6 Schémas de conception et de dimensionnement d’un système de pompe
6.3 Conception du système : pompes de surface
A segunda categoria do nosso estudo centrou-se na dimensão da literatura infantil. Com esta categoria pretendeu-se conhecer as técnicas mais utilizadas pelos docentes, quando estes tinham como objetivo preparar os seus alunos para criem histórias digi- tais. Nesta dimensão foram apresentadas aos docentes várias técnicas para que estes se manifestassem quanto ao seu grau de utilização. Ainda nesta categoria pretendeu- se conhecer, também, o grau de importância relativamente à utilização desta tecnologia para motivar e desenvolver competências nos alunos.
Quanto à primeira dimensão foram apresentadas sete técnicas que passamos a apre- sentar:
- Partilhar ideias, sensações e sentimentos pessoais
Quando questionados sobre o grau de utilização da técnica “Partilhar ideias, sensa- ções e sentimentos pessoais”, esta apresentou-se com uma utilização bastante significa- tiva, como se pode observar no Gráfico 5, com mais de metade dos docentes a usarem de forma regular e cerca de um terço a fazerem recurso dela com muita frequência. Ape- nas 11% dos docentes não mostraram interesse nesta possibilidade de trabalho. Este dado permite-nos registar que os aspetos mais singulares e afetivos dos discentes são valorizados e tidos em conta por uma larga maioria dos professores.
Gráfico 5: Partilhar ideias, sensações e sentimentos pessoais
Esta técnica aponta para algumas das competências mais básicas e essenciais do currículo, portanto, sem grande surpresa, revelou ser aplicada com uma elevadíssima frequência pelos docentes. Assim, e como se pode visualizar no gráfico Gráfico 6, 97% dos docentes utiliza-a de forma regular ou intensamente. Os que a utilizam muitas ve- zes são mesmo a maioria, uns assinaláveis 62%. Os que não utilizam ou que o fazem raramente são simplesmente residuais, apenas 3% dos inquiridos.
Gráfico 6: Relatar, recontar, contar e descrever
- Construir narrativas colaborativamente, no plano real ou de ficção
Em relação à técnica “Construir narrativas colaborativamente, no plano real ou de fic- ção”, ao observarmos o Gráfico 7, constatamos que tem uma utilização razoável. Sendo uma atividade complexa, exigente e trabalhosa os docentes revelaram utilizá-la mas, em geral, com menos frequência que outras técnicas disponíveis. No entanto, é referir que existe 10% dos inquiridos que afirmam que raramente utilizam esta técnica. Ainda as- sim, poucos a dispensam por completo, somente 3%.
- Recriar textos em diferentes formas de expressão
No que que concerne à utilização da técnica “Recriar textos em diferentes formas de expressão”, verifica-se, mais uma vez, que esta questão aponta para uma técnica que se pode considerar de difícil aplicação. Construir momentos em que os alunos desen- volvam textos com criatividade e de formas individualizadas é uma atividade exigente e delicada. Assim, mais de metade utiliza esta atividade regularmente (ver Gráfico 8), quase um terço consegue fazê-lo com muita frequência. Unicamente 3% dispensam esta técnica e uma minoria relevante utilizam-na pontualmente, provavelmente pela referida
Gráfico 7: Construir narrativas colaborativamente, no plano real ou de ficção
complexidade.
Gráfico 8: Recriar textos em diferentes formas de expressão
- Comparar diferentes versões da mesma história
A técnica “Comparar diferentes versões da mesma história” é uma técnica muito es- pecífica e detalhada. Como se pode observar através do Gráfico 9, esta técnica revelou ser utilizada pela maioria dos docentes, mas apenas 18% lhe dão muita importância. É de salientar que 27%, mais de um quarto dos professores nunca ou raramente utilizam. As crianças nesta faixa etária valorizam a repetição e a estabilidade das narrativas para poderem imitar de forma competente o que apropriam, assim acaba por não ser uma atividade utilizada com muita frequência pela maioria dos inquiridos.
Gráfico 9: Comprar diferentes versões da mesma história
A leitura e a oralidade são competências essenciais do percurso educativo neste ci- clo. A percentagem de docentes que utiliza esta técnica com muita frequência é elevada, quase tanto, quanto os que a utilizam de forma regular. No entanto, surpreendentemente 17% dos docentes (Gráfico 10) declaram que a usam forma pontual. A leitura para dife- rentes públicos implica a preparação de uma atividade para fora do espaço da sala de aula convencional ou a organização de um encontro com pessoas fora do grupo-turma, o que pode ter levado a alguns dos inquiridos a utilizá-la poucas vezes. Para terminar, apesar disto apenas 2% a dispensam totalmente.
Gráfico 10: Ler em voz alta para diferentes públicos
- Dramatizar textos e situações
A técnica “Dramatizar textos e situações” é uma técnica muito divertida e apreciada pela maioria dos alunos e como seria de esperar a percentagem dos docentes que a
utiliza regularmente ou com muita frequência é muito significativa, 85% dos inquiridos. A maioria utiliza-a muitas vezes. Um número de professores com algum peso, 13% decla- rou aplicá-la raramente, como se pode visualizar no gráfico Gráfico 11. Uma explicação poderá ser os professores considerarem esta atividade disruptiva e excitante, o que pode levar a um certo descontrolo dos comportamentos dos alunos, daí evitarem a sua utiliza- ção mais frequente. Devemos referir que 2% dos docentes excluem esta técnica.
Gráfico 11: Dramatizar textos e situações
- Importância da utilização da tecnologia podcast para motivar os alunos
Os inquiridos foram unânimes ao atribuírem importância à tecnologia podcast. Este dado deve ser analisado tendo-se consciência que o universo do inquérito por questio- nário é totalmente composto por docentes participantes num concurso que implica esta técnica educativa. Devemos salientar que 40%, como nos mostra o gráfico Gráfico 12, atribui extrema importância, um número muito significativo, mas também fazer notar que a maioria dos inquiridos 60% não atribuem grande importância a esta tecnologia e que não a destacam especialmente de outras atividades no processo de ensino e aprendiza- gem.
- Importância da utilização da tecnologia podcast no desenvolvimento de com- petências
Este item, importância da utilização da tecnologia podcast no desenvolvimento de competências, repete, em larga medida, a informação recolhida do ponto anteriormente analisado. Todos os docentes mostram atribuir relevância a esta prática, como está representado no Gráfico 13, ainda que 3% lhe atribuam pouca importância. Os que a
Gráfico 12: Utilização da tecnologia podcast para motivar os alunos
consideram muito importante aumentou 2% e os que declararam avaliá-la importante reduziu 5% em relação aos dados anteriores. Sendo a tecnologia associada a uma competência mais específica as respostas podem ser bastante informativas sobre os procedimentos dos docentes na sua prática pedagógica.