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D ESCRIPTION DES MESURES DE REDUCTION Code

Dans le document Dossier CNPN (Page 77-89)

Durante a problematização inicial, os estudantes se mostraram bastante interessados e participativos. Os critérios escolhidos para classificar as figuras geométricas foram os mesmos para os grupos 1 e 3, ambos classificaram pelas cores das figuras e os grupos 2, 4, 5 e 6 classificaram pelas cores e pelas formas geométricas das figuras. O resultado pode ser visualizado na Figura 2.

Figura 2 – Organização das figuras geométricas realizada pelos grupos Fonte: Autoria própria (2018).

As respostas/opiniões dos alunos em relação à pergunta: O que essa organização e classificação tem a ver com a química?, foram:

a) grupo 1: Tem a ver com as cores dos elementos; b) grupo 2: Refere-se a modelos atômicos;

c) grupo 3: Mudança de cor dos elementos; d) grupo 4: Organização da tabela periódica; e) grupo 5: Formas e cores dos elementos; f) grupo 6: Formas e cores dos elementos.

Observando-se as respostas dos grupos, percebe-se que, inicialmente, apenas o grupo 4 identificou que a problematização inicial era uma associação com a organização da tabela periódica. As demais perguntas os estudantes não apresentaram dificuldades em responder.

Com relação às perguntas: Como vocês pensam que a tabela periódica está organizada? Há critérios? Ou vocês imaginam que os elementos estão distribuídos na tabela periódica de forma aleatória?

A maioria dos alunos respondeu que deveria haver algum tipo de critério para classificação dos elementos, mas não tinham certeza do critério e ficaram um pouco receosos em responder. Um dos alunos disse que os elementos estão classificados de acordo com sua cor, e outro acreditava que era devido ao seu tamanho. Com base nessas respostas, pôde-se observar que os alunos seguiram a analogia feita com as figuras coloridas.

Para a questão: Vocês sabem localizar o número atômico e o número de massa dos elementos na tabela periódica? Os alunos responderam que não sabiam localizar, e então foi solicitado que pegassem o livro didático que eles utilizam, para que fosse explicado, evidenciando que a localização do número atômico não é a mesma para todas as tabelas.

Para a questão: Vocês pensam que a tabela periódica sempre foi organizada dessa forma?

Todos os alunos acreditavam que a tabela periódica sempre foi organizada da mesma forma, ou seja, como é apresentada atualmente, o que revela a importância de trabalhar a parte histórica desse conteúdo.

Durante o segundo momento, foi abordada a história da tabela periódica e as propriedades periódicas, bem como a definição de número atômico, massa atômica, eletronegatividade, raio atômico, número de elétrons na última camada, ponto de fusão e ponto de ebulição e quais elementos os estudantes conheciam e onde são encontrados ou utilizados no cotidiano. Nessa etapa, contou-se com a participação e interesse por parte dos alunos. Contudo, os estudantes tiveram bastante dificuldade em entender o que é camada de valência e sobre eletronegatividade, pois não conseguiam associar quantos elétrons existem na última camada de um átomo, nem associar quais elementos são mais eletronegativos.

A aplicação do conhecimento deu-se na forma de uma atividade lúdica, o jogo Super Trunfo da tabela periódica. No começo do jogo os alunos não estavam entendendo muito bem, tentavam burlar as regras e não estavam muito participativos. Entretanto, no decorrer do jogo foram entendendo melhor as regras, o que gerou um clima de competição entre os grupos.

Durante o jogo, o papel do professor foi mediar o processo de ensino e aprendizagem, explicando as dúvidas e facilitando a compreensão das propriedades apresentadas em cada carta. Observou-se que os alunos conseguiram aprender o conteúdo explicado no decorrer da SD, pois eles conseguiram relacionar as propriedades dos elementos químicos presentes nas cartas do jogo com o que havia sido discutido em aula, não apresentando dificuldades em escolher a melhor opção em relação às cartas do jogo.

Após o término da aula, foram feitas algumas perguntas para os estudantes, para avaliar o que eles acharam da SD desenvolvida, e entre as respostas destacam-se:

a) aluno A: É bem melhor aprender por meio de um jogo [...]; b) aluno B: Estou começando a entender química;

c) aluno C: Poderia utilizar sempre um jogo para ensinar química; d) aluno D: O jogo ajudou bastante a entender o conteúdo; e) aluno E: O jogo poderia servir como sistema de avaliação.

CONSIDERAÇÕES FINAIS

Embora alguns estudantes tenham apresentado dificuldades em alguns conceitos envolvidos no conteúdo tabela periódica, acreditamos ter alcançado o objetivo proposto pela SD realizada, que era possibilitar uma abordagem diferenciada do conteúdo de forma a favorecer a aprendizagem dos estudantes em relação ao critério de organização da tabela periódica, as propriedades periódicas e a utilidade de alguns elementos químicos.

A proposta aqui relatada sugere caminhos e possibilidades para trabalhar esse assunto em sala de aula de forma contextualizada e problematizadora.

Com os dados obtidos, ratifica-se que os alunos se mobilizam mais e demonstram um maior interesse quando neles é despertada a vontade de querer aprender. Essa vontade é resultado direto da execução de atividades por parte do professor que estimulam os estudantes a (re)significarem sua compreensão conceitual, o que está intimamente associada à utilização de distintos recursos didático-pedagógicos ao longo dos processos de ensino e de aprendizagem.

REFERÊNCIAS

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TABELA PERIÓDICA COMPLETA. História da tabela periódica. Disponível em: <https://www.tabelaperiodicacompleta.com/historia-da-tabela- periodica/>. Acesso em: 19 ago. 2018.

BINGO DA TABELA PERIÓDICA:

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