A pesquisa bibliográfica revelou que a utilização de indicadores por populações de UCIs
nacionais poderá produzir um efeito vantajoso a nível de benchmarking e uniformização da
avaliação e gestão da qualidade dos cuidados prestados ao doente crítico nas suas diferentes
áreas assistenciais, como preconiza o PNS 2011-2016 (Campos et al., 2010).
Como visão futura, perspetiva-se a seleção de indicadores de qualidade por um grupo de
peritos a nível nacional, através de uma metodologia Delphi com Q-Sort, objetivando-se a
obtenção de consenso que permitirá uma avaliação e gestão da qualidade de UCIs portuguesas,
de acordo com as normas vigentes e preconizadas pelo atual PNS (Campos et al., 2010).
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Anexo A
Pedido de autorização e deferimento do Conselho de Administração do CHTMAD,
EPE, para a realização do estudo
Exmo. Sr. Presidente do Conselho de Administração do
Centro Hospitalar Trás-os-Montes e Alto Douro, EPE
Assunto: Pedido de autorização para recolha de dados, associados ao estudo de investigação
“Indicadores de Qualidade nas Unidades de Cuidados Intensivos para Adultos”, no âmbito do
Curso de Mestrado em Gestão dos Serviços de Saúde da Universidade de Trás-os-Montes e Alto
Douro (UTAD) 2012/2013.
Ana Filipa Gomes Pimenta de Matos, Enfermeira Graduada a exercer funções no Serviço de Cuidados
Intensivos e Cuidados Intermédios, do Centro Hospitalar Trás-os-Montes e Alto Douro, EPE, a
frequentar o Curso de Mestrado em Gestão dos Serviços de Saúde da UTAD, vem por este meio
solicitar a Vossa Ex.ª a autorização para a realização da colheita de dados no âmbito do estudo de
investigação com o tema “Indicadores de qualidade nas Unidades de Cuidados Intensivos para Adultos
portuguesas”, sob orientação do Professor Doutor Carlos Peixeira Marques.
Disseminada a partir da indústria desde meados do século XX e tendo tido como referência as
experiências desenvolvidas nesta área, o interesse crescente pela qualidade é um fenómeno
relativamente recente nos sistemas de saúde (Deming 1986; Juran, 1989) e deve ser analisada numa
perspetiva de rede (Ovretveil, 1992; Eiriz & Figueiredo, 2004). Surge como uma exigência de todos
(Pisco, 2007) e tem-se tornado uma preocupação crescente.
Barros (1999) refere que: “Diversos fatores estão na origem dessa preocupação: a problemática da
contenção de custos (ou pelo menos do seu crescimento), maior atenção da população aos aspectos de
qualidade, sendo esta cada vez mais um factor de escolha; e a alteração dos mecanismos de
financiamento, na sua componente de pagamento aos prestadores, com a introdução de risco
financeiro para os prestadores tem gerado receios de que estes reajam com uma diminuição da
qualidade.
Campos e Carneiro (2010) referem como fatores que podem condicionar a qualidade em saúde:
a)
evolução social, política, ambiental, científica e tecnológica extraordinária;
b)
incerteza e imprevisibilidade de ocorrências como epidemias e catástrofes, alterações
climáticas e terrorismo;
c)
características do sistema de saúde;
d)
determinantes da procura de cuidados (envelhecimento, doença crónica, mais informação,
expectativa e exigência) e da capacidade de resposta (recursos humanos, especialização
crescente, trabalho multidisciplinar e intersectorial);
Segundo o atual PNS 2011-2016, a qualidade em saúde depende também da intervenção dirigida às
estruturas de prestação de cuidados (recursos humanos e materiais, instalações e organização), dos
processos decorrentes da própria prestação de cuidados (qualidade técnica, adequação/validade da
informação
produzida,
integração
e
continuidade
de
cuidados)
e
dos
resultados
(reabilitação/recuperação do doente, controlo da doença crónica, capacitação, educação, literacia em
saúde, mudança de comportamentos e satisfação com os cuidados.
A existência de uma prática institucional normalizada é reconhecidamente um meio de garantir a
qualidade na prática assistencial na saúde, promovendo a adequação de procedimentos ao ritmo da
evolução do conhecimento científico e da inovação tecnológica, coordenado por sistemas de
monitorização de qualidade. Formalizar estes sistemas implica a compreensão de: políticas,
responsabilidades, canais de comunicação, ações a desenvolver. Envolve trabalho pluridisciplinar de
um grupo ou serviço; empenhamento da gestão de topo; técnicas específicas de controlo de qualidade
e formação no processo de mudança. É uma procura incessante de melhores soluções em resposta às
necessidades e expectativas dos utentes numa filosofia global, assente em estruturas organizacionais
capazes de garantir que as atividades decorram de forma controlada. É a base da gestão de qualidade
total, pois estabelece a disciplina necessária ao sistema de valores (SEMICYUC , 2011).
Assim, é fundamental e de extrema importância o desenvolvimento de planos de gestão da qualidade
adequados e adaptados aos diferentes serviços e especialidades na área da saúde.
Todos os serviços, nomeadamente as unidades de cuidados intensivos, dado o seu cariz intrínseco de
especificidade, aspiram a uma melhor qualidade dos seus serviços com o menor risco possível para o
utente.
Por este pressuposto é imperativo que as unidades de cuidados intensivos desenvolvam uma cultura da
qualidade, desenvolvendo um sistema de gestão da qualidade total, envolvendo toda a organização.
No presente contexto, foi elaborado o atual trabalho de investigação que objetiva a contribuição para
um modelo de gestão da qualidade e de um instrumento aplicável e reflexivo de um processo de
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