W O R L D H E A L T H
ORGANIZATION ORGANISATION MONDIALE
DE LA SANTÉ
CONSEJO EJECUTIVO 28 reunion
E B 2 8 / M i n / 4 R e v . l 17 de julio de I96I ORIGINAL: INGLES
ACTA RESUMIDA D E LA CUARTA SESION
Palais des Nations^ Ginebra
Martes^ 30 de mayo de 1961, a las l4>30 horas
PRESIDENTE: Dr A . MARTINEZ MARCHETTI
Indice
P a g i n a 1 . Manifestaciones de gratitud a los representantes de la Cruz R o j a 7 3 2.4 Marcha de las actividades que reciben asistencia de la OMS y d e l
UNICEF (continuación) 7 3 Informe sobre la asistencia a la R e p ú b l i c a del Congo
(Leopoldville) • • 7 斗 4 . Continuación de la ayuda de la OMS a los nuevos E s t a d o s inde-
pendientes 80 5* Programa Ampliado de Asistencia Técnica: Procedimiento de
preparación del programa • • • • 84 Estudio orgánico sobre la coordinación con las Naciones U n i d a s
y los organismos especializados • 87 7* Marcha d.e las actividades que reciben asistencia de la OMS y
del UNICEF (continuación de la sección 2)
8 . Transferencias entre las.secciones de la Resolución de Apertura
de Créditos para I96I 9 6 9* Créditos librados hasta
presupuesto ordinario
el 15 de mayo de 196I con cargo al
C u a r t a sesión
M a r t e s , 30 de m a y o de 1 9 6 l , a las 1斗,3〇 horas P r e s e n t e s
D r A . M A R T I M E Z M A R C H E T T I , V i c e p r e s i d e n t e ( P r e s i d e n t e I n t e r i n o )
D r К. S U V A H N A K I C H , V i c e p r e s i d e n t e D r A . N A H J L S I , R e l a t o r
D r S . S I G U R D S S O N , R e l a t o r C o r o n e l M . K- AFFŒD工 D r 〇• В. A L A K E J A D r FU B A I D Y A D r A . L‘ B R A V O
P r o f e s o r G . A . C A N A E E R I A
D r D . C A S T I L L O 、 P r o f e s o r J - GARCIA 0 R C 0 Y E N
D r G . E . G O D B E R
D r J- D . H O U R皿N E D r H . v a n Z i l e H Y D E P r o f e s o r M . K A C P R Z A K D r A . L Y N C H
D r L- M 0 L I T 0 R
Pais que h a designado a l miembro d e l Consejo A r g e n t i n a
Tailandia J o r d a n i a 工s l a n d i a P a k i s t á n Nigeria N e p a l Chile Italia V é ñ é z u e l a E s p a ñ a
R e i n o U n i d o e Irlanda Irlanda
de G r a n B r e t a ñ a d e l Norte
E s t a d o s U n i d o s de A m é r i c a Polonia
Peru
Luxemburgo
D r T . OMÜRA J a p o n
Presentes
D r Chubyung РАК (suplente del Dr Pyung Hak Lee)
D r J . Adjei SCHAKDORP D r M . SECK (suplente del
Dr A . B . Sar) D r J . SHAHEEÏÏ D r S . SYMAN
.Fais que, ha designado' . al miembro del Consejo República de Corea Ghana
Senegal Irak Israel
Secretario: D r M . G . CA№)AU Director General
Representantes de organizaciones intergubernamentales
Naciones Unidas Sr N . G . LUKER
Organismo de Obras Públicas y Socorro a los
Refugiados de Palestina en el Cercano Oriente D r J . S- МсКЕЖ1Е POLLOCK Liga de los Estados Arabes D r A . T . SHOUSHA
Comisión de Cooperación Técnica en A f r i c a a l Sur del Sahara
S r L . S . HAWKIHS
R e p r e s e n t a n t e s de organizaciones no gubernamentales A s o c i a c i ó n I n t e r n a c i o n a l de M é d i c a s
C o m i t é I n t e r n a c i o n a l C a t ó l i c o de E n f e r m e r a s y A s i s t e n t a s M e d i c o s o c i a l e s
Cornâ-té I n t e r n a c i o n a l de la C r u z R o j a
D r a V e r a J . PETERSON*
Srta M- CAILOU S r PILLOUD Sr C . VILLAÏÏD F e d e r a c i ó n M u n d i a l de A s o c i a c i o n e s pro
N a c i o n e s U n i d a s S r a L . BRUCE-CHWATT
S r a J* W I M E R I N G H A M L i g a d e S o c i e d a d e s de la C r u z H o j a
S o c i e d a d I n t e r n a c i o n a l para Tpansfusiones de S a n g r e
U n i ó n I n t e r n a c i o n a l contra la Tuberculosis
Dr Z- В. ШШЮНЕР
D r R . FISCHER D r M . GILBERT U n i ó n I n t e r n a c i o n a l de Protección a la Infancia Srta M . E S N A R D
E B 2 8 / M l n / 4 R e v . l
1 . MANXFESTACIOHES DE GRATITUD A LOS REPRESENTANTES DE LA CRUZ ROJA
E l PRESIDENTE dirige u n cordial saludo de bienvenida a los representantes del Comité Internacional de la Cruz R o j a y de la Liga de Sociedades de la C r u z R o j a que asisten a la presente sesión y les da las gracias en nombre ciel Consejo Ejecutivo por la labor que esas organizaciones realizan actualmente en la R e p ú b l i c a del C o n g o .
2 . MARCHA DE LAS ACTIVIDADES QUE RECIBEIÎ ASISTENCIA DE LA OMS Y D E L U N I C E F : Punto 3 0 del orden del día (documento E B 2 8 / 8 )1 (continuación)
E l DIRECTOR GENERAL, en contestación a las preguntas formuladas en la sesión anterior por el D r S y m a n , declara que en la Junta Ejecutiva del U E E C E P hay división de opiniones acerca del apoyo que debe prestar esa organización al programa de erradicación del paludismo; a juicio de algunos de los miembros convendría dis- minuir esa asistencia y otros, en cambio, estiman que debe mantenerse en las propor- ciones actuales. E s evidente que en la próxima reunión de la Junta E j e c u t i v a del UNICEF se suscitará u n importante debate acerca de esa cuestión. I n d i c a , a l mismo tiempo, que ese debate no está relacionado en absoluto con e l problema de la incor- poración del programa de erradicación del paludismo a l presupuesto ordinario de la Organización- E s esencial tener presente que para e l actual programa de erradicación del paludismo se cuenta con la ayuda del U N I C E F y q u e , por lo tanto, si en adelante no se pudiera disponer de ella en la misma medida sería preciso hallar fondos equiva- lentes de otra procedencia. Espera que la Junta Ejecutiva del UNICEF decidirá seguir aportando su asistencia al menos en el grado en que ahora lo h a c e .
Publicado en A c t , o f . O r g , round. Salud 1 1 2 , Anexo 4 (figura el estudio anexo con las modificaciones introducidas por el C o n s e j o , pero se ha suprimido el Apéndice A ) .
E n cuanto a la p o s i b i l i d a d de que. e l U N I C E F modifique su estructura -y la
. • — - . . . • .
d i s t r i b u c i ó n de sus o f i c i n a s , p r e c i s a que esos cambios no tienen por qué preocupar e n a b s o l u t o a la OMS; a l contrario^ p e r m i t i r á n establecer u n a cooperación m á s íntima c o n l a s o f i c i n a s r e g i o n a l e s y asimismo dentro de cada p a í s .
E l P R E S I D E M E s u g i e r e que e l C o n s e j o E j e c u t i v o aplace e l examen de este p u n t o h a s t a q u e e l g r u p o d e trabajo q u e se h a establecido prepare su informe y u n p r o y e c t o d e r e s o l u c i ó n .
A s í q u e d a a c o r d a d o • (Vease a c o n t i n u a c i ó n,e n la sección 7> la r e a n u d a c i ó n d e l d e b a t e - )
I N F O R M E S O B R E LA A S I S T E N C I A A LA. R E P U B L I C A D E L C O N G O (IEOPOLDVTLLE) : Punto 3 . 1 d e l o r d e n d e l .día (resoluciones E B 2 7 . H 5 У W H A 1 4 . 2 6 ; documento E B 2 8 / 1 8 )1
E 1 D I R E C T O R GEJffiRAL presenta su informe (documento ЕВ28Д8)1 acerca de las o p e r a c i o n e s de la O M S en l a R e p ú b l i c a d e l Congo-
E x p o n e a g r a n d e s r a s g o s las m e d i d a s q u e la OMS h a adoptado para e l manteni- m i e n t o d e l o s s e r v i c i o s m é d i c o s , d e s c r i t a s en la sección 2 . 1 y los servicios consulti- v o s q u e h a f a c i l i t a d o a los d i s t i n t o s g o b i e r n o s p r o v i n c i a l e s , m e n c i o n a d o s en la s e c c i ó n 2.2o P o n e d e r e l i e v e que el porvenir de las actividades de la OMS depende e s e n c i a l m e n t e de la e v o l u c i ó n política d e l
p r ó x i m o e l n u m e r o d e p r o v i n c i a s se eleve a f i c a r sus d i s p o s i c i o n e s • S e r í a preciso en
p a í s . E s m u y posible que en u n futuro v e i n t e , lo que obligaría a la OMS a modi- ese caso p r o l o n g a r los contratos d e l
P u b l i c a d o e n Act* of。Org* m u n d . S a l u d 1 1 2 , A n e x o 5
personal actualmente destinado a las operaciones y habría que aumentar su n ú m e r o .
Hace constar con especial interés que esas actividades se realizan en estrecha cola- boración con las Naciones Unidas y son parte integrante de una operación de conjunto.
E n la sección 2.3 se dan informes concretos sobre enseñanza y formación profesional, tanto en el Congo como en otros p a í s e s , y la sección 3 se refiere a la importancia prioritaria que la Asamblea Mundial de la S a l u d atribuye a la creación de instituciones docentes permanentes.
E s ya patente que una empresa iniciada con carácter de emergencia y a corto plazo ha de hacer frente hoy a una situación que tal vez se prolongue durante muchos m e s e s . L a colaboración del Comité Internacional de la Cruz R o j a y de la Liga de Sociedades de la Cruz R o j a ha sido de máxima utilidad y , aunque la asistencia de esas organizaciones habrá de terminar pronto, la OMS confía en que los médicos de la Cruz R o j a permanecerán en el país durante el mayor tiempo posible. E s interesante hacer constar el alto grado de cooperación que se ha conseguido establecer entre las Naciones Unidas y la O M S .
A su juicio, la OMS ha hecho en e l Congo todo cuanto podía y espera que restablecida la estabilidad política puedan reanudarse pronto en ese país las acti- vidades normales.
E l D r MOLITOR agradece el interesante informe presentado por el D i r e c t o r General.
Evidentemente no se puede considerar que el tono de ese Informe sea o p t i m i s t a . No cabe duda, de que la tarea de la OMS es de gran m a g n i t u d . Recuerda que en u n a ante- rior ocasión el Director General señaló que habrían de transcurrir u n o s 15 años antes
一 7б _
de que e l C o n g o pudiera alcanzar e l m i s m o nivel sanitario de que disfrutaba antes de o b t e n e r la i n d e p e n d e n c i a . Se desprende del informe que será necesario aún más tiempo a n t e s de restablecer la antigüa situación y , en consecuencia, convendría a su juicio r e d o b l a r los loables esfuerzos a c t u a l e s .
S o n v a r i a s las cuestiones a que tiene el propósito de r e f e r i r s e . Tiene i n t e r é s en saber, por e j e m p l o , qué asistencia se ha prestado hasta la fecha/ sea por conducto de la OMS o con carácter bilateral; en cumplimiento de la petición con- t e n i d a e n la r e s o l u c i ó n W H A 1 4 . 5 8 , У qué medidas concretas h a adoptado la OMS en ese s e n t i d o .
A s u juicio convendría aumentar los fondos destinados a la asistencia de
l a R e p ú b l i c a d e l C o n g o , incluso a costa de alguna otra de las actividades del programa- S i n e m b a r g o , por encima de las dificultades financieras el informe da cuenta también
d e los n u m e r o s o s obstáculos con que se tropieza para llevar a cabo una labor de orga- n i z a c i ó n . A ese r e s p e c t o sería m u y ú t i l disponer de información más detallada sobre t o d o en lo relativo a los servicios sanitarios.
L o s esfuerzos de la OMS por crear servicios consultivos, especialmente en Ю q u e s e r e f i e r e a la enseñanza y formación profesional de personal local, merecerán sin d u d a la a p r o b a c i ó n d e l C o n s e j o . E n efecto, la formación de personal local responde a l e s p í r i t u de Independencia de las poblaciones indígenas y será en adelante u n a ga- r a n t í a de esa i n d e p e n d e n c i a . Oyó con la máxima simpatía el llamamiento del Dr Schandorf
en la segunda sesión del C o n s e j o , e n favor de.la formación profesional y es de esperar que t a l e s llamamientos sean e s c u c h a d o s . No obstante, esta empresa, sin duda necesaria, exige l a r g o tiempo y en el Congo la grave .. escasez de .médicos se hace sentir h o y .
E n la sección 2 . 1 del informe se indica como objetivo el envío a l C o n g o de 130 m é d i c o s , número que quizá no sea s u f i c i e n t e . E n todo caso, para poder eva- luar la situación, desearía saber cuál era e l número t o t a l de m é d i c o s en el C o n g o antes de la independencia y cuántos de ellos permanecen aún en el p a í s . N o m e n o s interesante sería tener idea d e l grado de cooperación que existe entre éstos ú l t i m o s y los médicos enviados por la 〇№ y la C r u z R o j a . Pregunta cuáles son las dificulta- des de mayor importancia con que ha tropezado la OMS para contratar p e r s o n a l m é d i c o y si a l contratar a ese personal pudieron tomarse en cuenta sus conocimientos de idiomas, su especialización en enfermedades tropicales y su conocimiento de las cos- tumbres locales• Pregunta asimismo c u á l es la d i s t r i b u c i ó n geográfica d e l p e r s o n a l médico enviado por la 〇MS, cuál era la d e l p e r s o n a l que trabajaba a n t e s en e l p a í s y a que países pertenecen los médicos contratados por la 01УБ. ¿Se s a b e , f i n a l m e n t e , en qué m e d i d a el Gobierno d e l C o n g o h a logrado encontrar el personal m e d i c o q u e necesita?
A su juicio sería muy ú t i l disponer de esas informaciones de carácter admi- nistrativo» Si no fuera posible facilitar inmediatamente los d e t a l l e s p e d i d o s , p o d r í a n incluirse en e l informe sobre la situación en el C o n g o que sin duda se p r e s e n t a r á a la consideración d e l Consejo en su próxima r e u n i ó n .
E l D r HOURIHAME señala a la a t e n c i ó n d e l C o n s e j o la sección 2 . 3 - L 1,r e l a - t i v a a l a s especialidades que ensenan l o s cinco p r o f e s o r e s enviados por la OMS a la U n i v e r s i d a d de L o v a n i u m y pregunta si otros p r o f e s o r e s se encargan de la enseñanza de las restantes ramas de la m e d i c i n a .
- 了8 -
E l o g i a a l a OMS por la e x t r a o r d i n a r i a h a b i l i d a d con que hace frente a la s i t u a c i ó n a c t u a l,a s í corno por la admirable y necesaria flexibilidad de las disposi- c i o n e s t o m a d a s . A su j u i c i o , la d e c l a r a c i ó n d e la sección 2 . 2 , párrafo t e r c e r o , s e g ú n l a cual^ d e b i d o a las especiales circunstancias d e l p a í s , los m i e m b r o s d e l p e r s o n a l se h a n v i s t o o b l i g a d o s a hacerse c a r g o , con e l asentimiento del Gobierno^
d e a c t i v i d a d e s que n o r m a l m e n t e se h a b r í a n considerado incumbencia exclusiva d e l d e p a r t a m e n t o d e s a n i d a d l o c a l , es u n á clara m u e s t r a ciel acierto con que la 〇№ lleva a c a b o su m i s i ó n .
E l D I R E C T O R G E M E H A L d i c e que en la próxima sesión contestará e n detalle a l a s c u e s t i o n e s s u s c i t a d a s por e l D r M o l i t o r , excepto en lo que se refiere a la dis- t r i b u c i ó n g e o g r á f i c a d e l p e r s o n a l m é d i c o que trabajaba e n e l país antes de la inde- p e n d e n c i a , d a t o s que sólo p u e d e n obtenerse d e l Gobierno de B é l g i c a .
E s t á p l e n a m e n t e de acuerdo con el D r M o l i t o r en cuanto a la u r g e n t e nece- s i d a d d e r e c o n s t r u i r l o s servicios s a n i t a r i o s . De h e c h o , la formación de personal l o c a l e s u n a de l a s p r i n c i p a l e s p r e o c u p a c i o n e s de la OMS^ D e s d e e l pasado m e s de d u l i o e s t á h a c i e n d o t o d o lo posible para f o r m a r a u n número m a y o r de estudiantes y p a r a e m p l e a r c o n la m á x i m a eficacia a l p e r s o n a l que estaba y a cursando e s t u d i o s . E n j u l i o de i 9 6 0 sólo h a b í a d i e c i n u e v e estudiantes de m e d i c i n a indígenas e n la U n i v e r s i d a d d e L o v a n i u m y n i n g u n o e n E l i s a b e t h v i l l e . S e procura prestar la asisten-
cía n e c e s a r i a a la U n i v e r s i d a d de L o v a n i u m y a s í lo d e m u e s t r a e l envío por la OMS d e l o s cinco p r o f e s o r e s a que se r e f i e r e la sección A ese r e s p e c t o , explica e l D r H o u r i h a n e que l a s enserianzas básicas d e l plan de estudios de m e d i c i n a corren a c a r g o d e l c l a u s t r o p e r m a n e n t e de la U n i v e r s i d a d . S e está tratando de aumentar
e l n ú m e r o ^ a l u m n o s de primer curso. P a r a el presente айо sólo se h a n m a t r i c u l a d o diecisiete alumnos i n d í g e n a s , pero esto y a .constituye u n avance en comparación con
el anterior promedio anual de dos o tres m a t r i c u l a d o s . Para e l айо a c a d é m i c o 1961-1.9(52 se espera que se matriculen a l menos cuarenta estudiantes c o n g o l e s e s .
C o n s t i t u y e , n a t u r a l m e n t e ,皿 serio p r o b l e m a el reducido n ú m e r o de p e r s o n a s que h a n seguido una enseñanza secundaria completa y q u e , segiín cree, so'lo h a b í a n sido
U m S 4 5 0 6 1 ^ t e r i o r . A raíz de la i n d e p e n d e n c i a m u c h a s de estas p e r s o n a s se habían hecho cargo de puestos de.considerable r e s p o n s a b i l i d a d en la a d m i n i s t r a c i ó n
d e l p a í s У e n consecuencia era pequero el n ú m e r o de candidatos para los cursos de
formación m é d i c a . S i n embargo, se h a n conseguido m e j o r e s resultados de Ю q u e se esperaba y se cuenta con medios para instruir a u n m a y o r número de a l u m n o s .
E n cuanto a las calificaciones de los m é d i c o s contratados por la OMS para prestar servicios en el C o n g o , dice q u e , conforme h a demostrado la e x p e r i e n c i a , e l francés es de m á x i m a importancia para trabajar en ese p a í s , de modo que se h a insis- tido ante todo en el' conocimiento de dicha l e n g u a . N a t u r a l m e n t e , la OMS ha tratado de encontrar 皿 personal bien preparado y a ser posible con conocimientos de m e d i c i n a
t r O P l C a l* U n° d e l 0 S p r o b l e r a a s m á s S ^ v e s es la f a l t a de c i r u j a n o s . E n t r e los 'médicos contratados están representadas muchas n a c i o n a l i d a d e s y sobre su d i s t r i b u c i ó n geográ-
f l C a f a C Í l l t a r á d a t O S m á s d e l a n t e . S e g ú n ha dicho a n t e s , sólo el G o b i e r n o de B é l g i c a dispone de datos.exactos acerca d e l número y la n a c i o n a l i d a d de los m é d i c o s que traba-
j a b a n 6 n 6 1 p a í s a n t e s d e l a independencia, pero a su parecer h a b í a c e r c a de 70 0 mé-
dicos e u r o p e o s , principalmente b e l g a s , más algunos e s p a ñ o l e s , i t a l i a n o s , a l e m a n e s , e t c .
-8〇一
A c t u a l m e n t e t r a b a j a n e n cinco provincias^ excluida la de K a t a n g a,1 8 5 me- d i c o s e n p u e s t o s de t o d a s las c a t e g o r í a s,m á s 84 médicos e n v i a d o s por la O M S,3 1 de l a C r u z R o j a , 1 4 en e l h o s p i t a l d e l ONUC y 6 enviados por la C r u z R o j a S u i z a a u n h o s p i t a l m i l i t a r . P a r e ce ser q u e los m é d i c o s de la C r u z R o j a a b a n d o n a r á n e l país d e n t r o d e a l g u n o s m e s e s y será m u y d i f í c i l r e e m p l a z a r l o s . C r e e que será necesario e l e v a r e l n u m e r o d e m é d i c o s a 35〇 aproximadamente si se desea m a n t e n e r u n esqueleto d e s e r v i c i o s s a n i t a r i o s e n e l p a í s .
E n la p r ó x i m a sesión completará estos i n f o r m e s ,
E l D r M O L I T O R d a las g r a c i a s a l D i r e c t o r G e n e r a l por s u s a c l a r a c i o n e s . E s o s i n f o r m e s c o i n c i d e n con su o p i n i ó n p e r s o n a l de que e s a u n m u c h o lo que queda p o r h a c e r a n t e s de que se pueda p o n e r r e m e d i o a l insuficiente n i v e l a c t u a l de los s e r v i c i o s s a n i t a r i o s .
E l PRESIDE3NfTE p r o p o n e que e l C o n s e j o reanude e l examen de estos puntos en su p r ó x i m a s e s i ó n , en Xa q u e d i s p o n d r á de los n u e v o s datos que comunique e l Director G e n e r a l . E l R e l a t o r p r e p a r a r á asimismo, sobre este p u n t o , u n proyecto de r e s o l u c i ó n q u e se p r e s e n t a r á a la c o n s i d e r a c i ó n d e l C o n s e j o .
A s í q u e d a acordado> (véase e l acta resumida de la quinta s e s i ó n , sección 2.)
4- C O O T I M J A C I O N D E L A A Y U D A D E LA O M S A L O S M I E V O S E S T A D O S 工Ï Ï D E P E M D I E O T E S î Punto 3 - 2 d e l o r d e n d e l d í a (resolución WHâl4.37^ párrafo 2*2; documento E B 2 8 / 1 5 )
E l D r D O R O L L E , D i r e c t o r G e n e r a l A d j u n t o , presenta e l informe p r o v i s i o n a l d e l D i r e c t o r G e n e r a l sobre la corrtmuaclai d e la a y u d a de la OMS a los nuevos Estados i n d e p e n d i e n t e s ( d o c u m e n t o E B 2 8 / l 5 ) • S u b r a y a e l carácter p r o v i s i o n a l de los datos
一 8l 一
contenidos en el informe, inevitable dada la m u y reciente feeha de las dos resolu-
ciones en que se solicita esa información. 、…
E n relación con el párrafo 2.2.1 destaca la preferencia que se da a la enseñanza y a la formaoion profesional d e l p e r s o n a l .
Esta cuestión es de máxima importancia y el Director General no dejará de prestarle atención constante en e l curso de los proximos a n o s .
E l D r SYMAN estima que el terna que se examina5 relacionado con una de las actividades más importantes de la O M S , ejercerá con toda probabilidad una profunda influencia en ei programa de la Organización durante muchos a ñ o s .
Los asistentes a la reunión anterior de la A s a m b l e a de la S a l u d se enteraron con el mayor interés de las necesidades de los nuevos E s t a d o s independiente s • S e g ú n se indica en la introducción a l informe provisional, la OMS había empezado ya a pres- tar asistencia a esos países antes de que accedieran a la independencia. Sin e m b a r g o , la situación es ahora totalmente d i s t i n t a . Los nuevos E s t a d o s se han hecho cargo de los servicios sanitarios y no se dan ya por satisfechos con e l bajo n i v e l sanitario anterior.
La OMS ha de afrontar la singular tarea de encontrar u n denominador común para las necesidades básicas de esos nuevos Estados independientes y la actividad que ha de desenvolver en los países más desarrollados. E s u n problema erizado de dificul- tades y a su juicio habrán de transcurrir muchos anos antes de que los nuevos E s t a d o s puedan considerarse plenamente independientes en el orden sanitario• '
E s evidente que la Organización solo puede satisfacer las necesidades de esos países en u n grado muy limitado, a causa de la escasez de personal y la
ЕБ2о/Жп/4 R e v . l
insuficiencia de r e c u r s o s . H a v i s t o , sin embargo, con satisfacción que en el
párrafo d e l informe provisional se pone de relieve la función que puede ejer- cer la OMS como organo coordinador y espera que todos los Estados Miembros dispuestos a prestar su asistencia se darán cuenta de las ventajas de hacerlo por conducto de la O r g a n i zac ión•
Con respecto a l problema de la enseñanza y la formación profesional d e l p e r s o n a l a que se refiere e l párrafo 2..29 la única solución satisfactoria y perma- nente e s , según él^ la que puede ofrecer un personal local perfectamente preparado.
S e trata^ naturalmente, de una empresa de gran aliento y a muy largo plazo* E l p l a n de encuestas sobre ensenanza y formación profesional que se expone en e l
párrafo 2.2.3 es, din d u d a , satisfactorio^ pero el objetivo ha de ser necesariamente la creación de escuelas de medicina en el territorio africano y cualesquiera otras m e d i d a s n o pasarán de ser expedientes transitorios.
E l o g i a la labor que realiza la OMS y encarece a todos los gobiernos que cooperen lo m á s estrechamente posible con la Organización y faciliten así sus activi- d a d e s de asistencia.
E l D r v a n Zile H Y D E estima que todos desean asegurar el máximo de coordina- ción con la O M S . Pero es esencial tener presente que los esfuerzos habrán de coordi- narse necesariamente en e l país que recibe la asistencia, y que es deber primordial de los gobiernos reunir a todos los interesados y lograr que se realice u n intercambio de o p i n i o n e s . E n algunos países se ha establecido ya este tipo de colaboración por medio d e l Ministerio de Salud Publica y a este respecto conviene recordar que la f u n c i ó n m á s importante de la OMS consiste en facilitar la organización de servicios sanitarios n a c i o n a l e s . E l gobierno interesado no puede delegar la función que le incumbe de orientar las diversas actividades hacia u n fin común.
E l Profesor CAHAPERIA dice que le ha causado impresión el numero de proyectos que se enumeran en el Anexo 工,pero que todos son proyectos de la Región de Africa•
E l D r A LAKE JA ^ basándose en su experiencia personal, pregunta si no posible que la OMS ayudara a los países a evaluar las respectivas ventajas de distintas formas de asistencia que se les ofrecen.
E l D r LYNCH ve con satisfacción la importancia cada vez mayor que se con- cede a la integración de los servicios de salud publica en consonancia con el desarrollo general^ social y economico de cada país, cuestión a la que oportuna- mente se alude en el párrafo 2.1.3*
Refiriéndose a la formacion de personal sanitario^ sugiere que quizá convenga tener en cuenta la posibilidad de conceder bolsas de viaje para cursar estudios de ampliación en los países de America Latina, cuyo grado de desarrollo se situa en una. fase ixi"bepmed.ia. eirbre el d.e los países muy avanzados y el de los nuevos estados independientes y puede ser, por lo tanto, de interés para estos ill timos.
E l PRESIDEOTE, hablando a título personal, expresa el parecer de que con- vendría adoptar medidas a corto plazo encaminadas a resolver algunos de los proble- mas más graves, ya que las actividades de asistencia a los nuevos estados indepen- dientes, actualmente en proyecto, habrán de desenvolverse durante un periodo de tiempo considerable antes de dar resultados prácticos• A juzgar por su experiencia^,
sería las
E B 2 8 / M i n / 4 H e v - 1
l a e d u c a c i ó n s a n i t a r i a p o p u l a r es u n m e d i o d e acción extremadamente ú t i l y, en conse- c u e n c i a , cree q u e d e b e d a r s e mayor importancia a las a c t i v i d a d e s de esa í n d o l e .
E l D I R E C T O R G E I E R A L A D J Ü M ? 0 se r e f i e r e a l tema de la coordinación suscitado p o r a l g u n o s m i e m b r o s d e l C o n s e j o y dice que la OMS está preparada para prestar cual- q u i e r clase d e a s i s t e n c i a c o n ese f i n , especialmente por medio d e sus oficinas r e g i o - n a l e s , si a s í l o d e s e a n los países i n t e r e s a d o s .
E n r e s p u e s t a a l P r o f e s o r C a n a p e r i a , manifiesta que la lista de proyectos d e l A n e x o 工 se l i m i t a a m e n c i o n a r los países de la R e g i o n de A f r i c a porque se quiso,
e n e f e c t o , c i r c u n s c r i b i r l a i n f o r m a c i ó n facilitada a los estados cuya independencia e s m u y r e c i e n t e • N o obstante, se t e n d r á e n cuenta la observación para m á s adelante•
E l PFLESIDEOTE p i d e a los r e l a t o r e s que presenten a la consideración d e l C o n s e j o u n p r o y e c t o de r e s o l u c i ó n en e l que se tengan en cuenta las importantes mani- f e s t a c i o n e s h e c h a s e n e l curso d e l d e b a t e •
(Véase e l e x a m e n d e l p r o y e c t o de r e s o l u c i ó n en e l acta resumida de la q u i n t a s e s i ó n , s e c c i ó n 1.)
5- P R O G R A M A A M P L I A D O D E A S I S T E N C I A T E C N I C A : PHOCEDIMIEFTO D E P R E P A R A C I O N D E L P R O G R A M A : P u n t o 3 . 9 d e l orden d e l día (resolución E B 2 7 . R 6 , párrafo 5; docu- m e n t o E B 2 8 / 5 )
E l D I R E C T O R G E K E R A L A D J U N T O r e c u e r d a a l Consejo que la J u n t a de A s i s t e n c i a T é c n i c a y e l C o m i t é d e A s i s t e n c i a T é c n i c a e s t u d i a n desde hace v a r i o s anos la posibili- d a d d e m o d i f i c a r e l p r o c e d i m i e n t o d e p r e p a r a c i ó n de los p r o g r a m a s . L a primera modifi- c a c i ó n c o n s i s t i ó en la a d o p c i ó n de u n sistema b i e n a l de programación^ y m á s recientemente
se introdujo, con el apoyo en la JAT del Director General de la OMS- la programación por proyectos- esto es,la aprobación de cada proyecto para toda su duración prevista
Se suscita la cuestión de saber si vale la pena de conservar e l sistema M e n a i de preparación de programas una vez adoptada la programación por prcyectc.s。
E l Director General considera preferible volver a l sistfema actual^ a coñdicion de que los programas se aprueben con u n ano más de anticipación• Se han señalado con fi^ecuencia a la atención del Consejo las dificultades a que da lugar la falta, de
sincronización entre la aprobación d e l Programa de Asistencia Técnica y e l progi^áma ordinario de. la.- Organización. E n efecto, el Programa de Asistencia Técnica se
aprueba a l finál de cada ano para el principio d e l ano .siguiente y^ en consecuencia^
su aplicación no suela empezar hasta, que está a punto de terminar el periodo para el cual e l programa ha. sido aprobado • Si se adelanta u n ano la fe cha de aprobación de los proyectos., podra conseguirse una sincronización casi completa con el programa ordinario de l a:0 M 8 ^
ÏÏ1 informe del Director General (documento EB28/5) remite a l Comité de Asictencia Técnica el" informe de la Junta de Asistencia Técnica sobre la cuestión actualmente en estudio-
E l Profesor CA2TAPERIA pregunta si, a l adelantar u n ano la fecha de aproba- ción del Programa de Asistencia Técnica, no surgirán dificultades cuando sea necesario n:cdifica.r los proyectos durante el intervalo entre e l momento de su aprobación y la fe cha en que ha.ya de empezar su ejecución。
E n el párrafo 1 ) del informe de la J u n t a de Asistencia Técnica se indica qu.e en virtud del sistema de programación por proyectos se podrán preparar los pro- yectos a largo plazo con el máximo cuidado y para todo el periodo que haya de dura:?
cada u n o d e e l l o s . S e: pregunta si será factible u n planeamiento tan detallado dé los p r o y e c t o s a largo p l a z o , y si n o sería conveniente dejar u n gran margen de f l e x i b i l i d a d .
E l D I R E C T O R G E N E R A L ADJVHTOD recuerda a l Profesor Canaperia que el programa o r d i n a r i o de la O M S y a se establece también con u n ano de antelación, sin que por e l l o se h a y a n presentado dificultades prácticas importantes, gracias a la suficiente f l e x i b i l i d a d d e l sistema de ejecución previ s to • A d e m á s , aun en el caso de que se a d e l a n t a r a u n ano la f e c h a de aprobación del Programa de Asistencia T é c n i c a , sería e n r e a l i d a d m u y corto el espacio de tiempo que habría de transcurrir entre e l planea- m i e n t o f i n a l y e l m o m e n t o de dar comienzo a la ejecución, pues según ha indicado, la e j e c u c i ó n d e l p r o g r a m a empieza actualmente con nueve meses de r e t r a s o . Por consi- guiente,, con e l nuevo sistema los proyectos podrían estar listos para su ejecución m á s o m e n o s en e l m o m e n t o de recibir los f o n d o s . A d e m á s , el sistema de programación p o r p r o y e c t o s excluye la eventualidad de dificultades financieras puesto que se dis- p o n d r á de los f o n d o s necesarios para toda la duración d e l p r o y e c t o .
E l párrafo 13 a que ha aludido el Profesor Canaperia tiene por objeto exponer e n l í n e a s m u y generales la diferencia esencial entre e l nuevo sistema propuesto y el s i s t e m a a c t u a l . Si e l Profesor C a n a p e r i a se remite también a l párrafo 20 podrá ver que se h a tenido en cuenta la necesidad de conservar a los proyectos a largo plazo la f l e x i b i l i d a d n e c e s a r i a durante todo el periodo necesario para su ejecución.‘
一?Ц -
E n vista de que el Profesor Canaperia se ha dado por satisfecho con las explicaciones precedentes y teniendo en cuenta que no se formulan nuevas observa- ciones, supone que el Consejo aprueba la opinión del Director General y , en conse- cuencia, estará dispuesto a adoptar el proyecto de resolución siguiente:
E l Consejo Ejecutivo,
Visto el informe del Director General sobre el procedimiento de prepara- ción del programa que la Junta de Asistencia Técnica propone a l Comité de Asistencia Técnica,
1- HACE CONSTAR su satisfacción por este nuevo progreso en la elaboración de los procedimientos aplicables a l Programa Ampliado de Asistencia Técnica;
EXPRESA la esperanza de que e l Comité de Asistencia Técnica apruebe los programas que hayan de llevarse a cabo en un plazo fijo con antelación sufi- ciente para que sea posible darles cabal ejecución; y
PIDE a l Director General que vuelva a informar sobre e l asunto en la
a
,
29 reunion del Consejo Ejecutivo•
Decision: Se adopta el proyecto de re soluciona (Véase la resolución EB28.R15.)
6 . ESTUDIO QRGAffiECO SOBRE IA COORDINACION CON IAS NACIONES UNIDAS Y LOS ORGANISMOS ESPECIALIZAIDOS: Punto 3 - Ю del orden d e l día (resoluciones EB27.R9, párrafo (b),
У
ША14.55>
párrafo 1; documento EB28/7)E l DIRECTOR GENERAL ADJUNTO recuerda que la l )a Asamblea Mundial de la Salud encomendó a l Consejo que efectuara u n estudio orgánico sobre la coordinación con las Naciones Unidas y los organismos especializados. E l Director General presentó a l Consejo, en su 27 reunión^ una breve exposición sobre este tema. E l documento EB28/7 se presenta ahora de conformidad con las instrucciones del Consejo, a saber, que
c o n t i n u a r a e l estudio teniendo presente sus puntos de vista y se sometiera u n nuevo p l a n a su consideración en Xa reunión a c t u a l .
N o debe olvidarse que ese estudio es obra d e l propio C o n s e j o . E l documento p r e s e n t a d o pretende servir de base para e l estudio y es de esperar que u n debate cir- ciinstanciado sobre e l tema permitirá a l D i r e c t o r G e n e r a l preparar^ teniendo en cuenta
a • las opiniones e x p u e s t a s , u n primer texto y presentarlo a l Consejo en su 2 9 r e u n i o n . E s e d o c u m e n t o , con las modificaciones y mejoras que e l Consejo estime oportunas, cons-
t i t u i r á e l estudio d e f i n i t i v o que habrá de presentarse a la 15 Asamblea M u n d i a l de la S a l u d .
a ,
L o s m i e m b r o s que no h a y a n estado presentes en la 27 reunion d e l Consejo t i e n e n a su d i s p o s i c i ó n ejemplares d e l documento que fue examinado en dicha reunión
(ЕВ27/13) • L a S e c r e t a r í a puede asimismo facilitar algunos ejemplares d e l volumen i m p r e s o "Pive-Year P e r s p e c t i v e , 1960-1964", a l que se hace referencia en la sección 4 d e l d o c u m e n t o EIB28/7.
S e ñ a l a a la atención d e l Consejo los aspectos m á s importantes d e l documento y h a c e constar de paso que en la sección 3 el U N I C E F figura por error entre los orga- n i s m o s e s p e c i a l i z a d o s , detalle que naturalmente será corregido.
R e p i t e u n a vez m á s que e l Director General espera que e l Consejo le asesore y le ilustre con sus críticas e n la preparación del documento que ha de servir de b a s e p a r a e l estudio definitivo en enero de 1 9 6 2 ,
E l D r S Y M A N hace observar., con referencia a la sección 3 del documento
E B 2 8 / 7 , que la c o o r d i n a c i ó n entre la OMS y la OIT parece depender principalmente d e la buena v o l u n t a d mutua., sin que se haya definido con claridad una división de funciones.
Según se indica en e l apartado Ц no son m u c h a s las a c t i v i d a d e s que e n t r a n d e n t r o de las a t r i b u c i o n e s de la OMS y que la O I T n o pueda legítimamente e m p r e n d e r . P a r e c e , no o b s t a n t e , que es muy amplia la c o o p e r a c i ó n e n t r e a m b a s organiza с i one s 夕 y se pre- gunta si n o convendrá extenderla a u n m á s m e d i a n t e la creación de u n comité m i x t o u órgano p a r e c i d o , compuesto de m i e m b r o s de los órganos d i r e c t i v o s de a m b a s o r g a n i z a - ciones y semejante a l C o m i t é M i x t o U N I C E P / O M S d e P o l í t i c a S a n i t a r i a , e n v e z de li- mitarse a contactos entre las d o s S e c r e t a r í a s ^
L o s arreglos de coordinación con la F A O p a r e c e n m á s s a t i s f a c t o r i o s y a este respecto puede m e n c i o n a r s e la e x i s t e n c i a de comités m i x t o s e s p e c i a l m e n t e r e l a - cionados con la. iiu.ti3?xcioii» S i n embo.i'go., "ЬшпЬл.еп en este caso Xa. coox*d.xnación p a p e ce estar poco sistema, "biza. da. y en шало s j princ i p a l m e irte, de las S e c r e t a r í a s •
E l D I R E C T O R GEÏÏERAL A D J U E T O considera q u e las o b s e r v a c i o n e s d e l D r S y m a n h a n sido sumamente u t i l e s ; de e l l a s se d e s p r e n d e , en e f e c t o , que e l d o c u m e n t o pre- sentado a l C o n s e j o no es lo bastante e x p l í c i t o . P o r ejemplo, parece q u e h a i n d u c i d o a l D r S y m a n a creer que no existen a c u e r d o s o f i c i a l e s entre la OMS y la O I T o la FACK E n realidad, la P r i m e r a A s a m b l e a M u n d i a l d e la S a l u d a p r o b ó con este f i n a c u e r d o s
oficiales cuyos "fcex"fcos f i g u r a n en e l v o X u m e n d.e Documeii"bos B á s i c o s •
E n esos a c u e r d o s se establece e l m e c a n i s m o de cooperación p e r o , m u y a c e r t a - damente,, no se m e n c i o n a n los asuntos a que la c o o p e r a c i ó n h a y a de e x t e n d e r s e ^ a f i n de no poner a l d e s c u b i e r t o e l conflicto que de h e c h o existe entre las c o n s t i t u c i o n e s de los d o s organismos- C u a n d o i n m e d i a t a m e n t e d e s p u é s de la S e g u n d a G u e r r a M u n d i a l se reunieron^ con a l g u n o s m e s e s de i n t e r v a l o , r e p r e s e n t a n t e s de los m i s m o s g o b i e r n o s p a r a elaborar la C o n s t i t u c i ó n de la O M S y confirmar la de la O I T , a s i g n a r o n a l a s dos organizaciones a t r i b u c i o n e s que se s u p e r p o n e n e n u n g r a n n u m e r o de c a s o s . C o m o
- 9 0 一
h a dicho muy bien el D r S y m a n , en teoría, la competencia de la OIT se extiende a casi todo e l campo de acción de la O M S . E n la práctica no ha tratado nunca de recabar esa competencia, pero tal interpretación de su estatuto ha de ir en cierta medida acompañada de u n discreto silencio. Gracias a esa discreción y a la compren-
sión mutua entre los órganos directivos y entre las Secretarías de ambas organiza- ciones ha sido posible colaborar sin dificultades. Considerable es asimismo la duplicación de funciones entre la PAO y la OMS en la esfera de la nutrición^ y también en este caso la ausencia de dificultades en la práctica se debe a la buena voluntad puesta a l servicio de la c o o r d i n a d ón •
No se precisa con claridad en e l documento que. ademas de los comités mixtos con la P A O existen también con la OIT e l Comité Mixto de Higiene del
Trabajo y e l Comité M i x t o de Higiene de los Marinos• Ambos se reúnen con frecuencia y aseguran la coordinación en esos dos campos de acción,
Но es t a n necesario crear comités mixtos UMESCO/OMS, si bien el Comité Acíministrativo de Coordinación ha decidido establecer u n sistema de comités ad hoc
para e l examen de los problemas fundamentales de la ensenanza^ especialmente en los nuevos E s t a d o s independientes^ que son sin duda comunes a todos los organismos
• . - —
e spe с iali zado s•
E l D r SYM/Ш dice que el Director General Adjunto no ha contestado a una de sus preguntas, esto e s , si no sería posible establecer arreglos de coordinación entre los consejos ejecutivos.
ЕВ28/Г41п/4 R e v . l
E l DIRECTOR GEHERAL dice que es difícil contestar a la pregunta d e l D r Syman porque la contestación depende de cuáles sean los deseos del propio C o n s e j o .
E l Dr Syman se ha referido a l Comité Mixto UNICEp/OMS de Política Sanitaria y propone que se establezcan comités mixtos análogos con la OIT y la P A O . A este respecto señala que el UNICEF es u n Pondo y no u n organismo especializado. L a función del Comité Mixto de Política Sanitaria consiste en orientar a la Junta Ejecutiva del иЩСЕР sobre los problemas sanitarios a los que el Fondo ha de prestar asistencia»
E n el caso de organismos especializados con responsabilidades más concretas sería difícil establecer mecanismos de coordinación similares• Por su parte está convencido de que todo intento de dar forma concreta a las relaciones entre órganos directivos de los organismos espcializados suscitaría problemas aun más graves de los que ya existen en el plano nacional a causa de la distinta distribución de funciones entre los ministerios de cada p a í s . A su modo de ver se ha establecido u n sistema práctico de coordinación muy satisfactorio entre las Secretarías de. la OIT, la FAO y la • O M S , más libre en ese sentido que sus respectivos órganos directivos. Ahora b i e n , si el Consejo desea que se introduzca un sistema distinto, puede darle instrucciones en consonancia con este deseo•
E l Dr BRAVO destaca las relaciones recíprocas entre el desarrollo económico- social y el sanitario y la consiguiente necesidad de coordinar ambas acciones. E n el plano internacional esa coordinacion no es menos necesaria e importa^ por lo tanto, definir la política de la OMS a fin de que no pueda haber dudas sobre cuál de los organismos especializados es responsable de determinadas actividades que se sitúan en la zona fronteriza entre la salud publica y el desarrollo económicosocial. D e
ese m o d o la O r g a n i z a c i ó n podrá ayudar m á s eficazmente a los gobiernos a alcanzar la c o o r d i n a c i ó n n e c e s a r i a en e l plano n a c i o n a l .
E l D r v a n Zile H Y D E ignora cuál será la forma final d e l presente estudio, p e r o b i e n podría ser la elaboración de u n documento que podría ponerse a l día
p e r i ó d i c a m e n t e , exponiendo en sus líneas generales las relaciones existentes entre lo.s d i s t i n t o s organismos de la familia de las Naciones U n i d a s . Grande sería la uti—
l i d a d a largo plazo de u n documento de este t i p o . Por ejemplo, en la sección reía-
t i v a a l "Comité A d m i n i s t r a t i v o d e Coordinación" se podría insertar u n diagrama de las r e l a c i o n e s d e l C o m i t é con las Naciones U n i d a s y sus organismos especializados, con los d i s t i n t o s comités y comisiones, e t c . U n documento de esa naturaleza contri- b u i r í a a u n a comprensión m á s exacta de las relaciones existentes y revelaría, a l p r o p i o t i e m p o , e l grado de coordinación r e a l , disipando a s í la impresión generalmente d i f u n d i d a de que las dificultades y complicaciones que surgen en el interior de cada p a í s n o o c u r r e n en e l p l a n o internacional y que la O M S , por e j e m p l o , es la única o r g a n i z a c i ó n que actúa en la esfera de la salud, m u n d i a l .
E l C o r o n e l A5TIIDI hace constar que existe el riesgo de que u n concepto tan i m p o r t a n t e como e l d e coordinación llegue a ejercer u n a influencia tiránica si no se t i e n e n p r e s e n t e s d o s puntos: p r i m e r o , que no debe ocasionar retrasos en la ejecución d e l p r o g r a m a de cada organismo y , s e g u n d o , que no debe constituir u n requisito previo p a r a e l p l a n e a m i e n t o de las actividades propias de cada organización. Si se pasan p o r a l t o estas dos condiciones se correrá el peligro de crear u n a especie de organismo s u p e r i o r , especialmente si en e l mecanismo de coordinación participan los diversos o r g a n o s d i r e c t i v o s .
ЕВ28/м1пД R e v . l
E n determinados proyectos especiales, como, por ejemplo,, la asistencia a l Congos es esencial llegar a una estrecha coordinación, pero en la mayor parte de las demás actividades es preferible la flexibilidad. Por ejemplo, en el volumen de "Five-Year Perspective, i960-1964" ve algo así como un ejercicio de adivinación del porvenir, pero, por otra parte, estima que un examen de lo logrado en los cinco años últimos puede proporcionar algunas lecciones ú t i l e s . Excepto en aquellos casos en que dos organismos colaboran directamente en u n proyecto, todo intento de coordi- né1 , horizontalmente los planes de distintas organizaciones sólo puede producir confia—
sión. En cambio, el examen de la experiencia pasada revela ciertos puntos de contacto cuyo conocimiento puede ser de suma utilidad para la elaboración de planes, tanto indi- viduales como conjuntos.
E l PEESIDEHIE, en vista de que no se formulan otras observaciones, invita a l Director General Adjunto a que presente u n proyecto de resolución sobre el asunto que se debate.
E l DIRECTOR GE1ERAL ADJUNTO da lectura d e l siguiente proyecto de resolución:
E l Consejo Ejecutivo,
Enterado del nuevo anteproyecto preparado por el Director General para el estudio orgánico que, según lo dispuesto en la resolución W M 1 3 - 6 l , d e b e emprender el Consejo acerca de la coordinación con las Naciones Unidas y con los organismos especializados,
PIDE al Director General que prepare u n texto definitivo siguiendo las indi- caciones que se dan en los documentos examinados por el Consejo en sus 2 7a y
a
28 reuniones y teniendo en cuenta las opiniones expresadas en el curso de los debates, y que lo someta a la consideración del Consejo en su 2 9a reunión.
Decision? Se adopta el proyecto de resolución. (Véase la resolución EB28.R16.)
E l DIRECTOR G E K E R A L ADJUNTO dice que el Director General acogerá con gusto toda sugestión que los miembros d e l Consejo deseen formular por escrito en relación con este estudio»
7- MARCHA D E LAS ACTIVIDADES QUE RECIBEN ASISTENCIA D E Lft CMS Y DEL иЖЕСЕР:
Punto 3 . 3 d e l orden d e l día (documentos EB28/8 у E328/8 Corr.l) (continuación de la sección 2)
E l PRESIDENTE señala a la atención del Consejo e l documento EB28/8 C o m í
,
que se acaba de d i s t r i b u i r . Se ha distribuido asimismo u n proyecto de resoluci'on^cuyo texto es e l siguiente:
E l Consejo Ejecutivo^
V i s t o e l informe del Director General sobre la marcha de las actividades que reciben asistencia del UNICEF y de la OMS;
Enterado de la recomendación que formula e l Director General en ese informe; y E n t e r a d o de la importancia que tienen las necesidades del nino, sobre todo e n los países nuevos y en los países en vías de desarrollo, según resulta de las encuestas objetivas practicadas ano tras ano con ocasión de los proyectos de higiene maternoinfantil^ pediatría social y actividades afines que reciben asistencia conjunta d e l UNICEF y de la O M S ,
• 1 . TOMâ ЮТА d e l informe d e l Director General;
2 . HA.CE SUYA la recomendación que figura en ese informe;
PIDE a l Director General que transmita a la Junta Ejecutiva d e l UNICEF el
"Estudio sobre la ayuda conjunta del UNICEF y de la OMS para la formación de p e r s o n a l con destino a los servicios permanentes de higiene maternoinfantil"^
después de introducir en su texto las modificaciones acordadas en el debate;
RECOMIENDA a l Comité Mixto UKTCEP/OMS de Política Sanitaria que ms.ntenga u n a constante vigilancia sobre el uso. que se hace de los recursos internaciona- les para contribuir, mediante subvenciones y subsidios de carácter internacional.^
ЕВ28/М±П/4 R e v . l
a los programas de ㊀nsenanza superior relacionados con la higiene maternoirifan-
•fcil, y que informe sobre el particular a la Junta Ejecutiva Ле1 UNICEF y a l Consejo Ejecutivo de la 〇MS, con objeto de determinar los efectos de esa ayuda en los mencionados programas y de averiguar la medida en que se logran sus fines y sus objetivos declarados;
5 . SEÑALA, especialmente a la atención de los interesados e l criterio de considerar los servicios de obstetricia y partería como parte integrante de los servicios generales de higiene maternoinfantil;
6 . APRUEBA la propuesta del Director General de que la OMS emprenda u n nuevo estudio sobre esa cuestión;
7 . ЕЖТЕШЕ que los resultados de los estudios y encuestas que la Organización Mundial de la Salud ha practicado en los diez anos últimos justifican con creces la importancia especial que la Junta Ejecutiva del UNICEF ha atribuido invaria- blemente a las necesidades sanita.rias de los ninos en todos sus aspectos;
8 . ESPERA que, en vista de la importancia de las necesidades de orden saniisa- rio, la Junta Ejecutiva del UNICEF encuentre el medio de aumentar progresivamente la ayuda que presta el UICCCEP para los programas de asistencia sanitaria a la madre y ai nino y que tanto ha contribuido a l éxito de esos programas! y
SEÑALA a la atención de la Junta Ejecutiva del UNICEF la importancia de que siga prestando su generosa e inestimable ayuda para la ejecución del programa de erradicación del paludismo-
E l Dr Н0Ш1НАЖ propone que en el párrafo 斗 del texto inglés d e l proyecto de resolución se anadan las palabras "in which" a continuación de la palabra "ways" е.
E l Coronel AERIDI propone que en el párrafo 9 del texto ingles del proyecto de resolución se sustituya la palabra "maintaining" por la palabra "continuing", que le parece algo más enérgica.
- 9 б -
E l D I R E C T O R G E N E R A L A D J U N T O propone que se anadan a continuación de las p a l a b r a s ”siga p r e s t a n d o " la frase "por lo m e n o s en i g u a l medida que hasta la f e c h a " .
E l C o r o n e l A F R I D I acepta la p r o p u e s t a .
D e c i s i o n : S e a d o p t a e l proyecto de r e s o l u c i ó n con las m o d i f i c a c i o n e s propuestas p o r el D r H o u r i h a n e y e l C o r o n e l A f r i d i (véase la r e s o l u c i ó n E B 2 8 . R 1 4 ) .
8- T R A N S E E R E U C I A S E M T R E L A S S E C C I O N E S D E IA RESOLÜCIOII D E APERTURA D E C R E D I T O S P A R A 196I: P u n t o 4 . 1 d e l o r d e n d e l d í a (documento E B 2 8 / l 6 )
E l S r SIEGELj S u b d i r e c t o r G e n e r a l,r e c u e r d a que e n la 2 6a r e u n i ó n d e l Consejo- a l s o l i c i t a r a u t o r i z a c i ó n p a r a e f e c t u a r ciertas transferencias entre las s e c c i o n e s de la R e s o l u c i ó n de A p e r t u r a de C r é d i t o s para I 9 6 I , e l D i r e c t o r G e n e r a l a n u n c i ó que s e r í a p r e c i s o p r o c e d e r a n u e v a s transferencias con objeto de atender los g a s t o s o c a s i o n a d o s por e l aumento d e l p e r s o n a l de la Oficina R e g i o n a l para A f r i c a . E s t e a u m e n t o e s n e c e s a r i o para a m p l i a r los servicios que se p r e s t a n a los nuevos E s t a d o s M i e m b r o s y a l o s países que a c c e d e n a c t u a l m e n t e a la independencia en esa r e g i ó n • E n e l d o c u m e n t o E B 2 8 / l 6 f i g u r a n p r o p u e s t a s concretas para tales transferen- c i a s , a s í como u n p r o y e c t o de r e s o l u c i ó n que e l Consejo podrá a d o p t a r si las aprueba•
E l p r o y e c t o de r e s o l u c i ó n dice así:
E l C o n s e j o E j e c u t i v o
D A SU C O K T O R M I D A D a la p r o p u e s t a d e l D i r e c t o r G e n e r a l de que se transfiera a l a S e c c i ó n 5 de la R e s o l u c i ó n de A p e r t u r a d e C r é d i t o s para 1 9 6 I (Oficinas R e g i o n a l e s ) u n a c a n t i d a d de $ 4 8 〇00, como m á x i m o , con cargo a las secciones
s i g u i e n t e s :
US $
Sección 4 (Ejecución del programa) 3
〇 ООО
Sección 7 (Otros gastos reglamentarios de personal) 18 000 T o t a l 48 000
Decision: Se adopta el proyecto de resolución. (Véase la resolución EB28.R17* )
9 . CREDITOS LIBRADOS HASTA E L 15 D E MAYO DE 1961 CON CARGO A L PRESUPUESTO ORDINARIO:
Punto k.2 del orden del día (documento EB28/22)
E l Sr SIEGEL, Subdirector General, dice que el informe contenido en e l documento БВ28/22 no difiere de los que suelen presentarse a l Consejo en la reunión del verano• E l Consejo, acostumbra a tomar nota de esos informes una vez contestadas las preguntas que se hayan formulado al respecto.
E l Dr van Zile H Y D E , refiriéndose a los apartados que figuran bajo el epígrafe "Contratación de Servicios Técnicos y Otros Procedimientos de Coordinación de
工
n v e s t i g a c i o n e s〜
d i c e que sería interesante saber, a l tratar otro punto del orden del día mas apropiado, cuál es el procedimiento que se sigue para conceder una subvención con destino a una determinada actividad.E l Sr SIEGEL contesta que,en su reunión de enero, el Consejo examino el proyecto de programa y de presupuesto del Director General para el siguiente ejer- cicio financiero y en ese momento el Comité Permanente de Administración y Finanzas estudió muy detenidamente las subvenciones propuestas. E n la 2 9a reunión d e l
Consejo podrá debatirse el punto planteado por e l D r van Zile Hyde»
E l PRESIDENTE, en vista de que no se formulan otras observaciones^ pide a l D i r e c t o r G e n e r a l Adjunto que presente u n proyecto de resolución sobre el tema que se d i s c u t e .
〜 E l DIRECTOR G E N E R A L АШТШГО da lectura del siguiente proyecto' de resoluciónr
E l Consejo Ejecutivo
TOMA NOTA d e l informe d e l Director General sobre los créditos librados - h a s t a el 15 de mayo de 196I con cargo a l presupuesto ordinario •
Decision; Se adopta e l proyecto de resolución. (Véase la resolución EB28.R18.)
Se levanta la sesión a las 17>33 horas^