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Apport du mécanisme chimique sur la tenue interfaciale

Chapitre IV : Evaluation de la tenue interfaciale

III. Evaluation des liaisons chimiques obtenues après application du revêtement

1. Apport du mécanisme chimique sur la tenue interfaciale

“Constou-me q. este pouo se desanexou do lugar da Figueira e ficou com a obrigação de paramentarem e ornarem o Altar de S. brás q. está na mesma igr. Da Figueira o q. tudo consta do foral da irmandade de S Fr. Pedro Gonçalves, e porq. O d. andar está arruinando-se e necessita presizam.te de reparo mando aos Juizes escrivão da Camara, e Uereadores della e procurador com penna de excu.am mayor e de dous mil reis pado da sua bolsa q. em tero de três me es mandem consertar e reparar o altar de todo o necessário para q. se possa selebar n’elle consertando-lhe o retabolo, e pondo-lhe cortinas e toalhas e tudo o mais de q. necessitar; e não o fazendo o R Vigr. Os declare e lhes leve a condenação e do dr. Mandara fazar a d obra, e satisfazendo os poderá absorver e recomento mta ao R.do Vigr. O cuid. Desta obra”

S.a.; Livro de visitações da Igreja de S. Pedro da Villa de Buarcos, 11 de Dezembro de 1705, fl.101 apud. AA.VV.; Collecção de elementos para a história do concelho da Figueira – Primeira

Parte, Figueira da Foz, Imprensa Lusitana, 1898, p.76

Doc.143 – «Estado da Igreja matriz de Buarcos em 17 de Outubro de 1707»

“Achei e vi que a capp. Mor da Igre, está amenssado huã grande Ruina se se lhe não acudir com tempo, pelo q. mando que o Reuerendo Cabbido e mande reparar com aquella pontualidade, que costuma, em termo de seis mezes, porque não o fazendo logo lhe poderá cauzar maior dispêndio pelo tempo adiante arruinandosse, e o Rd. Parocho fará auiso ao dito Reurendo Cabbido com o reslado deste Capp., e não lhe commino penna porque fio do seu zello, não há de faltas, ao reparo della, como também em prouer a samcristia do que lhe for necessário”

S.a.; Livro de visitações da Igreja de S. Pedro da Villa de Buarcos, 17 de Outubro de 1707, fl.103

apud. AA.VV.; Collecção de elementos para a história do concelho da Figueira – Primeira Parte,

Figueira da Foz, Imprensa Lusitana, 1898, pp.76-77

Doc.144 – «Estado da Igreja matriz de Buarcos em 25 de Outubro de 1718»

“Por me cosntar, q. há costume immemoriauel darem os vereadores da camada da. U. de Buarcos p. a Armação do Sepulchro de Quinta Fr. Sancta 4800 ou sinco mil reis ordenom, que esta quantia se aplique p.ª se dourar a trebuna,e não se aplocara para outra couza emq.to se não dizer esta obra; e querend os mordomos do s. armar a capella mor no tal dia o faraõ a sua custa. Ordeno, q- se naõ façaõ Frstas do Sacramento emq.to se não dourar a d. Tribuna e só se fara huã Missa de canto chão com hu sermaõ, e Procissaõ e estes acresssimos se poraõ em boa arrecadação em o cofre da d. Igr. E querendo fazer festas os d. Mordomos com pompa as faraõ a sua custa e naõ do rendim. Da d. comfraria. Por me cosntar q. eraõ excessivas as despezas q. tem a confraria da Nossa senhora do Rosario cauzadas do sepulchoro, que se das na D. Ermida q,ta Fr,a Mayot q, são escusadas, pois se pode fazer o d. Depilscho na mesma forma q. se faz em a armida de N. S. da Conceição da mesma Freg. com penna de excomunhão se não se fala senaõ na sobred. Forma . ordeno. Ordeno, q. em todas as funcçõies q. sahir o Santissimo fora as Uaras do Pallio sejaõ dsitribuidas pelo Parocho, ou Juiz dad. Igr. P. Mayor seru. De Deos, e quietação do Pouo e q. nenhuma pessoa de qualquer calid. Se itrometta com penna de excomunhão mayor ipso facto. Constou me q. nestra freg. se trabalhaua com carros

188 aos domingos e dias santos sem temor de D. o q, estranho m.to p.to q. mando ao R.do Parocho com penna de suspenção não consita q. na sai freg. se carreie, p o q. ponha olheiras com juram.to e contestando-lhe q, alguns trabalhem os condene em sinco ttestois por cada p.a a obra da da tribuna, e p. as cobrar os poderá declarar, e pagando o absoluta”

S.a.; Livro de visitações da Igreja de S. Pedro da Villa de Buarcos, 25 de Outubro de 1718, fl.114[v.]-115 apud. AA.VV.; Collecção de elementos para a história do concelho da Figueira –

Primeira Parte, Figueira da Foz, Imprensa Lusitana, 1898, pp.77-78

Doc.145 – «Estado da Igreja matriz de Buarcos em 11 de Novembro de 1725»

“Vejo o grande zello e carid.e com q. os reguezes desta Igr. Tem concorrido p. a tribuna da capp. Mayor estando aprefeissoada de tudo e dourada e reparo que mando o Reu, Dabb. Que fazendo os freguezes a tribuna bem mansaria fazer o retabollo p.a q. condissesse com a tribuna vejo que suposto esta se fizesse se não doutoriu ficando esta obra com .te imperdeisaõ e devia aprefeisuar-se porque além de ficar em tudo perfeita e esta huma igr. q, por estar aonde desembarcaõ m.tos nauios e nestes alguns infiéis eestes talvez, por curiozid.e entraõ a uer os templos dsgradso e razão era que estiuecem com toda a decência e uenerasão”

S.a.; Livro de visitações da Igreja de S. Pedro da Villa de Buarcos, 11 de Novembro de 1725, fl.121 apud. AA.VV.; Collecção de elementos para a história do concelho da Figueira – Primeira

Parte, Figueira da Foz, Imprensa Lusitana, 1898, p.78

Doc.146 – «Estado da Igreja matriz de Buarcos em 15 de Novembro de 1775»

“necessita a Igreja matris de se lhe fazer de nouo o arco cruzeiro por estar amaiasano ruina por cauza das pedras estarem desfeitas fazendo-se para esse fim oo de nouo, e mais alto do que esta para corresponder ao bom templo da Igreja, quando permitir a abobeda da capella mor, e nesta se reforme huma simalha e o retabolo sera dourado, e da maesma forma e tribuna mandando-se fazer para o altar maior humaImagem do appostolo São Pedro mais decente do que aquela que tem [Suppôe-se que a velha imagem de S. Pedro é a que ainda hoje se vê no fronstispício da egreja em um nicho que fica sobre a porta principal]. He o pouo desta freguesia digno de se lhe louuar o seu zelo com que tem empreendido hum templo magnifico comforme as suas posibilidad.es, e comfio do seu mesmo zelo que o acabaram de o parefeiçoar no que lhe fatla mandando forrar por baixo do tezouramento e da mesma forma o coro comresponda a igreja e o mais que falta, e não signo tempo certo para a dita obra se completar porque comfio do cuidado do Juiz da igreja e do Rd. Escrivaõ da mesma que se naõ descuidaraõ de a fazer e de precurar todos os meios comuenientes para esse bom fim, e atendendo a que o Sacrario em que prezentem.te esta o SSm, Sacram.o por estar sujeito a aguas que correrm pleas paredes abaixo sobre o altar aonde o mesmo esta colocaodo, por não ser suficiente o reparo para defender as d.as agoas se tranfirá o SSm. Para o altar mor aonde estará emquanto se nam principião as obras mandadas fazer na capelas mor, que logo que as estas se lhe quizer dar principio sera o mesmo tranfortado para a ceplas de S.ta da Com.ção sendo levado com a maior decensia e solemnidade possiuel. Em ando ao Rd. Parocho q. no tr, de 2 dias faça transferir para o dito altar mor o S. na forma determinada, e o altar que há de ficar seruindo para nelle ser colocado o sacrário sera ornado de 6 castisais, e huma Cruz tudo pratidado, e feito a moderna, e a Cruz terá hum Santo Christo, e prohibo que em sima do Sacrario se ponha alguma Imagem, nem ainda de Christo Senhor Nosso. Mando que para a cuberta da Pixide de faça huma de Tizo com seus galoins e franja o mais rico, que puder

189 ser, por cauza de estar a qu tem muito lacerada no forro e naõ cubri todo o uaz o e ser muito apertada, o que tudo se fara em tempo breue de dinheiro que há. E achando na Igreja da duas Imagens de uulto colocadas cada huma em altar ou nicho, que por tradição popularia achei serem Porfetas da Ley antiga e serem disformes, e como não consta serem aprovadas, e não sma Santos canocnizados mando que se tirem da igreja, e sejão conduzidos a caza da fabrica [Estas duas imagens eram de pedra com 2,40m aproximadamente de altura. Tinha, u, turbante na cabeça, uma cabelleira comprida e barba toda. Vestiam uma túnica que lhes chegava aos pés e era cingida pela cintura com um cordão, De um braço para o oturo passava- lhe uma longa fita que pendia para os lados e supõem-se que tivesse em tempo alguma inscripção. Foram despedaçadas a martelo já 8 annos para com os destroços cosntruir uma parede.], para onde mando sejão também comduzidos todos os caixoins, e arcas, e mais trastes que se acham dentro da Igreja excepto os bancos que servem para se assentarem os homens. Mando que me lugar comueuiente de dasa hum semiterio com hum muro e altura porposioada.”

S.a.; Livro de visitações da Igreja de S. Pedro da Villa de Buarcos, 15 de Novembro de 1775, fl.184 [v.] apud. AA.VV; Collecção de elementos para a história do concelho da Figueira –

Primeira Parte, Figueira da Foz, Imprensa Lusitana, 1898, pp.79-81

Doc.147 – «Carta que descreve os efeitos do Terramoto de 1 de Novembro de 1755 sobre a Igreja Matriz de São Julião da Figueira da Foz»

“Dizem o Juiz, e mais Irmãos do Santissimo Sacramento da paroquial Igreja de S. Julião da Villa da Figueira, que não havendo nella Igreja p.ª Paroquia por se ter arroinada pelo Terremoto do pr.º de Nov.º de 1755, e fazendo aquelle Povo, e Maritimos com suas esmolas hum grandioso Templo, e desejando continuar os seus cultos, e grandeza daquela Irmandade, tem estabelecido hum cumprimisso [sic.] pª ella debaixho das condições declaradas nelle / o qual oferece junto / epª ficar com mais segurança, e respeito o pretendem aprovar por V. Mag.e por cujo fim lhe correm, seja servida mandar passar Provisão de confirmação na forma, que os Supp.tes pertendem Pa V Mag.e se digne mandalo assim - Como Pro.dor - Vasco Jozé da

Cunha Serrão - E.R.M.ce”

SERRÂO, Vasco José da Cunha; Petição para novas obras na Igreja Matriz de São Julião da

Figueira da Foz, 8 de Janeiro de 1790 apud. MANO, João Pereira; Terras do mar salgado – São Julião da Figueira da Foz, São Pedro da Cova-Gala, Buarcos, Costa de Lavos e Leirosa, Figueira

da Foz, Centro de Estudos do Mar e das navegações – CEMAR, 1997, p.35

Doc.148 – «Efeitos do Terramoto de 1755 na Igreja Matriz de Maiorca»

“O terramoto teve início a 2 de Novembro de 1755, pelas 2 45 h da manhã, começando por observar-se alguns estragos provocados na matriz, materializados pela abertura de uma fenda na parede, sita na zona da Epístola, voltada a sul, à distância de 3 palmos do alicerce que a deixou partida por todo o comprimento”

FIGUEIREDO, Mesquita, Documentos sobre a Figueira da Foz, Livro 18, p.161-167 apud. SANTOS, Manuel Barroso dos; Elementos Estatísticos subsidiários para o estudo do concelho

da Figueira da Foz – Monumentos, Património Eclesiástico e outros, Figueira, Vol.I, 30 de

190

Doc.149 – «Estado da Igreja matriz de Buarcos em 10 de Julho de 1786»

“E que achando-se a igr. desta Freg. a principiada com tante grandeza digna da Mag. E de D. não he justo q. os Parochianos della fiquem provados de louvor, que justam. Se lhes deue de terem a expenças próprias principiado hum taõ magnifico Templo; porem se o seu zelo se afrouxar seraõ dignos de irrizaõ d’aquelles q. virem huã taõ gra. Obra começada por quem a naõ podia acabar; e p. q. não sograõ huma taõ verhonhosa injuria, recomento ao Rd. Parocho que os eshorte em o Snr. Afim de q. aploquem todos os meios, q lhes forem possíveis p. a consumação da igre, e que hum deles seria bem útil tirando hum quinhão p a Fabrica da mesm igre, de cada hum dos seus barcos de pescaria; e isto em todo o tmepo que ella dura, e por qualquer modo que ella se faça, isentando se por isso quanto assim contribuirem de todo e qualquer finta que se houver de fazar p. as obras da mesm igre, assim como também das que se fazem p. a fundação da Semana Santa, ou outra qualquer Festivide”

S.a.; Livro de visitações da Igreja de S. Pedro da Villa de Buarcos, 10 de Julho de 1786, fl.191[v.]-192 apud. AA.VV.; Collecção de elementos para a história do concelho da Figueira –

Primeira Parte, Figueira da Foz, Imprensa Lusitana, 1898, p.81

Doc.150 – «Representação dos moradores de Buarcos no pedido de um subsídio para a reconstrução da Igreja matriz de S. Pedro à Rainha D. Maria I em 1788»

“Senhora: Dizem os Moradores da Freguezia de S. Pedro Apostolo da V.ª de Buarcos na Comarca de Coimbra; Que tendo a sua d.ª Igreja matriz pelo memorável primeiro dia de novembro de 1755 experimentado ruina, e demolição tam grande que o d.º Povo athe agora não tem podido resansir com as muitas esmolas e empenhos que para isso tem feito afim de a reedificarem e preparem com a decencia necessária á Casa de Deus, valendo-se para isto mesmo de descambarem muitas alfaias de prata da mesma Igreja; restando-lhe ainda dever- se acudir ao seu pavimento que precisa de duas columnas de pedra; a dous altares colataraes do S.mo Sacramento e N. Snr.ª do Carmo, que devem ser guarnecidos, pintados e dourados como he decente; ás portas principaes, colaterais e tapavento que tudo de novo deve ser feito; á Cappella mór que se deve levantar e fazer de sorte que por esta Cabela não fique destruída, e afeada e simetria do corpo da mesma Igreja; Á Sachristia e caixoens presisos para os paramentos e alfaias, precisada de nova reedificação; estando-lhes chovendo em todas as ocasiões; a vários ornamentos e alfaias; e com especialidade a hua custodia conforme o uso do tempo; dever-se finalmente comprar hum quintal contiguo á mesma Igreja para semiterio dos cadáveres adim de se acautelarem as epidemias; e finalmente restando aos d.os Moradores deverem-se aliviar da quantia de 400, e tantos mil rs. q. a juro p.ª a d.ª Igreja estão devendo sem que pela grande consternação em que se achão, e suma porbreza possão acudir a obre de tanta necessidade como se tem exposto: N’estes termos, recorrem os suplicantes a V. Magestade se digne pela sua umcomparavel Piedade e Grandeza de lhe valer com algua providencia a este respeito, mandando-lhe dar e aplicar para a d.ª obra todos os sobejos das Sizas que ahi houverem, sendo este beneficio hua grande esmola p.a o d.o Povo se poder aliviar do empenho que tem p.a o fim da mesma obre se ver ultimada com a decencia que pedo o Santuario, tudo em atenção ao miserável estado em q. se acha o comum de todos, não tendo duvida de se obrigarem pela mais contribuição que for precisa e p.a cujo fim supplicarão de novo outra nova Provisão. P. a V. Magestade se digne conceder lhe esta Graça nos termos que pode ter logar esta tão nr.ª providencia em atenção ao exposto. E. R. M. O procurador – Alexandre José de Azevedo”

A.H.F.F.; Carta de Alexandre José de Azevedo a sua majestade, D. Maria I, 1788, Arquivo da Figueira da Foz, apud. ROCHA, António dos Santos; Materiais para a História da FIguiera nos

191

séculos XVII e XVIII, Figueira da Foz, Tipografia Cruz & Cardoso, Ldª, 20 de Setembro de 1954,

pp.255-256

Doc.151 – «Notificação régia do apelo da povoação de Buarcos sobre os danos causados pelo terramoto de 1755»

“O Provedor da comarca informe com o seu parecer, ouvindo os officiaes da Camara, Nobreza e Povo, averiguada a necessidade das obras de que se trata sua importância para o que as fará por a lanços, e dando conta do menor e mais seguro. – Lxª , 29 de Novembro de 1788 S.a.; Correspondência Régia, 29 de Novembro apud. AA.VV.; Elementos Estatísticos

subsidiários para o estudo do concelho da Figueira da Foz – Do Passado ao Presente, 30 de

Abril de 1988, p.94

Doc.152 – «Resposta régia à população de Buarcos sobre a destruição da igreja matriz, no terramoto de 1755»

“Dona Maria por graça de Deuz Rainha de Portugal, e dos Algarves, d’Aquem e d’Alem mar em Africa Senhora de Guiné (…) Mano a vós Provedor da comarca de Coimbra que vos informeis do conteúdo na Petição retro de os Moradores da freg.ª de S. Pº Apostolo da Villa de Buarcos na conformidade do Dº nellla proferido e com vossa carta elle tornará esta segura pelo Corrº na forma Ordenada. A Rainha Nossa Senhora o mandou pelos Minsitros abaixo assinados do seu Conselho, e seus Dez.s do Paço - Joaquim José Pinto a fez em Lisboa a Vinte e Nove de Mil Setecentos e Oitente e Oito annos”

PINTO, Joaquim José; Correspondência Régia, 29 de Novembro apud. AA.VV.; Elementos

Estatísticos subsidiários para o estudo do concelho da Figueira da Foz – Do Passado ao Presente, 30 de Abril de 1988, p.94

Doc.153 – «Confirmação régia para a realização de obras de restauro na Igreja Matriz de São Julião»

“Dona Maria por graça de Deos Raynha de Portugal […]. Mando a vós Provedor da Comarca de Coimbra que vos informeus do Conteúdo na Petição retor do Juiz e irmãos de Santissimo Sacramento da Freguesia de S. Julião da Villa da Figueira, na conformidade do Despacho proferido na mesma petição, e do que achardes me escrevereis com vosso parecer e com a vossa carta […] A Concelho e seus Dezembargadores do Paço […] Lisboa a doze de Jan. de mil setecentos e noventa annoz”

Correspondência Régia, 1790 apud. MANO, João Pereira; Terras do Mar Salgado – São Julião da Figueira da Foz, São Pedro da Cova-Gala, Buarcos, Costa de Lavos e Leirosa, Figueira da

Foz, Centro de Estudos do Mar e das navegações – CEMAR, 1997, p.37

Doc.154 – «Confirmação da petição régia para a reconstrução da Igreja Matriz de São Julião»

“Juiz e mais Irmaos do Santissimo Sacramento da Paroquial Igr. de S. Julião da Villa da Figueira q, V, Magestade haja por bem confirmarlhes o compromisso q. fizeram p. estabelid.e da

192 mems a Irmamndade, junto ao seu requerim.to; E Fazendo-o assignar pelos Sup.es como V. Mag.e Manda, pelo summario de testemunhas a q porcedi, cosnta a uniformidade da Irmandade no m.mo [mesmo]compromisso, e nos desejos deq, V. Magestade lho aprove p. a subsistência da mesma; o mesmo não contém mais que as Providencias q. áos Recur.tes pareceram necessárias p. o bom regimento da d. Irmandande e pro isso parecem dignos de Graça q. pertemde,: V. Mag.e porém determinará o q. for servida. Coimbra 23 7bro de 1795. As testemunhas referidas neste documento foram: Francisco José dos Santos, mercador; José Luis Novais, negociante; e Manuel Fernandes Coelho, morador na vila”

Correspondência Régia, 27 de Setembro de 1795 apud. MANO, João Pereira; Terras do Mar Salgado – São Julião da Figueira da Foz, São Pedro da Cova-Gala, Buarcos, Costa de Lavos e Leirosa, Figueira da Foz, Centro de Estudos do Mar e das navegações – CEMAR, 1997, p.38

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