião com a família, ao que compareceu um representante, o filho da Sr.ª I, portanto primo da T.

É de referir que esta reunião foi marcada, pela enfermeira A, no átrio da Câmara Municipal do Cartaxo, enquanto se aguardava por uma reunião da Rede Social do Concelho. Esta reunião implica que todas instituições IPSS e políticas, do concelho estejam presentes, pelo que “matando dois coelhos de uma cajadada” (citando a enfermeira A), se faz a reunião e se tentam convencer os técnicos da necessidade urgente de intervir neste agregado familiar, uma vez que se encontram a decorrer os 90 dias de internamento da Sr.ª E. período após o qual esta volta para casa.

A enfermeira, isoladamente e em surdina, abordou técnico a técnico, necessário para a intervenção na família. Programou uma data e uma hora, compatível com a presença e de acordo com os técnicos abordados. Uma das abordagens revelou resistência: “mas eles

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