Blade Runner : la ville consommée
I. Blade Runner
6. Les décors : reflet de la conception de l'espace
Dentre as funções de carreira e função de patrocínio está o comportamento do mentor acerca de designar tarefas ao mentorado que o preparem para ser um profissional competente. Os dados dos respondentes estão transcritos na Tabela 90 (4). As médias do grau de importância, da freqüência do mentor e da freqüência com o mentorado foram de 3,44, 2,86 e 3,59, respectivamente. Dos mentorados respondentes, 62,7% declaram perceber ocasionalmente, frequentemente ou sempre esse comportamento de seus mentores. E 68,2% dos gerentes afirmam se comportar dessa forma com a mesma freqüência.
Tabela 90 (4) - Tabela de freqüências dos escores do questionamento acerca do fato do mentor designar tarefas no trabalho que preparam o mentorado para ser um profissional competente
Grau de Importância Frequência do mentor (Gerentes) Freqüência com o mentorado Escores
Freq. % % Válido % Acumulado Escores
Freq. % % Válido % Acumulado Freq. % % Válido % Acumulado Nada Importante 13 9,7 9,7 9,7Nunca 27 20,1 20,1 20,1 2 1,5 9,1 9,1 Pouco Importante 13 9,7 9,7 19,4Raramente 23 17,2 17,2 37,3 5 3,7 22,7 31,8 Razoavelmente Importante 36 26,9 26,9 46,3Ocasionalmente 34 25,4 25,4 62,7 13 9,7 59,1 90,9 Muito Importante 46 34,3 34,3 80,6Frequentemente 42 31,3 31,3 94,0 2 1,5 9,1 100,0 Extremamente Importante 26 19,4 19,4 100,0Sempre 8 6,0 6,0 100,0 0 0 0 0
Resp. Válidas 100,0 100,0 Resp. Válidas 100,0 100,0 22 16,4 100,0
Resp. Inválidas 0 Resp. Inválidas 0 112 83,6
Total 134 Total 134 134 100,0
Média (D.P.) 3,44 (1,192) Média (D.P.) 2,86 (1,233) 3,59 (1,008)
Ocupacional
Segundo dados da Tabela 91 (4), diferentemente de todos os demais estratos da amostra, que se compõem de indivíduos satisfeitos com o trabalho, interessante observar que os indivíduos que afirmam sempre receber de seus mentores tarefas que os preparam para serem profissionais competentes são considerados muito insatisfeitos com o trabalho. Conclui-se, pois, que a relação de mentoria, neste item, não minimiza a satisfação com o trabalho, mas que a freqüência da mentoria apenas interfere nesta característica.
Tabela 91 (4) - Cálculo do nível de satisfação com o trabalho (faceta I) considerando os estratos de respondentes por freqüência em relação à percepção acerca do fato do mentor designar
tarefas no trabalho que preparam o mentorado para ser um profissional competente
Frequência do Mentor
Nunca Raramente Ocasionalmente Frequentemente Sempre
Médias Desvio Padrão Médias Desvio Padrão Médias Desvio Padrão Médias Desvio Padrão Médias Desvio Padrão
Índice NST 3,9 1,3 3,5 1,2 3,8 1,4 3,8 1,3 2,7 1,4
FONTE: Dados da pesquisa
Análise do item 9 (mentoria) do instrumento de coleta com a faceta II do Estresse Ocupacional
Analisando os dados da Tabela 92 (4), nota-se que individuos que nunca ou raramente percebem que o mentor designa tarefas que os preparam para serem profissionais competentes, apresentaram índices normais de estresse. Por outro lado, respondentes que perceberam ocasionalmente e frequentemente esses comportamentos de seus mentores possuem elevado índice de estresse. Vale ressaltar que os indivíduos que sempre percebem receber esse comportamento de seus mentores possuem estresse normal. Isto é, quando comparados aos indivíduos que ocasionalmente ou frequentemente percebem receber essa prática de seus mentores, os indivíduos que sempre recebem essa prática possuem níveis normais de estresse. Pode-se afirmar que quando essa prática é sempre desempenhada, o nível de estresse tende a ser minimizado.
Ocupacional
Pelos dados apresentados na Tabela 93 (4), não se pode afirmar que a relação de mentoria minimiza os níveis de propensão ao estresse em função de maior percepção acerca da freqüência em relação ao fato do mentor designar tarefas no trabalho que preparam o mentorado para ser um profissional competente. Todos os estratos de respondentes, mostrados na Tabela 93 (4), compõem-se de indivíduos propensos ao estresse.
Tabela 92 (4) - Cálculo do nível de estresse (faceta II) a partir dos níveis de sintomas mentais de estresse e sintomas físicos de estresse considerando os estratos de respondentes por freqüência em relação à percepção acerca do fato do mentor designar tarefas no trabalho que preparam o
mentorado para ser um profissional competente
Frequencia do Mentor
Nunca Raramente Ocasionalmente Frequentemente Sempre
Médias Desvio Padrão Médias Desvio Padrão Médias Desvio Padrão Médias Desvio Padrão Médias Desvio Padrão
Índice SME 3,2 1,3 3,3 1,3 3,2 1,3 3,4 1,3 3,3 1,4
Índice SFE 2,7 1,4 3,1 1,2 2,4 1,3 2,5 1,2 2,8 1,4
Índice NE 3,0 1,3 3,2 1,3 2,8 1,3 2,9 1,2 3,1 1,4
FONTE: Dados da pesquisa
Tabela 93 (4) - Cálculo da propensão ao estresse (faceta III) a partir do tipo de personalidade e do locus de controle/nível de controle considerando os estratos de respondentes por freqüência em relação à percepção acerca do fato do mentor designar tarefas no trabalho que preparam o
mentorado para ser um profissional competente
Frequencia do Mentor
Nunca Raramente Ocasionalmente Frequentemente Sempre
Médias Desvio Padrão Médias Desvio Padrão Médias Desvio Padrão Médias Desvio Padrão Médias Desvio Padrão
Índice TP 3,6 1,5 3,4 1,1 3,3 1,5 3,5 1,4 2,8 1,5
Índice LC 3,4 1,3 3,4 1,3 3,5 1,4 3,5 1,2 3,3 1,6
Índice PE 3,5 1,4 3,4 1,2 3,4 1,4 3,5 1,3 3,0 1,5
FONTE: Dados da pesquisa
Análise do item 9 (mentoria) do instrumento de coleta com a faceta IV do Estresse Ocupacional
Pelos escores dos índices NPIT apresentados na Tabela 94 (4), não se percebe a relação de mentoria (no item em questão) como moderadora do nível de pressão/insatisfação com o trabalho. Todos os estratos da Tabela 94 (4) compõem-se de indivíduos com nível baixo de pressão/insatisfação com o trabalho.
mentorado
O comportamento do mentor acerca de conversar sobre os questionamentos e preocupações do mentorado é classificado como função psicossocial de aconselhamento na relação de mentoria. 67,9% da amostra expressam grau de importância entre razoável, muito e extremamente importante acerca do diálogo na relação mentor/mentorado. A média do grau de importância foi de 3,12. Contudo, a grande maioria da amostra, equivalente a 61,2%, demonstra pouca percepção deste comportamento em seus mentores, sendo 2,69 a média para esta freqüência. Alta freqüência, equivalente a 63,9%, dos gerentes respondentes afirmam dialogar com seus subordiandos (mentorados) sobre questões e preocupações deles. A média para esta freqüência foi de 3,14. Os dados são mostrados na Tabela 95 (4).
Tabela 94 (4) - Cálculo do nível de pressão/insatisfação (faceta IV) com o trabalho considerando os estratos de respondentes por freqüência em relação à percepção acerca do fato do mentor designar tarefas no trabalho que preparam o mentorado para ser um profissional competente
Frequencia do Mentor
Nunca Raramente Ocasionalmente Frequentemente Sempre
Médias Desvio Padrão Médias Desvio Padrão Médias Desvio Padrão Médias Desvio Padrão Médias Desvio Padrão
Índice FIT 3,0 1,4 2,9 1,5 3,0 1,5 3,1 1,6 3,4 1,6 Índice PIO 3,2 1,5 3,2 1,5 3,2 1,6 3,0 1,6 2,5 1,5 Índice RI 3,4 1,5 3,6 1,4 3,5 1,6 3,6 1,6 3,0 1,7 Índice CPF 3,4 1,7 3,3 1,6 3,7 1,7 3,7 1,7 3,2 1,8 Índice CEO 3,1 1,5 3,2 1,5 3,1 1,5 3,4 1,6 3,0 2,0 Índice ICT 3,0 1,4 2,9 1,5 2,9 1,6 3,1 1,6 3,2 1,5 Índice NPIT 3,2 1,5 3,2 1,5 3,3 1,6 3,3 1,6 3,0 1,7
FONTE: Dados da pesquisa
Tabela 95 (4) - Tabela de freqüências dos escores acerca do fato do mentor conversar sobre os questionamentos e preocupações do mentorado (por ex.: competência e comprometimento para
crescer, relacionamentos com colegas e supervisores, aos conflitos trabalho/família etc.)
Grau de Importância Frequência do mentor (Gerentes) Freqüência com o mentorado Escores
Freq. % % Válido % Acumulado Escores
Freq. % % Válido % Acumulado Freq. % % Válido % Acumulado Nada Importante 14 10,4 10,4 10,4Nunca 29 21,6 21,6 21,6 2 1,5 9,1 9,1 Pouco Importante 29 21,6 21,6 32,1Raramente 23 17,2 17,2 38,8 3 2,2 13,6 22,7 Razoavelmente Importante 34 25,4 25,4 57,5Ocasionalmente 50 37,3 37,3 76,1 9 6,7 40,9 63,6 Muito Importante 41 30,6 30,6 88,1Frequentemente 24 17,9 17,9 94,0 6 4,5 27,3 90,9 Extremamente Importante 16 11,9 11,9 100,0Sempre 8 6,0 6,0 100,0 2 1,5 9,1 100,0
Resp. Válidas 100,0 100,0 Resp. Válidas 100,0 100,0 22 16,4 100,0
Resp. Inválidas 0 Resp. Inválidas 0 112 83,6
Total 134 Total 134 134 100,0
Média (D.P.) 3,12 (1,189) Média (D.P.) 2,69 (1,171) 3,14 (1,082)
Ocupacional
A Tabela 96 (4) mostra estratos de indivíduos satisfeitos com o trabalho. Interessante observar que os indivíduos que afirmam que sempre percebem seus mentores conversar sobre seus questionamentos e preocupações possuem índice NST refentes a indivíduos são insatisfeitos com o trabalho. Dessa forma, não se percebe que a freqüência do comportamento do mentor maximizar a satisfação com o trabalho.
Tabela 96 (4) - Cálculo do nível de satisfação com o trabalho (faceta I) considerando os estratos de respondentes por freqüência em relação à percepção acerca do fato do mentor conversar
sobre os questionamentos e preocupações do mentorado
(por ex.: competência e comprometimento para crescer, relacionamentos com colegas e supervisores, aos conflitos trabalho/família etc.)
Frequência do Mentor
Nunca Raramente Ocasionalmente Frequentemente Sempre
Médias Desvio Padrão Médias Desvio Padrão Médias Desvio Padrão Médias Desvio Padrão Médias Desvio Padrão
Índice NST 3,8 1,3 3,9 1,2 3,7 1,3 3,6 1,4 3,1 1,6
FONTE: Dados da pesquisa
Análise do item 10 (mentoria) do instrumento de coleta com a faceta II do Estresse Ocupacional
Os índices NE, relativos à faceta II e mostrados na Tabela 97 (4), não são moderados pela freqüência com que os respondentes percebem o comportamento em questão do mentor. As interpretações dos índices NE mostrados na Tabela 97 (4) são feitas de acordo com o campo “Resultado” do Quadro 5 (4).
Tabela 97 (4) - Cálculo do nível de estresse (faceta II) a partir dos níveis de sintomas mentais de estresse e sintomas físicos de estresse considerando os estratos de respondentes por freqüência
em relação à percepção acerca do fato do mentor conversar sobre os questionamentos e preocupações do mentorado (por ex.: competência e comprometimento para crescer,
relacionamentos com colegas e supervisores, aos conflitos trabalho/família etc.)
Frequencia do Mentor
Nunca Raramente Ocasionalmente Frequentemente Sempre
Médias Desvio Padrão Médias Desvio Padrão Médias Desvio Padrão Médias Desvio Padrão Médias Desvio Padrão
Índice SME 3,2 1,3 3,2 1,3 3,4 1,3 3,2 1,4 3,3 1,1
Índice SFE 2,8 1,3 2,5 1,3 2,6 1,3 2,6 1,2 2,7 0,9
Índice NE 3,0 1,3 2,9 1,3 3,0 1,3 2,9 1,3 3,0 1,0
Ocupacional
Segundo o campo de “Resultado” do Quadro 8 (4), os índices PE mostrados na Tabela 98 (4) são condizentes com indivíduos propensos ao estresse, de modo que não se percebe que o aumento da freqüência da prática de mentoria, no item em questão, minimiza a propensão ao estresse.
Tabela 98 (4) - Cálculo da propensão ao estresse (faceta III) a partir do tipo de personalidade e do locus de controle/nível de controle considerando os estratos de respondentes por freqüência
em relação à percepção acerca do fato do mentor conversar sobre os questionamentos e preocupações do mentorado (por ex.: competência e comprometimento para crescer,
relacionamentos com colegas e supervisores, aos conflitos trabalho/família etc.)
Frequencia do Mentor
Nunca Raramente Ocasionalmente Frequentemente Sempre
Médias Desvio Padrão Médias Desvio Padrão Médias Desvio Padrão Médias Desvio Padrão Médias Desvio Padrão
Índice TP 3,5 1,5 3,1 1,2 3,5 1,4 3,4 1,4 3,2 1,4
Índice LC 3,4 1,4 3,6 1,2 3,4 1,2 3,5 1,5 3,4 1,3
Índice PE 3,5 1,4 3,4 1,2 3,4 1,3 3,4 1,5 3,3 1,3
FONTE: Dados da pesquisa
Análise do item 10 (mentoria) do instrumento de coleta com a faceta IV do Estresse Ocupacional
O campo de “Resultado” do Quadro 15 (4) mostra que a interpretação, para os índices NPIT mostrados na Tabela 99 (4), é condizente com indivíduos com níveis baixos de pressão/insatisfação, quando relacionados à percepção do mentor conversar sobre questionamentos e preocupações do mentorado. Isso demonstra que o aumento da freqüência da prática de mentoria, no item em questão, não minimiza os níveis de pressão/insatisfação com o trabalho.