6.6 Higher-Order Markov Regime-Switching
6.6.2 A Risk Measurement Framework Based on a HMRS
A VALORMED é a entidade gestora do Sistema Integrado de Gestão de Resíduos de Embalagens e Medicamentos (SIGREM). Na FAC os utentes são sensibilizados para a entrega de embalagens vazias e medicamentos fora de uso, que são depositados no contentor VALORMED. Uma vez atingida a capacidade máxima, o contentor é selado e procede-se ao registo do peso (em quilograma), nome e número da Farmácia e identificação do responsável pela selagem, através do preenchimento de impresso próprio. Posteriormente o contentor é recolhido por um distribuidor, sendo os resíduos sujeitos a um processo de triagem e reencaminhados para centros de reciclagem ou incineradores. No decorrer do estágio participei ativamente neste projeto, tendo observado uma grande adesão por parte dos utentes [36].
9.3. Farmacovigilância
A Farmacovigilância é o processo que visa a deteção, avaliação e prevenção de efeitos adversos ou qualquer problema relacionado com os medicamentos comercializados. Perante uma reação adversa ou suspeita de reação adversa que possa ter sido causada pela utilização de medicamentos, esta deve ser comunicada, tão rápido quanto possível, às Unidades Regionais de Farmacovigilância ou ao serviço do INFARMED, I.P., responsável pela Farmacovigilância, quando aquelas não existam [2, 14]. No decorrer do meu estágio não foi necessária a notificação de qualquer reação adversa medicamentosa.
10.
Formação contínua
O Farmacêutico deve renovar continuamente os seus conhecimentos e competências, por exemplo através da frequência de cursos/sessões de formação, que
37 contribuam para a melhoria do seu desempenho profissional [2]. Durante o estágio foi-me possível assistir aos seguintes momentos formativos:
Curso de formação “Avène Solares”, Pierre Fabre Dermo-Cosmétique, Hotel Tiara Porto, 16 de abril de 2013;
Curso de formação “Animais de companhia e Animais de produção”, Bayer HealthCare, Hotel Ipanema Porto, 23 de abril de 2013;
“Curso Geral Bioderma”, Bioderma Laboratoire Dermatologique, Hotel AC Porto, 16 de maio de 2013 (Anexo IV).
Estes cursos de formação revelaram-se muito enriquecedores, tendo permitido a aquisição e a consolidação de conhecimentos úteis à prática farmacêutica.
38
11.
Conclusão
Ao longo dos quatro meses de estágio pude aplicar os conhecimentos adquiridos na Faculdade à prática farmacêutica comunitária e adquirir novos conhecimentos e competências, não só nas áreas de gestão e farmacoterapia como também ao nível das relações interpessoais. O contacto com os utentes foi particularmente estimulante e enriquecedor, permitindo o crescimento pessoal e a tomada de consciência das diferentes realidades socioeconómicas. O bom relacionamento que estabeleci com todos os profissionais da FAC, que me acolheram e acompanharam ao longo do estágio, foi essencial para ultrapassar alguns receios e inseguranças, tendo também contribuído positivamente para a minha aprendizagem.
No decorrer do estágio pude visualizar e executar diversas funções assumidas pelo farmacêutico comunitário, tendo constatado a importância e mais-valia da profissão. Desempenhei todas as tarefas com empenho e dedicação, procurando sempre dignificar a profissão, a FAC e a FFUP.
Em suma, o estágio realizado na FAC contribuiu notoriamente para o enriquecimento da formação académica e para o crescimento pessoal e profissional, pelo que guardarei esta experiência com carinho, recordando-a com saudade.
39
12.
Referências bibliográficas
[1] Regulamento do Mestrado Integrado em Ciências Farmacêuticas da FFUP. Deliberação n.º 2272-F/2007, publicada em Diário da República, 2.ª série, N.º 215, de 8 de novembro de 2007.
[2] Conselho Nacional da Qualidade da Ordem dos Farmacêuticos (2009), Boas Práticas
Farmacêuticas para a farmácia comunitária (BPF), 3ª Edição, Ordem dos Farmacêuticos.
[3] Farmácia Comunitária. Disponível: <http://www.ordemfarmaceuticos.pt/scid//ofWebInst _09/defaultCategoryViewOne.asp?categoryId=1909>. Acesso em 13 maio 2013.
[4] Apresentação da Farmácia Almeida Cunha. Disponível: <http://www.farmacia almeidacunha.com/apresentacao.asp>. Acesso em 21 maio 2013.
[5] DL n.º 53/2007, de 8 de março, publicado em Diário da República, 1.ª série, N.º 48, de 8 de março de 2007. Alterado pelo DL n.º 7/2011, de 10 de janeiro e pelo DL n.º 172/2012, de 1 de agosto.
[6] Portaria n.º 272/2012, de 12 de setembro, publicada em Diário da República, 1.ª série, N.º 177, de 12 de setembro de 2012. Alterada pela Portaria n.º 14/2013, de 11 de janeiro.
[7] Facebook da Farmácia Almeida Cunha. Disponível: <http://www.facebook.com/ pages/Farmácia-Almeida-Cunha/441675465909484>. Acesso em 1 junho 2013.
[8] Despacho do Ministério da Saúde n.º 18/90, de 27 de dezembro, publicado em Diário da República, 2.ª série, N.º 27, de 1 de fevereiro de 1991.
[9] Deliberação n.º 2473/2007, de 28 de novembro, publicada em Diário da República, 2.ª série, N.º 247, de 24 de dezembro de 2007.
[10] DL n.º 307/2007, de 31 de agosto, publicado em Diário da República, 1.ª série, N.º 168, de 31 de agosto de 2007. Alterado pelo DL n.º 171/2012, de 1 de agosto e pela Lei n.º 16/2013, de 8 de fevereiro.
[11] Deliberação n.º 414/CD/2007, publicada na página eletrónica do INFARMED, I.P., a 29 de outubro de 2007.
[12] PME Excelência 2012. Disponível: <http://www.iapmei.pt/iapmei-mstplartigo- 01.php?temaid=156&msid=6>. Acesso em 27 julho 2013.
40 [13] Documentos de apoio às aulas teóricas da unidade curricular Tecnologia Farmacêutica I do Mestrado Integrado em Ciências Farmacêuticas da FFUP, do ano letivo de 2009/2010.
[14] DL n.º 176/2006, de 30 de agosto, publicado em Diário da República, 1.ª série, N.º 167, de 30 de agosto de 2006. Alterado pelo DL n.º 20/2013, de 14 de fevereiro (sétima alteração).
[15] DL n.º 134/2005, de 16 de agosto, publicado em Diário da República, 1.ª série, N.º 156, de 16 de agosto de 2005. Alterado pelo DL n.º 238/2007, de 19 de junho.
[16] DL n.º 189/2008, de 24 de setembro, publicado em Diário da República, 1.ª série, N.º 185, de 24 de setembro de 2008. Alterado pelo DL n.º 115/2009, de 18 de maio.
[17] Documentos de apoio às aulas teóricas da unidade curricular complementar Terapêuticas Alternativas do Mestrado Integrado em Ciências Farmacêuticas da FFUP, do ano letivo de 2010/2011.
[18] DL n.º 227/99, de 22 de junho, publicado em Diário da República, 1.ª série, N.º 143, de 22 de junho de 1999. Alterado pelo DL n.º 285/2000, de 10 de novembro.
[19] DL n.º 184/97, de 26 de julho, publicado em Diário da República, 1.ª série, N.º 171, de 26 de julho de 1997.
[20] DL n.º 148/2008, de 29 de julho, publicado em Diário da República, 1.ª série, N.º 145, de 29 de julho de 2008.
[21] DL n.º 232/99, de 24 de junho, publicado em Diário da República, 1.ª série, N.º 145, de 24 de junho de 1999.
[22] DL n.º 145/2009, de 17 de junho, publicado em Diário da República, 1.ª série, N.º 115, de 17 de junho de 2009.
[23] Lei n.º 11/2012, de 8 de março, publicada em Diário da República, 1.ª série, N.º 49, de 8 de março de 2012.
[24] Portaria n.º 137-A/2012, de 11 de maio, publicada em Diário da República, 1.ª série, N.º 92, de 11 de maio de 2012.
[25] Despacho n.º 15700/2012, de 30 de novembro, publicado em Diário da República, 2.ª série, N.º 238, de 10 de dezembro de 2012.
41 [26] Normas relativas à dispensa de medicamentos e produtos de saúde. Disponível: <http://www.infarmed.pt/portal/page/portal/INFARMED/MAIS_NOVIDADES/20130117_N ORMAS_DISPENSA_vFinal.pdf>. Acesso em 25 agosto 2013.
[27] Despacho n.º 16568-D/2012, de 28 de dezembro, publicado em Diário da República, 2.ª série, N.º 251, de 28 de dezembro de 2012.
[28] Iglésias-Ferreira, Paula e Santos, Henrique José (2009), Manual de Dispensação
Farmacêutica, 2ª Edição, Grupo de Investigação em Cuidados Farmacêuticos da
Universidade Lusófona.
[29] DL n.º 48-A/2010, de 13 de maio, publicado em Diário da República, 1.ª série, N.º 93, de 13 de maio de 2010. Alterado pelo DL n.º 106-A/2010, de 1 de outubro.
[30] DL n.º 15/93, de 22 de janeiro, publicado em Diário da República, 1.ª série, N.º 18, de 22 de janeiro de 1993. Alterado pela Lei n.º 13/2012, de 26 de março (décima nona alteração).
[31] Decreto Regulamentar n.º 61/94, de 12 de outubro, publicado em Diário da República, 1.ª série, N.º 236, de 12 de outubro de 1994. Alterado pelo Decreto Regulamentar n.º 28/2009, de 12 de outubro (terceira alteração).
[32] Dispensa de medicamentos comparticipados em Farmácia Comunitária. Disponível: <http://www.infarmed.pt/portal/page/portal/INFARMED/MEDICAMENTOS_USO_HUMAN O/AVALIACAO_ECONOMICA_E_COMPARTICIPACAO/MEDICAMENTOS_USO_AMBU LATORIO/MEDICAMENTOS_COMPARTICIPADOS/Dispensa_exclusiva_em_Farmacia_ Oficina>. Acesso em 4 setembro 2013.
[33] Portaria n.º 193/2011, de 13 de maio, publicada em Diário da República, 1.ª série, N.º 93, de 13 de maio de 2011.
[34] Administração Central do Sistema de Saúde, I.P. (2013), Manual de Relacionamento
das Farmácias com o Centro de Conferência de Faturas do SNS, Administração Central
do Sistema de Saúde, I.P.
[35] Despacho n.º 17690/2007, de 23 de julho, publicado em Diário da República, 2.ª série, N.º 154, de 10 de agosto de 2007.
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