• Aucun résultat trouvé

Finalizado o processo interventivo e investigativo, importa, agora, olhar criticamente para todo o caminho percorrido, destacando os constrangimentos, as aprendizagens adquiridas, bem como as conclusões do estudo realizado.

Os princípios orientadores desta prática pedagógica passavam por proporcionar, aos alunos, condições que lhes permitissem efetuar aprendizagens significativas, pelo que a adoção de atividades de CEL pela descoberta e de ensino exploratório da matemática iam ao encontro deste princípio e tinham como propósito experimentar e compreender o impacto destas metodologias, quer nas aprendizagens dos alunos, quer nas aprendizagens da futura professora.

Embora nem sempre tenha sido possível implementar estas tipologias de atividades, devido a alguns constrangimentos, como o facto de ser necessário realizar todas as tarefas dos manuais, procurou adaptar-se as propostas, tentando responder adequadamente a esta situação, sem influenciar as aprendizagens dos alunos. Optou- se, então, em Português, por propor atividades de CEL pela descoberta na introdução de novos conteúdos e recorrer às tarefas do manual apenas para consolidação. Por sua vez, em Matemática, utilizaram-se tarefas do manual que foram realizadas em aulas com a estrutura de sessões de ensino exploratório.

Assim, e de uma forma geral, os alunos não foram prejudicados, uma vez que a avaliação global dos objetivos gerais do PI é francamente positiva, tal como a dos objetivos específicos de cada área disciplinar. Para a professora estagiária, os constrangimentos são importantes, pois obrigam a refletir sobre a sua intervenção, a repensar o seu modo de ação posterior e, por conseguinte, a efetuar escolhas, sempre tendo em conta o que poderá ser mais benéfico para a aprendizagem das crianças.

É, ainda, relevante estabelecer, neste ponto, um paralelismo entre as atividades pela descoberta e as atividades de ensino exploratório. Apesar de constituírem metodologias de diferentes áreas disciplinares, possuem diversos aspetos em comum. Em primeiro lugar, ambas contemplam o papel ativo dos alunos no processo de ensino e aprendizagem e têm como ponto de partida o conhecimento intuitivo que os alunos já possuem, proporcionando-lhes condições para construírem aprendizagens significativas e desenvolverem competências. Em segundo lugar, ambas possibilitam aos alunos desenvolver não só competências específicas de áreas disciplinares, mas, competências sociais, como a entreajuda e o respeito mútuo, na medida em que se baseiam em propostas didáticas realizadas a pares e/ou em pequenos grupos. Por último, embora não se esgotem aqui as semelhanças que se podem estabelecer, estas duas metodologias assentam em perspetivas relacionadas com a importância de momentos de partilha e de discussão de ideias entre os alunos na sua construção de conhecimento.

Face às lacunas de muitos alunos do 1.º CEB na competência de CEL, tornou- se pertinente investigar os benefícios das atividades pela descoberta e o impacto da promoção da reflexão sobre a língua no sucesso escolar dos alunos. As questões que orientaram este estudo, e às quais se pretende, agora, responder foram: As atividades pela descoberta, que apelam à reflexão gramatical, fazem emergir conhecimentos gramaticais sem que estes tenham sido explicitados?; A discussão e a partilha de ideias sobre aspetos gramaticais contribuem para a explicitação progressiva de conteúdos de CEL?

Olhando para os resultados, é pertinente referir que os alunos recorreram maioritariamente a critérios relacionados com o conhecimento ortográfico para categorizar as palavras, sendo este o domínio em que apresentam mais facilidade em identificar critérios diversos: número de letras, letras em comum, acabar na mesma letra, entre outros. Esta questão pode associar-se ao facto de a aprendizagem da leitura e da escrita destes alunos ter sido baseada no método analítico-sintético, verificando-se que os alunos recorrem maioritariamente a critérios deste método para estabelecer categorias, como é o caso da referência aos chamados “casos de leitura”. Não obstante, quando alguns destes critérios foram excluídos das possibilidades que tinham, os alunos mostraram-se capazes, competentes e criativos na procura de novos critérios, efetuando uma nova reflexão sobre as palavras que aumentou a adoção de critérios ligados às consciências fonológica, semântica e sintática.

Em relação à primeira questão subjacente à investigação, parece ser possível afirmar que as atividades pela descoberta, em que os alunos têm a oportunidade de refletir sobre a língua e sobre as suas regularidades, podem fazer emergir conhecimentos gramaticais que não foram explicitados em sala de aula. Neste caso, os alunos, na última atividade da “Salada de palavras”, descobriram a definição semântica/conceptual das classes de palavras adjetivo (“descrevem os animais/as pessoas”; “dizem como as pessoas são”) e verbo (“são coisas que as pessoas fazem”), sem que nenhuma destas classes de palavras tivesse sido explicitada nas aulas. Simultaneamente, quatro alunos identificaram a classe de palavras nome, ao agrupar as palavras “girafa” e “galinha” com o critério “são nomes de animais”, sem que, mais uma vez, esta categorização tivesse sido feita formalmente em contexto escolar. Assim sendo, neste contexto educativo, esta atividade pela descoberta criou condições para que os alunos observassem, manipulassem e refletissem acerca de dados linguísticos e, consequentemente, descobrissem regularidades que lhes

possibilitaram a construção de conhecimento gramatical. Ou seja, comprovou-se que os alunos possuem realmente conhecimentos implícitos sobre a língua e que o papel da escola e, designadamente do professor, é construir situações de aprendizagem que apoiem as crianças a explicitar, gradualmente, esses conhecimentos.

Quanto à segunda questão, parece pertinente concluir que a partilha de ideias (em pequeno grupo) e a discussão (em grande grupo) contribuíram para explicitar conteúdos de CEL, na medida em que constituíam momentos em que podiam aprender uns com os outros, o que se torna sempre mais interessante para as crianças. Em pequeno grupo, os alunos partilharam ideias e experienciaram momentos da vida democrática e cooperativa, ao passo que, em grande grupo, todos puderam aprender aspetos com os restantes grupos da turma, além do que já tinham aprendido com os colegas do seu grupo.

É, ainda, pertinente mencionar a elaboração de listas de palavras, em pequenos grupos, como a dos ataques complexos, ou grupos consonânticos, na qual os alunos tinham ao seu dispor um conjunto de palavras e deveriam selecionar aquelas que incluíam a combinação de sons que lhes tinha sido atribuída. Estas atividades, apesar de não possuírem a estrutura das atividades pela descoberta, proporcionaram aos alunos um momento em que recolhem dados e os sistematizam. Além de serem atividades que despertam interesse nos alunos, ao serem expostas na sala de aula, constituem um material de consulta para apoiar atividades de escrita.

Conclui-se que, neste contexto, as atividades pela descoberta foram uma excelente aposta para o desenvolvimento da consciência linguística e contribuíram para a melhoria das competências dos alunos, nos domínios do CEL, da leitura e da escrita. Entende-se, assim, que esta tipologia de atividades, tal como as de ensino exploratório da matemática, favorecem a aprendizagem, dando aos alunos as ferramentas para, a partir dos seus conhecimentos prévios e intuitivos, construírem aprendizagens sólidas, significativas e ativas.

Para terminar, é de salientar que a implementação de metodologia de projeto constituiu um desafio. Aos alunos, proporcionou momentos verdadeiramente cooperativos e deu-lhes a possibilidade de adquirirem inúmeras aprendizagens. À professora permitiu evoluir, ao construir diversos materiais para criar situações nas quais os alunos construíssem o seu conhecimento, e possibilitou o desenvolvimento de competências de gestão da sala e do grupo-turma, bem como a criação de um sistema democrático baseado na comunicação e respeito mútuo.

REFERÊNCIAS

Alarcão, M. L. (1995). Motivar para a leitura – Estratégias de abordagem do texto Narrativo. Alfragide: Texto Editores.

Amor, E. (2009). Revalorizar o ensino e a aprendizagem da Língua Portuguesa. In A Língua Portuguesa: presente e futuro (pp. 93-105). Lisboa: Fundação Calouste Gulbenkian.

Anghileri, J. (2006). Scaffolding practices that enhance mathematics learning. Journal of Mathematics Teacher Education, 9, 33-52.

Barroso, J. (1998). Projectos: De uma cultura de subordinação a uma cultura de autonomia. In Cadernos de Educação para Todos (pp. 23-29). Ministério da Educação.

Bastos, G. (1999). Literatura infantil e juvenil. Lisboa: Universidade Aberta. Bishop, A. & Goffree, F. (1986). Classroom organization and dynamics. In B.

Christiansen, A. G. Howson & M. Otte (Eds.), Perspectives on mathematics education (pp. 309-365). Dordrecht: D. Reidel.

Bivar, A., Grosso, C., Oliveira, F. & Timóteo, M. C. (2012). Metas Curriculares de Matemática – Ensino Básico. Ministério da Educação e Ciência.

Branco, N. & Ponte, J. P. (2014, janeiro, 24). Um estudo de integração de recursos multimédia na formação inicial de professores do 2.º ciclo do ensino básico. Comunicação apresentada no Seminário Práticas profissionais: Desafios para a Formação de Professores de Matemática, Lisboa.

Canavarro, A. P. (2011, novembro/dezembro). Ensino exploratório da Matemática: Práticas e desafios. Educação e Matemática, 115, 11-17.

Canavarro, A. P., & Santos, L. (2012). Explorar tarefas matemáticas. In A. P.

Canavarro, L. Santos, A. Boavida, H. Oliveira, L. Menezes & S. Carreira (Eds.), Investigação em Educação Matemática - Práticas de ensino da Matemática (pp. 99-104). Sociedade Portuguesa de Investigação em Educação

Matemática.

Canavarro, A. P., Oliveira, H., & Menezes, L. (2012). Práticas de ensino exploratório da matemática: o caso de Célia. In Canavarro, P., Santos, L., Boavida, A., Oliveira, H., Menezes, L., & Carreira, S. (Orgs.), Actas do Encontro de

Investigação em Educação Matemática 2012: Práticas de Ensino da

Matemática (pp. 255-266). Portalegre: Sociedade Portuguesa de Investigação em Educação Matemática.

Cardoso, A. (2008). Desenvolver competências de análise linguística. In O. C. Sousa, & A. Cardoso (Eds.), Desenvolver competências em Língua Portuguesa. Lisboa: Centro Interdisciplinar de Estudos Educacionais da Escola Superior de Educação de Lisboa.

Costa, J. (2009, outono). A gramática na sala de aula: o fim das humanidades?. Palavras, 36, 32-46.

Costa, J., Cabral, A., Santiago, A., & Viegas, F. (2011). Conhecimento explícito da língua – guião de implementação do Programa de Português do Ensino Básico. Lisboa: Ministério da Educação e Direção-geral de Inovação e de

Desenvolvimento Curricular.

Currículo nacional do ensino básico: Competências essenciais. (2001).Lisboa: Ministério da Educação, Departamento de Educação Básica.

Duarte, I. (2000). Língua Portuguesa: Instrumentos de análise. Lisboa: Universidade Aberta.

Duarte, I. (2008). O Conhecimento da Língua: Desenvolver a consciência linguística. Lisboa: ME/DGIDC.

Duarte, I. (2010). Sobre o conceito de consciência linguística. In Freitas, M. J.; Gonçalves, A. & Duarte, I. (coord.), Avaliação da consciência linguística: aspectos fonológicos e sintácticos do português (pp. 11-16). Lisboa: Edições Colibri.

Duarte, I. (2011). O Conhecimento da Língua: Desenvolver a Consciência Lexical. Lisboa: ME/DGIDC.

Fontanel-Brassart, S. & Rouquet, A. (1977). A Educação Artística na acção educativa. Coimbra: Livraria Almedina.

Freitas, M. J.; Alves, D. & Costa, T. (2007). O Conhecimento da Língua: Desenvolver a Consciência Fonológica. Lisboa: ME/DGIDC.

Gonçalves. F.; Guerreiro, P. &, Freitas, M. J. (2011). O Conhecimento da Língua: Percursos de desenvolvimento. Lisboa: ME/DGIDC.

Grave-Resendes, L. & Soares, J. (2002). Diferenciação Pedagógica. Lisboa: Universidade Aberta.

Katz, L., & Chard, S. (2009). Abordagem de projeto na Educação de Infância. Lisboa : Fundação Calouste Gulbenkian.

Katz, L., Bairrão Ruivo, J., Lopes da Silva, M. I. R. & Vasconcelos, T. (1998).

Qualidade e projecto na Educação Pré-Escolar. Lisboa: Ministério da Educação – Departamento da Educação Básica.

Lopes, J., & Silva, H. S. (2009). A aprendizagem cooperativa na sala de aula – Um guia prático para o professor. LIDEL.

Lourenço, O. (2007). Psicologia de desenvolvimento cognitivo: Teoria, dados e implicações. Coimbra: Edições Almedina.

Morgado, J. (2004). Qualidade na educação – Um desafio para os professores. Barcarena: Editorial Presença.

National Council of Teachers of Mathematics. (2008). Princípios e normas para a matemática escolar. Lisboa: Associação de Professores de Matemática. Niza, S. (2012) . Escritos sobre educação.Lisboa: Tinta da China.

Oliveira, H., Menezes, L. & Canavarro, A. P. (2013). Conceptualizando o ensino exploratório da Matemática: Contributos da prática de uma professora do 3.º ciclo para a elaboração de um quadro de referência. Quadrante, XXII(2), 29-53. Oliveira, S. (2012). Diversidade e Consciência Intralinguística no 1.º CEB. (Dissertação

de Mestrado, Universidade de Aveiro, Aveiro). Consultada em http://ria.ua.pt/handle/10773/10402

Organização Curricular e Programas: Ensino Básico – 1.º Ciclo. (2004). Mem Martins: Departamento da Educação Básica – Ministério da Educação.

Pereira, S. (2010). Explicitação gramatical no 1.º Ciclo. In O. C. Sousa, & A. Cardoso (Eds.), Desenvolver Competências em Língua Portuguesa: percursos

didácticos (pp. 145-174). Lisboa: Edições Colibri e Centro Interdisciplinar de Estudos Educacionais da Escola Superior de Educação de Lisboa.

Perrenoud, P. (1997, novembro). Conceber e desenvolver dispositivos de diferenciação à volta das competências. L’Éducateur Magazine.

Ponte, J. P. (2005). Gestão curricular em Matemática. In Grupo de Trabalho sobre Investigação (Ed.), O professor e o desenvolvimento curricular (pp. 11-34). Lisboa: Associação de Professores de Matemática.

Ponte, J. P. (2010, março). Explorar e Investigar em Matemática: Uma actividade fundamental no ensino e na aprendizagem. Unión – Revista Iberoamericana de Educación Matemática, 21, 13-30.

Ponte, J. P. & Serrazina, M. L. (2000). Didáctica da Matemática do 1.º Ciclo. Lisboa: Universidade Aberta.

Reis, C. & Adragão, J. V. (1992). Didáctica do Português. Lisboa: Universidade Aberta. Reis, C., Dias, A. P., Cabral, A. T. C., Silva, E., Viegas, F., Bastos, G., … Pinto, M. O.

(2009). Programas de Português do Ensino Básico. Lisboa: DGIDC - Ministério da Educação.

Santana, I. (2003). A construção social da aprendizagem na escrita. Escola Moderna, 19, 6-17.

Santos, A. R.; Cardoso, A. & Pereira, S. (2014). Às voltas com as palavras: desenvolvimento da consciência linguística no 1.º ano de escolaridade. Manuscrito não publicado.

Santos, L. (2000). Auto-avaliação regulada – porquê, o quê e como?. In Avaliação das aprendizagens – Das concepções às práticas. Ministério da Educação.

Silva, F. V. (2005). Gestão da sala de aula: Prevenção da indisciplina na escola. In I. Sim-Sim (Coord.), Necessidades Êducativas Especiais: Dificuldades da criança ou da escola? (pp. 91-105). Lisboa: Texto Editores.

Silvestre, A. I. & Ponte, J. P. (2012). Proporcionalidade directa no 6.º ano de escolaridade: Uma abordagem exploratória. Interacções, 20, 70-97.

Sim-Sim, I. (1998). O Desenvolvimento da Linguagem. Lisboa: Universidade Aberta. Sim-Sim, I.; Ramos, C. & Santos, M. M. (2006). O desenvolvimento da consciência

fonológica e a aprendizagem da decifração. In Sim-Sim, I. (coord.), Ler e Ensinar a Ler (pp. 63-77). Porto: Edições ASA.

Sim-Sim, I. & Rodrigues, P. (2006). O ensino da gramática visto por professores e alunos. In Sim-Sim, I. (coord.), Ler e Ensinar a Ler (pp. 125-138). Porto: Edições ASA.

Sim-Sim, I. & Santos, M. M. (2006). O ensino inicial da leitura. In Sim-Sim, I. (coord.), Ler e Ensinar a Ler (pp. 139-170). Porto: Edições ASA.

Sousa, A. B. (2005). Investigação em educação. Lisboa: Livros Horizonte.

Sousa, M. J. & Baptista, C. S. (2011). Como fazer investigação, dissertações, teses e relatórios – segundo Bolonha. Lisboa: Pactor.

Sousa, O. & Cardoso, A. (2005, primavera). Da língua em funcionamento ao funcionamento da língua. Palavras, 27, 61-69.

Stein, M. K. & Smith, M. S. (1998). Mathematical tasks as a framework for reflection: From research to practice. Mathematics Teaching in the Middle School, 3(4), 268-275.

Stein, M. K., Engle, R. A., Smith, M. S. & Hughes, E. K. (2008). Orchestrating productive mathematical discussions: Helping teachers learn to better

incorporate student thinking. Mathematical Thinking and Learning, 10(4), 313- 340.

Tisset, C. (2005). Enseigner la langue française à l’École. Paris: Hachette Education. Tonucci, F. (1986). Contributo para a definição de um modelo educativo: da escola

transmissiva à escola construtiva. Análise Psicológica, 1(V), 169-178. Vasconcelos, T. (coord) (2011). Trabalho por projectos na Educação de Infância:

Mapear aprendizagens, integrar metodologias. Lisboa: Ministério de Educação e Ciência – Direcção-Geral de Inovação e de Desenvolvimento Curricular. Vieira, H. (2000). A comunicação na sala de aula. Lisboa: Editorial Presença.

Anexo A. Caracterização socioeducativa dos alunos

Tabela A1

Grelha de caracterização socioeducativa dos alunos

Nome Sexo Data de nascimento Pai Mãe Constituição do agregado familiar Ação Social Escolar Frequência de Educação Pré-Escolar Observações Profissão Habilitações académicas Profissão Habilitações académicas Lr F 19-01-2007 Outros agentes de nível intermédio da administração pública, para aplicação da lei e similares Pós- graduação Porteira de

edifícios Licenciatura Pai e mãe Não

EEP 3 anos D M 05-06-2007 Sargento do exército Licenciatura Auxiliar de cuidados de crianças

Secundário Pai, mãe e

irmão Não CSPC 5 anos Lo M 03-04-2007 Diretor e gerente de restauração Secundário Diretor e gerente de restauração

Secundário Pai e mãe Não

JIHN 3 anos

Pai ucraniano

Lu M 27-10-2007 Reformado Básico Desempregada Secundário Pai, mãe e

irmão Não

EBSV 2 anos

H M 24-08-2007 Contabilista, auditor, revisor oficial de contas e similares Licenciatura Técnico de nível intermédio de apoio social

Licenciatura Pai e mãe Não

EEP 3 anos Ga M 31-10-2007 Segurança (vigilante privado), porteiros e similares Secundário Especialista de redes informáticas

Secundário Pai e mãe Não

EBSV 2 anos Habita no Seixal Am F 22-11-2007 Outros trabalhadores relacionados com vendas

Básico Desempregado Licenciatura Pai e mãe Sim

I F 25-02-2007 Outros agentes de

negócios Secundário

Agentes de crédito e empréstimos

Licenciatura Mãe Não

CSPC 5 anos P M 19-12-2007 Contabilista, auditor, revisor oficial de contas e similares Licenciatura Advogados e

solicitadores Licenciatura Pai e mãe Não

EEP 3 anos

MF F 03-10-2007 Caixa bancário e

similar Licenciatura

Caixa bancário

e similar Licenciatura Pai e mãe Não

C F 20-11-2007 monitores de Instrutores e atividade física e

Secundário Licenciatura Pai e mãe Sim

EBSV 2 anos

recreação

M F 19-08-2007

Outro pessoal dos serviços de proteção e segurança Secundário Outros agentes de nível intermédio da administração pública, para aplicação da lei e similares

Secundário Pai, mãe e

irmão Sim

CSPC 5 anos

R F 10-03-2007 Economista Pós-

graduação Mãe e avô CSCP

EE – Avô (Reformado, 4.º ano)

An M 10-02-2007 Jornalista Secundário Mãe Não

CISCMAlenq uer 3 anos Pai ausente, gravemente doente MA F 27-10-2007 Diretor geral e gestor executivo, de empresas Pós- graduação Professor do ensino básico (1.º ciclo)

Licenciatura Pai, mãe e

duas irmãs Não

JIPM 4 anos B F 02-05-2007 Esteticistas e trabalhadores similares

Secundário Mãe Não

EP 2 anos Mãe brasileira X M 27-08-2007 Técnico de segurança de sistemas eletrónicos Secundário Técnico de segurança de sistemas eletrónicos

Secundário Mãe e irmão Não

EBLC 1 ano

Habita em Mem- Martins

aeronáuticos aeronáuticos RC M 25-10-2007 Técnico operador das tecnologias de informação e comunicação

Licenciatura Jornalista Licenciatura Pai, mãe e

irmã Não JIT 1 ano EE – Avô (Reformado, licenciatura) Toma hormonas de crescimento MtA M 03-04-2007 Técnicos de emissões de rádio e televisão e de gravação audiovisual e de sistemas de comunicações via rádio Secundário Empregado das agências de viagens

Secundário Pai e mãe Sim

CSCP 5 anos RS M 25-11-2007 Consultor financeiro e de investimentos Licenciatura Agentes de crédito e empréstimos

Licenciatura Pai, mãe e

irmão Não EBSV 1 ano Problema auditivo, aguarda operação MM M 13-09-2007 Motoristas de automóveis ligeiros, de carrinhas e condutores de motociclos Básico Supervisor de pessoal administrativo

Secundário Pai, mãe e

irmão Não

EBSV 2 anos

Ma F 08-11-2007 Diretor financeiro Licenciatura Auxiliar de cuidados de

Licenciatura Pai, mãe e

irmãos Não

Apraxia oculomotora (malformação do

crianças desequilíbrio do crânio (não condiciona as aprendizagens) Go M Frequentou um Jardim de Infância João de Deus

Nota. Dados recolhidos pelo grupo de estágio nos processos individuais dos alunos e junto da orientadora cooperante.

Legenda:

Anexo B. Planta da sala de aula

Anexo C. Fotografias da sala de aula

Figura C1. Observação da sala de aula a partir da porta de entrada, 28 de março de 2014.

Figura C2. Observação do canto da sala de aula junto à porta de entrada, 28 de março de

Figura C3. Observação da sala de aula a partir do quadro (visualização da porta da sala de

apoio), 28 de março de 2014.

Figura C4. Observação da sala de aula a partir do quadro (visualização da porta de entrada),

Anexo D. Horário da turma

Tabela D1

Horário da turma

2ª feira 3ª feira 4ª feira 5ª feira 6ª feira

COMPONENTE LETIVA

9:00 – 10:30 Português Matemática Português Matemática Português

10:30 – 11:00 INTERVALO DA MANHÃ

11:00 – 12:30 Matemática Português Matemática Português Matemática

12:30 – 14:00 ALMOÇO 14:00 – 14:30 Estudo do Meio Português Estudo do Meio Estudo do Meio Estudo do Meio 14:30 – 15:00 AE AE 15:00 – 15:30 Expressão Artística Expressão Artística Matemática O.Comp. (Cidadania) Expressão Motora 15:30 – 16:00 AE ATIVIDADES DE ENRIQUECIMENTO CURRICULAR 16:00 – 16:30 INTERVALO DA TARDE 16:30 – 17:00

Desporto Inglês Artes Música

EMRC Inglês 17:00 – 17:30

Anexo E. Ficha de compreensão oral

Assinala com

a resposta correta.

1. De que fala a história que ouviste?

Um urso fez anos e convidou os animais da floresta para a sua festa.

Nasceu um urso e os pais foram passear com ele pela floresta.

Nasceu um urso e os pais convidaram os animais da floresta para a festa.

2.

Como se chama a floresta da história?

Floresta verde

Floresta dourada

Floresta prateada

3.

Nasceu um filhote de quem?

Dos ursos amarelos

Das raposas castanhas

Dos ursos castanhos

4.

O que é que os esquilos vão oferecer?

Nozes

Cesto com cenouras

Bola

Atividade de compreensão oral (indicações para o professor)

1.

Ler o título e questionar os alunos acerca do que poderá ser a história (Antecipar).

2.

Ler a história.

Há festa na floresta

A floresta dourada está em festa. Tem um novo habitante. O filhote dos ursos castanhos nasceu. É um ursinho muito bonito. Tem o pelo castanho e fofinho.

Os pais estão muito felizes e convidaram todos os amigos para uma festa, junto ao rio.

Não se fala de outra coisa e todos os animais preparam presentes para oferecer ao ursinho.

O coelho e as galinhas enchem um lindo cestinho com cenouras. Os esquilos escolhem as mais belas nozes para levar. A dona raposa ainda não decidiu o que vai oferecer. O velho lobo vai levar uma bola grande e colorida.

Os pássaros enfeitaram as árvores ao pé do rio; está tudo muito bonito. Vai ser uma grande festa e tu também estás convidado. Não faltes.

3.

Ler os enunciados da ficha de compreensão oral e pedir aos alunos que a realizem. (Prestar atenção ao que ouve de modo a tornar possível: responder a questões