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Introduction générale de la partie II

Chapitre 4. Le dispositif d’interconnexion optique

2. Conception du dispositif d’interconnexion optique sur courtes distances

O questionário utilizado como instrumento de pesquisa, intitulado “Português Língua Segunda e Estrangeira na Coreia do Sul”, teve como público-alvo estudantes coreanos de língua portuguesa na Universidade Hankuk, localizada em Seul. Todo o questionário foi respondido anonimamente, através da plataforma online de formulários do Google.

Inicialmente, o questionário tinha sido pensado e feito apenas em português, o que implicava que as respostas também fossem em português. No entanto, por aconselhamento da professora portuguesa de PLE na Coreia do Sul, uma versão coreana do formulário foi criada para que alunos de diferentes níveis pudessem compreender as perguntas na totalidade e, consequentemente, sentirem-se dispostos a participar.

O formulário foi estruturado em quatro secções que abordavam diferentes pontos importantes para a pesquisa: “Informações pessoais”, “A Língua Portuguesa na Coreia do Sul”, “Aprender Português” e “Aulas de Português”.

A primeira secção, “Informações pessoais”, como o próprio nome indica, possui perguntas relevantes para podermos caracterizar os participantes. As cinco perguntas de resposta aberta são sobre género, idade, major e minor na licenciatura, e domínio de outra língua estrangeira além da portuguesa.

A segunda secção, “A Língua Portuguesa na Coreia do Sul”, possui apenas três perguntas com diferentes tipos de resposta pretendida: uma de escolha múltipla referente à atual situação da nossa língua na Coreia; uma de verificação sobre a sua importância em setores específicos, como o setor empresarial ou desportivo; uma de resposta longa sobre as dificuldades enfrentadas no processo de aprendizagem.

A terceira e maior secção do questionário, “Aprender Português”, é composta por nove perguntas: uma de resposta aberta, para os estudantes falarem sobre o(s) motivo(s) de terem escolhido aprender português; cinco de avaliação (de 1 a 5), em que os estudantes qualificam o gosto pela aprendizagem da língua portuguesa, a ansiedade que sentem ao falar português, a dificuldade em aprender e falar português e, por último, qualificam também o próprio desempenho no processo de aprendizagem; três perguntas

de escolha múltipla, para que os estudantes possam escolher os pontos mais difíceis na aprendizagem de PLSE, para que possam justificar a autoavaliação do desempenho no processo de aprendizagem, e para que

estudar a língua.

A quarta e última se

relacionadas com as aulas de língua portuguesa oferecidas pela Universidade Hankuk em Seul. Cinco perguntas

língua as aulas são lecionadas, em que língua gostariam que as aulas fossem lecionadas, qual é o foco principal das aulas, qual deveria ser, na opinião dos inquiridos, o foco principal das aulas, e se já sofreram algum tipo de choque cultural durante o processo de aprendizagem de PLSE. As outras três perguntas são de avaliação e os estudantes classificam (de 1 a 5) a importância de ter um professor nativo, a importância da aprendizagem da cultura pa

qualificam também o ensino de PLSE no curso de Estudos Portugueses oferecido pela Universidade Hankuk.

4.1. Perfil dos p

Como mencionado anteriormente, a primeira secção do formulário visava conhecer o perfil dos estudantes que estavam sendo questionados e, por essa razão, as duas primeiras perguntas eram sobre o género e idade dos participantes.

Dos 34 estudantes que responderam ao formulário,

sexo masculino e 23 do sexo feminino, o que correspondia, respetivamente, a e 68% do total. Apesar de a amostra obtida através dos formulários não ser elevada, a observação das aulas também permitiu percebermos que o público aprendente da língua portuguesa na Universidade Hankuk de Seul é maioritariamente feminino.

32%

68%

Género

de escolha múltipla, para que os estudantes possam escolher os pontos mais difíceis na aprendizagem de PLSE, para que possam justificar a autoavaliação do desempenho no processo de aprendizagem, e para que possam indicar os materiais mais

A quarta e última secção, “Aulas de Português”, é composta por oito perguntas relacionadas com as aulas de língua portuguesa oferecidas pela Universidade Hankuk em Seul. Cinco perguntas são de escolha múltipla e nelas os alunos indicaram em que língua as aulas são lecionadas, em que língua gostariam que as aulas fossem lecionadas, qual é o foco principal das aulas, qual deveria ser, na opinião dos inquiridos, o foco se já sofreram algum tipo de choque cultural durante o processo de aprendizagem de PLSE. As outras três perguntas são de avaliação e os estudantes classificam (de 1 a 5) a importância de ter um professor nativo, a importância da aprendizagem da cultura para a compreensão da língua portuguesa e, por fim, qualificam também o ensino de PLSE no curso de Estudos Portugueses oferecido pela

erfil dos participantes

Como mencionado anteriormente, a primeira secção do formulário visava cer o perfil dos estudantes que estavam sendo questionados e, por essa razão, as duas primeiras perguntas eram sobre o género e idade dos participantes.

estudantes que responderam ao formulário, 11 eram do do sexo feminino, o , respetivamente, a 32% do total. Apesar de a amostra obtida através dos formulários não ser elevada, a observação das aulas também permitiu percebermos que o público aprendente da língua portuguesa na de Seul é ritariamente feminino.

Gráfico 1 - Género dos participantes do inquérito “PLSE na Coreia do Sul”.

46 Masculino Feminino de escolha múltipla, para que os estudantes possam escolher os pontos mais difíceis na aprendizagem de PLSE, para que possam justificar a autoavaliação do desempenho no mais utilizados para

ção, “Aulas de Português”, é composta por oito perguntas relacionadas com as aulas de língua portuguesa oferecidas pela Universidade Hankuk são de escolha múltipla e nelas os alunos indicaram em que língua as aulas são lecionadas, em que língua gostariam que as aulas fossem lecionadas, qual é o foco principal das aulas, qual deveria ser, na opinião dos inquiridos, o foco se já sofreram algum tipo de choque cultural durante o processo de aprendizagem de PLSE. As outras três perguntas são de avaliação e os estudantes classificam (de 1 a 5) a importância de ter um professor nativo, a importância da ra a compreensão da língua portuguesa e, por fim, qualificam também o ensino de PLSE no curso de Estudos Portugueses oferecido pela

Como mencionado anteriormente, a primeira secção do formulário visava cer o perfil dos estudantes que estavam sendo questionados e, por essa razão, as

Género dos participantes do inquérito E na Coreia do Sul”.

9% 15%

6%

Relativamente às idades dos participantes, como podemos observar no gráfico 2, houve uma grande variedade de respostas.

de nascimento e não sobre

tradicional que tornaria difícil para nós, não coreanos, calcularmos o ano de nascimento e o que, para os coreanos, é a idade internacional dos participantes

Para que não haja problemas relativamente ao cálculo das idades,

sistema de idade internacional e partir do princípio de que todos os participantes celebraram os seus aniversários até a realização do formulário, em 2019.

As respostas mais dadas foram “1994” anos), com cinco participantes cada uma

respostas inválidas: dois participantes deixaram a resposta participantes responderam

foram consideradas inválidas.

12

Segundo o sistema de idade coreano, um bebé já nasce com um ano e completa dois anos no Ano Novo ou no Ano Novo Lunar, independentemente do mês em que tenha nascido. A data de nascimento é irrelevante e, por isso, uma pessoa pode ser um ou dois anos mais velha na Cor

países.

Gráfico 2 - Ano de nascimento dos participantes do inquérito "PL 3% 3% 14% 3% 9% 14% 9% 9% 15%

2. Ano de Nascimento

Relativamente às idades dos participantes, como podemos observar no gráfico 2, houve uma grande variedade de respostas. A razão por trás da pergunta ser sobre o ano a idade é simples: a Coreia do Sul segue um sistema de idade tradicional que tornaria difícil para nós, não coreanos, calcularmos o ano de nascimento e o que, para os coreanos, é a idade internacional dos participantes12.

Para que não haja problemas relativamente ao cálculo das idades,

sistema de idade internacional e partir do princípio de que todos os participantes celebraram os seus aniversários até a realização do formulário, em 2019.

As respostas mais dadas foram “1994” (25 anos), “1996” (23 anos)

participantes cada uma. Cinco participantes também nos deram respostas inválidas: dois participantes deixaram a resposta em branco e participantes responderam a idade ao invés do ano de nascimento e, por essa razão,

idas.

istema de idade coreano, um bebé já nasce com um ano e completa dois anos no Ano Novo , independentemente do mês em que tenha nascido. A data de nascimento é irrelevante e, por isso, uma pessoa pode ser um ou dois anos mais velha na Coreia do que é nos outros

Ano de nascimento dos participantes do inquérito "PLSE na Coreia do Sul"

47 1987 1990 1994 1993 1995 1996 1997 1998 2000 2001 Resposta inválida

Relativamente às idades dos participantes, como podemos observar no gráfico 2, A razão por trás da pergunta ser sobre o ano Sul segue um sistema de idade tradicional que tornaria difícil para nós, não coreanos, calcularmos o ano de nascimento

Para que não haja problemas relativamente ao cálculo das idades, vamos seguir o sistema de idade internacional e partir do princípio de que todos os participantes celebraram os seus aniversários até a realização do formulário, em 2019.

, “1996” (23 anos) e “2000” (19 Cinco participantes também nos deram em branco e três e, por essa razão,

istema de idade coreano, um bebé já nasce com um ano e completa dois anos no Ano Novo , independentemente do mês em que tenha nascido. A data de nascimento é eia do que é nos outros E na Coreia do Sul".

12% 9% 3% 3% A seguir, tivemos três responderam “1997” (22 anos)

responderam “2001” (18 anos). Os anos de 1987 (32 anos), 1

anos) foram as minorias, sendo que apenas um aluno deu cada uma dessas respostas. Como referido pela professora na entrevista, os alunos de Estudos Portugueses não dedicam-se apenas à aprendizagem da língua portuguesa. Na verdade, o major ou o minor dos alunos pode não estar relacionado com a aprendizagem de uma língua, visto que, na perceção dos jovens, não basta ter um currículo relacionado com letras para vingar no mercado de trabalho sul coreano.

Como podemos observar no gráfico 3, relativamente

alunos, 67% do total) dos inquiridos respondeu Estudos Portugueses. É curioso notar que três (9%) estudantes, responderam estudar Estudos Brasileiros, sendo que não existe nenhum curso ou departamento com

Apesar de poder se tratar de uma pequena confusão da parte dos alunos, este erro também pode ser consequência da visão que os mesmos têm sobre o próprio curso, que é mais voltado para o ensino de cadeiras

Brasil do que com Portugal.

67% 3% 3%

3. Major

Estudos Portugueses Não responderam Estudos Brasileiros

Lei e Economia Internacional Espanhol

Letras

Ciências da Informação três participantes que responderam “1995” (24

anos), três que responderam “1998” (21 anos),

responderam “2001” (18 anos). Os anos de 1987 (32 anos), 1990 (29 anos) e 1993 (26 as minorias, sendo que apenas um aluno deu cada uma dessas respostas.

referido pela professora na entrevista, os alunos de Estudos Portugueses se apenas à aprendizagem da língua portuguesa. Na verdade, o major ou o pode não estar relacionado com a aprendizagem de uma língua, visto que, na perceção dos jovens, não basta ter um currículo relacionado com letras para vingar no mercado de trabalho sul coreano.

Como podemos observar no gráfico 3, relativamente ao major, a maioria dos inquiridos respondeu Estudos Portugueses. É curioso notar estudantes, responderam estudar Estudos Brasileiros, sendo que não existe nenhum curso ou departamento com esse nome na Universidade Hankuk de Seul. Apesar de poder se tratar de uma pequena confusão da parte dos alunos, este erro também pode ser consequência da visão que os mesmos têm sobre o próprio curso, que é mais voltado para o ensino de cadeiras cujo conteúdo está mais relacionad

Portugal.

Gráfico 3 - Major dos participantes no inquérito

"PLSE na Coreia do Sul".

48 Estudos Portugueses

Não responderam Estudos Brasileiros

Lei e Economia Internacional

Ciências da Informação

4 anos), três que que responderam “1998” (21 anos), e dois que 990 (29 anos) e 1993 (26 as minorias, sendo que apenas um aluno deu cada uma dessas respostas.

referido pela professora na entrevista, os alunos de Estudos Portugueses se apenas à aprendizagem da língua portuguesa. Na verdade, o major ou o pode não estar relacionado com a aprendizagem de uma língua, visto que, na perceção dos jovens, não basta ter um currículo relacionado com letras para

ao major, a maioria (23 dos inquiridos respondeu Estudos Portugueses. É curioso notar estudantes, responderam estudar Estudos Brasileiros, sendo que não existe Hankuk de Seul. Apesar de poder se tratar de uma pequena confusão da parte dos alunos, este erro também pode ser consequência da visão que os mesmos têm sobre o próprio curso, que relacionado com o

12% 9% 6% 6% 6% 3% 3%3% 3% 3%

Quatro inquiridos (12%) não responderam e os restantes cursos apresentados foram indicados como a principal área de estudo de um (3%) estudante cada um.

Indo de encontro à questão anteriormente mencionada sobre as d

de combinação de cursos oferecidas pela HUFS, podemos ver no gráfico 4 que os minors escolhidos pelos alunos de Estudos Portugueses são variados e, na sua maioria, não têm qualquer ligação com a aprendizagem de línguas.

Dos 34 participantes, tenho/ Ainda não tenho”, dada por

Gráfico 4 - Minor dos participantes do inquérito "PL

17% 14% 15% 12% 3%

4. Minor

Não responderam

Não tenho/Ainda não tenho Administração de Empresas Economia Desporto e Lazer Português Interpretação e Tradução de Espanhol Interpretação de Tradução de Inglês Direito Comércio Internacional Estudos Internacionais Ensino Literatura Chinesa

Quatro inquiridos (12%) não responderam e os restantes cursos apresentados foram indicados como a principal área de estudo de um (3%) estudante cada um.

Indo de encontro à questão anteriormente mencionada sobre as d

de combinação de cursos oferecidas pela HUFS, podemos ver no gráfico 4 que os pelos alunos de Estudos Portugueses são variados e, na sua maioria, não têm qualquer ligação com a aprendizagem de línguas.

Dos 34 participantes, seis não responderam e, a resposta mais comu tenho/ Ainda não tenho”, dada por cinco inqueridos, correspondendo a

Minor dos participantes do inquérito "PLSE na Coreia do Sul".

49 Não responderam

Não tenho/Ainda não tenho Administração de Empresas Desporto e Lazer Interpretação e Tradução de Interpretação de Tradução de Comércio Internacional Estudos Internacionais Literatura Chinesa

Quatro inquiridos (12%) não responderam e os restantes cursos apresentados foram indicados como a principal área de estudo de um (3%) estudante cada um.

Indo de encontro à questão anteriormente mencionada sobre as diversas opções de combinação de cursos oferecidas pela HUFS, podemos ver no gráfico 4 que os pelos alunos de Estudos Portugueses são variados e, na sua maioria,

resposta mais comum foi “Não inqueridos, correspondendo a 14% do total. A

16% 11%

5. Domínio de outras línguas estrangeiras

seguir, cinco estudantes

“Economia” e “Desporto e Lazer respetivamente.

Os cursos relacionados com as línguas portuguesa, inglesa e espanhola são, cada um, o minor de dois estudantes. O

resposta de apenas um inquirido

A pergunta número cinco foi feita com o único propósito de perceber se os aprendentes de português já tinham alguma predisposição para aprender a língua por terem um contacto anterior com línguas próximas, como o espanhol, o italiano ou o francês.

Era expectável, nesta era da globalização onde o inglês tem uma grande importância nacional e internacional, que muitos alunos dominassem a língua. Entre os 34 participantes, 28 afirmaram

alguns tenham optado por indicar também que não eram fluentes. Relativamente às línguas latinas, sete inquiridos afirmaram dominar o espanhol e

o francês, o que pode, ou não, ter sido uma razão para iniciarem a aprend língua portuguesa. Sobre as línguas asiáticas,

japonesa, um domina a língua chinesa e

Gráfico 5 -

64% 11%

5% 2% 2%

5. Domínio de outras línguas estrangeiras

Inglês Espanhol Japonês Francês Chinês Vietnamita

responderam “Administração de Empresas”, seguido por Desporto e Lazer”, indicados por quatro e três

relacionados com as línguas portuguesa, inglesa e espanhola são, cada um, o minor de dois estudantes. Os restantes cursos apresentados no gráfico 4 foram a resposta de apenas um inquirido.

A pergunta número cinco foi feita com o único propósito de perceber se os aprendentes de português já tinham alguma predisposição para aprender a língua por terem um contacto anterior com línguas próximas, como o espanhol, o italiano ou o

ra expectável, nesta era da globalização onde o inglês tem uma grande importância nacional e internacional, que muitos alunos dominassem a língua. Entre os

afirmaram ter conhecimentos sobre a língua inglesa

ado por indicar também que não eram fluentes. Relativamente às inquiridos afirmaram dominar o espanhol e dois afirmaram

o francês, o que pode, ou não, ter sido uma razão para iniciarem a aprend

e as línguas asiáticas, cinco estudantes dominam a língua domina a língua chinesa e um a língua vietnamita. Podemos dizer que

Domínio de línguas estrangeiras pelos participantes do inquérito "PLSE na Coreia do Sul".

50 Inglês Espanhol Japonês Francês Chinês Vietnamita

responderam “Administração de Empresas”, seguido por quatro e três inquiridos,

relacionados com as línguas portuguesa, inglesa e espanhola são, cada s restantes cursos apresentados no gráfico 4 foram a

A pergunta número cinco foi feita com o único propósito de perceber se os aprendentes de português já tinham alguma predisposição para aprender a língua por terem um contacto anterior com línguas próximas, como o espanhol, o italiano ou o

ra expectável, nesta era da globalização onde o inglês tem uma grande importância nacional e internacional, que muitos alunos dominassem a língua. Entre os a língua inglesa, mesmo que ado por indicar também que não eram fluentes. Relativamente às dois afirmaram dominar o francês, o que pode, ou não, ter sido uma razão para iniciarem a aprendizagem da estudantes dominam a língua Podemos dizer que

24%

6. Como descreveria a situação atual da língua

estes últimos números foram os mais surpreendentes, visto que o japonês e o chinês são línguas oferecidas no currícul

também pela proximidade geográfica e constante contacto entre os países, são línguas cuja aprendizagem é popular na Coreia do Sul e o nível de proficiência é elevado.

4.2. Análise de dados

A segunda parte do formulário, composta por 12 perguntas, visava c opinião dos aprendentes sobre a língua

dificuldades no processo de aprendizagem.

A primeira pergunta da segunda seção, “Como descreveria língua portuguesa na Coreia do Sul?”

estudantes sobre a língua de estudo, o português, no que diz respeito trabalho. Se tivermos em consideração que a relevância internacional de

pode torná-la mais ou menos popular como língua estrangeira, as respostas dadas pelos aprendentes podem também ser reveladora

Gráfico 6 - Opinião dos participantes do inquérito "PL

26%

50% 24%

6. Como descreveria a situação atual da língua

portuguesa na Coreia do Sul?

Importante aprender Pouco importante aprender Irrelevante

estes últimos números foram os mais surpreendentes, visto que o japonês e o chinês são línguas oferecidas no currículo das escolas básicas e, não só por essa razão, como também pela proximidade geográfica e constante contacto entre os países, são línguas cuja aprendizagem é popular na Coreia do Sul e o nível de proficiência é elevado.

Análise de dados

do formulário, composta por 12 perguntas, visava c

opinião dos aprendentes sobre a língua portuguesa, assim como as suas motivações e dificuldades no processo de aprendizagem.

A primeira pergunta da segunda seção, “Como descreveria a situação atual da língua portuguesa na Coreia do Sul?” teve como objetivo entender a perceção dos estudantes sobre a língua de estudo, o português, no que diz respeito

trabalho. Se tivermos em consideração que a relevância internacional de

la mais ou menos popular como língua estrangeira, as respostas dadas pelos aprendentes podem também ser reveladoras das suas motivações.

Opinião dos participantes do inquérito "PLSE na Coreia do Sul" sobre a importância de aprender a língua no país.

51

6. Como descreveria a situação atual da língua

Importante aprender Pouco importante aprender Irrelevante

estes últimos números foram os mais surpreendentes, visto que o japonês e o chinês são o das escolas básicas e, não só por essa razão, como também pela proximidade geográfica e constante contacto entre os países, são línguas cuja aprendizagem é popular na Coreia do Sul e o nível de proficiência é elevado.

do formulário, composta por 12 perguntas, visava conhecer a , assim como as suas motivações e

a situação atual da teve como objetivo entender a perceção dos estudantes sobre a língua de estudo, o português, no que diz respeito ao mercado de trabalho. Se tivermos em consideração que a relevância internacional de uma língua la mais ou menos popular como língua estrangeira, as respostas dadas pelos

17%

7. Em qual dos seguintes setores considera o

português importante na Coreia do Sul?

Os participantes tinham três opções de resposta: “importante aprender”, “pouco importante aprender” e “irrelevante”, sendo que podiam escolher apenas uma. A resposta mais escolhida, indicada por

aprender”, seguida por “importante aprender”, que foi a opção escolhida alunos. Por fim, a opção “irrelevante” foi escolhida por

Estas respostas vão de encontro a

de que a língua portuguesa não é uma das mais populares a nível académico ou no mercado de trabalho o que, consequen

relação direta com Estudos Portugueses.

Não obstante os resultados obtidos na pergunta anterior, que

apontaram a aprendizagem da língua portuguesa como “pouco importante”, no g