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La ventilation non invasive (VN dans le traitement de l’insuffisance respiratoire chronique hypercapnique au cours de la BPCO :

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SINOPSE

Escrita entre 1941 e 1944, durante o exílio de Brecht nos Estados Unidos, a peça

O Circulo

de Giz Caucasiano é constituída por duas histórias.

No Prólogo (1ª história), representantes de duas quintas vizinhas do Cáucaso encontram-se para decidir qual delas deverá ficar com o vale destruído pelo exército de Hitler. Depois da discussão, um cantor local anuncia a representação de um conto, cujos actores serão os agricultores de uma das vilas, (2ª história):

“o círculo de giz” (que será a principal

narrativa da peça). É o “teatro dentro do teatro”. A primeira parte deste conto, descreve uma revolta na Geórgia feudal e a fuga de Grusha, uma criada que foge com o filho do Governador depois deste ter sido abandonado pela mãe. Na segunda parte, um escriturário bêbedo da vila, Azdak, é eleito juiz pelos soldados rebeldes e julga o caso de Grusha. No final, depois do teste do

círculo de giz, Grusha fica com a

criança e é estabelecida a analogia: a criança deveria ficar com a pessoa que melhor a protegerá, assim como o vale deve ficar com quem melhor cuidar dele e o tornar frutífero. A peça termina com esta conclusão por parte do

cantor, que é também narrador, fazendo

assim a ligação entre as duas histórias.

TEXTO: ENCENAÇÃO: CENOGRAFIA: IMAGEM/FILME:  

Bertolt Brecht

Bertolt Brecht

Karl von Appen

Karl von Appen

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26_Representação da cena em que Grusha salva a criança. O pórtico ornamentado atrás representa o palácio.

27_Representação da cena de um julgamento. O pórtico atrás representa a prisão.

28_Representação da cena do círculo de giz.

29_Desenho de Karl Von Appen da cena em que Azdak é eleito juiz e transportado pelos guardas.

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DISPOSITIVO

A primeira produção do Berliner Ensemble no Teatro Schiffbauerdamm em 1954 foi O Círculo de

Giz Caucasiano, de Brecht. Este teatro é também um teatro à italiana com palco rotativo.

A peça está estruturada em seis cenas.

A divisão horizontal de cena é abolida nesta encenação. No seu lugar está uma cortina que foi desenhada sem os pesos habituais em baixo, para que ondulasse levemente. Esta cortina está a meio do palco giratório e encontra-se subida a maior parte do tempo, descendo apenas quando de pretende enfatizar determinada cena. As mudanças de cena fazem-se longe do centro da acção e da área iluminada, no fundo do círculo rotativo, com a cortina levantada. Quando essa cortina desce, são projectadas imagens desenhadas por Karl von Appen para ilustrar determinadas cenas. Tal como nas peças A Mãe e Mãe Coragem, estas imagens vêm sobretudo informar o espectador sobre o tempo e o espaço da acção.

A primeira cena, que surge como Prólogo, decorre em 1945, numa vila Caucasiana. A cortina de fundo tem projectada uma imagem que faz alusão ao vale, ao ambiente rural.

Quando se relata a viagem de Grusha (em fuga com o filho do Governador), vão aparecendo as construções necessárias à acção deslocadas pelo palco rotativo. Enquanto Grusha se encontra sempre na frente do palco, fugindo com a criança, essas construções, que representam os locais onde ela vai chegando, vêm ao seu encontro, “movidas pelo palco”. São exemplos destas construções a cabana onde compra o leite, a quinta onde pede guarida ou a ponte sobre o abismo, que cai após a sua travessia.

Em todas as descrições que li sobre esta peça não encontrei qualquer referência ao uso de cartazes ou frases-chave, como costuma acontecer em todas as peças de Brecht. Talvez porque nesta encenação existe um narrador (o cantor). Brecht usa o dispositivo a que chamou “letralização” para enfatizar alguns dos pensamentos que pretende transmitir ou simplesmente para situar a acção no tempo e no espaço. O facto de aqui isso não acontecer leva a crer que se esperava que o público percebesse a intenção da história nas palavras do narrador, que inicia e conclui a peça.

O cantor substitui os dispositivos habitualmente usados por Brecht. Ele liga as

duas histórias, faz a conclusão e ainda fala os pensamentos de Grusha. O facto de interpretar duas personagens de tanto destaque na peça contribui para o efeito de distanciamento desejado por Brecht. Um “dispositivo dramatúrgico” substitui um “dispositivo físico”.

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O uso do palco rotativo, tal como aconteceu em Mãe Coragem, adquire uma dimensão simbólica ao representar uma viagem “contra tudo e contra todos”. O facto de Grusha se manter sempre na frente do palco enquanto os lugares que percorre pela montanha se vão sucedendo e vindo ao seu encontro, ajuda o público a compreender as direcções que tomou no seu caminho. Além do lado simbólico que adquire nessa viagem, o palco rotativo é usado para efectuar as mudanças de cena longe da frente do palco, o que permite que as cenas se sucedam de uma forma bastante mais célere. Não se trata de uma técnica utilizada para criar qualquer tipo de ilusão, até porque essas mudanças são feitas com a cortina subida, à vista de todos. Esta mudança visível de cena vem antes acentuar o efeito de distanciamento pretendido por Brecht. Todo o

dispositivo é simbólico nesta peça, como se Brecht assumisse que está a contar uma

história. O uso do palco rotativo na mudança de cenas torna a acção mais contínua e sem interrupções, enquanto

o cantor narra o que ali se passa. A acção surge assim como uma

ilustração da história contada por ele.

O uso do narrador revela um regresso a um teatro ancestral, ao contrário da “letralização” habitualmente usada por Brecht. Outro dado significante neste “regresso” é o uso da cortina “inteira” em vez da “meia-cortina”, não existindo nesta peça a divisão horizontal do “alçado da cena”. Apesar destas alterações, o efeito de distanciamento mantém-se. É conseguido tanto pela mudança visível de cena, como pelo uso do narrador, que nos recorda que se está a contar uma história.

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AGENTES E PROCESSOS

Apesar dos

agentes em causa serem diferentes de produção para produção, o processo de