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Behavioral Thermal Modeling for Microwave Power Amplifier Design[56]

Model Order Reduction of Linear and Nonlinear 3D Thermal Finite-Element Description of Microwave

F. Validation of Nonlinear Approach

VI. CIRCUIT VALIDATION ON A PHEMT- PHEMT-BASED HIGH-POWER AMPLIFIER

3.3 Behavioral Thermal Modeling for Microwave Power Amplifier Design[56]

A colheita dos dados foi realizada pela própria investigadora, através de inquérito por questionário de auto-resposta, nas salas de espera dos Centros de Saúde de Oeiras e de Carnaxide extensão Linda-a-Velha, no período total compreendido entre 2 de Fevereiro de 2005 e 30 de Setembro de 2005.

3.6.1. O PROCESSO DE COLHEITA DOS DADOS

No que se refere ao grupo de mulheres grávidas, o processo de colheita dos dados foi único para os dois sub-estudos e foi realizado em dois momentos diferentes com o mesmo grupo, até à 15ª semana de gravidez e entre a 20ª e a 24ª semanas de gravidez. Consistiu da auto-resposta do questionário não anónimo, específico de cada fase da gravidez, por ocasião da consulta de saúde materna, nas salas de espera dos Centros de Saúde de Oeiras e de Carnaxide extensão Linda-a-Velha.

Relativamente ao grupo de comparação de mulheres não grávidas do sub-estudo 1, o processo de colheita dos dados consistiu do auto-preenchimento de um questionário anónimo, específico para este grupo, nas salas de espera do Centro de Saúde de Oeiras.

Cabe explicar que, embora o processo de colheita dos dados do sub-estudo 2 tenha sido realizado em duas fases, a análise estatística foi feita somente entre dados do mesmo momento de colheita de dados, o que caracteriza um estudo transversal.

3.6.2. INSTRUMENTOS DE COLHEITA DE DADOS

3.6.2.1. Instrumento de colheita de dados para o grupo de mulheres na 1ª fase da gravidez (Anexo 1)

O instrumento de colheita de dados para o grupo de mulheres na 1ª fase da gravidez, até à 15ª semana, consistiu:

 de uma folha de rosto com uma breve explicação do conteúdo da investigação com vistas à obtenção do consentimento informado por parte de cada uma das participantes;

 de uma pequena introdução com 5 questões abertas de identificação, de natureza pessoal, demográfica e obstétrica, incluindo o nome da participante, necessário para o acompanhamento da mesma na 2ª fase do estudo;

 de todas as 29 questões, sob forma de diferencial semântico de sete valores, do “Questionário Orientação para Viver” (Saboga Nunes, 1999) para a determinação do sentido de coerência;

 de 3 questões, ainda em diferencial semântico de sete valores, referentes à percepção do próprio estado de saúde e à percepção do suporte social materno e do companheiro;

 de 1 questionário de frequência alimentar com 48 itens, elaborado pela investigadora com base no “Questionário de Frequência Alimentar” utilizado pelo Serviço de Higiene e Epidemiologia da Faculdade de Medicina da Universidade do Porto (2005);

 de mais 18 perguntas relativas ao tempo de descoberta da gravidez, hábitos alimentares, consumo de álcool e tabaco, ocorrência de sintomas relacionados com a gravidez e prática regular de actividade física;

 e de 6 itens referentes às condições estato-ponderais e obstétricas da mulher antes e durante a gravidez, a serem preenchidos pela investigadora a partir da Ficha Clínica da Grávida.

3.6.2.2. Instrumento de colheita de dados para o grupo de mulheres na 2ª fase da gravidez (Anexo 2)

O instrumento de colheita de dados para o grupo de mulheres na 2ª fase da gravidez, entre a 20ª e a 24ª semanas, consistiu:

 de uma folha de rosto com uma breve explicação do conteúdo do questionário nesta 2ª fase da investigação;

 de uma pequena introdução com 2 questões abertas: identificação e tempo de gravidez;

 de todas as 29 questões, sob forma de diferencial semântico de sete valores, do “Questionário Orientação para Viver” (Saboga Nunes, 1999) para a determinação do sentido de coerência;

 de 3 questões, ainda em diferencial semântico de sete valores, referentes à percepção do próprio estado de saúde e à percepção do suporte social materno e do companheiro;

 das 24 questões, sob forma de escala de Likert, da “Escala de Ligação Materno- Fetal” (Mendes, 2002) para a determinação da ligação materno-fetal;

 de 1 questionário de frequência alimentar com 48 itens, elaborado pela investigadora com base no “Questionário de Frequência Alimentar” utilizado pelo Serviço de Higiene e Epidemiologia da Faculdade de Medicina da Universidade do Porto (2005);

 e de mais 17 perguntas relativas aos hábitos alimentares, consumo de álcool e tabaco, ocorrência de sintomas relacionados com a gravidez e prática regular de actividade física.

3.6.2.3. Instrumento de colheita de dados para o grupo de comparação do sub- estudo 1 (Anexo 3)

O instrumento de colheita de dados para o grupo de comparação do sub-estudo 1 consistiu:

 de uma folha de rosto com uma breve explicação do conteúdo da investigação com vistas à obtenção do consentimento informado por parte de cada uma das participantes;

 de uma pequena introdução com 4 questões de natureza demográfica e obstétrica;

 de todas as 29 questões, sob forma de diferencial semântico de sete valores, do “Questionário Orientação para Viver” (Saboga Nunes, 1999) para a determinação do sentido de coerência;

 de uma questão, ainda em diferencial semântico de sete valores, referente à percepção do próprio estado de saúde;

 de mais uma pergunta de natureza obstétrica e mais 8 perguntas de natureza sócioeconómica.

3.6.3. PRÉ-TESTE

Segundo Carmo e Ferreira (1998, p. 145), quando uma primeira versão do questionário fica redigida é necessário garantir a sua aplicabilidade no terreno e avaliar se está de acordo com os objectivos da investigação, o que inclui a compreensão e a apreciação por parte dos inquiridos, a cobertura de todas as respostas possíveis para as questões fechadas, o ambiente no qual deve ser aplicado, a falta ou excesso de perguntas, entre outros aspectos, e é designado por pré-teste.

Foi feito o pré-teste de uma primeira versão do instrumento de colheita de dados para o grupo de mulheres na 1ª fase da gravidez com uma única mulher, por ocasião da consulta de Saúde Materna do Centro de Saúde de Carnaxide extensão Linda-a-Velha, o que bastou para a investigadora constatar que o questionário estava demasiado longo e aborrecido. Procedeu-se uma reavaliação da relevância e do formato das perguntas relacionadas com os estilos de vida, uma vez que, tanto o “Questionário Orientação para

Viver”, quanto a “Escala de Ligação Materno-Fetal”, partes integrantes do instrumento testado, foram validados em sua versão original e possuem formatos definidos e adaptados para a cultura e a língua portuguesa. Optou-se pela adopção de um formato mais compacto para algumas perguntas relativas à alimentação, que tomaram a forma de um questionário de frequência alimentar, e pela retirada de algumas perguntas relativas ao conhecimento das participantes acerca dos hábitos alimentares, prática de actividade física e consumo de álcool, tabaco e cafeína durante a gravidez.

A segunda versão do instrumento de colheita de dados para o grupo de mulheres na 1ª fase da gravidez foi testada com sucesso em uma amostra de 5 mulheres, 3 delas por ocasião da consulta de Saúde Materna do Centro de Saúde de Oeiras e 2 por ocasião da consulta de Saúde Materna do Centro de Saúde de Carnaxide extensão Linda-a-Velha. O pré-teste do instrumento de colheita de dados para o grupo de mulheres na 2ª fase da gravidez foi realizado, com sucesso, por estas mesmas 5 mulheres e a participante no pré-teste da primeira versão do instrumento.

O instrumento de colheita de dados do grupo de comparação do sub-estudo 1 não foi pré-testado por se tratar de um questionário com algumas das perguntas do questionário para o grupo de mulheres grávidas na 1ª fase do estudo, não havendo motivos para insucessos.