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APPORT D’UNE PRISE EN COMPTE DE L’INCERTITUDE DANS LA DETECTION DES STRUCTURES SPATIO-TEMPORELLES : PROCEDURE

significatives » ; méthode d’analyse spatio morphologique exploratoire.

ETAPE 3  Identification des différents niveaux de structures 

6. APPORT D’UNE PRISE EN COMPTE DE L’INCERTITUDE DANS LA DETECTION DES STRUCTURES SPATIO-TEMPORELLES : PROCEDURE

A fim de apresentar de forma mais detalhada o papel que os órgãos de fomento tiveram e têm sobre a SUPERA Incubadora, realizou-se uma pesquisa nos dados da FINEP sobre a fundação municipal, com o fito de compreender como se deu

janeiro de 2016. Disponível em

http://fcfrp.usp.br/dcf/download.php?file=arquivos/comissoes/11/16/107.doc&name_file=CON V%CANIOS%20-%20EMPRESAS.doc. Acesso em 02 de agosto de 2014.

102 Informação retirada de

http://fipase.com.br/pt/index.php?option=com_content&view=article&id=377&Itemid=140. Acesso em 04 de junho de 2014.

135 historicamente a relação entre FINEP e fundação, na medida em que as entrevistas revelam que a agência federal teve e tem extrema relevância para a sua consolidação enquanto agente privilegiado de indução e incentivo à inovação no município e região de Ribeirão Preto.

Em pesquisa em projetos no banco de dados da FINEP, há cinco projetos firmados com a SUPERA.

Quadro 3 - Recursos de editais da FINEP obtidos pela SUPERA

Nº Contrato /

Convênio Executor Título

1 01.08.0527.00 SUPERA - INBUBADORA DE EMPRESAS DE BASE TECNOLÓGICA SUPERA INVEST 2 01.06.0920.04 SUPERA - INCUBADORA DE EMPRESAS DE BASE TECNOLÓGICA INCUBADORAS DE BASE

TECNOLÓGICA EM PARCERIA PARA O DESENVOLVIMENTO DE NOVOS NEGÓCIOS

3 01.04.0859.00 SUPERA - INCUBADORA DE EMPRESAS DE BASE TECNOLÓGICA

CURSOS DE CAPACITAÇÃO EM GESTÃO DE PRODUÇÃO E EM COMERCIALIZAÇÃO DE PRODUTOS E SERVIÇOS 4 01.04.0840.02 SUPERA - INCUBADORA DE EMPRESAS DE BASE TECNOLÓGICA

ESTUDOS DE VIABILIDADE TÉCNICA E ECONÔMICA PARA EMPRESAS DA SUPERA

5 01.06.0036.02 SUPERA - INCUBADORA DE EMPRESAS DE BASE TECNOLÓGICA

EVTES PARA A CRIAÇÃO DE NOVAS EMPRESAS

Fonte: http://www.finep.gov.br/transparencia/projetos_aprovados.asp?criterio=cnpj&nrpj=28518. Acesso em 28 de julho de 2014

A criação da Incubadora foi o primeiro projeto da FIPASE, como afirma um dos coordenadores da fundação: ―a ideia era estimular a criação de empresas, sobretudo para a área de saúde e sobretudo que estivem ligadas à Universidade de São Paulo. Por isso a SUPERA Incubadora foi criada no campus da Universidade de São Paulo‖ (ENTREVISTADOR C). Todos os projetos estão voltados, de alguma forma, para a consolidação da própria FIPASE e das instituições pelas quais é responsável. Assim sendo, por meio dos contratos, descortina-se uma relação político-institucional no qual as agências financiam os atores sociais da inovação, explicitando o papel do fundo público103 na constituição da política de C&T e inovação (SACRAMENTO, 2012). O

136 financiamento explicita o caráter das políticas de C&T e inovação, uma vez que são forjadas a partir da relação entre atores políticos e agentes de inovação, normalmente, das três esferas governamentais, o que, devido ao pacto federativo e às disputas políticas partidárias, dificulta sobremaneira a efetivação das políticas públicas.

O Convênio 01.08.0527.00, chamado Supera Invest, refere-se ao Programa Primeira Empresa Inovadora. O valor solicitado foi de R$ 12.000.000,00, mas foram liberados R$ 10.680.000,00 milhões.104 Esse programa foi responsável pelo enorme aumento de recursos sentido em 2009 e demonstra, de forma categórica, o papel indutor do fundo público na constituição da Política de Ciência e Tecnologia em Ribeirão Preto. Contudo, dois convênios chamam a atenção. O primeiro é o Convênio 01.06.0036.02. Foi pedido pela FIPASE e teve como executora a SUPERA Incubadora e coexecutoras a Fundação Hemocentro de Ribeirão Preto e a Faculdade de Filosofia, Ciências e Letras de Ribeirão Preto, faculdade que congrega cursos da área de exatas no campus. O segundo é o convênio 01.04.0840.02, intitulado Estudos de Viabilidade Técnica e Econômica para Empresas da SUPERA, cuja vigência foi de 08 de dezembro de 2004 a 08 de junho de 2006, tendo como executores a SUPERA Incubadora e coexecutores o Hemocentro e a Faculdade de Economia, Administração e Contabilidade (FEA). Esses dois convênios demonstram que, além do financiamento público, a execução e a coexecução vêm da própria universidade por meio de instituições que promoviam, seja com pesquisa, seja ideologicamente, a inovação dentro da universidade.

O fato de o Parque Tecnológico ter sido aprovado, iniciado e construído dentro da universidade, por si só, releva que o projeto político conseguiu um consenso político razoável. Contudo, isso pode ser algo já comum nas políticas de C&T e inovação no Brasil, pois elas modificaram-se muito pouco entre 1994 a 2014, como revela Sacramento (2012) e Serafim e Dagnino (2011, p. 421), os quais, nesse sentido, afirmam que, ―contrariando as disputas políticas, de interesses e de ideologia referentes ao conjunto de políticas públicas, a PCT é uma das únicas – ou a única – políticas que, em governos com partidos de base ideológica assumidamente distinta, adotam diretrizes semelhantes‖. A constituição da Pós-Graduação brasileira, da pesquisa e da inovação ao

137 longo de sua história, com clara participação e formulação pela comunidade acadêmica e científica das diretrizes, aponta para esse consenso.

Parte desse caráter de continuidade é devido, por exemplo, a características do próprio aparato legal-institucional do Estado brasileiro, mas outra parte é devido à racionalidade do ator hegemônico da política – parcela da comunidade de pesquisa – que reforça esse continuísmo (SERAFIM; DAGNINO, 2011, p. 420).

Porém, a fim de ter uma compreensão mais completa sobre a forma pela qual a FINEP atua no campus Ribeirão Preto, foram feitas outras pesquisas. Foi relacionada também a Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto e o Hospital das Clínicas e a FAEPA, as quais possuem, ao todo, cinco projetos, como demonstra o quadro abaixo:

Quadro 4 – Recursos de editais da FINEP obtidos pela Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto

Nº Contrato /

Convênio Executor Título

1 01.12.0046.01 FACULDADE DE MEDICINA DE

RIBEIRÃO PRETO DESENVOLVIMENTO DE BIOFÁRMACO PARA IMUNOTERAPIA DE PACIENTES COM TB/HIV

2 01.05.0948.04 HOSPITAL DAS CLÍNICAS DA FACULDADE DE MEDICINA DE RIBEIRÃO PRETO DA USP

CONSOLIDAÇÃO DA UNIDADE DE PESQUISA CLÍNICA DO HCFMRP- USP

3 01.12.0040.00 HOSPITAL DAS CLÍNICAS DA FACULDADE DE MEDICINA DE RIBEIRÃO PRETO DA USP

AVALIAÇÃO DA EFICÁCIA E SEGURANÇA CLÍNICA DE ANTIINFLAMATÓRIO DE URO ORAL

4 01.04.0042.01 FUNDAÇÃO HEMOCENTRO DE

RIBEIRÃO PRETO TRANSPLANTE DE CÉLULAS TRONCO HEMATOPOÉTICAS EM DOENÇAS AUTO-IMUNES 5 01.06.1181.04 LABORATÓRIO DE BIOENGENHARIA DA FMRP- USP QUALIDADE EM IMPLANTES ORTOPÉDICOS Fonte:http://www.finep.gov.br/transparencia/projetos_aprovados.asp?criterio=cnpj&cnpj=5772 2118000140. Acesso em 28 de julho de 2014.

Entretanto, quando analisados com a coparticipação, nota-se que o Hospital das Clínicas possui sete projetos firmados.

138 Quadro 5 – Recursos de editais da FINEP obtidos pelo Hospital das Clínicas da

Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto da USP Nº Contrato /

Convênio Executor Título

1 01.12.0512.00 HOSPITAL DAS CLÍNICAS DA FACULDADE DE MEDICINA DE RIBEIRÃO PRETO DA USP

EXPANSÃO COM ADEQUAÇÃO DE INFRAESTRUTURA PARA A UNIDADE DE PESQUISA CLÍNICA

MULTIDISCIPLINAR DO HCFMRP-USP 2 01.07.0513.01 HOSPITAL DAS CLÍNICAS

DA FACULDADE DE MEDICINA DE RIBEIRÃO PRETO DA USP

REALIZAÇÃO DE UP-GRADE DO APARELHO DE RESSONÂNCIA

3 01.09.0117.01 HOSPITAL DAS CLÍNICAS DA FACULDADE DE MEDICINA DE RIBEIRÃO PRETO DA USP

MODERNIZAÇÃO DO CENTRO DE MEDICINA NUCLEAR DO HOSPOTAL DAS CLÍNICAS DA FACULDADE DE MEDICINA DE RIBEIRÃO PRETO-USP

4 01.13.0037.00 HOSPITAL DAS CLÍNICAS DA FACULDADE DE MEDICINA DE RIBEIRÃO PRETO DA USP

READEQUAÇÃO E MODERNIZAÇÃO DA

INFRAESTRUTURA FÍSICA DOS LABORATÓRIOS DE PESQUISA EM MEDICINA CELULAR, MOLECULAR E NUCLEAR DO HCFMRP-USP

5 01.10.0593.00 HOSPITAL DAS CLÍNICAS DA FACULDADE DE MEDICINA DE RIBEIRÃO PRETO DA USP

ADEQUAÇÃO DA INFRAESTRUTURA DOS SISTEMAS ELÉTRICOS DE EMERGÊNCIA E DE SEGURANÇA DA INFORMAÇÃO DOS LABS. MULTIDISCIPLINARES DE PESQUISA DO HCFMRP-USP

6 01.05.0948.04 HOSPITAL DAS CLÍNICAS DA FACULDADE DE MEDICINA DE RIBEIRÃO PRETO DA USP

CONSOLIDAÇÃO DA UNIDADE DE PESQUISA CLÍNICA DO HCFMRP-USP

7 01.12.0040.00 HOSPITAL DAS CLÍNICAS DA FACULDADE DE MEDICINA DE RIBEIRÃO PRETO DA USP

Avaliação da Eficácia e Segurança Clínica de Antiinflamatório de Uso Oral obtido a partir de princípio ativo da Biodiversidade Brasileira

Fonte:http://www.finep.gov.br/transparencia/projetos_aprovados.asp?criterio=cnpj&cnpj=5602 3443000152. Acesso em 28 de julho de 2014.

Vislumbra-se a importância que a FINEP tem para a constituição de laboratórios e redes de infraestrutura para as entidades pleiteadoras em Ribeirão Preto. O contrato 01.13.0037.00, por exemplo, refere-se à readequação e modernização da infraestrutura física dos laboratórios de pesquisa em medicina celular, molecular e nuclear do Hospital das Clínicas. Da mesma forma, o contrato 01.09.0117.01, que estabelece a modernização do Centro de Medicina Nuclear do Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto-USP. Outros três contratos estão vinculados à instalação, modernização e adequação de laboratórios, redes e sistemas do Hospital das Clínicas, o que permite concluir que a FINEP é usada pelo Hospital das Clínicas como fonte de recursos para melhorias físicas. Há, ainda, um contrato vinculado à Fundação Hemocentro de Ribeirão Preto, ligado ao Hospital das Clínicas (FMRP).

139 Quadro 6 – Recursos de edital da FINEP obtidos pela Fundação Hemocentro de

Ribeirão Preto

Nº Contrato /

Convênio Executor Título

100 01.12.0160.00 FUNDAÇÃO HEMOCENTRO DE RIBEIRÃO PRETO

DESENVOLVIMENTO DE PLATAFORMA MOLECULAR PARA O DIAGNÓSTICO CONFIRMATÓRIO E DISCRIMINATÓRIO DA INFECÇÃO PELO HTLV-1/2

Fonte:http://www.finep.gov.br/transparencia/projetos_aprovados.asp?criterio=ano&ano=2012 &uf=SP&primeiro=50&quantidade=50.Acesso em 28 de julho de 2014

Não foram encontrados projetos de nenhuma fundação que atuem no campus Ribeirão Preto, como a FAEPA, FIERP, FUNORP, FUNDACE e FUNPEC, mas sim os vinculados à Faculdade de Economia, Administração e Ciências Contábeis (FEA-RP), a qual possui grande relevância para a consolidação da FIPASE e de um projeto político de C&T no campus.

Fato que comprovaria isso é a formação de quadros para a Agência USP Inovação e a FIPASE. Em entrevista a um dos coordenadores da FIPASE, evidencia-se o papel que a FEA teve para a criação da FIPASE, ainda que seja uma fundação municipal ligada à Prefeitura Municipal de Ribeirão Preto: ―A construção da FIPASE foi irradiada pela Universidade‖ (ENTREVISTADO C). Os primeiros presidentes da FIPASE foram professores da FEA, o que demonstra o papel que a comunidade acadêmica tem na formulação da C&T local. O fato de ser direcionado por uma instituição, em teoria, com dificuldades de empreender inovação (são cursos não produtivos, com ênfase de pesquisa analítica), evidencia o aspecto ideológico que perfaz a inovação.

ENTREVISTADO: É importante também lembrar que quando a FIPASE foi criada, existiam muitas pesquisas dentro da Faculdade de Economia, Administração e Contabilidade aqui de Ribeirão, a FEA, que apontavam para esta questão dos arranjos produtivos locais, de se pensar a tecnologia pra trazer desenvolvimento regional e na época, até um dos professores da FEA, auxiliava a então Prefeitura Municipal de Ribeirão Preto com algumas políticas econômicas e desenvolvimento, então surgiu daí a ideia da criação da FIPASE.

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ENTREVISTADOR: Dá para pelo menos relacionar a construção de um pensamento dentro da Faculdade de Economia que acabou induzindo ou influenciando uma política pública municipal.

ENTREVISTADO: Perfeito. Era a ideia de você pensar que regiões têm vocações e essas vocações devem ser estimuladas para se contribuir para o seu desenvolvimento econômico, tecnológico e tudo o mais, A partir daí surgiu a ideia de se criar uma entidade, órgão. Então surgiu a FIPASE, que pudesse ser o braço político, o braço do

poder público municipal atuando para promover esse

desenvolvimento.

Em virtude desse contexto, a FEA obteve recursos para projetos por meio de editais da FINEP, objetivando a constituição de um ambiente regional de inovação e de uma agência municipal de promoção de inovação, o que evidencia a indução da comunidade acadêmica para a promoção de políticas de inovação sobre a academia.

Quadro 7 – Recursos de editais da FINEP obtidos pela FEA

Nº Contrato / Convênio

Executor Título

1 01.12.0267.02 FACULDADE DE CIÊNCIAS APLICADAS

GESTÃO DA INOVAÇÃO NO SETOR SUCRO-ENERGÉTICO BRASILEIRO 2 01.04.0859.00 SUPERA - INBUBADORA DE EMPRESAS DE BASE TECNOLÓGICA CURSOS DE CAPACITAÇÃO EM GESTÃO DE PRODUÇÃO E EM COMERCIALIZAÇÃO DE PRODUTOS E SERVIÇOS Fonte:http://www.finep.gov.br/transparencia/projetos_aprovados.asp?criterio=cnpj&cnpj=6302 5530009403. Acesso em 28 de julho de 2014

Foi encontrado um projeto vinculado à Faculdade de Ciências Farmacêuticas de Ribeirão Preto. Contudo, a pequena quantidade pode ser explicada ou contemporizada pela grande quantidade de contratos e convênios firmados diretamente com empresas farmacêuticas.

141 Quadro 8 - Recursos de editais da FINEP obtidos pela FCFRP

Nº Contrato /

Convênio Executor Título

27 01.12.0282.01 UNIVERSIDADE DE SÃO PAULO - FACULDADE DE CIÊNCIAS FARMACÊUTICAS DE RIBEIRÃO PRETO DESENVOLVIMENTO E ESCALONAMENTO DO FÁRMACO ANTIRETROVIRAL, DE INTERESSE PARA O SUS, FUMARATO DE TENOFOVIR DESOPROXILA (FTD)

Fonte:http://www.finep.gov.br/transparencia/projetos_aprovados.asp?criterio=ano&ano=2012 &uf=SP&primeiro=100&quantidade=50. Acesso em 28 de julho de 2014

Quando os convênios da faculdade são analisados, nota-se que a faculdade possui relações institucionalizadas com empresas que, de certa forma, independem de outras fontes de financiamento para a constituição de laboratórios e estruturas físicas. Em 2005, houve 13 contratos firmados com empresas; em 2006, foram 13; em 2007, 30; em 2008, 27; em 2009, 23; em 2010, 14; em 2011, 05.105 Todos os contratos possuem prazos de cinco anos. Assim sendo, pelos dados apresentados, somente a Faculdade de Ciências Farmacêuticas de Ribeirão Preto possui 41 contratos em vigência.106 Entretanto, a quantidade provavelmente é maior, uma vez que os dados de 2012 a 2014 não estão contemplados no documento.107

Quando se realiza a busca por anos, encontra-se mais alguns contratos firmados, todos ligados à Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto. A primeira linha é de 2011 e a segunda e terceira são de 2010.

105 Não se obteve dados dos anos seguintes. Por não ser objeto da pesquisa e por ter sido citado

apenas para a constituição de um quadro analítico, não se considera fundamental a busca por dados de 2012, 2013 e 2014.

106 Importante salientar que, do documento, em algumas tabelas, consta somente o ano, não

permitindo que se afirme categoricamente a data exata do término. Assim sendo, a contagem levou em consideração o ano inteiro de 2014, independente do dia e do mês.

107 Informações retiradas de

http://fcfrp.usp.br/dcf/download.php?file=arquivos/comissoes/11/16/107.doc&name_file=CON

142 Quadro 9 – Recursos obtidos pelo Hospital das Clínicas e Faculdade de Medicina

# Nº Contrato /

Convênio Executor Título

101 01.11.0105.01 HOSPITAL DAS CLÍNICAS DA FACULDADE DE MEDICINA DA UNIVERSIDADE DE SÃO PAULO

IMAGENS MÉDICAS DE

TOMOGRAFIA POR IMPEDÂNCIA ELÉTRICA PARA ANESTESIA E PACIENTES NEONATOS 137 01.10.0459.01 UNIVERSIDADE DE SÃO PAULO - FACULDADE DE MEDICINA DE RIBEIRÃO PRETO ROTA DE PRODUÇÃO DE BIOFÁRMACO RECOMBINANTE DOTADO DE PROPRIEDADE IMUNOMODULADORA E REGENERATIVA

203 01.10.0779.01 HOSPITAL DAS CLÍNICAS DA FACULDADE DE MEDICINA DA UNIVERSIDADE DE SÃO PAULO TRATAMENTO DO CÂNCER. INOVAÇÃO NO USO DE OXISTERÓIS INCORPORADOS A NANOEMULSÃO LIPÍDICA COMO INDUTORES DE MORTE

CELULAR

Fonte:http://www.finep.gov.br/transparencia/projetos_aprovados.asp?criterio=ano&ano=2011 &uf=SP&primeiro=100&quantidade=50

Esses dados revelam que a Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto e a FIPASE/SUPERA fazem uso da verba da FINEP para a construção física e sua modernização. A Faculdade de Ciências Farmacêuticas não faz uso das linhas de financiamento da FINEP, por, provavelmente, já possuir contratos firmados diretamente com as empresas.108 Esse arranjo institucional corrobora a perspectiva segundo a qual a universidade detém espaços de inovação para além dos arranjos mais formais, podendo- se também qualificá-la como universidade empreendedora.