B/ Utiliser le théâtre pour mieux communiquer en entreprise : une évidence ?
I. Créativité, jeu, théâtre : applications et implications
1. Créativité, innovation et puissance dʼagir
ficiência energética em unidades consumidoras
1 ,6 % 1 ,6 % 2 2 ,2 % 9 ,5 % 0 ,0 % 3 ,2 % 0 ,0 % 1 ,6 % 3 9 ,7 % 0 ,0 % 5 ,0 % 1 0 ,0 % 1 5 ,0 % 2 0 ,0 % 2 5 ,0 % 3 0 ,0 % 3 5 ,0 % 4 0 ,0 % Per cen tu al F F E
De modo geral, os pesquisados concordaram com a execução de ações de grupo A grupo B grupo C grupo D grupo E grupo F grupo G grupo H
o
tal Geral
T
In existên cia d e m o tiv o s q u e ju stifiq u e m a n ã o o rie n ta ç ã o a o s clien te s so b re c o m b a te a o d e sp e rd íc io , se g u n d o o s g ru p o s d e resp o n d e n te s G ru p o A --> H N ã o ex iste m otivos % 4,8% 0,0% 3,2% 9,5% 0,0%0,0%1,6%0,0% 19,0% 0,0% 2,0% 4,0% 6,0% 8,0% 10,0% 12,0% 14,0% 16,0% 18,0% 20,0% Percentual
grupo A grupo B grupo C grupo D grupo E grupo F grupo G grupo H
Total Geral
Situação financeira da empresa justificando a não orientação aos clientes sobre combate ao desperdício, segundo os grupos de
respondentes Grupo A-->H
Situação financeira da empresa %
industrial (26%, 25% e 24%). Apenas uma minoria discordou dessas ações, principalmente para o segmento industrial (7,1%).
Responsabilidade da concessionária para com os clientes (32,7%), a eficiência vista como um negócio que traz retorno financeiro para a empresa (14,3%) e a possibilidade de reduzir ou adiar investimentos no aumento da geração ( 10,2%) foram os argumentos em prol da execução da eficientização nas instalações elétricas dos clientes, segundo o ponto de vista da amostra pesquisada. Nos resultados de cada grupo separado, destacaram-se os dos grupos A e B, cujo entendimento é que essas ações constituem um bom negócio para a empresa (6,1%) e os grupos C (12,2%) e D (14,3% ), para quem essas ações representam um dever da concessionária para com seu clientes, refletindo uma empatia maior com a clientela, em razão de trabalharem na área comercial.
A B C D E F G H
concorda para residencial X X X X X X X X
concorda para comercial X X X X X X
concorda para industrial X X X X X X
discorda para residencial discorda para comercial discorda para industrial preservar meio ambiente
redução de investimentos X
eficiência como negócio X X X
responsabilidade com clientes X X X X X
atendimento exigência legal X X
realizar planejamento específico X X X
responsabilidade social X X
realizar planejamento específico X X X X
atendimento exigência legal X X X
política de comercialização
desarticulação das ações X X X X X X
integração das ações
necessidade melhoria das ações X
prejudica área trabalho X X X
não prejudica área trabalho X X
prejudica atividade pessoal X
não prejudica atividade pessoal X X X X
5.5 -
prejuízo trabalho pessoal
Tabela 6.4b - Escolhas de categorias de respostas x grupos de respondentes
4.2 -
justificativ a ações
u.c.
5.1 -
diretrizes atuais efic.ener
g.
5.2 -
diretrizes ideais efic.ener
g.
5.3 -
comparar ações efic. com. 4.1 - execução eficiçencia energética em
u.c.
Predomínio da amostra
Interface Eficiência Energética x Comercialização
O total da amostra apontou como diretrizes da empresa relativas às ações de eficiência energética: realização de planejamentos específicos (19%), atendimentos às metas de responsabilidade social (10,3%) e atendimento às exigências legais junto à ANEEL (8,6%). Os engenheiros e técnicos da área comercial reconheceram como diretriz a realização de planejamentos específicos. Os profissionais de nível superior da área de eficiência energética definiram como diretriz o atendimento à legislação da ANEEL.
A elaboração de planejamentos específicos (21,1%) e atendimento às necessidades dos clientes (15,8%) foram citados pelos pesquisados como algumas das diretrizes que deveriam ser adotadas na empresa para nortear as ações de eficiência energética. Os
necessidade de planejamentos específicos (10,5%) e a melhoria da política de comercialização como diretrizes desejáveis.
A tabela 6.6 e a figura 6.6 mostram que a maioria dos pesquisados percebeu uma desarticulação das ações efetuadas pela empresa no que se refere à eficiência energética e comercialização (36,4%), e a necessidade de ampliar a integração das duas áreas (16,4%). Apenas 23,6% acreditaram que há uma integração nos dois tipos de ações.
Tabela 6.6: Comparação das ações de eficiência energética e de comercialização x grupos
de respondentes
ações realizadas pela concessionária sobre eficiência energética e sobre comercializacao, pode-se trabalhando separadamente? - Grupos A-->H 9,1% 5,5% 12,7% 3,6% 3,6% 1,8% 36,4% 5,5% 7,3% 7,3% 1,8% 1,8% 23,6% 1,8% 10,9% 3,6% 6,4% 1,8% 1,8% 12,7% 5,5% 1,8% 23,6% 18,2% 1,8% 36,4% 29,1% 3,6% 5,5% 1,8% 3,6% 100% % Desarticulação das % Integração das açõ
% Melhoria das ações
% Outros
Comparação das açõe eficiência energética e comercialização
% Total
grupo Agrupo Bgrupo Cgrupo Dgrupo E grupo Fgrupo Ggrupo H Grupo dos respondentes
Total (Questão 5.3) 9,1% 0,0% 5,5% 12,7% 3,6% 3,6% 1,8% 0,0% 3,6% 0,0% 2,0% 4,0% 6,0% 8,0% 10,0% 12,0% 14,0% Percent u al gr upo A gr upo B gr upo C gr upo D gr upo E gr upo F gr upo G gr upo H To ta l Ge ra l
Percentual dos que apontam a desarticulação das ações, segundo os grupos de respondentes - Grupo A-->H
Desarticulação das ações %
Sobre a existência de uma possível ligação entre as áreas de eficiência energética e comercialização, a maioria dos pesquisados (54,1%) considerou que é nula. Esse pensamento foi compartilhado por todos os segmentos, especialmente nos grupos C e D (18%). Apenas um pequeno percentual de integrantes do grupo A (8,2%) afirmou a existência de uma ligação entre as áreas.
Os resultados da amostra pesquisada revelaram uma ligeira inclinação para a opinião de que isto não prejudica a produtividade de sua área de trabalho (24,1%) e nem a sua produtividade pessoal (27,7%).
6.1.2 - Discussão dos resultados do SPSS:
O objetivo geral desta pesquisa foi identificar as representações sociais dos empregados da CEB sobre a conservação de energia, e suas particularidades, de modo a fundamentar a adoção na empresa de políticas e ações relacionadas.
Ainda que o SPSS seja um software para processamento e tratamento estatístico de dados qualitativos, foi possível interpretar os resultados alcançados, identificando as variedades de representações sociais e como foram elaboradas pelossujeitos pesquisados.
Como visto no capítulo 4 sobre a teoria das representações sociais, os indivíduos que convivem no dia a dia do trabalho, durante mais de dez anos, como é o caso que está sendo estudado, criaram um ambiente cultural propício à formação de um saber comum, pautado nessa convivência social. Dessa forma os eletricitários engendraram representações sociais, fruto da conversação cotidiana, que são verdadeiras “teorias” do senso comum (Moscovici, 1978) e que ajudam a compreender a realidade social na concessionária.
Como se pode verificar na tabela 6.7, o pensamento dos sujeitos pesquisados estruturou-se com o apoio de três argumentos que serviram para objetivar, dar uma
imagem, tornando quase material e integrado à realidade o objeto de representação. As representações sobre a conservação de energia começaram a emergir nas respostas dos respondentes ligadas às palavras ecologia, empresa e cliente, e tornaram-se objetivas, passando do nível simbólico para uma realidade física. Este é o processo de objetivação, que colabora para a formação das representações, conforme proposto pelo criador da teoria, Moscovici (1978). Essas palavras fazem parte da realidade dos trabalhadores da concessionária, estruturam o conteúdo das representações e dizem respeito ao convívio diário com a empresa e os clientes. Isto explica a maior variedade de argumentos usados ligados à empresa, e é no contexto empresarial que o conceito de ecologia e meio ambiente ganha concretude e materialidade.
Outra constatação é que, independentemente do grupo em que se enquadravam os pesquisados, ou seja, produção e comercialização ou eficiência energética, os três argumentos foram utilizados indistintamente, como fica evidenciado nas tabelas 6.4a e 6.4b. O fato é que os pesquisados compartilham as mesmas circunstâncias de trabalho, no mesmo espaço e tempo histórico e por isso produzem o mesmo pensamento social, ou seja, representações sociais.
Tabela 6.7: Argumentos usados como objetivação das representações dos eletricitários
Ecologia Empresa Cliente
- preservar meio ambiente - para não faltar
- evitar desperdício - responsabilidade social - negócio - sustentação da empresa - negócios e serviços - redução de investimentos - prejuízo na receita - evolução tecnológica - fonte de renda da empresa - estabilizar mercado - situação financeira - ampliar mercado - excesso de oferta - visão mercadológica - eficiência como negócio - atendimento exigência legal - realizar planejamento específico
- política de comercialização
- fidelização
- para atender maior no. de clientes
- negócios com foco no mercado - melhoria no relacionamento com cliente - marketing - fidelização de cliente - uso adequado de equipamentos - respeito ao cliente -
O primeiro objetivo específico traçado para essa pesquisa era identificar as
representações sociais dos empregados da CEB que atuam nas áreas relacionadas à comercialização de energia elétrica e à eficiência energética, sobre a conservação de
energia e a adoção de procedimentos profissionais em relação à eficiência energética. O uso racional de energia elétrica para a maioria dos respondentes dos grupos é representado de uma forma mais ampla, como uso de forma inteligente, sem desperdícios, e similares. No geral, há uma concordância entre os respondentes das áreas de eficiência energética e de produção. Outros dois significados também são: acrescentados pelos sujeitos da área de eficiência energética: o uso racional de energia como a preservação do meio ambiente, e como uma forma de evitar o desperdício para não faltar energia. O grupo da eficiência energética amplia essa visão, com a preocupação ecológica, que extrapola a especificidade do setor elétrico. Portanto, embora os dois grupos compartilhem o mesmo pensamento social sobre o uso racional de energia elétrica, usam argumentações diferentes, buscando enquadrar a idéia nova em algo conhecido, tornando familiar o que é desconhecido.Este é outro processo descrito por Moscovici como formador das representações sociais: a ancoragem. O grupo de eficiência energética ancorou a sua representação em questões ambientais, que lhe são mais familiares.
Eficiência energética, para o conjunto de pesquisados, contém dois significados principais: fonte de fidelização do cliente e uso eficiente do sistema elétrico para atender ao maior número de consumidores. Os engenheiros da área de produção e comercialização representam a eficiência energética como um negócio, bem como responsabilidade da empresa para evitar o desperdício e racionamento futuro. Não há diferenças significativas entre os dois grandes grupos de pesquisados, cujos argumentos estão focados nos clientes.
Comercialização na empresa é vista pelo conjunto de respondentes como venda de energia elétrica de acordo com a demanda da sociedade e não apenas da empresa; oferta de novos negócios e serviços decorrentes da energia elétrica e sustentação financeira da empresa. Os pesquisados da área de produção e/ou comercialização enfatizam a visão da comercialização como um negócio com foco no mercado, enquanto os da eficiência
energética distribuem-se em todas as alternativas, sem um predomínio significativo. A idéia de comercialização, para todos os pesquisados, apóia-se no binômio cliente x retorno financeiro, que é a forma de objetivação escolhida por esse grupo, na produção de suas representações.
O fato das funções de eficiência energética e comercialização coexistirem na concessionária de energia elétrica é visto como uma convivência na qual a primeira representa um serviço adicional oferecido ao cliente e uma complementaridade no atendimento.O grupo de respondentes da eficiência energética apresentou escolhas mais freqüentes na alternativa que reconhece que pode haver posições conflitantes inicialmente, mas que podem ser integradas, de modo que o processo não seja prejudicial ao outro e o resultado final seja favorável ao cliente, e similares. O pensamento social que fundamenta essa coexistência é a importância da integração dos interesses da empresa com os do cliente.
Em relação à concessionária, as ações de eficiência energética para a amostra total apresentaram três significados: redução ou postergação de investimentos para aumentar a oferta de energia elétrica; maior aproximação com os clientes e oportunidade de oferta de novos negócios e serviços para os clientes. Novamente fica evidenciada a base dessa representação no binômio cliente x retorno financeiro.
A redução de investimentos, decorrente das ações de eficiência energética, é explicitada por quase todos os grupos de respondentes, principalmente pelos engenheiros da área de produção e/ou comercialização. Os técnicos dessa área que têm contato direto com os clientes, realçam a melhoria nesse relacionamento, como conseqüência das ações de eficiência energética. Os componentes da eficiência energética não apresentaram uma resposta predominante, pois as escolhas recaíram em diversas alternativas.
O consumo de energia pelo cliente significa receita da empresa e, em menor escala, relacionamento com o cliente, de uma forma positiva ou negativa. Os resultados de cada grupo de respondentes, em particular, seguem na mesma direção. Todavia, os percentuais mais elevados nos grupos, quanto ao item fonte de renda, pertencem aos respondentes que trabalham na produção e/ou comercialização, demonstrando uma ancoragem diferenciada.
Esses resultados mostram que as representações sociais são produzidas como uma tomada de posição em relação a um tema originado no universo da engenharia elétrica, o que as tornou um fenômeno psicossocial – a conservação de energia, em decorrência da experiência direta dos pesquisados com esse objeto no dia a dia do trabalho.
Outro objetivo específico traçado para essa investigação foi saber o que pensam os empregados da CEB em relação às iniciativas de orientação aos clientes sobre os padrões de consumo de energia elétrica.
Tendo em vista a dualidade de interesses e ações dos pesquisados, que são ao mesmo tempo fornecedores e clientes, foi investigado como são administrados esses dois papéis no seu ambiente de casa. Assim, verificou-se que são dadas orientações na residência do próprio respondente, em relação ao consumo de energia elétrica, de uma forma ampla, como usar de forma inteligente, ou de acordo com a necessidade. É bastante freqüente, porém, a orientação relacionada com o uso adequado dos equipamentos elétricos, como redução no tempo de uso dos eletrodomésticos ou troca das lâmpadas incandescentes pelas fluorescentes compactas. O conteúdo da orientação é apoiado no conhecimento técnico que o pesquisado domina, em função do trabalho na concessionária de energia elétrica.
Os resultados indicam que há, na amostra como um todo, concordância com a orientação aos clientes, alicerçada nas seguintes razões: responsabilidade da empresa com
a preservação da natureza; a orientação contribui para a estabilização do mercado de distribuição; a orientação promove a melhoria da imagem da empresa; e a orientação como forma de respeito ao cliente. Os benefícios da orientação para o equilíbrio do mercado de distribuição foram destacados pelos engenheiros e técnicos em eletricidade, da área de produção e comercialização.
Os pesquisados acreditam na importância da orientação aos clientes sobre o uso racional, em razão da preocupação com a conservação da natureza e para evitar prejuízos para a concessionária. A preocupação com a saúde financeira da empresa foi mais lembrada por todos os grupos da comercialização
Não há motivos que justifiquem a não orientação dos consumidores, segundo a maioria da amostra. Ressalvas são feitas no caso de a situação financeira da concessionária apresentar déficit, ou quando houver uma visão mercadológica equivocada, expressa pelo binômio consumir mais e vender mais. Os profissionais de nível médio que atuam na área de produção e comercialização destacaram-se dos demais, ao discordarem da omissão da empresa em prestar orientação adequada à sua clientela. Como já registrado anteriormente, houve novamente uma dispersão nas respostas dadas pelos grupos de eficiência energética. Este conjunto de crenças e juízos exprimem as representações sociais dos sujeitos, em relação ao objeto representado: o que sabem, como sabem e de onde sabem (Jodelet, 2002). Desta forma, os resultados mostraram que os empregados da CEB engendraram representações que são favoráveis a ações de orientação aos clientes, mas sempre buscando equilibrar as vantagens para os clientes e a concessionária.
Um terceiro objetivo pesquisado neste trabalho foi investigar o que pensam os empregados da CEB sobre a implementação de projetos de eficiência energética em unidades consumidoras
Os pesquisados das áreas de comercialização e produção e eficiência energética concordaram com a execução dessas ações nos segmentos residencial, comercial e industrial. Apenas uma minoria discorda dessas ações, principalmente para o segmento industrial.
Responsabilidade da concessionária para com os clientes, a eficiência vista como um negócio que traz retorno financeiro para a empresa e a possibilidade de reduzir ou adiar investimentos no aumento da geração são as justificativas para a execução da eficientização nas instalações elétricas dos clientes, segundo o ponto de vista da amostra pesquisada. Nos resultados de cada grupo em separado, destacam-se os dos engenheiros da área comercial, cujo entendimento é que essas ações constituem um bom negócio para a empresa. Os grupos da área de eficiência energética mostraram preferência pela justificativa de responsabilidade da empresa para com os clientes. Mais uma vez transparece como ocorre o pensamento social; os indivíduos ancoram-se em idéias que são conhecidas e aceitas.
Como nos questionamentos anteriores, a representação social dos pesquisados se baseia na idéia de atendimento da melhor forma possível aos clientes, desde que haja um equilíbrio nos resultados positivos para a empresa e os clientes.
Para que o pensamento dos pesquisados sobre conservação de energia elétrica possa ser concretizado, é necessário que a concessionária adote uma política e disponha de recursos econômicos e materiais coerentes com essa intenção. A compreensão de como se realiza, na prática, o relacionamento entre as unidades organizacionais voltadas para a eficiência energética e para a comercialização facilitará a elucidação dessas indagações. Dessa forma, foram incluídas no questionário perguntas sobre quais são e quais deveriam ser as diretrizes da empresa sobre eficiência energética, como também se existe uma ligação entre as duas grandes áreas e possíveis conseqüências.
O total da amostra apontou como diretrizes da empresa relativas às ações de eficiência energética: realização de planejamentos específicos, atendimentos às metas de responsabilidade social e atendimento às exigências legais junto à ANEEL. Para os engenheiros e técnicos da área comercial a ênfase está na realização de planejamentos específicos, enquanto que a área de eficiência energética prioriza o atendimento à legislação da ANEEL.
A elaboração de planejamentos específicos e atendimento às necessidades dos clientes foram citados pelos pesquisados como algumas das diretrizes que deveriam ser adotadas na empresa para nortear as ações de eficiência energética.
As diretrizes que hoje se praticam na empresa buscam a melhoria da gestão e a legalidade; reconhece-se, porém, a necessidade de considerar o cliente como um elemento relevante.
O relacionamento funcional entre as áreas de eficiência energética e comercial foi avaliado como insatisfatório pela amostra. Embora essa realidade não traga prejuízos consideráveis para a produtividade pessoal e da área, pode ser um fator importante que deixa de alavancar o desenvolvimento da empresa.
Um dos principais objetivos da pesquisa consistia em analisar as representações sociais obtidas para verificar a emergência de contradições nos grupos pesquisados.
A seguir as tabelas 6.8, 6.9 e 6.10 estabelecem comparações sobre o pensamento típico de cada um dos dois grandes grupos de pesquisados em relação ao objeto de estudo:
Tabela 6.8: Representações sociais sobre a conservação de energia elétrica analisadas pelo SPSS ÁREA DE PRODUÇÃO E COMERCIALIZAÇÃO ÁREA DE EFICIÊNCIA ENERGÉTICA:
1 -Sobre a conservação de energia Uso racional de energia é...
Eficiência energética é ....
Comercialização na empresa é...
O fato das funções de eficiência energética e comercialização coexistirem na empresa representa...
é o uso de forma inteligente, sem desperdícios.
fonte de fidelização do cliente; é um negócio; responsabilidade da empresa para evitar o desperdício e racionamento futuro; e uso
eficiente que atenda ao maior número de consumidores
um negócio com foco no mercado
um negócio para a empresa e complementaridade de atitudes, com o objetivo de expandir o mercado consumidor
é o uso de forma inteligente, sem desperdícios; preservação do meio ambiente; e forma de evitar o desperdício para não faltar energia. não há diferenças significativas entre os dois grandes grupos de pesquisados.
Não há diferenças significativas entre os dois grandes grupos
distribuem-se em todas as alternativas, sem um predomínio significativo.
reconhece que pode haver posições conflitantes inicialmente, mas que podem ser integradas, de modo que um processo não seja prejudicial
Para a concessionária, as ações de eficiência energética significam...
Para a concessionária o consumo de energia elétrica pelo cliente significa...
redução de investimentos e a melhoria nesse relacionamento, como conseqüência das ações de eficiência energética.
receita da empresa e, em menor escala, relacionamento com o cliente, de uma forma positiva ou negativa
ao outro e o resultado final seja favorável ao cliente, e similares. distribuem-se em todas as alternativas, sem um predomínio significativo.
receita da empresa e, em menor escala, relacionamento com o cliente, de uma forma positiva ou negativa.
Tabela 6.9: Representações sociais sobre a orientação aos clientes analisadas pelo
SPSS:
ÁREA DE PRODUÇÃO E