Sodium borohydride hydrolysis as hydrogen generator: issues, state of the art and applicability upstream from a fuel cell
2. Water handling challenge
Wang Wei é especialmente hábil em criar imagens originais com linguagem polida, e as imagens dos seus poemas são unificações concordantes do seu mundo interior com a natu- reza exterior. Existem várias classificações das imagens de acordo com diferentes padrões e propósitos. Dado o tempo e espaço neste trabalho, focar-nos-emos só na expressão das ima- gens simbólicas destes poemas, procurando verificar como é que se transmitem essas ima- gens simbólicas do chinês para o português. As imagens simbólicas criam-se por meio da aplicação dos objetos concretos e precetivos na simbolização do status mental e emocional dos poetas, o que muitas vezes transmite significados de valores e conotações espirituais mais profundas. Para o nosso trabalho, as imagens simbólicas dividem-se, basicamente, em imagens simbólicas da cultura e imagens simbólicas das filosofias budistas: as imagens sim- bólicas ligadas à cultura, como o nome indica, tratam de conotações relacionadas fortemente com a cultura chinesa antiga; outro tipo de imagens simbólicas são as que são estreitamente veiculadas com as reflexões filosóficas budistas, muitas vezes, abstratas e profundas. Estando estas imagens simbólicas tão fortemente enraizadas na cultura e nas ideias budistas, as es- tratégias tradutórias afetam muito a transmissão destas imagens noutra cultura; dado isso, para a mesma imagem simbólica, ao adotarem-se diferentes posturas tradutórias, obtêm- se apreciações diferentes dos leitores. Concretamente, as traduções serão analisadas com base nas estratégias Domesticação e Estrangeirização de Venuti (1995). Segundo Venuti (1995, p.20), “a Domesticação é trazer o autor para a cultura da língua de chegada, e a Es- trangeirização é trazer os leitores para a cultura exótica da língua de partida, aceitando as diferenças linguísticas e culturais”. Além da análise da adoção destas estratégias pelo tradu- tor, também iremos procurar se existem outras estratégias na tradução de Abreu concernen- tes com as palavras de pendor cultural.
a. As imagens simbólicas ligadas à cultura
(1). 却顾身为患,始知心未觉。忽入甘露门,宛然清凉乐。《苦热》 (Amoras verme- lhas crescem nas terras do sul, as gavinhas brotam, com a Primavera. Vai colher algumas para me oferecer, como testemunho do teu amor por mim. (“Um só coração” P.121))
“红豆 (hong dou) (literalmente: feijão vermelho)”, trata de uma planta na região do sul do rio Yangtzé, cuja semente tem a forma de uma ervilha e a cor vermelha, e se relaciona, frequentemente, como as saudades não só entre namorados, mas também entre os amigos. Quanto a esta planta, ainda tem uma lenda muito triste: um homem foi recrutado à força para a tropa para lutar na fronteira, e a sua esposa esperava todos os dias que ele voltasse. as pessoas que foram com ele voltaram depois, só o marido dela não retornou. Ela tinha sau- dades e dia após dia, ficava chorando debaixo de uma árvore na entrada da aldeia. Por fim,
153 ela chorou até o sangue sair dos olhos, e morreu de saudades. No momento da morte dela,
a árvore deu pequenos frutos, cujas sementes são meio vermelhas e meio pretas. As pessoas consideram estas sementes como o sangue e as lágrimas desta mulher, e ligam estas semen- tes às saudades. Neste poema inteiro não se encontram expressões diretas sobre as saudades senão as descrições de umas sementes meio vermelhas e meio pretas, que já se tornaram numa materialização das saudades do poeta; o que transmite uma beleza implícita (palavras leves com sentimentos profundos), que também pode ser considerada como uma represen- tação da filosofia budista: preconiza-se mais a atitude moderada, não ir aos extremos. Com isto, os leitores são capazes de desfrutar de uma experiência estética e uma sublimação sen- timental. O tradutor, embora tenha traduzido esta palavra para “amoras vermelhas (domes-
ticação)”, indica no rodapé que estas “hong dou” não são propriamente amoras mas uma
espécie de baga ou feijão que cresce no sul da China e são usadas para fabricar “mezinhas e elixires de amor”, através do qual dá a conhecer aos leitores as imagens simbólicas implícitas. Se o tradutor tivesse citado esta história de amor que mencionámos acima, iria criar uma imagem mais bonita e associativa.
O título “相思 (xiangsi) (literalmente significa “ter saudade”)”, aquando da tradução, foi mudado para “Um só coração”; isso é compreensível, já que, em chinês moderno, ao falar sobre “相思”, na maioria das vezes, as pessoas pensam nas saudades entre namorados. Não obstante, aqui o poeta não está a ter saudades da sua namorada e da sua mulher, mas de um amigo, dado que, além de ter este título “相思”, este poema também tem um outro tí- tulo, que é “江上赠李龟年 (um poema para Li Guinian à beira do rio)”. Se considerarmos a partir deste ponto de vista, “o teu amor” na quarta frase deve referir-se ao “amor entre ami- gos”, ou seja, à “amizade”. Como resultado da interpretação do tradutor, na terceira frase, o tradutor adiciona informações inexistentes no poema original, que é “para me oferecer”, o significado da frase original é “espero que você possa colher mais”, já que o tradutor parte do ponto de vista de que se trata de um poema de amor, de novo, a interpretação criativa ofereceu-nos uma imagem diferente da do poema original, embora distinta, possui uma be- leza nada inferior. Como a poesia serve para a fruição das pessoas, diferentes interpretações podem apresentar experiências distintas. Embora originalmente seja um poema dedicado a um amigo, hoje em dia, para os leitores de diferentes culturas, também pode ter interpreta- ções distintas e, com isso, conseguir um acolhimento renovado no mundo poético. Com todo o poema, pode-se notar que embora não se expressem de uma forma direta, as saudades estendem-se pelo poema inteiro com as descrições desta semente vermelha, através das quais se irradiam os sentimentos implícitos das saudades do poeta. Não admira que se diga sempre que as palavras mais amorosas geralmente são as menos enfeitadas. Mediante a in- terpretação do tradutor (um poema entre namorados) ou a interpretação oferecida por nós (um poema entre amigos), os leitores, em ambos os casos, podem ter experiências estéticas abundantes com as descrições das imagens enraizadas fortemente na cultura, libertando a mente para que possa viajar no mundo imaginário. Através da análise tradutória deste poema, nota-se o seguinte: 1, para tornar a imagem “feijão vermelha” mais acessível aos lei- tores, o tradutor adotou a estratégia de Domesticação, traduzindo esta imagem para “amoras vermelhas” como uma correspondência; e para a imagem simbólica refletida aqui, o tradutor recorreu à nota de tradutor em rodapé para acrescentar estas informações conotativas; 2, além da adotação da estratégia de Domesticação, no mesmo poema, também se observa
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que, como o tradutor parte de um ponto de vista diferente do poema original, transmitindo uma interpretação indireta mas criativa do poema original, embora a interpretação seja dis- tinta, cria-se assim uma outra perspetiva para a leitura deste poema, ou seja, pode-se ler este poema como um poema de amor, e também se pode ler este poema como um poema de amizade. Seja qual for a interpretação, este poema consegue oferecer aos leitores uma experiência estética e descanso espiritual.
(2). 偃卧盘石上,翻涛沃微躬。漱流复濯足,前对钓鱼翁。贪饵凡几许,徒思莲叶 东。《纳凉》(Sentado num enorme rochedo, deixo os borrifos das ondas salpicar meu humilde corpo e assim limpo a boca, lavo os pés. Aqui ao lado, um velho, pescando. Quantos os que, sem glória, mordem, ávidos de engodo, desejando quedar-se a “leste das folhas de lótus”. (trecho do “Fruindo a frescura”, p.123)).
Para a imagem “leste das folhas de lótus”, o tradutor indicou no rodapé informações muito valiosas que ajudam à compreensão dos leitores, segundo ele, “leste das folhas de lótus” aqui refere-se a uma canção popular nessa época que “fala de um peixe nadando ale- gremente a “leste das folhas de lótus” e aí, na cobiça das coisas do mundo, morde o anzol que o vai pescar”. Aqui, o tradutor adotou a estratégia de Estrangeirização aquando da trans- missão desta imagem, e ao mesmo tempo, também ofereceu algumas informações contex- tuais sobre esta imagem, no entanto, sobre as informações conotativas que o poeta pretende expressar, o tradutor não indicou nada. Se consideramos o que descreve a canção como uma metáfora, pode-se compreender as ideias budistas que o poeta queria expressar neste poema: se se quiser realmente desfrutar da liberdade total e sublime, tem de se abdicar das coisas do mundo; embora seja difícil abandonar todos os desejos, pelo menos, pode-se pro- curar “diluir” os desejos. Para realmente saber o que o poeta queria transmitir neste poema, temos de saber a origem desta canção “leste das folhas de lótus”; a imagem “leste das folhas de lótus” vem de um poema das dinastias do norte e do sul (d.C. 420-589), cujo título é “No sul do rio”; e não se sabe ao certo o autor deste poema. O poema original é:
江南可采莲,莲叶何田田,鱼戏莲叶间。鱼戏莲叶东,鱼戏莲叶西,鱼戏莲叶南, 鱼戏莲叶北。《江南》(No sul do rio chegou a época adequada para colher as flores de lótus e as folhas de lótus emergiram da água, sobrepondo-se e aglomerando-se; entre as folhas de lótus, os peixes estão a nadar alegremente. O peixe nada a leste das folhas de lótus, o peixe nada a oeste das folhas de lótus, o peixe nada a sul das folhas de lótus, e o peixe nada a norte das folhas de lótus. (“No sul do rio”) (a nossa tradução))
As últimas quatro frases parecem redundantes, dado que se trata de descrições dos movimentos dos peixes nas quatro direções. De facto, este poema é um tipo de poema para cantar, melhor dito, é um poema-balada; tendo isso em conta, é possível compreender a razão desta repetição. Além desta característica formal de repetição, segundo He (1989, p.258-259), pela imagem desta cena de diversão dos peixes, pode-se associar isso a uma imagem simbólica de que os jovens brincam uns com os outros (já que os trabalhadores que colhem as folhas de lótus são os jovens): as jovens correm, os jovens correm atrás destes; as jovens escondem-se, os jovens procuram. Além disso, “lótus” tem a simbolização de “amor”, por isso, ao que parece, são descrições sobre os movimentos dos peixes; no entanto, de
155 facto, trata-se de descrições das cenas de namoriscar e cortejar entre os jovens. Com as in-
formações citadas acima, nota-se que o poeta Wang Wei adotou a imagem “leste das folhas de lótus” para mostrar as ideias budistas, que advogam o afastamento das cobiças das coisas do mundo, aqui concretamente, refere-se ao amor mundano. Através da análise tradutória deste poema, nota-se o seguinte: 1. aquando da tradução da imagem “leste das folhas de lótus”, o tradutor recorreu à estratégia de Estrangeirização, transmitindo fielmente a deno- tação dessa imagem; para facilitar a compreensão dos leitores, ele indicou, na nota de rodapé que se trata de uma canção sobre um peixe, na cobiça das coisas do mundo, morde o anzol que o vai pescar. Foi uma abordagem tradutória impecável, mas, se se pudesse acrescentar as informações conotativas desta imagem no rodapé, seria um cumulativo imagístico, visto que através destas se observa as ideias budistas apregoadas sempre pelo poeta.
b. As imagens simbólicas ligadas às ideias de zen (as ideias budistas)
(1). 薄暮空潭曲,安禅制毒龙 《过香积寺》(Na névoa do entardecer, na margem do lago, um monge em meditação, amansando o dragão envenenado. (trecho do “Visita ao Templo do Perfume Perpétuo”, P.65))
Como já indicámos acima, os poemas de Wang Wei estão cheios de ideias budistas, aqui é um bom exemplo: o “dragão envenenado”, conforme a nota de rodapé, simboliza, “para os budistas as paixões e ilusões impeditivas da iluminação e da sabedoria”, o que pode levar à reflexão de Zen dos leitores. Aqui, aquando da tradução, recorreu-se à estratégia de Es- trangeirização e para facilitar a compreensão dos leitores acerca desta cultura exótica, o tra- dutor ofereceu em rodapé informações da imagem simbólica de “dragão envenenado”. Em frente ao lago tranquilo e transparente, o poeta pensou nas descrições nas sutras budistas que dizem que, num lago no oeste, havia um dragão escondido que assediava frequente- mente as pessoas; depois de saber isso, o monge budista conseguiu domesticar o dragão en- venenado, com doutrinas budistas, levando-o a abandonar o lago e nunca mais incomodar as pessoas. Para o poeta, as doutrinas budistas não apenas podem domesticar o dragão en- venenado, mas também podem ajudar a conter os maus pensamentos e intenções humanas; só depois de vencer estes maus pensamentos e intenções, é que se pode compreender os significados profundos das ideias budistas e das verdades de Zen, apreciando a paz e sere- nidade interiores. Através da análise tradutória deste poema, nota-se o seguinte: na tradução da imagem “dragão envenenado”, o tradutor adotou a estratégia de Estrangeirização para a transmissão desta imagem; apesar disso, para facilitar a compreensão dos leitores, ele apre- sentou uma nota de rodapé com a explicação destas conotações refletidas por esta imagem simbólica.
(2). 却顾身为患,始知心未觉。忽入甘露门,宛然清凉乐。《苦热》 (O nosso corpo, sempre uma fonte de cuidados, por isso, melhor deixar o coração adormecer. Depois, fran- quear o Portão do Orvalho Suave e alcançar serenamente a alegria, a frescura. (trecho do “Sofrendo de calor”,P125))
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Para a primeira e a segunda frase, no rodapé, o tradutor indica que “o nosso corpo, sempre uma fonte de cuidados” é uma alusão ao Dao Dejing (O Livro do Caminho e da Vir- tude) da autoria de Lao Zi, que é “Sou infeliz porque tenho corpo. Se, ausência do corpo, ne- nhuma infelicidade”; a frase a seguir foi traduzida para “por isso, melhor deixar o coração adormecer”. Ao que parece, trata-se de um raciocínio natural, como o corpo é uma carga e precisa de diversos cuidados, é melhor deixar o coração adormecer: parece que o que está a ser transmitido é uma atitude pessimista que nega a vida. Mas se isso é a única interpre- tação? Acreditamos que talvez ainda exista uma outra interpretação visto que a palavra “觉 ” tem dois significados (“dormir” e “dar-se conta de”). O tradutor adotou o primeiro signifi- cado “dormir” e traduziu a frase para “melhor deixar o coração adormecer”; mas, se optar- mos pelo significado “dar-se conta de”, as primeiras duas frases podem ser traduzidas por “o nosso corpo é sempre uma fonte de cuidados, só agora é que eu me dei conta disso.” A palavra “甘露门”, que fica na terceira frase, foi traduzida literalmente (Estrangeirização) para “o Portão do Orvalho Suave”; e sobre esta imagem, o tradutor não ofereceu nenhuma infor- mação em rodapé, já que a última frase pode ser usada para complementar a ideia desta imagem. Com base na terceira e na quarta frase, os leitores podem acreditar que “franquear o Portão do Orvalho Suave” pode trazer “a alegria, a frescura” e chegam à conclusão de que “o Portão do Orvalho Suave” trata de um lugar muito fresco e uma fonte de alegria. Claro, também podemos deixar claras as conotações desta imagem simbólica: “甘露门”, expressão budista, não se trata de um “portão5” qualquer como o sentido literal indica, refere-se, de facto, às doutrinas de Buda; com isso, as últimas duas frases podem ser traduzidas por “Só se começa a professar as doutrinas de Buda, pode-se sentir realmente a alegria fresca”. Ao que parece, o poeta está a descrever o calor insuportável no Verão; porém, se é para des- crever o calor, porque é que aludiu à imagem tauista6de “o corpo é uma fonte de cuidados” e à imagem budista de “doutrinas de Buda”, a nosso ver, aqui o poeta, ao falar sobre “o corpo é uma fonte de cuidados”, também está a referir-se a uma ideia budista: “quebrar a restrição física e as tentações mundanas e esclarecendo a mente para ver a essência, para depois atin- gir o nível da vida harmoniosa”. Através da análise tradutória deste poema, pode-se concluir que: 1, a interpretação de uma palavra pode afetar a interpretação do poema inteiro; 2. para a imagem simbólica na terceira frase, o tradutor adotou a estratégia de Estrangeirização aquando da tradução, apesar disso, não deu uma explicação da conotação refletida nesta imagem; como se trata de uma imagem enraizada na cultura budista, convém oferecer as informações conotativas na nota de rodapé para facilitar a compreensão e não afetar a linha de raciocínio dos leitores.
3. Conclusão
As atividades de ócio existem desde a antiguidade e abarcam diversas formas; sendo a leitura de ócio uma das formas estáticas de ócio, ler poesia tem sido também uma tradição desde a antiguidade. Os leitores, aquando da imersão nas obras poéticas, têm sempre um 5Muitas expressões budistas foram traduzidas para o chinês com base no método de transliteração, por isso, convém consultar a origem para decidir se estas expressões budistas em chinês podem ser traduzidas usando o método de tradução literal para outras línguas.
157 estado espiritual livre e relaxado, o que se diferencia do lazer trazido pela leitura de outros
géneros. Na nossa era, com o ritmo agitado da vida, precisamos muitas vezes de cultivar o nosso temperamento e procurar os confortos e sustentos espirituais nos livros; poesia, como um tipo de literatura, pode ajudar-nos neste aspeto: no mundo da poesia, podemos procurar uma vida espiritual do nível mais alto, alcançando a tranquilidade e descontração mental e corporal. Através da análise destes poemas, podemos ter uma ideia sobre como o tradutor superou a intraduzibilidade na transmissão das imagens simbólicas. Pode-se notar que a abordagem tradutória varia entre casos, o tradutor, ora, aproxima mais os leitores à cultura exótica da língua fonte, ora aproxima a cultura da língua fonte aos leitores da língua alvo; e para facilitar a compreensão dos leitores, o tradutor, às vezes, também recorre às notas de rodapé para esclarecer conotações nas imagens poéticas. Além disso, descobrimos também algumas características da tradução de Abreu: 1. existem casos em que o tradutor não inter- pretou exatamente o que está nos poemas, não se sabe se essa interpretação resulta do pro- pósito do tradutor, ou se envolve desconhecimento de algumas conotações; se é o primeiro caso, então essa interpretação não deve considerar-se como uma interpretação não correta, em vez disso, deve considerar-se como uma (re)criação propositada; 2. existem casos em que o tradutor omitiu informação, o que acontece com mais frequência nos títulos, o que, com certeza, são práticas propositadas do tradutor; embora não saibamos ao certo a razão desta abordagem, acreditamos que seria conveniente transmitir todas as informações dos títulos, já que estas servem geralmente para contextualizar o leitor.
referências bibliográficas
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