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2. Delimitación del tema: lenguaje y habla expresiva

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Academic year: 2022

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(1)

FACULTAT DE CIÈNCIES DE LA COMUNICACIÓ DEPARTAMENT DE COMUNICACIÓ AUDIOVISUAL I

DE PUBLICITAT

VALIDACIÓN DE PARÁMETROS ACÚSTICOS PARA LA LA VOZ EXPRESIVA

El punto de inflexión tonal en el estilo sonoro de los presentadores de televisión

TE S I S P A R A O B T E N E R E L T Í T U L O D E D O C T O R E N

COMUNICACIÓN AUDIOVISUAL

DOCTORANDO

José Alfredo Sánchez Ríos

DIRECTOR

DR. Ángel Rodríguez Bravo Profesor titular

marzo del 2002

(2)

A m i m a d r e P o r s u s a b i d u r í a

A m i p a d r e

† E n s u m e m o r i a

A l I n g . M o n i r S a l u m P o r s u c o n f i a n z a y a p o y o

A t o d o s m i s h e r m a n o s y h e r m a n a s P o r e l r e s p e t o q u e m e m e r e c e n y e l e n o r m e c a r i ñ o q u e l e s t e n g o

A m i s s o b r i n o s P a r a q u e e s t e p r o y e c t o d e v i d a l e s a l i e n t e a a p r e n d e r

e n c a d a m o m e n t o

A m i s a m i g o s P o r q u e e n c a d a m o m e n t o s é q u e p u e d o c o n t a r

c o n t o d o s e l l o s

A m i d i r e c t o r d e t e s i s P o r l a s c o n f r o n t a c i o n e s , q u e h a n s i d o p a r a m í l a

m a y o r r i q u e z a d e c o n o c i m i e n t o

(3)

ÍN D I C E

I n t r o d u c c i ó n . . . 8 C a p í t u l o p r i m e r o . . . 2 1 1 . F u n d a m e n t o s t e ó r i c o s . . . 2 1 1 . 1 . M a r c o d e t r a b a j o . . . 2 4 1 . 2 . P r e t e n s i o n e s d e l a i n v e s t i g a c i ó n . . . 2 6 1 . 3 . P r e s e n t a c i ó n d e l t e m a . . . 3 1 1 . 4 . P l a n t e a m i e n t o d e l p r o b l e m a y o b j e t i v o s d e l a i n v e s t i g a c i ó n . . . 3 5 1 . 5 . O b j e t i v o s e s p e c í f i c o s d e l a i n v e s t i g a c i ó n . . . 4 0 1 . 6 . P r o b l e m a s d e c o n o c i m i e n t o a c o n s i d e r a r . . . 4 4 1 . 7 . J u s t i f i c a c i ó n d e l e s t u d i o p a r a e l p e r i o d i s m o o r a l . . . 4 6 C a p í t u l o s e g u n d o . . . 5 2 2 . D e l i m i t a c i ó n d e l t e m a : l e n g u a j e y h a b l a e x p r e s i v a . . . 5 2 2 . 1 . L a e x p r e s i ó n d e l a v o z c o m o o b j e t o d e e s t u d i o . . . 5 5 2 . 1 . 1 . E l a c t o c o m u n i c a t i v o . . . 5 6 2 . 1 . 2 . E l a c t o c o m u n i c a t i v o : l a f u n c i ó n e x p r e s i v a . . . 5 7 2 . 2 . L a e x p r e s i ó n . . . 5 9 2 . 2 . 1 . L a e x p r e s i ó n e n e l m a r c o d e l a t e o r í a d e l a c o m u n i c a c i ó n . . . 6 3 2 . 3 . A p o r t a c i o n e s d e l a l i n g ü í s t i c a h a c i a l a t e o r í a d e l a e x p r e s i ó n a c ú s t i c a d e l h a b l a . . . 6 7 2 . 4 . A p o r t a c i o n e s d e l o s e s t u d i o s e n l a r e c e p c i ó n y p e r c e p c i ó n d e l h a b l a e x p r e s i v a . . . 7 6 2 . 4 . 1 . E s t u d i o s o b r e l a r e c e p c i ó n d e l h a b l a e m o t i v a . . . 7 8 2 . 4 . 2 . A p o r t a c i o n e s d e l m é t o d o t o m a t i s e n l a e n e r g í a s o n o r a . . . 8 1 2 . 5 . E s t u d i o s b a s a d o s e n l o s m e d i o s d e c o m u n i c a c i ó n . . . 8 2 2 . 5 . 1 . E s t u d i o s a p a r t i r d e l c o n t r o l d e u n t e x t o p o r t a d o r . . . 8 6 2 . 5 . 2 . E l u s o d e l a v o z e n l a p u b l i c i d a d a u d i o v i s u a l . . . 8 9 2 . 5 . 3 . E l t r a t a m i e n t o d i g i t a l d e l a v o z . . . 9 1 2 . 6 . E s t a d o d e l a c u e s t i ó n e n l a v o z e x p r e s i v a ( r a s g o s a c ú s t i c o s d e l h a b l a e x p r e s i v a ) . . . 9 6 2 . 6 . 1 . L a s e ñ a l h a b l a d a : f a c t o r e s p r i n c i p a l e s q u e i n t e r v i e n e n . . . 9 7 2 . 6 . 2 . L a a l t u r a - f r e c u e n c i a . . . 1 0 2 2 . 6 . 3 . I n t e n s i d a d . . . 1 0 5 2 . 6 . 4 . D u r a c i ó n d e l o s g r u p o s f ó n i c o s . . . 1 0 6 C a p í t u l o t e r c e r o . . . 1 0 9 3 . M o d e l o p r o p u e s t o , m a p a c o n c e p t u a l y o b j e t o d e e s t u d i o . . . 1 0 9 3 . 1 . M o d e l o p a r a e l e s t u d i o d e l o s r a s g o s a c ú s t i c o s . . . 1 1 1 3 . 1 . 1 . C o n s t r u c c i ó n d e l m o d e l o d e l t e m a p r e s e n t a d o . . . 1 1 2 3 . 2 . E l o b j e t o d e e s t u d i o . . . 1 1 3 3 . 3 . P r o p u e s t a p a r a e l e s t u d i o d e l a e x p r e s i ó n a c ú s t i c a d e l a v o z ( e l p u n t o d e i n f l e x i ó n e n e l e s t i l o s o n o r o d e l o s p r e s e n t a d o r e s ) . . . 1 1 9 3 . 4 . M a p a c o n c e p t u a l d e l a e x p r e s i ó n a c ú s t i c a d e l a v o z v i s t o a p a r t i r d e s u s p a r á m e t r o s a c ú s t i c o s ( m o d e l o a t r a b a j a r ) . . . 1 2 0 3 . 5 . P a r á m e t r o s a c ú s t i c o s d e l a e n t o n a c i ó n . . . 1 2 2 3 . 6 . H i p ó t e s i s a c o m p r o b a r . . . 1 2 3 C a p í t u l o c u a r t o . . . 1 2 6 4 . C o n t r a s t a c i ó n e m p í r i c a y d i s e ñ o d e l e s t u d i o . . . 1 2 6 4 . 1 . S e l e c c i ó n d e l c o r p u s d e l a i n v e s t i g a c i ó n . . . 1 2 8 4 . 1 . 1 . J u s t i f i c a c i ó n d e l t e m a . . . 1 3 3 4 . 1 . 2 . A n á l i s i s d e l r a s g o a c ú s t i c o d e l p r e s e n t a d o r . . . 1 3 6 4 . 1 . 3 . S e l e c c i ó n y d e s c r i p c i ó n d e l a m u e s t r a . . . 1 3 9 4 . 2 . M é t o d o d e t r a b a j o a s e g u i r p a r a e l a n á l i s i s d e l a c a d e n a h a b l a d a e n l o s p r e s e n t a d o r e s 1 4 4 4 . 2 . 1 . I n s t r u m e n t o d e a n á l i s i s p a r a l o s p a r á m e t r o s a c ú s t i c o s d e l a c a d e n a h a b l a d a e n l o s p r e s e n t a d o r e s . . . 1 4 6 4 . 2 . 2 . I n s t r u m e n t o p a r a e l a n á l i s i s d e l a d u r a c i ó n d e l g r u p o f ó n i c o , d u r a c i ó n d e l a a s p i r a c i ó n y p u n t o d e i n f l e x i ó n t o n a l e n e l e s t i l o s o n o r o e x p r e s i v o e n p r e s e n t a d o r e s : b i t á c o r a d e r e g i s t r o . . . 1 5 0 4 . 2 . 3 . I n s t r u m e n t o d e a n á l i s i s p a r a e l c o n t r o l d e l a c a l i d a d d e l a v o z e n l o s p r e s e n t a d o r e s d e t e l e v i s i ó n . . . 1 5 2 4 . 2 . 4 . I n s t r u m e n t o d e a n á l i s i s d e l a s v a r i a b l e s e n e l p r o c e s a m i e n t o e s t a d í s t i c o d e d a t o s p a r a l a s v a r i a b l e s p r e s e n t a d a s ( d u r a c i ó n d e l g r u p o f ó n i c o , d u r a c i ó n d e l a a s p i r a c i ó n y p u n t o s d e i n f l e x i ó n t o n a l ) . . . 1 5 9 4 . 2 . 5 . F i a b i l i d a d d e l a m u e s t r a : p u n t o s d e i n f l e x i ó n d e l o s p r e s e n t a d o r e s . . . 1 6 2 4 . 3 . E q u i p o u t i l i z a d o . . . 1 6 5 4 . 4 . D i s t r i b u c i ó n d e f r e c u e n c i a s d e l a s v a r i a b l e s . . . 1 6 7 4 . 5 . E l m e n s a j e s o n o r o i n f o r m a t i v o . . . 1 7 3

(4)

C a p í t u l o q u i n t o . . . 1 7 5 5 . A n á l i s i s d e l o s r e s u l t a d o s : c o n c l u s i o n e s p a r c i a l e s . . . 1 7 5 5 . 1 . I n t e r p r e t a c i ó n d e d a t o s . . . 1 8 0 5 . 1 . 1 . E v o l u c i ó n g e n e r a l d e l p u n t o d e i n f l e x i ó n e n l o s p r e s e n t a d o r e s . . . 2 2 1 5 . 2 . E l e s t i l o s o n o r o e n e l p r e s e n t a d o r . C o n c l u s i o n e s s o b r e l a s v a r i a b l e s . . . 2 2 4 5 . 2 . 2 . S o b r e l a t e o r í a d e l a e x p r e s i ó n a c ú s t i c a d e l h a b l a . . . 2 2 9 5 . 2 . 3 . C o n t r a s t a c i ó n d e h i p ó t e s i s . . . 2 3 1 G l o s a r i o . . . 2 3 6 B i b l i o g r a f í a . . . 2 4 0 A n e x o 1 . C o r p u s d e l a i n v e s t i g a c i ó n . . . 2 4 6 N o t i c i a s t u r n o : m a t u t i n o ( 0 1 ) y f i n d e s e m a n a ( 0 2 ) . . . 2 4 8 A n e x o 2 : M u e s t r a e n p a n e l d e a u d i o m e t r í a . . . 3 5 9 A n e x o 3 : B i t á c o r a d e r e g i s t r o . . . 3 6 2 A n e x o 4 : G r á f i c o d e c o n t r o l . . . 3 9 5 A n e x o 5 : C o m p a r a c i o n e s m ú l t i p l e s : p u n t o d e i n f l e x i ó n . . . 4 1 4 A n e x o 6 : C o m p a r a c i ó n m ú l t i p l e , d u r a c i ó n d e l g r u p o f ó n i c o . . . 4 2 7 A n e x o 7 : C o m p a r a c i ó n m ú l t i p l e , d u r a c i ó n d e l a a s p i r a c i ó n . . . 4 3 9 S o b r e e l c o n t e n i d o d e l d i s c o . . . 4 5 1

(5)

ÍN D I C E D E G R Á F I C O S Y T A B L A S

E s q u e m a 1 . M a p a c i r c u l a r d e l a s r a m i f i c a c i o n e s d e l a a c ú s t i c a . [ a d a p t a c i ó n d e R . B . L i n d s a y , 3 6 : 2 2 4 2 ( 1 9 6 4 ) . ] d e D a v i d C r i s t a l ( 1 9 8 7 ) . . . 2 3 E s q u e m a 2 . M o d a l i d a d e s d e l a e x p r e s i ó n g r á f i c a , s e g ú n M i c h a e l T w y m a n ( 1 9 3 4 ) . T o m a d o d e l a

E n c i c l o p e d i a d e l l e n g u a j e . D a v i d C r i s t a l ( 1 9 8 7 : 1 8 2 ) . . . 3 9 E s q u e m a 3 . N i v e l d e c o n c r e c i ó n d e l a c a d e n a d e p r o d u c c i ó n / p r o p a g a c i ó n / p e r c e p c i ó n . P r o p u e s t a

d e l a u t o r y d i r e c t o r . . . 6 7 E s q u e m a 4 . R a m a d e l a e s t r u c t u r a d e l l e n g u a j e s e g ú n N o a m C h o m s k y ( 1 9 2 8 ) . F u e n t e : D a v i d

C r y s t a l . . . 6 9 E s q u e m a 5 . R e p r e s e n t a c i ó n d i a g r a m á t i c a d e l a n a t u r a l e z a d e l o s e s t u d i o s l i n g ü í s t i c o s y d e s u

r e l a c i ó n c o n o t r o s c a m p o s d e e s t u d i o . T o m a d o d e M . A . K . H a l l i d a y . D e l l i b r o E l l e n g u a j e c o m o s e m i ó t i c a s o c i a l , L a i n t e r p r e t a c i ó n s o c i a l d e l l e n g u a j e y d e l s i g n i f i c a d o ( 1 9 8 6 : 2 1 ) 7 1 T a b l a 1 . C a r a c t e r í s t i c a s g l o b a l e s d e l h a b l a e m o c i o n a d a R a s g o s f u n d a m e n t a l e s ( c o m p o r t a m i e n t o ) . 8 0 T a b l a 2 . O b t e n c i ó n d e r e s u l t a d o s a c ú s t i c o s a p a r t i r d e l a t e s i s d o c t o r a l t i t u l a d a L a p u b l i c i d a d a u d i o v i s u a l d i r i g i d a a l o s n i ñ o s y s u e f i c a c i a p e r s u a s i v a . . . 9 1 T a b l a 3 . E s t a d o d e l a c u e s t i ó n . F u e n t e : A n á l i s i s p r o p i o a p a r t i r d e l l i b r o d e M i c h a e l G a r m a n ,

( 1 9 9 0 ) , p p . 3 2 - 5 0 . . . 9 9 T a b l a 4 . C u a l i d a d e s d e l s o n i d o . . . 1 0 7 E s q u e m a 6 . M o d e l o a i n v e s t i g a r . P r o p u e s t a d i r e c t o r y a u t o r . . . 1 1 1 E s q u e m a 7 . E s t a d o a c t u a l d e l a t e o r í a d e l a e x p r e s i ó n f o n o e s t é s i c a . F u e n t e t e s i s d o c t o r a l R o d r í g u e z B r a v o , A . , a m p l i a d a c o n l a s p r o p u e s t a s d e T e r r ó n , J . L . y s i t u a c i ó n a c t u a l d e l o b j e t o d e e s t u d i o . . . 1 1 2 E s q u e m a 8 . P r o p u e s t a d e e s t u d i o a p a r t i r d e l m o d e l o d e l a e x p r e s i ó n a c ú s t i c a d e l a v o z h a b l a d a e n

l o s p r e s e n t a d o r e s d e T . V . F u e n t e p r o p i a y d i r e c t o r d e t e s i s . . . 1 1 3 E s q u e m a 9 . M o d e l o d e i d e n t i f i c a c i ó n d e l p a t r ó n e s t a n d a r i z a d o . R e a l i z a c i ó n p r o p i a d e l D i r e c t o r y e l

a u t o r . . . 1 1 8 E s q u e m a 1 0 . M a p a c o n c e p t u a l a t r a b a j a r . E s t r u c t u r a y d i s e ñ o : R o d r í g u e z B r a v o , A . C a l v o D i e z , M .

y A u t o r . . . 1 2 0 E s q u e m a 1 1 . D i s t r i b u c i ó n d e n i v e l e s e n l o s f e n ó m e n o s d e v a r i a c i ó n d e l o s p a r á m e t r o s d e l a

e n t o n a c i ó n . A p a r t i r d e G a r r i d o , 1 9 9 1 . . . 1 2 2 T a b l a 5 . D e s c r i p c i ó n d e v a r i a b l e s a e s t u d i a r . . . 1 2 8 F i g u r a 1 . D i s t r i b u c i ó n d e l c o n t e n i d o d e l C D ( a n e x o s ) . . . 1 3 0 T a b l a 6 . D i s t r i b u c i ó n d e p r e s e n t a d o r e s p o r c a d e n a s d e t e l e v i s i ó n . C o r p u s d e l a i n v e s t i g a c i ó n . . . . 1 3 2 T a b l a 7 . E s t r u c t u r a d e l c o r p u s d e i n v e s t i g a c i ó n , e j e m p l o d e l a d i s t r i b u c i ó n . . . 1 3 3 E s q u e m a 1 2 . D i f e r e n c i a s e n t r e r a s g o s a c ú s t i c o s d e l o s p r e s e n t a d o r e s . . . 1 3 7 T a b l a 8 . B a l a n c e a n u a l d e i n f o r m a t i v o s . I n f o r m a c i ó n s e g ú n S o f r e s 1 9 9 9 y l a V a n g u a r d i a , s á b a d o 8 d e e n e r o d e l 2 0 0 0 . . . 1 4 1 T a b l a 9 D i s t r i b u c i ó n d e f r e c u e n c i a s d e l o s p r e s e n t a d o r e s . S e g ú n e l s e x o , h o r a r i o y t i p o d e

p r e s e n t a d o r . . . 1 4 3 E s q u e m a 1 3 . R e l a c i ó n c a u s a l m u l t i v a r i a d a d e l o s r a s g o s a c ú s t i c o s d e l o s p r e s e n t a d o r e s q u e s e

u t i l i z a r á n e n e s t e e s t u d i o . V a r i a b l e s a t r a b a j a r . . . 1 4 5 F i g u r a 2 . O s c i l o g r a m a d e l e n u n c i a d o " M i l e s d e a u s t r i a c o s p r o t e s t a n c o n t r a l a e n t r a d a d e l a

u l t r a d e r e c h a e n e l g o b i e r n o " V o z J e n a r o C a s t r o , d e b a j o c u r v a d e l p i t c h j u n t o c o n s u t e n d e n c i a c e n t r a l . . . 1 4 7 F i g u r a 3 . O s c i l o g r a m a c o n p u n t o s d e i n f l e x i ó n b a j o e n e n u n c i a d o : “ l a j u s t i c i a b r i t á n i c a ” . V o z

E r n e s t o S á e n z , p r e s e n t a d o r A n t e n a 3 . . . 1 4 8 F i g u r a 4 . B i t á c o r a d e r e g i s t r o . . . 1 5 1 T a b l a 1 0 : V a r i a b l e s d e b i t á c o r a r e g i s t r a d a . . . 1 5 2 F i g u r a 5 . G r á f i c o d e c o n t r o l p a r a l a v a r i a b l e p u n t o s d e i n f l e x i ó n ( a l t u r a t o n a l ) . . . 1 5 5 T a b l a 1 1 . E s c a l a d e v a r i a b l e s a u t i l i z a r . . . 1 6 1 T a b l a 1 2 . A n á l i s i s d e f i a b i l i d a d p o r p r e s e n t a d o r . . . 1 6 5 T a b l a 1 3 . E s t a d í s t i c o s p u n t o d e i n f l e x i ó n t o n a l ( m e d i a s , m í n i m o s y m á x i m a s ) . . . 1 6 7 T a b l a 1 4 . N o t a s r e p r e s e n t a t i v a s d e l a m u e s t r a a e s t u d i a r . . . 1 6 9 T a b l a 1 4 - 1 F r e c u e n c i a s p a r a i n f o r m e s d e c a d a p r e s e n t a d o r . . . 1 6 9 T a b l a 1 4 - 2 . F r e c u e n c i a s p a r a t i p o d e p r e s e n t a d o r . . . 1 7 1 T a b l a 1 4 - 3 . F r e c u e n c i a p a r a h o r a r i o e n q u e s e t o m o e l m e n s a j e s o n o r o . . . 1 7 1 T a b l a 1 4 - 4 . F r e c u e n c i a s , p e r t e n e c e a l a c a d e n a . . . 1 7 2 T a b l a 1 4 - 5 . F r e c u e n c i a s s e x o d e l p r e s e n t a d o r . . . 1 7 2 T a b l a 1 5 . E s t a d í s t i c o s d u r a c i ó n d e l g r u p o f ó n i c o . . . 1 7 4 T a b l a 1 6 . A g r u p a c i ó n d e P u n t o s d e i n f l e x i ó n ( a l t u r a t o n a l ) a p a r t i r d e s u m e d i a ( H z ) H S D d e T u k e y . S e m u e s t r a n l a s m e d i a s p a r a l o s g r u p o s e n l o s s u b c o n j u n t o s h o m o g é n e o s . . . 1 8 4 T a b l a 1 7 . L i s t a d e p r e s e n t a d o r e s s í y n o p e r t e n e c e n a l a m u e s t r a ( s e x o m a s c u l i n o ) . . . 1 8 8 T a b l a 1 8 . M e d i a s a g r u p a d a s d e l o s p u n t o s d e i n f l e x i ó n ( s e x o m a s c u l i n o ) . . . 1 9 0 T a b l a 1 9 . L i s t a d e p r e s e n t a d o r a s q u e s í y n o p e r t e n e c e n a l a m u e s t r a ( s e x o f e m e n i n o ) . . . 1 9 2 T a b l a 2 0 . M e d i a s a g r u p a d a s d e l o s p u n t o s d e i n f l e x i ó n ( s e x o f e m e n i n o ) . . . 1 9 3 T a b l a 2 1 . D i s t r i b u c i ó n d e l o s v a l o r e s d e l o s p r e s e n t a d o r e s / a s p o r c a d e n a d e t e l e v i s i ó n . . . 1 9 4 T a b l a 2 2 . C o m p a r a c i ó n m ú l t i p l e d e l a s s i m i l i t u d e s y d i f e r e n c i a s e n l o s p u n t o s d e i n f l e x i ó n e n c a d a c a d e n a s d e t e l e v i s i ó n ( s e x o m a s c u l i n o ) . . . 1 9 4 T a b l a 2 3 . M e d i a p a r a g r u p o s h o m o g é n e o s . A g r u p a c i ó n d e p u n t o s d e i n f l e x i ó n p o r c a d e n a s d e

t e l e v i s i ó n ( s e x o m a s c u l i n o ) . . . 1 9 5 T a b l a 2 4 . C o m p a r a c i ó n m ú l t i p l e d e l a s s i m i l i t u d e s y d i f e r e n c i a s e n l o s p u n t o s d e i n f l e x i ó n e n c a d a

c a d e n a s d e t e l e v i s i ó n ( s e x o f e m e n i n o ) . . . 1 9 6 T a b l a 2 5 . M e d i a p a r a g r u p o s h o m o g é n e o s . A g r u p a c i ó n d e p u n t o s d e i n f l e x i ó n p o r c a d e n a s d e

t e l e v i s i ó n ( s e x o f e m e n i n o ) . . . 1 9 6 T a b l a 2 6 . C o m p a r a c i ó n m ú l t i p l e d e l a s s i m i l i t u d e s y d i f e r e n c i a s e n l o s p u n t o s d e i n f l e x i ó n e n t i p o

d e i n f o r m a c i ó n ( s e x o m a s c u l i n o ) . . . 1 9 7 T a b l a 2 7 . M e d i a p a r a g r u p o s h o m o g é n e o s . A g r u p a c i ó n d e p u n t o s d e i n f l e x i ó n p o r t i p o d e

i n f o r m a c i ó n ( s e x o m a s c u l i n o ) . . . 1 9 7 T a b l a 2 8 . C o m p a r a c i ó n m ú l t i p l e d e l a s s i m i l i t u d e s y d i f e r e n c i a s e n l o s p u n t o s d e i n f l e x i ó n e n t i p o

(6)

d e i n f o r m a c i ó n ( s e x o f e m e n i n o ) . . . 1 9 7 T a b l a 2 9 . M e d i a p a r a g r u p o s h o m o g é n e o s . A g r u p a c i ó n d e p u n t o s d e i n f l e x i ó n p o r t i p o d e i n f o r m a c i ó n ( s e x o f e m e n i n o ) . . . 1 9 8 T a b l a 3 0 . D i s t r i b u c i ó n d e l o s p r e s e n t a d o r e s y s u s v a l o r e s p o r t i p o d e i n f o r m a c i ó n y e l s e x o . ( A m b o s s e x o s ) . . . 1 9 9 T a b l a 3 1 . C o m p a r a c i ó n m ú l t i p l e d e l a s s i m i l i t u d e s y d i f e r e n c i a s e n l o s p u n t o s d e i n f l e x i ó n y e l h o r a r i o : s e x o d e l p r e s e n t a d o r m a s c u l i n o . . . 1 9 9 T a b l a 3 2 . M e d i a p a r a g r u p o s h o m o g é n e o s . A g r u p a c i ó n d e p u n t o s d e i n f l e x i ó n p o r h o r a r i o . ( s e x o m a s c u l i n o ) . . . 2 0 0 T a b l a 3 3 . C o m p a r a c i ó n m ú l t i p l e d e l a s s i m i l i t u d e s y d i f e r e n c i a s e n l o s p u n t o s d e i n f l e x i ó n y e l h o r a r i o ( s e x o f e m e n i n o ) . . . 2 0 0 T a b l a 3 4 . M e d i a p a r a g r u p o s h o m o g é n e o s . A g r u p a c i ó n d e p u n t o s d e i n f l e x i ó n p o r h o r a r i o . ( s e x o f e m e n i n o ) . . . 2 0 1 T a b l a 3 5 . M e d i a p a r a g r u p o s h o m o g e n e o s ( s e x o m a s c u l i n o ) . . . 2 0 4 T a b l a 3 6 . M e d i a p a r a g r u p o s h o m o g é n e o s . A g r u p a c i ó n d e l a d u r a c i ó n d e l g r u p o f ó n i c o y e l n o m b r e d e l p r e s e n t a d o r ( s e x o f e m e n i n o ) . . . 2 0 5 T a b l a 3 7 . C o m p a r a c i ó n m ú l t i p l e d e l a s s i m i l i t u d e s y d i f e r e n c i a s e n l a d u r a c i ó n d e l g r u p o f ó n i c o y l a c a d e n a d e t e l e v i s i ó n ( s e x o m a s c u l i n o ) . . . 2 0 5 T a b l a 3 8 . M e d i a p a r a g r u p o s h o m o g é n e o s . A g r u p a c i ó n d e d u r a c i ó n d e l g r u p o f ó n i c o y c a d e n a d e t e l e v i s i ó n ( s e x o m a s c u l i n o ) . . . 2 0 6 T a b l a 3 9 . C o m p a r a c i ó n m ú l t i p l e d e l a s s i m i l i t u d e s y d i f e r e n c i a s e n l a d u r a c i ó n d e l g r u p o f ó n i c o y l a c a d e n a d e t e l e v i s i ó n : S e x o d e l p r e s e n t a d o r f e m e n i n o . . . 2 0 6 T a b l a 4 0 . M e d i a p a r a g r u p o s h o m o g é n e o s . A g r u p a c i ó n d e d u r a c i ó n d e l g r u p o f ó n i c o y c a d e n a d e t e l e v i s i ó n ( s e x o f e m e n i n o ) . . . 2 0 7 T a b l a 4 1 . C o m p a r a c i ó n m ú l t i p l e d e l a s s i m i l i t u d e s y d i f e r e n c i a s e n l a d u r a c i ó n d e l g r u p o f ó n i c o y e l t i p o d e i n f o r m a c i ó n ( s e x o m a s c u l i n o ) . . . 2 0 7 T a b l a 4 2 . M e d i a p a r a g r u p o s h o m o g é n e o s . A g r u p a c i ó n p a r a l a v a r i a b l e d u r a c i ó n d e l g r u p o f ó n i c o y e l t i p o d e i n f o r m a c i ó n ( s e x o m a s c u l i n o ) . . . 2 0 8 T a b l a 4 3 . C o m p a r a c i ó n m ú l t i p l e d e l a s s i m i l i t u d e s y d i f e r e n c i a s e n l a d u r a c i ó n d e l g r u p o f ó n i c o y e l t i p o d e i n f o r m a c i ó n ( s e x o f e m e n i n o ) . . . 2 0 8 T a b l a 4 4 . M e d i a p a r a g r u p o s h o m o g é n e o s . A g r u p a c i ó n p a r a l a v a r i a b l e d u r a c i ó n d e l g r u p o f ó n i c o y e l t i p o d e i n f o r m a c i ó n ( s e x o f e m e n i n o ) . . . 2 0 8 T a b l a 4 5 . C o m p a r a c i ó n m ú l t i p l e d e l a s s i m i l i t u d e s y d i f e r e n c i a s e n l a d u r a c i ó n d e l g r u p o f ó n i c o y h o r a r i o ( s e x o m a s c u l i n o ) . . . 2 0 9 T a b l a 4 6 . M e d i a p a r a l o s g r u p o s h o m o g é n e o s . A g r u p a c i ó n p a r a l a v a r i a b l e d u r a c i ó n d e l g r u p o f ó n i c o y h o r a r i o ( s e x o m a s c u l i n o ) . . . 2 0 9 T a b l a 4 7 . C o m p a r a c i ó n m ú l t i p l e d e l a s s i m i l i t u d e s y d i f e r e n c i a s e n l a d u r a c i ó n d e l g r u p o f ó n i c o y h o r a r i o ( s e x o f e m e n i n o ) . . . 2 1 0 T a b l a 4 8 . M e d i a p a r a l o s g r u p o s h o m o g é n e o s . A g r u p a c i ó n p a r a l a v a r i a b l e d u r a c i ó n d e l g r u p o f ó n i c o y h o r a r i o ( s e x o f e m e n i n o ) . . . 2 1 0 T a b l a 4 9 . D i s t r i b u c i ó n d e l o s p r e s e n t a d o r e s q u e n o p e r t e n e c e n a l a p o b l a c i ó n . . . 2 1 2 T a b l a 5 0 . D i s t r i b u c i ó n d e l a s p r e s e n t a d o r a s q u e n o p e r t e n e c e n a l a p o b l a c i ó n . . . 2 1 3 T a b l a 5 1 . D i s t r i b u c i ó n d e l a s m e d i a s , m í n i m o s y m á x i m o s d e l a v a r i a b l e d u r a c i ó n a s p i r a d a . . . 2 1 4 T a b l a 5 2 . M e d i a p a r a g r u p o s h o m o g é n e o s . A g r u p a c i ó n p a r a l a v a r i a b l e d u r a c i ó n d e l a a s p i r a c i ó n y e l n o m b r e d e l p r e s e n t a d o r ( s e x o m a s c u l i n o ) . . . 2 1 5 T a b l a 5 3 . M e d i a p a r a g r u p o s h o m o g é n e o s . A g r u p a c i ó n p a r a l a v a r i a b l e d u r a c i ó n d e l a a s p i r a c i ó n y e l n o m b r e d e l p r e s e n t a d o r ( s e x o f e m e n i n o ) . . . 2 1 5 T a b l a 5 4 . C o m p a r a c i o n e s m ú l t i p l e s d e l a s s i m i l i t u d e s y d i f e r e n c i a s e n l a d u r a c i ó n l a a s p i r a c i ó n y l a c a d e n a d e t e l e v i s i ó n ( s e x o m a s c u l i n o ) . . . 2 1 6 T a b l a 5 5 . M e d i a p a r a g r u p o s h o m o g é n e o s . A g r u p a c i ó n p a r a l a v a r i a b l e d u r a c i ó n d e l a a s p i r a c i ó n y c a d e n a d e t e l e v i s i ó n ( s e x o m a s c u l i n o ) . . . 2 1 6 T a b l a 5 6 . C o m p a r a c i o n e s m ú l t i p l e s d e l a s s i m i l i t u d e s y d i f e r e n c i a s e n l a d u r a c i ó n l a a s p i r a c i ó n y l a c a d e n a d e t e l e v i s i ó n ( s e x o f e m e n i n o ) . . . 2 1 7 T a b l a 5 7 . M e d i a p a r a g r u p o s h o m o g é n e o s . A g r u p a c i ó n p a r a l a v a r i a b l e d u r a c i ó n d e l a a s p i r a c i ó n y c a d e n a d e t e l e v i s i ó n ( s e x o f e m e n i n o ) . . . 2 1 7 T a b l a 5 8 . C o m p a r a c i o n e s m ú l t i p l e s d e l a s s i m i l i t u d e s y d i f e r e n c i a s e n l a d u r a c i ó n l a a s p i r a c i ó n y e l t i p o d e i n f o r m a c i ó n ( s e x o m a s c u l i n o ) . . . 2 1 8 T a b l a 5 9 . M e d i a p a r a g r u p o s h o m o g é n e o s . A g r u p a c i ó n p a r a l a v a r i a b l e d u r a c i ó n d e l a a s p i r a c i ó n y t i p o d e i n f o r m a c i ó n ( s e x o m a s c u l i n o ) . . . 2 1 8 T a b l a 6 0 . C o m p a r a c i o n e s m ú l t i p l e s d e l a s s i m i l i t u d e s y d i f e r e n c i a s e n l a d u r a c i ó n l a a s p i r a c i ó n y t i p o d e i n f o r m a c i ó n ( s e x o f e m e n i n o ) . . . 2 1 8 T a b l a 6 1 . M e d i a p a r a g r u p o s h o m o g é n e o s . A g r u p a c i ó n p a r a l a v a r i a b l e d u r a c i ó n d e l a a s p i r a c i ó n y t i p o d e i n f o r m a c i ó n ( s e x o f e m e n i n o ) . . . 2 1 9 T a b l a 6 2 . C o m p a r a c i o n e s m ú l t i p l e s d e l a s s i m i l i t u d e s y d i f e r e n c i a s e n l a d u r a c i ó n l a a s p i r a c i ó n y h o r a r i o ( s e x o m a s c u l i n o ) . . . 2 1 9 T a b l a 6 3 . M e d i a p a r a g r u p o s h o m o g é n e o s . A g r u p a c i ó n p a r a l a v a r i a b l e d u r a c i ó n d e l a a s p i r a c i ó n y h o r a r i o ( s e x o m a s c u l i n o ) . . . 2 2 0 T a b l a 6 4 . C o m p a r a c i o n e s m ú l t i p l e s d e l a s s i m i l i t u d e s y d i f e r e n c i a s e n l a d u r a c i ó n l a a s p i r a c i ó n y h o r a r i o ( s e x o f e m e n i n o ) . . . 2 2 0 T a b l a 6 5 . M e d i a p a r a g r u p o s h o m o g é n e o s . A g r u p a c i ó n p a r a l a v a r i a b l e d u r a c i ó n d e l a a s p i r a c i ó n y h o r a r i o ( s e x o f e m e n i n o ) . . . 2 2 1 G r á f i c o 1 . D i s t r i b u c i ó n d e l g r u p o f ó n i c o e n f u n c i ó n d e l a a l t u r a t o n a l . . . 2 2 2 G r á f i c o 2 . D i s t r i b u c i ó n d e l g r u p o f ó n i c o e n f u n c i ó n d e l t i e m p o d e d u r a c i ó n d e l g r u p o f ó n i c o . . . 2 2 3 G r á f i c o 3 . D i s t r i b u c i ó n d e l g r u p o f ó n i c o e n f u n c i ó n d e l a d u r a c i ó n d e l a a s p i r a c i ó n . . . 2 2 4 T a b l a 6 6 . R e s u m e n g e n e r a l d e l o s p a t r o n e s / r a s g o s e s t i l í s t i c o s h o m o g é n e o s e n l o s p r e s e n t a d o r e s d e t e l e v i s i ó n . . . 2 2 7 T a b l a 6 7 . R e s u m e n g e n e r a l d e l o s p a t r o n e s / r a s g o s e s t i l í s i t o c o s h o m o g é n e o s e n l a s p r e s e n t a d o r a s d e t e l e v i s i ó n . . . 2 2 7

(7)

El hombre no vive sólo, vive con su pensamiento y tiene la necesidad de expresarlo

(8)

Una de las evidencias actuales es el aumento de incertidumbre en el mundo moderno. Los nuevos sistemas de información y comuni- cación son mucho más complejos que los antiguos. El entendimiento es más difícil de conseguir, pero más importante de proseguir. Como ha señalado William H. Melody, (1995), los temas a investigar en comunicación son intrínsecamente transdiciplinarios. Es extremada- mente difícil para una disciplina ya establecida hacer valer los dere- chos de propiedad intelectual o enfrentarse completamente a los temas sobre comunicación e información. Como consecuencia, la investiga- ción y la enseñanza en gran parte han sido los intersticios de las dis- ciplinas.

Introducción

Los diversos y variados estudios que versan sobre las cien cias de la comunicación1 han dado como resultado el nacimiento de nuevas teorías que llevan consigo propuestas muy significativas a su favor, e sto ha permitido situarla a la altura de otras ciencias que dependen o que coinciden con ella misma (sea la sociología o la lingüística, psico- logía, etcétera, sólo por citar sólo algu nos ejemplos).

La mayoría de las veces, o casi siempre, estos estudios han si- do alimentados hasta hoy por la denominada, interdisciplinarie d a d , o por la activa transdisciplinariedad, sin que se deba olvidar también a los estu dios denominados pluridisciplinarios, donde la comunicología adquiere un rango firme y consolidado, permitiéndole no sólo una con- f r o n tación de ideas, intercambio de métodos, modelos y/o puntos de vista dentro de las distintas disciplinas mencionadas anteriormen t e , sino que además incorpora nuevas formas de investiga ción y métodos de trabajo, no sólo a su propio campo de estudio, sino también a otras áreas del sa ber.

1 Remitimos al lector a revisar este tipo de discusión en el siguiente material bibliográfico: Miquel Rodrigo Alsina (1989) en su libro Los modelos de la comunicación.

(9)

Un término relativamente nuevo (Moragas, M. 1981: 19), ha sido el de la bidisciplinariedad, que “p r o p o n e u n a p u e s t a e n c o m ú n d e l o s diversos modelos y métodos de estudio”, es decir, aquel nuevo mode- lo que permite la aportación de aspectos de interpretación y experien- cias históricas de dos disciplinas distintas, por ejemplo: la psicología y la lingüística que proponen el modelo psicolingüístico, la acústica y la psicología estudia en conjunto la psicoacústica.

Para este estudio, una de las propuestas a realizar es la inte- g r a c i ó n d e u n p r o y e c t o , t a l v e z n o t a n n u e v o , p e r o q u e t a m p o c o l o h a investigado con detenimiento las ciencias de la comunicación: un es- t u d i o e n focado hacia los procesos físicos (acústicos), si se pudiese detallar aún más el estudio, que utiliza métodos de análisis que p e rmiten ver un sistema unificado, que inicia con un proceso acústico- perceptivo-cognitivo, del que en la mayoría de los casos las cien cias de la comunicación se ha olvidado (al no conside rarlo como su campo de estudio). Dicho estudio intentará por explicar una pequeña parte de un fenómeno tan complejo como es la comunicología que in tercambia el habla expresiva, si se intenta por delimitar aún más y llegar a co- nocer el objeto de estudio que servirá a esta tesis, sería aquel que explique de manera cuantificada los rasgos acústicos expresivos de la voz sonora en los presentadores de los informativos de televisión en Espa ñ a .

S e p o n e d e m a n i f i e s t o q u e e l p r o b l e m a q u e s e p r o p o n e e s s u f i- cientemente complejo como para que pueda ser sepa rado por distintas áreas de conocimiento que permitan a la comunicología llegar a intera ctuar por sí sola, por lo tanto, se considera que el área idónea para actuar sería el estu dio de las vibraciones sonoras de la voz humana y la información expresiva que porta. Es por ello que, es n e c e sario hacerse valer de esta puesta en común y atribuirle pluridisciplinarie dad a u na n u e v a f o r ma de reh ac er in ve stiga ció n . Una vez realizada esta delimitación del tema es necesario ma tizar nuevamente el camino que recorrerá esta investigación dentro del paradigma comunicativo.

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La comunicología como ciencia ha comenzado a ramificarse, no sólo ahora, sino que desde su nacimiento. En la actualidad presenta diversas ramas que han nutrido a su raíz. Una primera ramificación que propone esta tesis entra dentro del acto comunicativo-expresivo.

El pa radigma que intenta desarrollar este trabajo se ubica en la teoría de la expresión, pero si se escribe sobre el habla expresiva sería convenien te atribuirle el nombre de teoría de la expresión acústica del h a b l a . S e p o dría decir que la mayoría de las tesis o proyectos que estudian e l f e n ó meno de la comunicación han establecido una división primaria entre el valor expresivo y el contenido del mensa je.

S e p o n e d e m a n i f i e s t o q u e e s t e p r o y e c t o s e e n m a r c a d e n t r o d e la problemática que surge a la hora de plantear cómo el sujeto inter- p reta y se relaciona en un contexto expresivo, más que de contenid o . Más no se quisiera entrar en un debate estéril por saber cuál de los dos es el más importante, aunque tal vez el lector no encontrará una respuesta a esta pregunta a lo largo de la investig a c i ó n , y a q u e s e considera que uno es el complemento del otro y debido a la compleji- dad de los dos cada uno permite ser estudiado como ente individual.

El problema reside en que la mayoría de las veces se deja uno de los d o s f u e r a d e e s t u dio. En el análisis de los textos que se propondrá, el contenido será tomado en consideración pero no como fuente prima- ria; de entrada se sa be que es la palabra aquella unidad de análisis q u e a p o r t a n o s ó l o d a t o s a l a i n vestigación, sino que además es en sí misma la que determina las pau tas entonativas en la oración y es ésta misma la que determina el sentido de las co sas.

Otra nueva matización que se ve en este enorme árbol d e n o m in a do comunicología es el ubicarse por trabajar al emisor o receptor. Véa se los estudios realizados por Marshall McLuhan (1911- 1 9 8 0 ) ; S h a n n o n C . E . y W e a v e r , W . ( 1 9 7 5 ) ; Lasswel, H. D. (1902- 1 9 7 8 ) ; L a zarsfel, P. (1901-1976); con sus ya clásicas teorías y definiciones so bre el proceso comunicativo. Aunque la mayoría de ellos co inciden con este proceso, existen por otra parte críticas a

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con este proceso, existen por otra parte críticas a estos los mismos2, véase Peirce, Charles (1987), entre otros estudios pertenecientes a la semiótica. A partir de todas estas propuestas han existido quizá estu- dios que pretendan analizar sólo al receptor, al emisor o bien al ca nal.

El estudio que se pretende realizar entra en un nivel descriptivo que intenta en analizar el mensaje sonoro a partir de sus rasgos acústi- cos, ya que se precisa por describir la tendencia a estandarizar los modelos que los medios esta b l e c e n h o y en día.

Por otra parte, y si se continuara dentro de los procesos en la comunicación, no se debe olvidar que la comunicología ha tenido pro- blemas para consolidarse a la altura de otras ciencias, problemas pre- s e n t e s q u e h o y e n d í a h a n h e c h o q u e é s t a n o a v a n c e e n s u p r o p i o campo. Uno de estos errores, quizá sea antiguo pero aún en día pre- sente, es aquel que centra a los estudios sobre los medios de comu- nicación, y creo que aún los seguimos teniendo, como cita Lazarsfeld, P . d e s d e 1 9 5 33 en verse “influenciados por problemas comerciales, hubo una tendencia, en la investigación doméstica, a contemplar las audiencias como una masa más bien homogénea, y el acento, por tan- to, se cargaba en el análisis esta dístico a gran escala”. Y no fue sino h a s t a l a d é c a d a d e l os 40’s cuando se desarrolló un interés notable por una diferenciación más significativas hacia la comunica ción como un objeto de estudio científico, el pro b l e m a h a b í a e x i g i d o e n f o q u e s estadísticos completamente nuevos al disponer de una ma yor cantidad d e datos realizados. “Al principio, nos contenta mos con analizar el tamaño de la audiencia total. Después, nos diferenciamos por las dife- rencias entre amplios gru pos sociales... En la tercera fase, se inicio la búsqueda de características psicológicas” pero, ¿q u é s u cede con los rasgos acústicos de los discursos sono ros?

2 Dado que este proyecto no es un análisis de los diversos modelos y teorías sobre la comunicación se invita al lector revisar el libro Historia de las teorías de la comunicación de Armand Mattelar y Michèle Mattelart (1997: 1) , los autores hacen una revisión de las diversas escuelas y paradigmas que a lo largo de la historia la comunicación se ha visto fragmentada por diversas disciplinas. “La noción de comunicación abarca una multitud de sentidos. La proliferación de las tecnologías y la profesionalización de las prácticas no han hecho sino sumar voces a esta poli- fonía en un final de siglo que hace de la comunicación la figura emblemática de las sociedades del tercer milenio”.

3 Publicado originalmente con el título «The Prognosis for International Communication Research», en Public Opi- nion Quarterly, nº 53, 1953.

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Es importante señalar y marcar estas primicias que han sido rea lizadas por teóricos que estudian la comunicación, que son tan s i g n i f icativas, ya que, los estudios que versan sobre la comunicología como ciencia «nueva», en comparación con la física, la química u otra, tratan en la actualidad por construir poco a poco un estatuto epistemoló gico capaz de tener su propia independencia, es decir, sin otra pretensión que su propia autonomía. A mi modo de ver, se busca que sea el estudio propio de las capacidades para comunicar las en- cargadas de explicar sistemáticamente qué sucede con tal o cual fe- nómeno; más no se niega que el intercambio y la puesta en común que otras disciplinas puedan tener con las ciencias de la comunicolo- gía, sean la publicidad, la mercadotecnia o las relaciones públicas ya que cada uno posee un peso importante para que permita incrementar conocimientos a la relativa ciencia nueva.

Las denominadas ciencias de la comunicación han adquirido una enorme importancia en los tiempos actuales, ya no sólo se elabo- ran estudios o análisis sobre el fenómeno, sino que además, se des- arrollan diversas teorías complejas que intentan explicar la capacidad que tiene el ser humano para relacionarse, no sólo con él mismo, sino con otros seres vivos al intercambiar información Martín Serrano, M.

(1982), éste intercambio de información a su vez, ha sido definida por Quilis, A. (1993: 11), citando a Dubois (1973:96) como el “intercambio verbal entre un s u j e t o h a b l a n t e , q u e p r o d u c e u n e n u n c i a d o d e s t in a d o a otro sujeto hablante”. Aunque la mayoría coincide en que la comuni- cación es “un proceso de transmisión de un lugar a otro de determina- d a i n f o rmación”.

La comunicología como ciencia autónoma es y ha sido parte in- tegral no sólo del ser humano, sino del entorno que le rodea. No so- mos únicos, compartimos y formamos parte de un ecosistema que se comu nica y se expresa. Pero no se debe dejar a un lado los riesgos que pueda correr la comunicología al elaborar se u d o -teorías que tra- t e n p o r d e mostrar y encajar resultados que desde hace décadas han sido explica dos, o bien, utilizar métodos de trabajo tan superficiales

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que sus hipótesis o conclusiones pueden llegan a ser sólo presupues- tos básicos ya «superados» desde hace tiempo. El investigador en comunicología de berá de aprender a aprehender de otras disciplinar para subsanar sus errores compuestos de aciertos parciales.

Ahora bien, no se debe confundir los diversos estudios realiza- dos en torno a los medios de comunicación, quienes a su vez, han desarrollado variados análisis y modelos que en menor o mayor medi- da han favorecido a enriquecer la teoría general de la comunicación.

Dichos modelos, en la mayoría de los casos, han sido enfocados por estudios «prestados» por la sociología o por la psicología y otras cien cias, sean sociales, naturales o exactas. Cabe matizar que dichos modelos son propuestos a partir de estudios culturales muy reducidos, que cuentan con datos cuantitativos o cualitativos4 que no permiten ser representativos, o bien que dentro de esa «representatividad», lo que se permite es ver en un análisis delimitado y obvio de los objeti- v o s q u e s e h a n p r o p u e s t o .

Una de las causas por las cuales se deduce lo establecido con anterioridad es por la falta de u n a m e t o d o l o g í a q u e p u e d a « r e gular»

los diversos estudios enfocados a la comu nicología, así como también la «utilización» de paradigmas no validados en otras disciplinas. Cabe mencionar que la yuxta posición de los conceptos que desarrollan otras disciplinas podría traer un grave perjuicio hacia el campo de ac- ción propuesto, la extrapolación de cualquier concepto, sólo porque se ajusta al objeto de estudio deja al contexto fuera de su sitio y se corre el riesgo de olvidarse el campo de acc i ó n d o n d e s e t r a b aja.

Por tal motivo, los riesgos que puede correr el investigador al hacer uso de otras disciplinas, aunque se está de acuerdo en su utiliza ción, son primeramente: a) la pérdida de una autonomía propia,

4 “El análisis cualitativo se concentra en la aparición de sus objetos analíticos en un contexto específico, opuesto a la recurrencia de elementos formalmente similares en diferentes contextos. Tal parece que se ha observado que los contenidos de los medios y otras formas culturales dan lugar a una experiencia indivisible, única, a través de la exigencia, o, sino, a una serie de estímulos que se pueden manipular mediante un experimento, produciendo así efectos de variables que se puedan medir. Por último cuando el análisis cuantitativo se centra en productos delimi- tados, concretos, de la producción de significado de los medios, los enfoques cualitativos examinan la producción de significado como proceso, que se contextualiza y se integra inexplicablemente con las más amplias prácticas sociales y culturales.“ KB. Jensen/ NW. Jahkowski (eds. 1993: 275).

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za ción, son primeramente: a) la pérdida de una autonomía propia, b) la carencia de un estatuto epistemológico que estudie las capacidades de comunicación y, c) la yuxtaposición e incorpora ción de conceptos q u e n o p e r t e necen al campo de acción, donde se utilizan trozos de estudios que no permiten ver la globalidad del to d o .

Por otra parte, la «comunicología» como ciencia – y no como t é cnica industrial- busca a su vez una consolidación que le permita situarse a la altura de otras disciplinas que se han consolidado en es- te siglo. La tan valorada consolidación trae consigo nuevas propues- tas de análisis que conllevan a variados modelos que podrían estable- cer fundamentos epistemológicos nuevos que permitan consolidar de- finitivamente el estatuto científico de la investigación en comunica- ción. Pero, se puede decir de manera muy positiva que la re ciente teoría de la comunicación y l o s a v a n c e s q u e é s t a h a t e n i d o – e n e l ámbito de estudios de los me dios-, permite conocer nuevos aspectos, sea el sonido, como elementos igno rados totalmente por los teóricos de la comunicación. No se puede excluir los avances que han te n i d o otras disciplinas como la acústica, que ha hecho posible, no sólo co- nocer el fenómeno del sonido, sino que además ha permitido saber que es lo ocurre de la boca hasta el oído de quien emite y quien reci- be, (Quilis, A. 1993).

A partir de esta primera diferenciación – comunicología y medios de comunicación-, se ha tratado de explicar el fenómeno co municativo d e s d e e s t a d i o s y c o n t e x t o s d i f e r e n t e s , o b i e n e n f u n c i ó n d e f a c t o r e s tan distintos como lo son los códigos culturales. Por lo tanto, esta breve introducción intenta plantear a partir de aquí una nueva división y s i t ú a a e s t a i n v e s t i g a c i ó n e n u n c o n t e x t o p o c o e s t u d i a d o , q u e a d e- más otorga al conocimiento comunicativo un espacio significativo de- ntro de la denominada teoría de la comunica ción.

Esta división considera al estudio de la comunicología como ciencia que permite conocer no sólo la forma en que se rela ciona sino que también la capacidad que tienen el ser humano para expresarse

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y, ésta será la dimensión que se trabajará, es decir, el valor expresivo de la comunicación y más específicamente, los rasgos o estados ex- presivos sonoros con los que cuenta el presentador y que son inter- p r e t a d o s p o r u n r e c e p t o r d e a c u e r d o a p a u t a s-patrón que los medios de comunica ción le ha construido.

El objeto de estudio que esta investigación propone analizar - inserto en los medios de comunicación-, s e u b i c a e n u n p r o c e s o q u e permite identificar los rasgos expresivos del habla en el presentador, donde se construye del mensaje que se produce y es codificado por el recep t o r q u e l e o t o r g a u n significado cuasi-universal al mensaje. Tal vez el mo d e l o q u e s e p r e s e n t a n o s e a d e m o m e n t o n o v e d a d , y a q u e , en su mayoría, dicho proceso ha sido investigado desde diversas perspectivas, sean sociológicas, políticas, educativas o bien psicoló- gicas. Pero, quizá la riqueza de dicha investigación reside en iniciar por describir a partir de las características físicas-acústicas del pre- sentador que porta el mensa je y que trata de establecer un mensaje h o m o g é n e o y e s t á n d a r p a r a t o dos los medios de comunicación. Esta estandarización si bien se puede establecer es capitaneada por las políticas y estrategias impulsadas por los medios de comunicación e s t a d o u n i d e n s e o i n g l e s e s , d o n d e e s t o s m o d e l o s s o n a d a p t a d o s p o r los medios de comunicación españo les, o bien, mexicano s , y a q u e t a n sólo cabe observar el formato de noticias que utilizan los cuatro paí- ses cita dos y contrastar lo que se afirma.

Cabe señalar que el trabajo de investigación propuesto es sólo una pequeña línea general que engloba la compleja teoría general d e la comunicación, dicha línea permitirá enriquecer otras tantas pro- puestas por diversos investigadores del área y trae consigo el fortale- cimiento científico de los paradigmas, teorías, propuestas y axiomas dentro del proceso comunicativo, dando como resul t a d o u n a n u e v a aportación sig nificativa a favor de la comunicología.

La adhesión de nuevos conocimientos a la teoría de la comuni- cación desde una perspectiva física (acústica), como parte de un pro-

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ceso integrador hace necesaria una nueva diferenciación marcada por aquellos conocimientos que plantean posturas diversas o que depen- d e n d e l a p r o p u e s t a p l a n t e a da, por esto, es imprescindible situar al lector entorno hacia donde gira ésta tesis doctoral. Este proyecto uti- liza el método científico como instrumento g u í a , d o n d e a c t ú a c o m o u n proce dimiento sistemático para tratar un conjunto de problemas sin resolver, más sin embargo se sabe que la incorporación de conoci- mientos también se da por el paradigma significativo, más sin embar- go, no es el objetivo trabajarlo ya que los problemas de conocimiento p l a n t e a d o s h a n s i d o e s t r u c t u r a d o s d e m a n e r a q u e t e n g a n c o m o b a s e la resolución crítica del proble ma.

Uno de los maestros teóricos del movimiento narrativo en psico- logía, el psicólogo cognitivo Jerome Bruner, en sus d o s l i b r o s f u n d a- mentales «Realidad mental y mundos posibles» (1997) y «act o s d e significado» (1998), donde resuelve un problema teórico fundamental con resp e c t o a l f u n c i o n a m i e n t o d e l a m e n t e h u m a n a d e u n a f o r m a sencilla y exhaustiva. La propuesta de Bruner es que hay dos mane- ras diferentes de conocer, vale decir, dos modalidades de funciona- miento desde una perspectiva cognitiva, de pensamiento y que cada una de ellas entrega modos característicos de construir la realidad.

Estas dos modalidades de pensa mient o n o s e p u e d e n r e d u c i r u n a a l a otra sin el riesgo evidente de pérdida de la riqueza que encierra la diversidad del pensamiento. Aún más, estas dos maneras de conocer s o n a u t ó n o mas, tanto en sus principios de funcionamiento como en los criterios de verificación del conocimiento a que alcanzan. Las mo- dalidades de pensamiento que Bruner distingue son el modo de pen- samiento paradigmático y el modo narrativo. La modalidad paradigmá- tica o lógico-científica como la define Bruner inten ta ser un sistema matemático, formal de descripción y explicación. La metáfora para en- t e n d e r e s t e p e n s a miento es la computadora. Con esta modalidad de pensamiento ha sido, en la mayoría de las ocasiones la que trata por resolver la mayoría de los problemas prácticos de la vida diaria. S e sabe bien que, éste no es el único camino para hacer investigación, aun cuando es, para la mayoría de las personas una peculiaridad útil.

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Pero, se necesita retomar el tema y al haber presentado estas primeras primicias que permiten delimitar el tema a investigar, no se desea dejar a un lado la importancia de los materiales que se han en- contrado a lo largo de esta investigación. El trabajar con una biblio- grafía «actual» podría en caminarse a olvidar lo que anteriormente se ha estudiado y establecid o , s e espera que esta tesis no caiga en el error en descalificar o bien utilizar – salvo para esta ocasión- el térmi- n o « o b s o l e t o » , y a q u e e l i n v e s t igador puede aprender de los errores cometidos por el pasado e incrementar el conocimiento de nuestra ciencia, la comunico logía.

Realizada, si se permite esta primera aclaración y ubicación, se puede decir que este es el último momento por situar aún más este trabajo de investigación. Esta tesis doctoral intenta mantener una lí- nea de investigación continua, que inicia con la propuesta realizada por la teo ría de la expresión del habla presentada por la tesis doctoral de Rodríg u e z B r a v o , A . ( 1 9 8 9 ) . A s u v e z , s e p o n e d e m a n i f i e s t o q u e para el buen desarrollo de la teoría es necesario que se fundamente bajo diversas hipótesis que conduzcan a predicciones experimentales, no se debe olvidar que la gran mayoría de los experimentos realiza- dos por la comunidad científica sólo demuestran o se quedan en afi r- maciones que no son contrastadas, o bien, llegan a demostrar única- mente la falsedad de la teoría propuesta más nunca llegan a tratar de explicar cuál es la co rrección que existe de las teorías al ajustarse a la explicación de los fenómenos experimentales. Bien sea necesario describir que el trabajo intenta mantener la continuidad, mejora y am- pliación de una teoría que sólo fue propuesta más no desarro llada.

La propuesta de trabajo y dentro del marco teórico que se pro- pone, trata de desarrollar no sólo la teoría de la expresión acústica del habla co mo una reflexión teórica diferente y complementaria que h a c e r e f e rencia a la expresividad oral en la comunicación, además se ha considerado dos propósitos fundamentales: el primero de ellos va e n f o cado a aquellos medios de comunicación que utilizan a la voz como vehículo propio, en palabras de Rodríguez Bravo, A. (1989) pe-

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ro, principalmente lo que se intenta es conocer cuáles son los pará- metros acústicos – ritmos, tonos / alturas, intensidades, etc.-, q u e e l receptor escu cha a lo largo del día; el segundo propósito intentará ayudar a enrique cer lo que día a día se plantea: complementar una teoría que tiene demasiados huecos por falta de conocimientos y pro- yectos, permitiendo asimismo enriquecer la teoría de la expresión acústica del habla dentro de la comunica ción.

Por otra parte, y como lo explica Rodríguez Bravo, A. (1989:

13), la expresividad oral necesita de “una teoría, que contemple la expresividad sonora dentro de las estructuras lingüísticas (semánti- cas, retóricas o genéricas, y tiene como función): conocer y dominar el funcionamiento expresivo de la voz en todos aquellos procesos co- municativos en los que un texto se escuche a través de un altavoz5. Y no sólo las estructuras lingüísticas, sino sobre todo las estructuras acústicas, cognitivas y perceptivas.

Es importante incidir en esta introducción una primera definición sobre el objeto de estudio propuesto, y que tan sólo son aquellos ras- gos sonoros (parámetros acústicos) pro puestos por Rodríguez Bravo, A. (Ibidem: 23) “Los rasgos sonoros de la comunicación oral que, sin provenir del léxico ni de la gramática se encabalgan a esas estructu- ras – lingüísticas y sintácticas-, modificándolas: matizando sus conte- nidos, generando en el receptor sensaciones y emociones, -o d e s e o s - conformando en su mente una imagen determinada del emisor”.

Se pone de manifiesto que otro de los problemas que el invest i- gador se encuentra a la hora de realizar un estudio « social» , son los códigos culturales o rasgos expresivos culturales que difieren en con- textos tan próximos pero tan distantes entre sí. Aunq u e b i e n , s e p o- dría dar por hecho que las culturas cuentan con una característica en común -para éste caso la lengua de la que incorporan y adaptan sig- nos visua les y sonoros a su memoria-, pero que existe la tendencia por parte de los medios de comunicación a la homogenización acústi-

5 El contenido del paréntesis es una propuesta propia del autor.

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ca de las voces utilizadas por la mayoría de los informativos occiden- tales; está propuesta será descrita según los diversos análisis acústi- cos que se realizarán para tratar de verificar si se da o no esta homo- genización. Tal es el ca so, en estos momentos, por la penetración que los medios de comunicación españo les realizan hacia América Latina.

A su vez, los medios de comunicación « globales» – sean Televisa, en México; Antena tres, en España o la misma CNN, en los Estados Uni- d o s -, p e n e t r a n e n l o s c o n t inentes latinoamericanos y europeos, de tal manera que la homogeniza ción de los rasgos o estados acústicos del habla castellana en los me dios de comunicación continúe siendo una p u e s t a e n m a rcha para ganar terreno hacia un mercado que « n o p o n e resistencias». Y no me refiero a las cadenas de televisión local, que en la mayoría de las veces conservan los rasgos o estados orales co- m u n e s d e n t r o d e l a s o c i e d a d a l a q u e i n f o rm a n , e l d e n o m i n a d o a c e n t o local.

A su vez, la interrelación que el ser humano mantiene con los de su misma especie se ha debido a la necesidad por comunicarse.

Gracias al lenguaje comunicativo, que tiene como características prin- cipal una serie de estímulos sonoros complejos, adaptados a través de su entorno social, cultural, económico y político, ha dado como re- sultado una transformación anacrónica del lenguaje comunicativo. Es- ta transformación ha sido confirmada a través de diversas generacio- n e s , n o s ó lo a los códigos icónicos o escritos, sino que también a los códigos s o n o g r á f i c o s —refiriéndose a las representaciones que el su- jeto tiene del entorno que le ro dea, y más específicamente del habla de la cual se hace valer, pues se considera que el valor expresivo y el contenido han cambiado dentro de su espectro tiempo / espacio. Di- chos códigos han sido reformados y puestos en «común»-, quizá la tan valorada «universalidad» puede estar presente ya entre algunas culturas a través de los medios de comunicación, siendo ciertos sig- nos expresivos, sean gestua les, textuales o bien orales cuasi- universales dentro de una u otra cultu ra.

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Hasta ahora, se ha planteado una breve introducción del pro- blema de conocimiento propuesto, pero se considera que el plantea- miento es lo suficientemente complejo como para que deba ser sepa- rado en distin tas áreas de trabajo que pueden llegar a interactuar de manera única. El área que se pretende abordar en est e p r o y e c t o d e tesis doctoral es la que se relaciona con los estímulos sonoros: len- guajes acústicos que portan expresividad en el contenido y, como ca- so particular de sumo interés, la voz humana y la información que por- ta. Se sabe de antemano que existen relaciones con otro tipo de estí- mulos (visuales, táctiles,...) que pueden aparecer en el ámbito del de- sarrollo de determinadas aplicaciones, pero nunca como una línea fundamental para nuestra investiga ción.

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“Noli foras ire, inte rede, interiore hominis habitat veritas”

De vere Religione, 39, 72. San Agustín (1986: 354-430).

1. Fundamentos teóricos

Introducción al capítulo

En esta primera parte se establecerán: 1) El planteamiento del problema; 2) los objetivos generales con los que se plantea esta in- vestigación; y finalmente, 3) se desarrollarán los supuestos teóricos generales que permitirán dirigir este estudio, permitiendo justificar la continuidad y viabilidad del proyecto presentado. La investigación se sitúa dentro del paradigma comunicación-expresión y tiene como base un marco teórico propuestos por autores como Darwin, Ch. (1808- 1882), Saussure, F. (1857-1913), Chomsky, N. (1928-), Brühler, K.

(1950), Navarro, T. (1884-1979), Quilis, A. (1992 y 1993) entre otros, que aunque tal vez para algunos no tengan nada en común con la co- municología, para esta tesis, estos estudios han permitido fortalecer el cuerpo conceptual con el que trabaja la teoría propuesta, donde además, con la ayuda de una ciencia como es la acústica6, permitirá

6 “Acoustics is the science of sound, including its production, transmission, and effects. In present usage, the term sound implies not only phenomena in air responsible for the sensation of hearing but also whatever else is governed by analogous physical principles. Thus, disturbances with frequencies too low (infrasound) or too high (ultrasound) to be heard by a normal person are also regarded as sound. One may speak of underwater sound, sound in solids, or structure-borne sound. Acoustics is distinguished from optics in that sound is a mechanical, rather than an

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fortalecer las propuestas presentadas, que consolidan a la investiga- ción e incrementan el conocimientos de todos los estudios que versen sobre la voz expresiva.

Es tarea de este capítulo intentar desarrollar un nuevo modelo teórico que permita situar al objeto de estudio en una posición acorde al estado de la cuestión que estudia la expresión del habla. En el ámbito general que se propone la metodológica, se orienta mayoritariamente en el método científico, después de haber deducido el camino que orienta esta investigación se hace referencia, además, que este estudio se encuentra situado en describir situaciones y eventos, esto es, en decir cómo es y cómo se manifiesta determinado fenómeno, así lo manifiesta Correa Assmus, G. (1982: 135), “Los estudios descriptivos buscan especificar las propiedades importantes de personas, grupos, comunidades o cualquier otro fenómeno que sea sometido a análisis”.

Por otra parte, se pone de manifiesto que esta tesis doctoral cuenta con una rigurosidad metodológica para alcanzar los objetivos trazados, esta tarea permite buscar conocimientos7, que pueden ser cuestionables. Dichos conocimientos están formados a su vez por conjuntos de ideas que proporcionan a la comunidad investigadora un sin número de informaciones que hacen que pueda actuar en el medio donde se encuentre. A diferencia de la búsqueda de conocimiento que plantean otras disciplinas, esta tesis se basa en el conocimiento cien- tífico que se pretende buscar realidades observables que sean estu- diadas de forma precisa, exacta y cuantificable, más no se puede descartar un estudio narrativo, etnográfico, arqueológico o interpreta- tivo, de tal modo que se obtengan datos quizá no tan detallados, completos y precisos, pero que puedan servir para enriquecer y com- plementar la propuesta general.

electromagnetic, wave motion. The Wave Theory of Sound, Allan D. Pierce, en published by the Acoustical Society of America. The Wave Theory of Sound. 1995.

7 La adquisición de conocimientos ha sido también analizada por la sociología, en palabras de Reyes, R et alt (1989 : 21), “La sociología ha trasformado una temática apasionada, como ha sido siempre el problema de conocer, en una cuestión del pasado. De alguna manera la sociología ha procedido a una reconstrucción teórica de la realidad sobre la base de un museo del conocimiento·.”

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Además, se tratará de construir una base epistemológica que permita fundamentar una estructura sólida para la teoría de la expresión acústica del habla –explicar de manera racional el porqué de las cosas-. Primeramente, se intentará a escala general, situar al lector en el marco de trabajo, como se puede ver en el esquema 1. El estudio de la acústica, descrito anteriormente, le permite al proyecto no sólo obtener, sino que además permite trabajar con parámetros que describen de manera sistemática el fondo del objeto de estudio propuesto en el capítulo tres.

E s q u e m a 1 . M a p a c i r c u l a r d e l a s r a m i f i c a c i o n e s d e l a a c ú s t i c a . [ a d a p t a c i ó n d e R . B . L i n d s a y , 3 6 : 2 2 4 2 ( 1 9 6 4 ) . ] d e D a v i d C r i s t a l ( 1 9 8 7 )

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“Una de las parcelas más i m p o rt an t e s del medio t e l e v i s i v o l o c o n s t i t u y e s i n d u d a l a i n f o r m a c i ó n , e n s u s m á s v a r i a d a s f o r m a s , y a s e a a t r a v é s d e r e t r a n s m i s i o n e s en d i r e c t o , d e l o s “ t e l e d i a r i o s ” o d e e s p a c i o s s e m a n a l e s e s p e c i a l i z a d o s . En TVE el “ T e l e d i a r i o ” nació en otoño de 1957, es decir, cuando la emisora llevaba funcio- nando desde hacia unos diez meses. Muy pronto, esta e m i s i ó n t u v o d o s e d i c i o n e s d i a r i a s ( s o b r e m e s a y n o c h e ) y s e c o n v e r t i r í a , al igual q u e e n otros países, e n l a co- l u m n a v e r t e b r a l d e l a i n f o r m a c i ó n t e l e v i s a d a .

El “ t e l e d i a r i o ” ha sufrido, como es lógico, muchos cambios desde sus principios. En sus primeros tiempos, e r a p o c o m á s q u e u n b o l e t í n d e n o t i c i a s l e í d a s a n t e l a s cámaras; p a u l a t i n a m e n t e se fueron i n c o r p o r a n d o in- f o r m a c i o n e s filmadas por los cámaras o a d q u i r i d a s a c o m p a ñ í a s e x t r a j e r a s , m a t e r i a l d e a r c h i v o , e t c . L a s n o - t i c i a s a t r a v é s d e l a r e d d e E u r o v i s i ó n y u n a a m p l i a r e d de c o r r e s p o n s a l e s dieron nuevo empuje al “ t e l e d i a r i o ” , h a s t a l l e g a r a n u e s t r o s d í a s e n e l q u e s e u t i l i z a n p r o c e - dimientos tan sofisticados como el “duplex”, las co- n e x i o n e s v í a M u n d o v i s i ó n , e t c . N o s e p u e d e o l v i d a r q u e el “ t e l e d i a r i o ” , e s e l “ p e r i ó d i c o ” de m á s a l t a tirada del país. 6 a 8 millones de e s p e c t a d o r e s lo p r e s e n c i a n re- g u l a r m e n t e , y e s t a c i f r a a u m e n t a e n o c a s i o n e s e s p e c i a - les....” B a g e t H e r m s , J o s é M . ( 1 9 7 5 : 1 0 0 ) .

Es evidente que los informativos en la actualidad mantienen aún esa importancia, por tal motivo, las cadenas de televisión han hecho de ese espacio un formato que cada vez, cuente con más cambios que difieren de sus inicios. Esta información da cuenta del marco de tra- bajo por el cual esta tesis gira, los informativos que, desde sus inicios han marcado pautas a la hora de crear nuevos formatos, pero una de las características principales ha sido la inmediatez e instantaneidad.

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