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Analyse de la stabilité et de la robustesse

III. 3.4.2.3 Linéarisation de la dynamique du glissement idéal

IV.4 Commande synergétique terminale rapide d'un convertisseur DC-DC abaisseur

IV.4.2 Analyse de la stabilité et de la robustesse

No Decreto nº 2006 de 24 de outubro de 1857, o novo Ministro do Império, Marquês de Olinda, implantou uma nova reforma segundo os planos de Couto Ferraz. Os planos de es- tudos passaram por novas alterações; o curso de “primeira classe” foi ampliado de quatro para

cinco anos, sendo denominado de curso especial. Os aspirantes ao curso especial teriam que se inscrever para fazer o quinto ano antes de se candidatarem a alguma formação técnica-pro- fissional. Já para os candidatos ao bacharelado era mantida a regra dos estudos de “primeira classe” de quatro anos, e os três últimos anos para ingressarem no curso superior. Segundo o relato de Haidar, a justificativa dessas mudanças implementadas no Colégio Pedro II:

Com o objetivo de melhor graduar as dificuldades e de tornar mais suaves os estudos a alunos que, face à precariedade do ensino elementar, ingressavam no Colégio apenas alfabetizados, foi amplia-da para cinco anos a duração do curso especial. Os quatro primeiros anos seriam comuns […] enquanto os aspirantes ao bacharelado cumpririam mais três anos de estudo […]. (1972, p.118).

As modificações ocorridas no plano de estudos estavam no fato de distribuir os estudos científicos em todos os anos, com maior ênfase nos cinco primeiros anos. Mesmo com essas mudanças, ainda predominavam os estudos literários. A educação religiosa recebeu atenção com a criação da disciplina Doutrina Cristã e História Sagrada, no primeiro ano, sob o controle de um capelão católico.

A disciplina de Filosofia pela primeira vez foi alterada em sua distribuição curricular no programa do ensino secundário, no caso, o bacharelado. Se antes o programa era distribuído nos últimos três anos, com essa reforma os seus estudos passaram a ser ministrados a partir dos últimos dois anos, o sexto e o sétimo ano. Não ocorreu apenas uma redução no número de aulas como também nos conteúdos a serem ministrados nesse percurso; assim, no “6° ano, Filosofia, compreendendo a lógica e a metafísica; o 7° ano, Filosofia Moral e “história resumida” dos sistemas comparados de Filosofia”. (Idem, p.154). A análise comparativa dessa reforma com a anterior denota que a Filosofia perdeu a densidade de conteúdos exigidos, mesmo preservando a corrente filosófica eclética com o compêndio de Barbe.

O programa de ensino para o ano letivo de 1858 estava amparado nos planos de estudos aprovados pelo Decreto n° 2006 de 24 de outubro de 1857, sendo que os conteúdos de Filosofia distribuído da seguinta maneira nas respectivas séries:

SEXTO ANNO LÓGICA

1. Divisão da Philosophia: objecto da Logica; sua relação com as mais sciencias. 2. Das faculdadades da alma: sensibilidade, entendimento, De nossas idéas em geral: suas diversas especies. 4. Operações do entendimento: attenção, comparação. 5. abstracção, formação das idéas geraes. 6. Da memoria, associação das idéas, imaginação. 7. Do juizo, e do raciocinio. 8. Dos signaes, e em particular dos vocabulos; sua relação com o pensamento. 9. Do methodo: analyse e synthese. 10. Das proposições, suas especies, conversão e opposição. 11. Da definição, divisão e classificação. 12. Do senso intimo, evidencia, certeza, axioma, demonstrações. 13. Da observação externa: da inducção, analogia e probabilidade 14. Do testemunho humano: regras da crítica histórica. 15. Do syllogismo, suas especies, regras e figuras. 16. Da argumentação, suas formas e regras. 17. Dos sophismas e causas dos erros.

METAPHISICA

18. Da origem de nossas idéas; apreciação das opiniões dos autores. 19. Das idéas fundamentaes do entendimento humano: da substancia, da causa, do tempo, do espaço, do corpo. &. 20. Da idéa do Eu e do não - Eu: da unidade, identidade e simplicidade do Eu. 21. Da sensibilidade, seus caracteres: sensações, sentimentos, paixões. 22. Da actividade espontanea e reflexa: distincção dos actos da vontade. 23. Demonstração da liberdade; influencia dos motivos sobre a vontade 24. Esperitualidade da alma: sua união com o corpo. 25. Exposição e critica das hypotheses sobre a união da alma com o corpo. 26. Da idéa de hum Ente supremo: prova metaphysica da sua existencia. 27. Deducção da prova da existencia de Deos pela idéa do universo. 28. Apreciação das provas moraes da existencia de Deos. 29. Dos attributos metaphysicos de Deos. 30. Does attributos moraes de Deos. 31. Da providencia considerada relativamente á existencia do mal phisico. 32. Da providencia considerada relativamente á existencia de Deos. 33. Da immortalidade da alma. LIVRO: Barbe: Cours élémentaire de Philosophie. (VECHIA; LORENZ, 1998, p.51-52).

SETIMO ANNO ETHICA

1. Dos motivos dos actos humanos. 2. Critica das principaies opiniões dos philosophos sobre a natureza do dever. 3. Demonstração da lei natural: lei positiva. 4. Consciência moral: imputação 5. Do merito e demerito: pena e premio. 6. Moral individual: dos deveres relativos ao espirito. 7. Dos deveres relativos ao corpo, e aos bens extrinsecos. 8. Moral social: dos deveres da beneficencia. 9. Noção do direito:

deveres geraes da justiça. 10. Dos deveres geraes na sociedade domestica e civil. 11. Moral religiosa: culto interno e externo.

HISTORIA DA PHILOSOPHIA

Historia resumida dos systemas comparados de Philosophia. 12. Utilidade da Historia da philosophia, sua divisão e methodo: generalidades sobre os systemas. 13. Importancia da Philosophia grega, suas épocas: seitas Italica, Jonica e Eleatica. 14. Socrates e os Sophistas, espirito do methodo socrático: seitas Cynica, Cyrenaica, Megarica, Erectriaca. 15. Platão e Aristóteles: divergencia entre a Academia e o Liceo. 16. Luta do Epicurismo com o Stoicismo: Septicismo entre os Gregos. 17. A Philosophia Christã e a escola pagã de Alexandria. 18. Das principaes controversias da Philosophia escolástica em seus três periodos. 19. Do methodo experimental e inductivo de Bacon: sensibilismo moderno. 20. Descartes: Discurso sobre o methodo, systemas capitaes procedidos da escola cartesiana, Mallebranche, Spinosa e Lebnitz. O professor fará huma exposição succinta do movimento philosophico No 18° seculo e terminará esboçando as grandes escolas actuaes. (Idem, p.54).

2.2.3. Reforma de 1862 a Reforma Paulino de Souza (1870): crítica a educação

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