Chapitre V. Evaluation biologique Etude in vivo
B.2. Caractérisation du devenir des biomatériaux
Passando à análise das respostas obtidas em todo o inquérito, atesta-se que os inquiridos trouxeram contributos de assaz importância para a compreensão da temática estudada no presente trabalho de investigação, ou seja, de que forma a animação é encarada pelos promotores das unidades de alojamento em espaço rural como potencial fator de desenvolvimento e atração turística e cultural na sub-região do Douro Sul. Refira- se que foi importante o contacto telefónico feito posteriormente ao envio do questionário, para uma melhor compreensão dos dados.
Refletindo sobre o primeiro bloco de questões que procurava caraterizar os elementos da amostra, constata-se que a maior parte dos inquiridos (41%), entrou em funcionamento entre 2005-2010, pelo que se percebe que os mesmos reúnem condições e experiência para poderem, com alguma facilidade, refletirem e contribuírem para um melhor entendimento do tema.
Da área geográfica em estudo, é o concelho de Lamego que apresenta maior número de representatividade na amostra, seguido de Armamar e Moimenta da Beira. Este dado é plausível de ser entendido em termos proporcionais, atendendo que é nestes concelhos que se concentra a maior parte das unidades de alojamento do Douro Sul. Também a tipologia “Casa de Campo” é a que está representada em maior número na amostra, tal como é tipologia de alojamento mais representada na sub-região estudada. A maioria dos promotores das unidades de alojamento são provenientes da região, tendo a maioria dos mesmos herdado imóveis devolutos a que quiseram dar alguma utilidade e rentabilidade, convertendo-os em unidades de alojamento turístico.
Pela interpretação dos dados aferidos no segundo bloco de questões, sobre a caraterização dos equipamentos e eventos de animação turística promovidos pela unidade de alojamento salienta-se que, para além dos equipamentos frequentes em todas as unidades de alojamento (piscina e salão de jogos) no universo de equipamentos existentes,
há resultados expressivos no que concerne ao aluguer de espaços para a realização de eventos, isto porque alguns dos inquiridos para fazer face às despesas inerentes ao funcionamento do empreendimento turístico e às baixas taxas de ocupação que acontecem pontualmente ao longo do ano, tiveram de recorrer à adaptação dos seus espaços para a realização de eventos de cariz social.
Do universo em estudo apenas vinte e oito dos elementos, que representam a maioria, promovem atividades de animação nos seus empreendimentos turísticos, o que revela que nem todas as unidades de alojamento encaram a animação como uma aposta efetiva para atingir novas taxas de ocupação e consumo. Relativamente à tipologia de programas de animação que são realizados ou proporcionados pelos empreendimentos turísticos, destacam-se os de cariz gastronómico, com 46%. Estes programas caraterizam- se, essencialmente, por iniciativas relacionadas com provas de vinho e provas de produtos típicos regionais, exclusivamente a cargo dos inquiridos, não se verificando o recurso a parcerias locais nem a contratação de terceiros para a realização das atividades.
De entre os vinte e oito respondentes, apenas quinze se têm esforçado por variar a oferta de animação no sentido de se ir adaptando às novas exigências dos turistas e na expectativa de fidelizar os clientes que têm recorrido ao empreendimento turístico pela oferta que aí encontram. Refira-se que, no entanto, a maioria das unidades de alojamento promovem iniciativas no período de julho a setembro, época do ano que por si já atrai um maior número de turistas, havendo um aumento significativo das taxas de ocupação, como demonstram as estatísticas apresentadas pelo Turismo de Portugal (2016: s/p), referentes a 2015. Este dado revela que há pouca coerência na escolha do período onde incidir maior número de iniciativas, pois as mesmas devem servir de complemento à oferta existente. E se a sazonalidade é uma das dificuldades que o sector turístico enfrenta na sub-região do Douro Sul, deverá optar-se por se promoverem mais iniciativas na considerada época baixa.
Relativamente aos equipamentos de apoio à animação e os eventos que decorrem a nível local, explanados na terceira parte do questionário, os inquiridos deram a conhecer que em termos de equipamentos de animação, existentes a nível local, se destacam pequenas unidades de restauração e parques desportivos, sendo estes últimos infraestruturas camarárias que somente dispõem de um campo vedado por rede, sem qualquer tipo de equipamento para a prática desportiva, não sendo reconhecida qualquer utilidade para os turistas que afluem à sub-região.
Em relação aos agentes culturais presentes no território, os inquiridos, apesar de reconhecerem que são múltiplos e variados, destacam as comissões de festas e Juntas de Freguesia como sendo os promotores mais assíduos de iniciativas de animação local. As comissões de festas são grupos organizados informalmente, que têm como propósito a organização e realização da festa, de cariz religioso, em homenagem ao padroeiro da freguesia, cujos elementos são renovados anualmente. Em contrapartida, as Juntas de Freguesia são organizações de interesse público que em prol da população residente promovem iniciativas de diversa ordem, não havendo a intenção de ajustar os eventos promovidos à identidade local de forma a torná-los produtos turísticos.
As festividades religiosas são a tipologia de eventos culturais que todos os inquiridos afirmaram ser promovidos a nível local, dado que vai ao encontro das respostas obtidas na pergunta anterior, mas entra em confronto com os dados apresentados pelo Turismo de Portugal, como aponta Figueiredo, em que, relativamente a 2014, os grupos de atividades mais procurados pelos turistas estão relacionados com o turismo cultural/touring paisagístico e cultural (2016: s/p).
Repare-se que, apesar de haver uma variedade considerável de agentes culturais locais, como foi verificado na questão anterior, há pouca diversidade de eventos, o que significa que os promotores culturais locais realizam poucas iniciativas culturais sem vocação turística. Nesta linha, Fagundes e Cunha defendem que “a inserção das manifestações culturais como produto turístico e como recurso a fim de minimizar as diferenças sociais na localidade podem vir a ser uma forma de valorização dos grupos culturais locais que, envolvidos nessa categoria, ampliam as perspectivas de preservação da cultura local, ao enquadrá-lo no segmento do turismo cultural” (2010: 2).
Tal como propõe Oliveira, os eventos culturais podem ser vistos como fatores de renovação e revitalização dos lugares e das regiões, não só a nível económico mas também a nível paisagístico, de preservação do património cultural e histórico, podendo ser igualmente vistos como suscetíveis de influenciar positivamente a imagem externa e interna de um território (2009: 10), o que justifica a pertinência da assídua realização de eventos a nível local.
De acordo com Bourdieu, o espetáculo popular é aquele que "proporciona simultaneamente a participação individual do espectador ao espetáculo e a participação coletiva à festa da qual o espetáculo é objeto" (1968 :39), pelo que os turistas não deverão ter apenas um papel passivo no contexto visitado, mas sim, devem envolver-se e
Turismo do Porto e Norte através da implementação da sua estratégia de marketing até 2020, é tornar a região “um destino cosmopolita e glamoroso, com história e tradição, com uma diversidade de recursos naturais e patrimoniais de referência mundial que deslumbram o olhar, que a par de uma oferta gastronómica e vínica ímpar, se impõe ser experimentado num ambiente de evasão absoluta ou de entretenimento constante” (2015: 11) e acolher e satisfazer os visitantes, “proporcionando-lhes experiências únicas, autênticas, de qualidade superior, salvaguardando, ao mesmo tempo, as dinâmicas regionais e a sustentabilidade social e territorial” (2015: 12).
Note-se ainda que, apesar da região ser procurada pela beleza natural, localização e alojamento, como aponta a Turismo do Porto e Norte (2015: 8), poucos inquiridos reconhecem a existência de iniciativas que promovam o contacto com a natureza e seus recursos.
A nível local, com base nas respostas dos inquiridos, as iniciativas culturais são essencialmente promovidas por entidades públicas (90%), isto é, organismos autárquicos e grupos locais sem fins lucrativos, o que reforça a reflexão feita anteriormente. Face às respostas obtidas confirma-se que não há estabelecimento de parcerias a nível local para a promoção de atividades culturais. Como alerta a OCDE, as parcerias são essenciais, pois a complexidade do sector cultural e do sector do turismo implica a criação de plataformas que envolvam parcerias entre os sectores público e privado (2009: 9).
Tal como os programas de animação realizados pelas unidades de alojamento em espaço rural, também os eventos promovidos a nível local se concentram iminentemente (92%) entre os julho e setembro, o que permite perceber que não há uma preocupação por parte das entidades promotoras locais em diluir os eventos pelos períodos de menor taxa de ocupação no sector do turismo com o intuito de alargar a oferta e atingir novos mercados.
Sobre a animação enquanto fator de desenvolvimento e atração turística cultural, já no quarto bloco de análise, a maioria dos elementos da amostra (vinte e seis) reconhecem que a animação é um contributo real para o aumento das taxas de ocupação da sua unidade de alojamento, atestando a maioria dos mesmos (vinte e cinco) que os programas de animação promovidos pela unidade de alojamento são adequados à identidade cultural local, uma vez que se promovem passeios pela região (41%), se promove a gastronomia (34%) e se organizam eventos temáticos (20%). Perante estes resultados constata-se que, contrariamente ao que é defendido por Kastenholz, que refere, com base noutros autores, “que algumas expectativas dos visitantes acerca da experiência turística rural incluem o
romântica “dos bons velhos tempos”, a pureza e a simplicidade, uma perfeita integração do homem no seu ambiente natural intacto” (2002: 1045), demonstra-se que não há o contacto direto com as populações locais, o que não é benéfico para os contextos rurais, pois se as comunidades se associarem ao projeto pode acentuar o sentimento de autoestima e contribuir para o desenvolvimento sustentável, já que o turismo também pode acentuar o caráter exótico das diferenças culturais, reduzindo dessa maneira as expressões e as práticas culturais a meros espetáculos folclóricos, separados do seu contexto e do seu verdadeiro significado (UNESCO 2009: 22).
No seguimento do parágrafo anterior, sobre a importância que o envolvimento das comunidades locais assume na atividade turística, a UNESCO adverte que “sendo a cultura um dos motores fundamentais do desenvolvimento, os aspectos culturais deste são tão importantes quanto os seus aspectos econômicos, e os indivíduos e povos têm o direito fundamental de dele participarem e se beneficiarem” (2005: 4), aliás “os residentes da região são parte fundamental da experiência turística do destino” (Turismo do Porto e Norte 2015: 12).
Apesar de os empresários locais destacarem, em primeiro lugar, a importância e o potencial dos desportos e atividades ao ar livre como recurso e produto de elevada relevância para a região, num estudo realizado pela Turismo do Porto e Norte (2015: 9) verifica-se que nenhum dos inquiridos referiu que promove iniciativas desse âmbito.
Analisando o número de trabalhadores afetos à animação na unidade de alojamento é possível perceber que a maioria dos inquiridos (quinze) não possui nenhum técnico vocacionado para a promoção e gestão dos programas de animação, o que reforça os dados apontados pela Turismo do Porto e Norte, que reconhecem na região “a presença de recursos humanos pouco qualificados” (2015: 10). Contudo, treze dos inquiridos confirmam que dispõem de técnicos vocacionados para a dinamização da animação na unidade de alojamento, sendo maioritariamente provenientes da região e que exercem outras funções e cargos na unidade de alojamento, revelando que não estão afetos à unidade de alojamento apenas pelo sector da animação, mas que acumulam competências.
No que respeita à contratação de empresas privadas para a realização de atividades de animação, através das respostas obtidas, atesta-se que 46% dos inquiridos não recorrem a terceiros, sendo que 54% (quinze) contratam empresas para a realização de atividades especificas, que exigem a utilização de equipamentos próprios e de recreio, tais como passeios de barco e aluguer de viaturas.
Na maioria dos inquiridos (57%) a faturação relativa às atividades de animação apenas representa entre 10 a 20% do volume de faturação global da unidade de alojamento, não representando nada em 21% dos inquiridos, o que testemunha, mais uma vez, que a animação ainda não é encarada como o sector a apostar para aumentar o volume de faturação do empreendimento turístico.
Quando questionados sobre se a animação turística promovida no empreendimento e a nível local vai ao encontro das necessidades dos inquiridos a esmagadora maioria (97%) reconhece que não, que não é satisfeita a procura, o que conflitua com o conteúdo de resposta que se obteve na questão seguinte, visto que 86% dos respondentes referem que verificam um aumento da procura devido aos eventos promovidos a nível local, sendo preferencialmente (83%) procurados por turistas nacionais, contrastando também com os dados apontados pelo Turismo de Portugal, que atesta que de 2013 para 2014 o mercado internacional superou o mercado nacional, invertendo a tendência, no que respeita ao turista que procura atividades de animação (Figueiredo 2016: s/p).
No Programa do XVII Governo Constitucional, como lembra Figueiredo, o turismo é apontado como uma das cinco áreas decisivas para um desenvolvimento sustentável, sendo o cluster Turismo-Lazer um sector prioritário para o país “que pode dar um contributo importante, nomeadamente através do aumento das receitas externas, para a cobertura do défice da balança comercial e para o combate ao desemprego” e pode ser um contributo “para a valorização do património natural e cultural do País, bem como a melhoria da qualidade de vida dos portugueses e para a atenuação das assimetrias regionais” (2008: 1).
Através da análise do último bloco de perguntas sobre a perceção dos promotores das unidades de alojamento, relativamente à animação em espaços rurais como potencial fator de desenvolvimento e atração turística cultural local, do universo total da amostra, trinta e sete dos inquiridos consideram a importância que a animação é um motor de desenvolvimento local e um fator de atração turística cultural, dados que contrastam com algumas das respostas obtidas no segundo bloco de análise do questionário, pois apenas vinte e oito dos indivíduos complementam a sua oferta com atividades de animação.
O mesmo número de elementos da amostra (97%) defende que a animação promovida quer a nível do empreendimento quer a nível local deve refletir a identidade cultural local, pois como atesta a OCDE, “cultura gera autenticidade e distinção no mercado de turismo global” (2009: 10).
região do Douro, 51,3% reconhece que são insuficientes, 23,1% considera suficiente e 25,6% desconhece. Ainda nesta linha questionados sobre se a oferta das atividades desenvolvidas pelas empresas de animação turística existentes vai ao encontro das necessidades da procura turística, a maioria dos inquiridos, 43,6% considera que não e 28,2% desconhece. Como se pode constatar através da análise das respostas, a maioria dos promotores das unidades de alojamento em espaço rural considera que a oferta existente, no que concerne a promotores privados de animação turística, ainda é insuficiente ou desconhecida, perspetivas corroboradas por Figueiredo que refere que das 1966 empresas de animação turística registadas em Portugal, só 18,1% se concentram na região norte do país (2016: s/p). Porém, as parcerias entre os diversos sectores da atividade turística devem ser estabelecidas em benefício de todos os envolvidos pois, como sustenta Cohen, os prestadores de serviços representam, muitas vezes, uma ligação direta à cultura local, servindo neste sentido de “cultural brokers” ou mediadores culturais face à comunidade local e a sua cultura” (Cohen apud Kastenholz 2012: 1045), sendo elementos muito relevantes na formação da experiência turística em espaços rurais, criando um “ambiente acolhedor”, que é geralmente procurado em qualquer experiência turística, mas de modo particular no turismo rural (Kastenholz apud Kastenholz 2012: 1045).
CONCLUSÃO
A sub-região do Douro Sul, território que integra a região mundialmente reconhecida como Património Mundial da Humanidade, o Douro, é um mosaico territorial que prima pela diversidade, pelos seus recursos naturais e paisagísticos, pela sua história, pela sua cultura, e principalmente pelas suas identidades.
Situados na margem esquerda do rio Douro, os dez concelhos que integram a sub- região em estudo têm centrado a sua aposta na requalificação das suas potencialidades e afinidades turísticas de forma a atrair mais investimento para a região e a conseguir novas oportunidades de criação de riqueza e emprego. O turismo, nos últimos anos, tem vindo a ser encarado como a estratégia certa para a revitalização do tecido humano e paisagístico, como comprova o aparecimento de novas unidades hoteleiras, de alojamento, equipamentos e empresas vocacionados para a atividade turística.
A beleza da região e a sua riqueza têm vindo a ser divulgadas em campanhas no território nacional e a nível internacional, no sentido da sua promoção e motivação para a sua escolha como destino turístico de excelência. Todavia, apesar do volume conhecido de turistas que procuram o Douro, verifica-se que a riqueza produzida vem pelo rio, vai pelo rio e nas suas margens nada fica.
Os dados obtidos com este estudo de caso demonstram que há debilidades estruturais, nomeadamente uma escassa oferta de animação turística de inspiração cultural na sub-região do Douro Sul, bem como uma frágil relação entre as entidades locais, de natureza pública ou de natureza privada que poderão ser ultrapassadas, através da implementação de duas ferramentas fundamentais, a saber, a construção conjunta de um plano de animação turística cultural, concebido e gizado por uma estrutura supramunicipal, por exemplo, um grupo de trabalho da Delegação do Douro Sul da CIM Douro (Comunidade Intermunicipal do Douro) criada no âmbito da Lei 45/2008, e regida atualmente pela Lei 75/2013 de 12 de setembro, que estabelece o novo estatuto das entidades intermunicipais. Recorde-se que a CIM Douro agrega dezanove municípios da NUT III Douro, que veio substituir, em definitivo, a Comunidade Urbana do Douro, criada em julho de 2004, e o apoio à formação de agentes locais, munidos de ferramentas de operacionalização do plano, promotores de animação turística local.
Para a implementação desta estratégia de desenvolvimento seria fundamental um trabalho e um compromisso sério entre todos os intervenientes, de modo a garantir-se a
sustentabilidade de projetos diversificados, tendo sempre em conta as especificidades locais e os interesses e motivações dos residentes locais, que para tal carecem de informação fundamentada para melhor compreensão da necessidade de tais medidas.
Relacionando a análise dos dados agora obtidos e comparando com experiências conhecidas levadas a efeito um pouco por todo o mundo é legítimo concluir que quanto mais qualidade e diversidade tiver o produto turístico e maior perspicácia e empreendedorismo demonstrarem os agentes locais (públicos e privados) na sua conceção e correta rentabilização, maiores serão as hipóteses de um território se afirmar no TER.
A animação turística do Douro Sul, não sendo encarada pela maioria dos inquiridos como um elemento fulcral para a complementaridade do produto alojamento, encontra-se desorganizada, sem caráter sistemático e pouco articulada, o que justifica algumas das fraquezas identificadas neste sector, considerado fundamental para o desenvolvimento sustentável deste território.
Conhecer os recursos existentes nesta região permitiria estabelecer políticas e programas de reforço sobre os produtos aqui existentes, assim como equacionar o estabelecimento de associações e relações entre outros produtos, de modo a ampliar a complementaridade entre eles e satisfazer um público mais diversificado, com a consequente dinamização e diversificação da economia local, criando novas formas de rendimento.
REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS
Abrantes, A. et al. (2014): “O turismo no desenvolvimento regional e o seu financiamento". In: Tourism and Hospitality International Journal, 3(1): 30-45.
Almeida, P. (2003): A contribuição da Animação Turística para o Aumento das Taxas de Ocupação de uma Região. Tese de Mestrado, Universidade de Aveiro.
__________ (2009): “A Animação Turística e Turismo Sustentável: entre a assunção identitária e a autenticidade existencial”. In: Atas do I Congresso de Animação Turística. Chaves: APAP: 204- 214.
Alves, J. et al (2009): “Roteiro sobre emprego e formação na região do Douro.” In: Atas para o Emprego, Formação e Desenvolvimento. Peso da Régua.
Araújo, H. (2011): Novos produtos turísticos em meio rural: o caso de Linhares da Beira. Dissertação de Mestrado, Universidade de Aveiro.
Barbosa, A. & Rego, C. (1999): Recreio e Turismo. Turismo e Ambiente: Situação Actual e Perspectivas. Instituto de Ciências Sociais: 277-315.
Barbosa, A. (2005): “Animação Turística, parceira do desenvolvimento.” In: Revista Pessoas & Lugares, nº 30. Lisboa.
Barreto, A. (1993): Douro. Porto: Edições Inapa.
Barros, J.C. (2004): A Projecção do Quotidiano no Turismo e no Lazer – o Lugar dos Actores dos Contextos e dos Paradigmas. . Lisboa: Instituto Superior de Ciências Sociais e Políticas.
Beira Douro; Corane (2007): Captar Investimento. Corane: Ed. Beira Douro. Beni, M. (2004): Análise estrutural do Turismo. São Paulo: Editora Senac. Bourdieu, P. (1968): Un art moyen. Paris: Editions de Minuit.
Brasileiro, M. (2012): “Desenvolvimento turismo: para além do paradigma econômico”. In: Turismo, Cultura e Desenvolvimento. Campina Grande: Editora da Universidade Estadual da Paraíba: 75-98.