O desenvolvimento de novas tecnologias de informação e comu- nicação, desde um longo tempo, vem modificando, de forma profunda, múltiplos aspectos da vida social. Os sistemas nacionais de correios, o surgimento de serviços de telegrama, a invenção da fotografia e da imprensa, bem como a emergência da telefonia, são apontados por Urry (2000, 2002, 2007) como agentes de conformação de uma moder- nidade que não pode deixar de ser compreendida a partir de suas ex- pressões de mobilidade. Contudo, sem deixar de reconhecer a impor- tância de tais desenvolvimentos, o caráter de mobilidade a qual o sociólogo britânico se reporta parece ser intensificado na medida em que são examinados os efeitos das tecnologias digitais, mais especifi- camente aqueles oriundos da emergência e consolidação da internet.
Se os dispositivos comunicacionais sempre foram viajantes – os pombos, as cartas, os livros, os cartões-postais, os telefones, as televisões etc. –, por ultrapassarem as fronteiras do “estar em casa” ou do “ ser estacionado” (URRY, 2007), as redes digitais de comuni- cação (a internet) radicalizam esta afirmação ao permitir a amplifi- cação das capacidades de conexão dos sujeitos (RECUERO, 2009). Assim, com base no advento desse mundo virtual – oportunizado por satélites, sinais, cabos e telas, por exemplo –, outro espaço de sociabilidade é apresentado, engendrando também a fabricação de relações e laços sociais entre os sujeitos usuários, sejam eles cola- borativos e solidários ou conflituosos e competitivos. O que urge diante do cenário exposto, então, são esforços interpretativos con- cernentes às dinâmicas plurais de comunicação mediada que, em hipótese alguma, como sinaliza Recuero (2009), reduzem-se ao fato
de estar ou não on-line: essas novas tecnologias de informação e comunicação complexificam o conjunto de interações, relações e laços sociais que se estabelecem entre os sujeitos.
No entanto, mais detidamente, o que me interessa abordar aqui é a relação presente entre este mundo virtual – indutor de uma de “mobilidade imaginativa” (URRY, 2007) – e as viagens corpóreas, fí- sicas, tais quais as empreendidas por meus interlocutores. Em outras palavras, o que se faz como algo importante de ser percebido nesse momento são as maneiras como os mencionados viajantes situam-se e atuam nas redes sociais, sites e comunidades virtuais que encon- tram lugar na internet. Diferentemente de Ceci, que reconhece o valor informacional dos guias de viagem apresentados na forma de livros, mesmo não os utilizando como única fonte, Benny e Marc apontaram- -me o “espaço virtual”, em suas várias formas de expressão, como lugar privilegiado de aquisição de notícias, referências e dados a serem empregados na constituição de suas experiências de viagem, em períodos que as antecedem e igualmente durante seus fluxos.
Quando fiz a Marc a pergunta sobre quais bases de informação ele utilizava para construir seus itinerários, o carioca me respondeu, vagamente, que preferia a internet aos guias. Suas justificativas, na- quele momento, também se deram de forma bastante genérica: se- gundo ele, o espaço virtual tendia a estar mais atualizado que as pu- blicações na forma de livros ou guias, ao mesmo tempo em que se oferecia de forma gratuita. Não era, portanto, preciso adquirir um volume ou edição sobre um destino para saber sobre ele, pelo menos, as informações básicas. Contudo, certa feita, “passeando” por seu perfil no Facebook (mantive esse “hábito” durante toda a pesquisa ora apresentada como uma estratégia de acompanhamento das viagens de meus interlocutores, interessando-me, sobretudo, pelos lugares que visitavam e por aquilo que registravam imageticamente), notei que diversas menções a “comunidades virtuais”109 que partilhavam o
109 As discussões sobre “comunidade” encontram lugar central na tradição sociológica. Weber (1999), por exemplo, a considerava como fundamentada em ligações emocionais, tradicionais ou afetivas, tendo o conceito de ação social, orientada coletivamente, como referência básica. No entanto, assim como outras tantas dimensões do mundo humano, tais como tempo e es- paço, o conceito de comunidade sofre “releituras” a partir do desenvolvimento de novas tec-
interesse por viagens independentes estavam presentes. Em outra oportunidade, citando algumas dessas comunidades, conversei com Marc de forma mais específica sobre seus processos de aquisição de informação acerca de possíveis destinos, e, no decorrer deste diá- logo, o carioca declarou ser membro ativo de um grande número de comunidades e redes sociais na internet.
Uma das comunidades elencadas pelo surfista carioca em seu discurso foi a Mochileiros.com, da qual fazem parte, sobretudo, usuá- rios brasileiros. A referida comunidade surgiu no ano de 1999 a partir da criação de uma seção de intercâmbio de informações sobre viagens no site www.mochilabrasil.com.br, que até hoje abriga uma revista-web, estabelecida no ano de 1998, destinada, de acordo com seus próprios termos, a “mochileiros/viajantes independentes”. A ideia da revista, como pode ser imaginado, era a de proporcionar um espaço de troca de experiências entre viajantes; relatos de viagem, bem como perguntas e respostas sobre determinados destinos ou meios de transporte ou orça- mentários para se empreender uma jornada, eram as principais formas de expressão dos usuários. Tal intercâmbio se solidificou de maneira tão rápida e intensa que, no ano seguinte, como sinalizado, os editores da revista criaram a comunidade em questão.110
De forma geral, a Mochileiros.com pode ser caracterizada como uma base de informação sobre viagens que é “alimentada” não uni- camente por um corpo de colaboradores, mas também por vários de seus usuários. Os fóruns de discussão sobre distintas temáticas, sempre tendo o interesse pelas viagens como fio condutor, são os elementos estruturantes basilares da comunidade. Ao se tornarem membros, através de um sistema de registro, os sujeitos podem inte- ragir nos espaços de discussão já instituídos ou mesmo instituir um
nologias e meios de comunicação (MCLUHAN, 1964). As CMC´s (comunicações mediadas por computadores), desse modo, afetam as relações sociais e as experiências de sociabilidade de uma maneira tão intensa que criam “novas comunidades”, as chamadas “comunidades vir- tuais” - entendidas como agrupamentos humanos sediados no cyberespaço e cuja experi- ência é mediada por computadores (RECUERO, 2009). Diante do exposto, então, “as comuni- dades virtuais são agregados sociais que surgem da Rede [Internet], quando uma quantidade suficiente de gente leva adiante essas discussões públicas durante um tempo suficiente, com suficientes sentimentos humanos, para formar redes de relações pessoais no espaço ciberné- tico” (RHEINGOL, 1996, p. 20 apud RECUERO, 2009).
novo tópico para se discutir uma outra questão específica. Não é raro, como afirma Marc, que dessas conversas coletivas surjam rela- ções mais próximas entre os sujeitos-usuários; eles podem – depen- dendo do grau de afinidade experimentado na frequentação da co- munidade – inclusive, tornar sua interação concreta, no sentido do estabelecimento de uma copresença física, ou ainda podem fazer uso de instrumentos de comunicação mediada de ordem mais pes- soal, como e-mails, chats ou chamadas via skype.
Talvez nesse regime de copresença resida a maior valorização por parte de Marc no que diz respeito à internet como lugar privile- giado para obtenção de informações sobre possíveis destinos de viagem. Trafegar no espaço virtual, interagindo continuamente com uma gama de sujeitos que se reconhecem por interesses comuns, parece ser uma prática que se diferencia daquela engendrada pelo uso dos guias de viagem. A interlocução neste último modo de orien- tação ou de aquisição de informação é bastante diminuta, enquanto que aquela proporcionada pelos espaços virtuais pode, inclusive, ser síncrona, como afirma Recuero (2009), o que implica uma rápida atu- alização das informações. A interação face a face, que não se evi- dencia no uso dos guias (BARREIRA, 2012), mesmo que de forma me- diada (pelas tecnologias digitais), encontra lugar entre os membros de uma comunidade, especialmente. A seguir, uma reprodução da página de acesso à comunidade Mochileiros.com:
Figura 8 – Vista geral: mochileiros.com
Duas informações, logo na parte superior da imagem, me- recem destaque. A primeira delas diz respeito às frases posicionadas abaixo do título da comunidade: “Feita por viajantes. Para viajantes”. Isto indica, a meu ver, o caráter singular do espaço, elaborado a partir de experiências de viagem. É essa matéria, a experiência, o que se torna objeto de intercâmbio entre os usuários, fazendo que a uni- dade do citado espaço, portanto, defina-se pela instituição de intera- ções e relações baseadas em interesses comuns. Como a troca de informações é o dínamo da comunidade, ela se afasta de uma acepção de fonte de aquisição mais “estática” ou “morosa” em sentido de atualizações, como é o caso dos guias em forma de livros.
A segunda informação presente na figura, por seu turno, refere-se, ainda em sua parte superior, aos diversos ícones que representam temáticas estruturantes da comunidade. Da esquerda para a direita, então, cada ícone sinaliza um tópico de extrema relevância para os sujeitos que conformam aquele espaço virtual. A prática das viagens independentes tende a ocupar-se do exposto – referências sobre destinos, aconselhamentos e partilha de dú- vidas sobre roteiros de viagem, procura de companhias para os deslocamentos, informações sobre trilhas e lugares para se hos- pedar etc. – para, efetivamente, fazer-se na evitação da mediação de agências turísticas. Uma vez mais é preciso deixar claro que não se trata de uma ação – a partilha de informações – promovida por um corpo de editores: as temáticas ali representadas podem ser objetos de elaboração, pelo menos teoricamente, de todos os usuários da Mochileiros.com. Trata-se, desse modo, de uma base de dados que é construída coletivamente, em que se reserva a pos- sibilidade imediata de incremento, atualização ou mesmo interpe- lação do que ali é informado. É este dinamismo, resultado do ca- ráter relacional definidor da comunidade, que permite – segundo Paris (2010) – a manutenção de esforços para se empreender jor- nadas independentes, não mediadas.
Interessante perceber que – embora se baseie no intercâmbio de experiências, o que implica atividade por parte de sujeitos que já vivenciaram trânsitos ou deslocamentos consideráveis – a comuni- dade carrega em si também oportunidades de inserção de sujeitos
ainda não iniciados: o fórum intitulado de “Guia do Mochileiro de 1a
Viagem” é exemplo disso. Nesta seção da comunidade, conselhos sobre como se lidar com a bagagem a ser transportada no período de deslocamento ou como se familiarizar com ferramentas (planilhas, por exemplo), que podem auxiliar na organização do orçamento des- tinado a uma viagem, são regularmente acessados e discutidos. Ainda é válido frisar que em tal seção encontram-se igualmente in- formações sobre vistos e demais documentos que devem ser adqui- ridos para a visitação de determinados destinos, bem como há o for- necimento de “dicas” sobre expressões úteis em diversas línguas e recomendações sobre como “manter-se seguro” enquanto se faz uma grande viagem de modo independente.
Alguns desses temas preenchem o conjunto de atividades, como já frisado, mobilizado pelos sujeitos viajantes, mesmo antes de seus périplos começarem. Entretanto, não se pode admitir a afir- mação de que as comunidades virtuais só são frequentadas nos perí- odos que precedem o trânsito; ao contrário, elas são lugares de acesso constante porque oportunizam, a partir da atualização de suas informações, possibilidades de ajustes em roteiros ou rotas, não importando o fato de que o sujeito viajante já esteja com sua jornada em execução. Estar em casa e poder virtualmente viajar ou estar em viagem e poder virtualmente ter acesso aos possíveis des- tinos vindouros – a potência da copresença propiciada pelas tecnolo- gias digitais (URRY, 2003, 2007) – é o que leva a uma prática de cons- tituição de um roteiro não calcada por noções como as de determinismo ou fixidez.
A seguir, mais uma representação dos fóruns em que informa- ções que podem definir ou alterar roteiros são partilhadas. Escusado afirmar que uma das mais evidentes distinções entre os guias em formato de livro e as fontes virtuais de informação reside no fato de uma ampla variedade de destinos poder ser contemplada pelas úl- timas. Com base nisso é que a frequentação dessas comunidades, mesmo durante os deslocamentos, é intensa e estimulada, reconhe- cida como incontornável para a manutenção de um ideal de roteiro não previamente estruturado de forma total e atento às possibili- dades de esquiva frente aos percursos convencionais.
Figura 9 – Variedade de tópicos e fóruns presentes em mochileiros.com
A despeito de comunidades como Mochileiros.com possuírem uma vasta soma de informações sobre diversos destinos, Marc le- vantou em uma de nossas conversas um ponto interessante sobre o perfil dos usuários de tais comunidades. Se a ideia de viajantes como Ceci, Benny e ele era a de lançar mão de práticas de roteirização que não considerassem somente os circuitos instituídos, os aconselha- mentos de pessoas moradoras dos lugares a serem visitados era de extrema valia, o que o impelia a procurar comunidades virtuais que fossem também frequentadas por usuários não brasileiros. Desse modo, se seu destino era a Europa, como foi diante de sua última longa viagem, ele deveria buscar informações em sites e comunidades produzidas a partir de experiências de sujeitos daquele continente. Obviamente, tudo o que era disponibilizado enquanto informação em uma comunidade como a Mochileiros.com era deveras útil, mas preci- sava ser cotejado com “referências locais” – este termo “local” relacio- nando-se com o lugar a se visitar. Nesse sentido é que ele teria acesso ao que P. Welk (2004) chamou de insider tips, um conjunto de conse- lhos que é valorizado, justamente por ser oferecido por um sujeito que se situa no interior da dinâmica sociocultural da região-destino.
Com efeito, para a concretização de uma prática de viagem que objetiva afastar-se de modelos prescritivos, a “fala local” tende a aparecer como um recurso do qual não se deve prescindir. Embora se consuma um guia de modo ativo, como fez Ceci, ou se troque uma série de informações e impressões a partir de relatos de experiências de viagem, como o próprio Marc fez nas comunidades virtuais de que participava, a contribuição nativa é o que neste cenário de via- gens independentes pode, efetivamente, realizar um diálogo com o fluxo da vida local do lugar que se visita, evitando aquilo que um considerável número de viajantes me indicou pelo termo “gringo´s
trap” ou, na forma traduzida, “armadilhas para turistas”, que eram
informações sobre o lugar visitado – muitas vezes difundidas por profissionais do turismo – não cotejadas pelos “conselhos êmicos”. Via de regra, essas “armadilhas” constituíam-se em oferecimentos de manifestações culturais locais que se efetuavam “pinçadas” de um contexto, como no caso citado em que o viajante inglês Benny ad- quire um tour com o intuito de participar de um baile funk em uma favela carioca e, ao chegar ao destino, é instruído a se posicionar em um camarote (“área VIP” restrita aos turistas), diminuindo suas dese- jadas possibilidades de interações com os moradores do lugar.
Assim, junto ao movimento de troca de informações por meio da partilha de experiências de viagem, localizadas nas comuni- dades virtuais, surgem projetos de promoção de visitas ou de su- gestões de roteiros e rotas – em sua maioria gratuitos – mobilizados por moradores locais. Tais projetos estruturam-se, desse modo, a partir da difusão das insider tips (WELK, 2004) mencionadas. Um bom exemplo da maneira como essas sugestões de roteiro são ope- radas localiza-se no site da rede USE-IT EUROPE,111 onde mapas de
111 O projeto USE-IT tem suas raízes, de acordo com seu próprio website (http://www.use-it. travel/info/detail/what/), fincadas no ano de 1971, na cidade de Copenhague, Dinamarca. Em princípio, o que existia era apenas um escritório local que fornecia informações a jovens, com orçamento reduzido, que se aventuravam em viagens sem a mediação de empresas turísticas. Com o passar dos anos, tal iniciativa deixou de ser somente situada localmente, ganhando espaço por meio de replicações em países como Holanda, Noruega e Bélgica, sempre bus- cando manter uma filosofia “não comercial” no que concerne à feitura de viagens ou ao com- portamento turístico. O ano de 2005 é apontado como de extrema importância para os ges- tores do projeto por ter sido aquele em que o primeiro guia para jovens viajantes foi
diversas cidades do referido continente podem ser impressos gra- tuitamente. Cada um dos mapas disponibilizados no site em questão é feito por habitantes do lugar, sendo a expressão made by local mais que uma descrição de como estes instrumentos de orientação são elaborados, constituindo-se quase que como uma “máxima filo- sófica” a qual a rede – como um projeto coletivo – se vincula no sentido de propor uma prática turística “não comercial” e sempre “atualizada”, evitando a influência de “jornalistas de viagem”, re- presentantes de periódicos especializados na área do turismo, ou da publicidade de “hotéis cinco estrelas”.
A tomada do made by locals como valor estruturante do pro- jeto, com efeito, situa-se numa condição de oposição ao chamado turismo convencional, descrito pelo site como uma prática de tu- rismo que comporta o nonsense ao apresentar uma cidade apenas a partir da história oficial, não atentando para a importância das sin- gularidades de espaços e personagens que por ela foram preteridos. É válido frisar que, além da possibilidade de se adquirir os guias por meio do site, interações pessoais com membros do projeto são igual- mente estimuladas: muitas cidades possuem escritórios, adminis- trados em sua maioria por voluntários, onde o viajante pode obter ainda mais informações ou mesmo participar de tours guiados por estes mesmos voluntários ou profissionais locais da área do turismo que expressam afinidades com o projeto USE-IT EUROPE. O projeto busca estender-se à medida que novos membros – moradores de ci- dades que ainda não figuram entre as ali representadas – são agre- gados. Diante disso é que o USE-IT EUROPE, para além do site, es- força-se por ocupar outros espaços no mundo virtual, como é o caso do Facebook, em que os diálogos e intercâmbios necessários para a expansão desta prática de turismo ganham concretude.
A seguir, uma representação das informações gerais sobre o projeto contidas no site:
elaborado. A partir de tal data, as produções de mapas e guias feitos de maneira local (made
by local) tornaram-se populares rapidamente, o que gerou a expansão da rede e fez com que,
no ano de 2008, o USE-IT EUROPE se consolidasse, de fato, como uma organização interna- cional de apoio a jovens viajantes.
Figura 10 – Site USE-IT EUROPE
Situando-se ao lado esquerdo da figura, abaixo da principal chamada do site, que é constituída pelo nome do projeto, estão elen- cados todos os mapas disponíveis para impressão gratuita. Ao lado esquerdo, na parte superior da imagem, as características principais do projeto são descritas, ressaltando-se, sobretudo, a presença de guias, de mapas e de um conjunto de websites – produzidos de forma local, com o intuito de evitar o referido nonsense do turismo tido como convencional – que, agregados, conformam o projeto USE-IT
EUROPE. Logo abaixo dessa descrição genérica, um mapa represen-
tando a extensão da ação coletiva pode ser visto. Com a ferramenta
“joining the network”, sujeitos interessados no USE-IT EUROPE podem
interagir com seus administradores, abrindo a possibilidade para que o mapa europeu ali representado seja preenchido ainda mais pelo estabelecimento de atividades em cidades que até o momento não possuem membros articulando-se com a rede/projeto.
Por fim, é interessante perceber a natureza da linguagem dos mapas e guias produzidos no bojo do USE-IT EUROPE:
Figura 11 – Primeira página do mapa USE-IT para Brugges (Bélgica)