Le temps suspendu
Chapitre 4. Vocation contre Révolution, les élites pendant les troubles politiques (1841-1842)
4. Les visions bourgeoises du progrès
Para determinar as propriedades físicas e químicas do solo foram coletadas com trado holandês oito amostras simples (sistemáticas dentro da parcela) do solo superficial (0-20 cm de profundidade), as quais foram misturadas e homogeneizadas para formar uma amostra composta em cada parcela de 200 m2. Esta amostragem resultou em aproximadamente 1 dm3 de solo por parcela, que foi assim dividido: 200 g de solo foram armazenadas em cápsulas de alumínio devidamente numeradas, tampadas e vedadas com fita crepe, para determinação da umidade do solo; 200 g de solo foram armazenadas em sacos plásticos para determinação da granulometria, e o restante do solo, também armazenado em sacos plásticos, foi usado para determinação das propriedades químicas do solo.
A análise granulométrica foi realizada no laboratório de análise física do solo da Estação Experimental de Campos Novos, SC (Epagri/EECN). As proporções de areia, silte e argila foram utilizadas como base para determinar as classes de drenagem, através da
31
metodologia proposta por Claessen (1997) e Prado (2005), assim caracterizadas: 1 – mal drenado (>60% de argila); 2 – moderadamente drenado (>35<60% de argila); 3 – bem drenado (>15<35% de argila) e 4 – fortemente drenado (< 15% de argila). A exposição solar de cada nascente foi utilizada apenas como variável ambiental categórica na Análise de Correspondência Canônica (CCA), para ser inserida ao diagrama produzido pela Análise de Correspondência Retificada (DCA), somente para uma interpretação a posteriori.
Para a análise química do solo, foi adotada a metodologia da rede de laboratórios Rolas, descrita em Tedesco et al. (1995). As análises foram feitas no Laboratório de Solos do Centro de Pesquisa para Agricultura Familiar (Epagri/Cepaf), Chapecó, SC. As variáveis químicas do solo obtidas foram: pH (Água), teores de P, K, Al, Ca, Mg, acidez potencial (H+Al), matéria orgânica (MO), capacidade de troca de cátions (CTC), soma de bases, saturação por bases (V%) e saturação com alumínio (m%), Ca/Mg, Ca/K e Mg/K. Nesse laboratório, também foi determinada a umidade gravimétrica do solo (Ug%), utilizando a metodologia proposta por Claessen (1997), assim descrita: as amostras de solos transportadas em embalagens (cápsulas de alumínio) impermeáveis e vedadas foram levadas ao laboratório onde se retirou a tampa e determinou-se a massa da cápsula + solo úmido; foram colocadas na estufa a 105ºC por, pelo menos; 24 horas; foram deixadas esfriando dentro da estufa; a massa da cápsula + solo seco foi determinada; foi retirada a amostra de solo e determinada a massa da cápsula; foram efetuados os cálculos e obtida a umidade gravimétrica percentual (Ug%).
REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS
BAVARESCO, P. R. Os ciclos econômicos do extremo oeste catarinense: modernização, progresso e empobrecimento. 2003. 155 f. Dissertação (Mestrado em Desenvolvimento Regional) – Universidade Regional de Blumenau, Blumenau, 2003.
BAVARESCO, P. R. Ciclos Econômicos Regionais: Modernização e Empobrecimento no Extremo Oeste Catarinense. Chapecó: Argos, 2005. 219 p.
BRASIL. Ministério do Meio Ambiente. Conselho Nacional do Meio Ambiente. Resolução nº 357, de 17 de março de 2005 - Publicada no DOU no 53, de 18 de março de 2005, Seção 1, páginas 58-63 - CAPÍTULO II - Da Classificação dos Corpos de Água - Seção I - Das Águas Doces. 283 p. Brasília: CONAMA, 2005.
32
BUDOWSKI, G. Distribution of tropical american rain Forest species in the light of successional processes. Turrialba, San Jose, v. 15, n. 1, p. 40-42, 1965.
CARPANEZZI, A. et al. Zoneamento ecológico para plantios florestais do Estado de Santa Catarina. Curitiba: EMBRAPA-CNPF, 1988. 113 p. (EMBRAPA-CNPF. Documento 21).
CLAESSEN, M. E. C. (Org.). Manual de métodos de análise de solo. 2. ed. rev. e atual. Rio de Janeiro: EMBRAPA-CNPS, 1997. 212 p.
CUNHA, I. J. Evolução econômico-industrial de Santa Catarina. Florianópolis: FCC Edições, 1982.
DAVIDE, A. C. et al. Nascente: o verdadeiro tesouro da propriedade rural – o que fazer para conservar as nascentes nas propriedades rurais. Lavras: UFLA/CEMIG, 2002. 20 p.
DUFRÊNE, M.; LEGENDRE, P. Species assemblages and indicator species: the need for flexible asymmetrical approach. Ecological Monographs, Washington, v. 67, n. 3, p. 345- 366, 1997.
FELFILLI, J. M.; REZENDE, R. P. Conceitos e métodos em fitossociologia. Brasília: Universidade de Brasília, Departamento de Engenharia Florestal, 2003. 68 p. (Comunicações Técnicas Florestais, v. 5, n. 1).
FELFILI, J. M. et al. Análise multivariada em estudos da vegetação. Brasília: Universidade de Brasília, Departamento de Engenharia Florestal, 2007. 60 p. (Comunicações Técnicas Florestais, v. 9, n. 1).
GANDOLFI, S.; LEITÃO FILHO, H. F.; BEZERRA, C. L. F. Estudo florístico e caráter sucessional das espécies arbustivoarbóreas de uma floresta mesófila semidecidual no município de Guarulhos, SP. Revista Brasileira de Biologia, São Carlos, v. 55, n. 4, p. 753- 767, 1995.
GAUCH, H. G. Multivariate analysis in community ecology. Cambridge: Cambridge University Press, 1982. 298 p.
33
HILL, M. O.; BUNCE, R. G. H.; SHAW, M. W. Indicator species analysis, a divisive polythetic method of classification and its application to a survey of native pinewoods in Scotland. Journal of Ecology, Oxford, v. 63, n. 2, p. 597-613, jul. 1975.
HILL, M. O.; GAUCH, H. G. Detrended correspondence analysis: an improved ordination technique. Vegetatio, Dordrecht, v. 42, p. 47-58, 1980.
HIROTA, M. M. Monitoramento da cobertura da Mata Atlântica brasileira. In: GALINDO- LEAL, C.; CÂMARA, I. de G. (Org..). Mata Atlântica: biodiversidade, ameaças e perspectivas. São Paulo: Fundação SOS Mata Atlântica, 2005. p. 59-65.
HORN, H. S. The ecology of secondary succession. Annual Review of Ecology and Systematics. Huston, v. 5, p. 25-37, 1974.
JAMES, F. C.; MCCULLOCH, C. E. Multivariate analysis in ecology and systematic: panacea or pandora’s box? Annual Review of Ecology and Systematics. Huston, v. 21, p. 129-166, 1990.
KAGEYAMA, P. Y.; GANDARA, F. B. Recuperação de áreas ciliares. In: RODRIGUES, R. R.; LEITÃO-FILHO, H. F. (Org.). Matas Ciliares: conservação e recuperação. São Paulo: Editora da Universidade de São Paulo, 2000, p. 249-269.
KENT, M.; COKER, P. Vegetation description analyses. London: Behaven Press, 1992. 363 p.
KENKEL, N. C,; ORLOCI, L. Applying metric and nonmetric multidimensional scaling to ecological studies: some new results. Ecology, Ithaca, v. 67, p. 919-928, 1986.
KLEIN, R. M. Mapa Fitogeográfico do Estado de Santa Catarina. In: REITZ, R. (Org.). Flora Ilustrada Catarinense. Itajaí: Herbário Barbosa Rodrigues, 1978.
LEITE, P. F.; KLEIN, R. M. Vegetação. In: Geografia do Brasil: Região Sul. Rio de Janeiro: IBGE, v. 2, 1990. p. 113-150.
34
MCGARIL, K.; CUSHMAN, S.; STAFFORD, S. Multivariate statistics for wildlife and ecology research. New York: Springer Science and Business Media, 2000.
OLIVEIRA-FILHO, A. T. Classificação das fitofisionomias da América do Sul cisandina tropical e subtropical. Rodriguésia, Rio de Janeiro, v. 60, n. 2, p. 237-258, 2009.
PALMER, M. W. Ordination methods for ecologists. 2005. Disponível em http://ordination.okstate.edu. Acesso em 19/04/2010.
PINTO, L. V. A. et al. Distribuição das espécies arbóreo-arbustivas ao longo do gradiente de umidade do solo de nascentes pontuais da bacia hidrográfica do ribeirão santa cruz, Lavras, MG. Cerne, Lavras, v. 11, n. 3, p. 294-305, jul./set. 2005.
PRADO, H. do. Solos do Brasil-gênese, morfologia, classificação, levantamento, manejo de solos. 4.ed. Piracicaba, 2005. 281 p.
REITZ, R.; KLEIN, R. M.; REIS, A. Projeto Madeira do Rio Grande do Sul. Sellowia, Itajaí, n. 34-35, 1983. 525 p.
RODRIGUES, R. R. A sucessão florestal. In: MORELLATO, P. C.; LEITÃO FILHO, H. F. (Orgs.). Ecologia e preservação de uma floresta tropical urbana: Reserva de Santa Genebra. Campinas: UNICAMP, 1995, p. 30-36.
SANTA CATARINA. Governo do Estado. Atlas de Santa Catarina. Rio de Janeiro: Aerofoto Cruzeiro, 1986. 173 p.
TEDESCO, M. J. et al. Análise de solo, plantas e outros materiais. 2.ed. Porto Alegre: Universidade Federal do Rio Grande do Sul, 1995. 174 p.
TER BRAAK, C. J. F. Canonical correspondence analysis: a new eigenvector technique for multivariate direct gradient analysis. Ecology, Ithaca, v. 67, p. 1167-1179, 1986.
35
TER BRAAK, C. J. F. Canonical community ordination. Part I: Basic theory and linear methods. Ecoscience, Québec, v. 1, p. 127-140, 1994.
TER BRAAK, C. J. F. Ordination. In: JONGMAN, R. H. G.; TER BRAAK, C. J. F.; VAN TONGEREN, O. F. R. (Org). Data analysis in community and landscape ecology. Cambrigde: Cambridge University Press, 1995. p. 91-173.
VACCARO, S.; LONGHI, S. J. Análise fitossociológica de algumas áreas remanescentes da floresta do Alto Uruguai, entre os rios Ijuí e Turvo, no Rio Grande do Sul. Ciência Florestal, Santa Maria, v. 5, n. 1, p. 33-53, 1995.
VELOSO, H. P.; RANGEL FILHO, A. L. R.; LIMA, J. C. A. Classificação da vegetação brasileira, adaptada a um sistema universal. Rio de Janeiro: IBGE, 1991, 123 p.
WAIBEL, L. Princípios da colonização européia no sul do Brasil. Revista Brasileira de Geografia, Rio de Janeiro, Ano 11, n. 2, p. 159-216, abr./jun. 1949.