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Angioplastie par ballonnet versus stenting

Matériels et méthodes

IV. Données thérapeutiques

2. Angioplastie par ballonnet versus stenting

Durante a aplicação deste questionário os sujeitos foram questionados sobre o primeiro exame de toque retal, se eles procuraram o médico por iniciativa própria, se foram incentivados por alguém ou se já estavam sentindo algum sintoma.

Motivos para realização do exame de toque retal

50% 33% 17% Incentivo Iniciativa Própria Presença de sintomas

Observou-se que a maioria dos sujeitos, ou seja, 50% deles foram incentivados por alguém a realizar o exame. Isto demonstra a importância de se falar sobre o assunto, informar os homens sobre o exame de toque retal, sua importância, seus benefícios, a idade adequada para iniciar a prevenção do câncer de próstata, e assim incentivá-los a realizar o exame.

Para o INCA (2009), informar os homens é dar o primeiro passo para que eles quebrem o “tabu” que envolve este assunto e procurem o exame de toque retal como método de prevenção, Carvalho (2008) acrescenta que as esposas e mães, como todas as mulheres em geral, que se preocupam mais com a saúde, tem papel fundamental na conscientização destes homens.

“A primeira vez foi incentivação da minha esposa mesmo, ela pediu “faça o exame, faça o exame” ai eu vim [...]” (Sujeito 8).

“Foi pessoas que sempre falo pra mim, pessoa que já fez falo pra mim que tem que faze, porque isso ai é um problema sério que tem que cuida, e se a pessoa num cuida vira um cânce e é uma doença meio incrível né.” (Sujeito 10).

“Fui incentivado por alguém.” (Sujeito 12).

Apenas 1 (um) dos sujeitos entrevistados, ou seja, 17% dos sujeitos, respondeu que procurou um urologista para realização do exame de toque retal após apresentar sintomas. Nestes casos o exame de toque perde sua função preventiva e passa a ter função diagnóstica.

Este comportamento representa um risco para saúde do homem, já que segundo Timby e Smith (2005), quando os primeiros sintomas aparecem a próstata pode estar relativamente aumentada e o tumor avançado.

Já os outros 33% dos sujeitos afirmaram terem procurado um urologista por iniciativa própria. Todos afirmaram terem buscado informações antes da primeira consulta, o que os fez sentirem mais seguros e confiantes sobre a eficácia e necessidade de realização do toque retal.

“[...] antes da pessoa vim ela tem que procura informação, porque de repente é um tabu né, a pessoa tem medo, então tem que ver, conversar com quem já fez ou com um médico amigo, porque ai você vai achar normal e

daí vai chegar no primeiro exame e pronto acabou...você já sabe que todo ano tem que vir né.” (Sujeito 7).

“Na verdade a televisão passa muito informação né, e muitas vezes a gente vê casos de acontece com algumas pessoas.” (Sujeito 9).

Quando o sujeito 9 diz “muitas vezes a gente vê casos de acontece com algumas pessoas”, entende-se que ele se refere ao exemplo de alguém que não se preveniu e diagnosticou o câncer de próstata. Essa fala demonstra que o medo de estar com câncer assusta os homens e isso pode se tornar mais um motivo para que eles passem a se prevenir.

A outra questão abordada foi a regularidade com que estes sujeitos realizam o exame de toque retal, já que segundo o INCA (2009), o adequado é que este exame seja feito anualmente.

Os sujeitos 7, 8, 9 e 10 relataram que realizam o exame de toque anualmente, junto com o exame de PSA. Este hábito pode ser interpretado de forma positiva, evidenciando que os sujeitos que conseguem vencer as primeiras barreiras do preconceito que envolve o exame de toque retal, e realizam o primeiro exame, voltam a realizá-lo com freqüência satisfatória. A fala dos sujeitos demonstra essa regularidade referente a realização do exame de toque retal.

“Todo ano.” (Sujeito 7).

“Tem seis anos que eu faço todo ano! Eu posso morrer a qualquer hora mais por falta de cuidado num é.” (Sujeito 8).

“Tem cinco anos que eu faço de ano em ano.” (Sujeito 9).

“Eu fiz o ano trasado e o ano passado eu fiz também, daí agora eu fiz de novo.” (Sujeito 10).

Um dos sujeitos respondeu que era o primeiro exame de toque retal que ele realizava, sendo este, o mesmo sujeito que diz ter procurado o urologista após apresentar alguns sintomas. A parte positiva é que o sujeito 11 tem apenas 45 anos, e confirma não ter demorado a procurar o médico, o que pode ajudá-lo no tratamento precoce, caso seja diagnosticado alguma patologia na próstata.

“[...] eu comecei a senti uns sintomas né, daí resolvi procurar logo o médico pra né [...] na verdade o toque é o primeiro.” (Sujeito 11).

Apenas o sujeito 12 não apresentou regularidade na realização do exame de toque retal.

“O exame propriamente do toque eu fiz a uns cinco anos atrás ou até mais, e não fiz mais nesse período, esse ano que voltei a faze.” (Sujeito 12). Quando perguntados sobre a opinião deles em relação a importância da realização do exame de toque retal, todos responderam de forma animadora e consciente.

“É importante, eu pelo menos quero fazer todo ano regularmente.” (Sujeito 11).

“Eu acho importante a realização freqüente, assim como a gente faz exame de sangue normais, eu acho que esse exame passa a ser interessante também. [...] ”(Sujeito 12).

“Eu acho [...] Porque é bom pra mim né, eu to defendendo a... tô cuidado da minha saúde né, porque ta aí um probrema sério, perigoso, já ouvi muita gente morre com esse probrema. E é uma doença que parece que depois que a pessoa pega já é difícil pra faze o tratamento né.” (Sujeito 10)

“Sim, é importante, chega a ser obrigatório fazer.” (Sujeito 9). “Eu acho sim, porque a gente morre com uma doença que a gente num tem cura num é uma coisa muito boa” (Sujeito 8).

“Sim, só que eu acho assim: antes da pessoa vim, ela tem que procura informação, porque de repente é um tabu né, a pessoa tem medo, então tem que ver, conversar com quem já fez ou com um médico amigo, porque ai você vai achar normal e daí vai chegar no primeiro exame e pronto acabou...você já sabe que todo ano tem que vir né.” (Sujeito 7).

3.2.3 O primeiro exame de toque retal e as concepções dos sujeitos antes e

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