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Aspects  positifs  du  parcours  en  2  ans  :

Dans le document Rapport d évaluation du master (Page 33-38)

Nest e capít ul o o pesqui sador f az uso dos mét odos e t écni cas a sere m utilizados par a o sucesso da pesqui sa a r eali zar. A met odol ogi a r elaci ona-se co m os obj eti vos e a fi nali dade do est udo. Devendo ser descrit o os passos dados para al cançar os obj eti vos. A met odol ogi a abrange a cl assifi cação da pesqui sa, o si st e ma de col et a de dados e por úl ti mo a análi se dos dados.

3. 1 CLASSI FI CAÇÃO DA PESQUI SA

A pes qui sa pode ser cl assifi cada quant o a sua nat ur eza, quant o a f or ma de abor dage m ao pr obl e ma, quant o aos obj eti vos e quant o aos pr ocedi ment os t écnicos, port ant o est a pesqui sa se apresent a da for ma descrit a a seguir:

3. 1. 1 Quant o a nat ureza

Para Ver gara ( 2009, p. 43): “ A pesquisa apli cada é f unda ment al ment e moti vada pel a necessi dade de resol ver probl e mas concret os, mai s i medi at os, ou não”.

Acr escent ando a i dei a quant o a nat ureza, Gil ( 2010, p. 27) defi ne pesqui sa apli cada co mo “Pesquisas volt adas à aqui si ção de conhecime nt os co m vi st as à aplicação nu ma sit uação específica”.

Quant o a nat ureza, a pesqui sa é apli cada, o est udo t e m a fi nali dade de r esol ver pr obl e mas i dentifi cados na enti dade e m cont ext o, sendo assi m a construção de novos conheci ment os, sol uci onando pr obl e mas na busca de r esult ados satisfat óri os e utili závei s no set or fi nanceir o, econô mi co e soci al.

3. 1. 2 Quant o a for ma de abordage m do probl ema

Quant o a f or ma de abordage m do pr obl e ma, pode ser qualit ati va e quantit ati va, de acor do co m a lit erat ura, a pesqui sa qualit ati va se r efere a quali dade, u ma pes qui sa de si gnifi cados e val ores, já a pesqui sa quantit ativa é consi derada obj etiva sendo que seu result ado pode ser por mei o de análise de dados e est atísti cos. De acordo co m Beur en et al (2004, p. 92): “ Na pesquisa qualit ati va concebe m-se análises mai s pr of undas e m r el ação ao fenô meno que est a sendo est udado”.

Pesqui sa qualit ati va segundo Ol i veira ( 2002, p. 116) ”difere do quantit ativo pel o f at o de não e mpr egar dados est atísti cos co mo centr o no pr ocesso de análise de u m pr obl e ma. A diferença est á no f at o de que o mét odo qualit ati vo não t e m pr et ensão de nu mer ar ou me di r uni dades ou cat egori as ho mogêneas”.

Sendo assi m a pesqui sa e m est udo cl assifi ca-se co mo pesqui sa qualit ati va. Devi do a for ma que os dados foram col et ados, l evant ados, i nt er pret ados e descrit os.

3. 1. 3 Quant o aos obj etivos

Toda pesqui sa t e m seus obj eti vos, podendo ser cl assifi cada e m t rês model os: pesqui sa expl orat óri a, pesqui sa descriti va, pesqui sa expli cati va.

Gi l ( 2010, p. 27) descreve que “Pesqui sa descriti va t e m co mo obj eti vo a descri ção das caract erísti cas de det er mi nada popul ação. Te m a fi nali dade de i dentifi car possí vei s r el ações entre vari ávei s”.

Pesqui sa Expl orat óri a é r ealizada e m ár ea na qual há pouco conheci ment o acu mul ado e si st e mati zado. Por s ua nat ureza de s ondage m, não co mport a hi pót eses que, t odavi a, poderão sur gir dur ant e ou ao fi nal da pesqui sa.

Pesqui sa Expli cati va t e m como pri nci pal obj eti vo t or nar al go i nt eli gí vel, j ustifi car l he os moti vos. Vi sa, port anto, escl arecer quai s f at ores contri bui de al gu ma f or ma, para a ocorrênci a de det er mi nado fenô meno, ( VERGARA, 2009, p. 42)

Beur en et al. ( 2004, p. 82) co mpl e ment a m: “ A pesqui sa expli cati va i nt egr a est udos mai s apr of undados pel a necessi dade de explicar os det er mi nant es na ocorrênci a dos fenô menos”.

Est a pesqui sa descreve os f at os e f enô menos de det er mi nado est udo, caracteri zando-se co mo pesqui sa descriti va, quando se faz necessário a col et a e i nt er pret ação de dados.

3. 1. 4 Quant o aos procedi me nt os técni cos

Par a a essa pesqui sa f ora m utili zados os segui ntes pr ocedi ment os t écni cos: Pes qui sa bi bli ográfi ca, pesqui sa docu ment al e est udo de caso.

Na pesqui sa bi bli ográfi ca Ver gara ( 2009, p. 43) defi ne co mo “est udo si st e mati zado desenvol vi do o m base em mat eri al publi cado em l i vr os, revi st as, j or nais, redes el etrôni cas, ist o é, mat erial acessí vel ao publi co e m geral ”. Gi l ( 2010, p. 30) acrescent a que “a pri nci pal vant age m da pesqui sa bi bli ográfi ca r esi de no f ato de per mitir ao i nvesti gador a cobert ura de

u ma ga ma de f enô meno mui t o mai s a mpl a do que aquel a que poderi a pesqui sar diret a ment e. [...]”.

Pesqui sa docu ment al é reali zada e m docu ment os conser vados e m ór gão públi cos e pri vados ou co m pessoas, por exe mpl o: r egi stros, regul a ment os, ofí cios, de monstrações cont ábei s e outros ( VERGARA, 2009).

Em r el ação ao est udo de caso: “é o circunscrit o a u ma ou poucas uni dades, ent endi das essas co mo pessoas, famí li a, pr odut o, e mpr esa, ór gão publi co, co muni dade ou mes mo paí s. Te m car át er de pr of undi dade e det al ha ment o. Pode ou não ser r ealizada no ca mp o. ” ( VERGARA, 2009, p. 44). Gil ( 2010, p. 37) acrescent a que: “[...] Consi st e no est udo pr of undo e exausti vo de u m ou poucos obj eti vos, de maneira que per mit a seu a mpl o e det al hado conheci ment o [...]”

Dest a f or ma, quant o aos pr ocedi ment os t écni cos, est a pesqui sa é bi bli ográfi ca devi do a utili zação de vári as font es de pesqui sas t ai s co mo: li vr os, arti gos, leit uras el etrôni cas; ta mbé m é u ma pesqui sa docu ment al devi do a utilização de docu ment os di sponi bili zados pel a e mpr esa, co mpl e ment ando co m o est udo de caso poi s é r eali zado e m apenas u ma e mpr esa, a fi m de apr of undar os conheci ment os nest a.

3. 2 COLETA DE DADOS (I NSTRUME NTOS DE COLETA DE DADOS)

Nest a et apa, são apr esentados os i nstru ment os de col et a de dados que f oram a nali sados para o est udo, sendo que os dados f ora m col et ados diret a ment e na e mpresa. A mes ma f oi reali zada por mei o de vi sitas a e mpr esa, col et a de dados e entrevi st a co m os pr opri et ári os.

Par a Ver gara ( 2009, p. 54) a “col et a de dados pode ser l ongit udi nal, i sto é, f eit a e m diferent es mo ment os, quando se desej a descobrir se houve mudanças do f enô meno no t e mpo. E pode ser transversal, ist o é, e m u m úni co mo me nt o no t e mpo”.

Co mpl e ment ando ai nda os i nstru ment os de col et a de dados Gil ( 2010, p. 105) r ef ere-se a “estrat égi a para a r ealização de entrevi st as em l evant a ment o de consi derar duas et apas, funda ment ai s: a especificação dos dados que se pr et ende m obt er e a escol ha e f or mul ação da pesqui sa”.

A col et a de dados ocorreu através de entrevi st a co m os sóci os, di sponi bili zados os de monstrati vos cont ábeis da e mpr esa f ora m analisados os dados par a proj et ar as r eceit as e despesas do pri meir o semestre de 2017 e el aborar a pr opost a de De monstração de Res ult ado do Exercí ci o. Na sequência fora m el aborados os quadr os para o sist e ma de fl uxo de cai xa.

Gi l (2010, p. 105) defi ne:

[...] a entrevi st a é a que apr esent a mai or fl exi bili dade, t anto é que pode assu mir as mai s di versas f or mas. Pode caract eri zar-se co mo i nf or mal – quando se di sti ngue da si mpl es conversação apenas por t er co mo obj eti vo bási co a col et a de dados. Pode s er focali zada quando, e mbor a l i vre, enf oca t e ma be m especifi co, cabendo ao entrevi st ador enf orcar-se par a que o ent revi st ado r et or no ao assunt o após al gu ma di gressão. Pode ser par ci al ment e estrut urada, quando é gui ada por r el ação de pont os de i nt eresse que o entrevi st ador vai expl orando ao l ongo de seu curso. E por fi m, pode ser t ot al ment e estrut urada, quando se desenvol ve a rel ação fi xa de per gunt as.

E at ravés da analise docu ment al, apli cou-se u m est udo dos dados, das demonst rações cont ábei s di sponi bili zados pel os pr opri et ári os. Um est udo apr of undado nas i nf or mações col et adas. E a partir das vi sit as e entrevi st as co m os pr opri et ári os f oi pr opost o u m cont r ol e de est oques que auxili e nos contr ol es gerenci ai s da mes ma.

3. 3 ANÁLI SE E I NTERPRETAÇÃO DOS DADOS

O t rabal ho e m est udo f oi r eali zado na ár ea cont ábil gerenci al co m o obj eti vo de analisar as cont as a pagar, cont as a r eceber, fl uxo de cai xa, contr ol e de est oque, pr oj eção de De monstração de Res ultado do Exer cí ci o ( DRE) a fi m da mel hor or gani zação da e mpr esa e t omada de deci sões da mes ma.

O pr ocesso de análise dos dados envol ve di versos pr ocedi me nt os: codifi cação das respost as, t abul ação dos dados e cál cul os est atísti cos. Após, ou j unt a ment e co m a análise, pode ocorrer t a mbé m à i nt er pret ação dos dados, que consi st e, funda ment al ment e, e m est abelecer a li gação entre os r esultados obti dos co m out r os já conheci dos, quer sej a m deri vados de t eori as, quer sej am de est udos r eali zados ant eri or ment e. ( GI L, 2010, p. 113)

Após a col et a dos dados, f ora m el abor adas pl anil has de contr ol e e a partir del as f oi pr opost o model os par a aco mpanha ment o das de monstrações cont ábei s, do fl uxo de cai xa e do contr ol e de est oque. Analisou-se os dados do Bal anço Patri moni al e DRE par a adequada pr oj eção de fl uxo de cai xa.

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