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4. ÉLÉMENTS D'APPRÉCIATION DE L'OFFRE

4.1. Appréciation du prix par action offert

4.1.2. Valorisation des actions Aedian selon les méthodes retenues

A arquitetura funcional do TMN possui funções gerais que permitem a este sistema executar as tarefas de gerenciamento. Trata-se de um modelo composto por cinco diferentes tipos de blocos funcionais e cinco classes de pontos de referência [Pras95, Bri93, SMC92]. Os blocos funcionais implementados são os seguintes (figura 3.12):

Bloco funcional Sistemas de Suporte às Operações (OSF-Operations

System Functions);

Bloco funcional Mediação (MF-Mediation Functions);

Bloco funcional Elemento de Rede (NEF-Network Element Functions); Bloco funcional Estação de Trabalho (WSF-Work Station Functions); Bloco funcional Adaptador Q (QAF-Q Adaptador Functions).

WSF

QAF NEF

Figura 3.12: Blocos Funcionais do TMN 3.5.2.1.1 BLOCOS FUNCIONAIS

O Bloco Funcional Elemento de Rede (N EF) constitui a especificação abstrata dos

componentes físicos da rede de telecomunicação (transmissores e comutadores), são monitorados e controlados no processo de gerenciamento. Esses elementos de redes executam as funções de telecomunicação e de gerenciamento. As funções de telecomunicação especificam os requisitos dos usuários ou do operador da rede (como acessar uma rede). Em termos de modelo de gerência OSI e SNMP, o NEF pode ser considerado como um agente.

TMN

OSF

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O bloco funcional Sistema de Suporte às Operações (OSF) envia operações de

gerenciamento e recebe notificações do bloco funcional elemento de rede. O bloco empenha a função idêntica de gerente no modelo de gerência OSI e SNMP, monitorando, coordenando e controlando as funções de telecomunicações. O OSF comunica-se com os NEFs por intermédio da classe de pontos de referência q.

O bloco funcional Estação de Trabalho (WSF) fornece os mecanismos necessários à

interpretação das informações de gerenciamento para o administrador da rede de telecomunicação.

O bloco funcional Adaptador Q (QAF) serve para conectar as entidades que não

suportam os pontos de referência padronizados do TMN. O QAF efetua a tradução entre uma interface TMN e uma interface não TMN. A figura 3.13 representa um exemplo desta forma de configuração. O QAF traduz o ponto de referência m que não é TMN em um ponto de referência q TMN e vice-versa, para permitir que OSF não TMN comunique-se com o NEF também não TMN. Este bloco executa a mesma função que um agente Proxy no SNMP.

Não-TMN NEF QAF QAF Não-TMN NEF m q q m

TMN

Figura 3.13: Funções Q Adaptador

O bloco Funcional Mediação (MF) verifica as informações trocadas entre OSFs,

QAFs e NEFs, para torná-las compatíveis ao padrão de representação de dados utilizado entre as entidades. O MF pode armazenar e filtrar essas informações.

Além desses blocos, a arquitetura funcional apresenta uma outra função que era considerada, nas primeiras definições do TMN, como um bloco funcional. Identificada como função de comunicação de dados (DCF-Dada Communication Function), a DCF fornece serviços de suporte aos blocos funcionais no momento da troca de informações e representa uma especificação conceitual da DCN. Esta função suporta diferentes tipos de sub-redes (X.25, Rede Local, Rede Metropolitana e Rede Digital de Serviços Integrados - RDSI).

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Cada um desses blocos funcionais é composto por componentes que são definidos como seguinte:

Função de Aplicação de Gerenciamento (MAF-Management A plication

Function): fornece os serviços de gerenciamento;

Função de Conversão de Informação (ICF-Information Conversion

Function): faz a tradução semântica e/ ou sintática do formato de

informação de uma interface para outra;

Função de Apresentação (PF-Presentation Function) como seu nome

indica, transforma as informações de gerenciamento, de uma forma compreensível, ao usuário ou ao computador;

Base de Informação de Gerenciamento (MIB-Management Information

Base): é uma base de dados virtual destinada a armazenar as informações

de gerenciamento;

Função de Adaptação Homem-Máquina (HMA-Human Machine

Adaptation) converte as informações fornecidas pelo MAF em dados da

PF: esta conversão pode ser feita no sentido contrário;

Função de Comunicação de Mensagens (MCF-Message Communication

Function): está presente em todos os blocos funcionais que possui uma

interface física. Fornece serviços para a troca de informações de gerenciamento entre os blocos funcionais.

A figura 3.14 representa a relação entre os blocos funcionais e os componentes funcionais MCF e DCF.

Bloco Funcional A Bloco Funcional B

Comunicação Par a Par

TMN Componentes MCF Funcionais DCF

TMN MCF Componentes

Funcionais

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Figura 3.14: Relação entre blocos Funcionais DCF e MCF, e Componentes

Funcionais.

Os blocos funcionais OSF e MF são completamente implementados no TMN, ao contrário dos outros (QAF, WSF e NEF), que são especificados parcialmente no TMN. A descrição, na seção seguinte, nos ajudará a compreender melhor esta característica.

As classes de pontos de referência são apresentadas pelas letras q, f, x, g e m. Os pontos q, f e x em relação a g e m são descritos completamente no TMN.

3.5.2.1.2 OS PONTOS DE REFERÊNCIA

Os pontos de referência servem de interfaces entre os blocos funcionais de gerenciamento [Bri93, Pras95], para identificar as informações trocadas. Três classes de pontos de referência são apresentadas:

Classe f: liga os blocos funcionais Estação de Trabalho (WSF); Classe q: liga os OSFs, QAF, MF e NEF;

Classe x: liga os OSFs de TMN diferentes.

As classes g e m são pontos de referência não implementados no TMN. A figura

3.15 representa todas as eventuais relações entre os pontos de referência e os blocos

funcionais. g WSF QAF NEF

TMN OSF f q MF q q

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m

Figura 3.15: Relações entre blocos funcionais e pontos de referência

A tabela 3.5 estabelece uma visão geral de todas as possíveis relações entre os Blocos Funcionais.

NEF OSF MF QAF QAF WSF Non-TMN NEF q3 qx OSF q3 x, q3 q3 q3 F MF qx q3 qx qx f QAF q3 M QAF qx M WSF f f Non TMN m m g

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3.5.2.2 ARQUITETURA DA INFORMAÇÃO

As características da arquitetura de informação constituem o símbolo da colaboração direta entre o ITU-T (ex-CCITT) e a ISO, na fase de projeto do TMN. Os princípios do modelo CMIP adotados pela TMN foram os seguintes: o conceito de agente-gerente, o gerenciamento por domínio e o paradigma orientado ao objeto para modelar as informações de gerenciamento. Para maiores informações, consultar a seção reservada à base de informação de gerenciamento do sistema de gerenciamento OSI.

3.5.2.3 ARQUITETURA FÍSICA

O objetivo da arquitetura física é definir como os blocos funcionais e pontos de referência da arquitetura funcional são implementados em equipamentos ou dispositivos físicos. Em geral, os nomes dos dispositivos físicos são determinados em função dos nomes dos blocos funcionais (Elementos de Rede executam as funções de Elementos de Rede). Com base no número dos blocos funcionais definidos na arquitetura funcional, podemos determinar cinco dispositivos físicos na arquitetura física:

Elementos de Rede (NE-Network Elements); Adaptador Q (QA-Q Adaptator);

Dispositivo de Mediação (MD-Mediation Device);

Sistemas de Suporte às Operações (OS-Operations Systems); Estações de Trabalho (WS-Work Stations).

Pode-se encontrar um dispositivo físico capaz suportar vários blocos funcionais. O Sistema de Suporte às Operações exemplifica esta afirmação. Um único OS pode executar OSF, MF e WSF.

Os pontos de referência implementam as interfaces na arquitetura física. Na prática, esses pontos relacionam-se aos serviços fornecidos pelas pilhas de protocolos ou interfaces, na rede de telecomunicação.

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