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Using the OCCURS Clause to Define Hierarchical Records

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Defining Records 5

5.4 Using the OCCURS Clause to Define Hierarchical Records

O entendimento de disciplina é essencial para que se possa atingir o desenvolvimento das ciências, do pensamento humano. É uma categoria organizada dentro das diversas áreas do conhecimento que as ciências abrangem. Para se entender o termo interdisciplinaridade, deve-se partir da noção de disciplina. A organização disciplinar foi instituída no século XIX, juntamente com a formação das universidades modernas; isto significa que as disciplinas têm uma história:

Ela é uma maneira de organizar, de delimitar, de representa um conjunto de estratégias organizacionais, uma seleção de conhecimentos que são ordenados para apresentar ao aluno, com o apoio de um conjunto de procedimentos didáticos e metodológicos para seu ensino e de avaliação da aprendizagem.

Assim, a interdisciplinaridade deve ser compreendida como uma condição essencial do ensino e da pesquisa, seja em qualquer nível de escolarização, na sociedade. A interação entre as disciplinas pode ser definida como um ponto de cruzamento entre atividades disciplinares com lógicas diferentes. Ela tem a ver com a

procura de um equilibro entre a análise fragmentada e a síntese simplificadora, ou seja, uma procura de um equilibro entre as visões marcadas pela lógica racional, instrumental e subjetiva. Além deste aspectos ele deve ser desenvolvida em equipe, mas também individualmente.

Com base nos Parâmetros Curriculares Nacionais, o conhecimento é o resultado de um processo de modificação, construção e reorganização utilizado pelos alunos para assimilar e interpretar os conteúdos escolares. O que o aluno pode aprender em determinado momento da escolaridade depende das possibilidades delineadas pelas formas de pensamento em que dispõe naquela fase do desenvolvimento, dos conhecimentos que já construiu anteriormente e do ensino que recebe. No ensino, a interdisciplinaridade não pode ser uma, junção de conteúdos, nem uma junção de métodos, muito menos a junção de disciplinas.

Ela implica num novo pensar e agir, numa postura que privilegia a abertura para uma vivência interativa mediada por conhecimentos diversificados. Busca-se superar a linearidade do currículo escolar, reorganizando-os de forma a superar a tendência de um mero seguimento da lista pronta por série. É nesse sentido que se busca instruir a nova prática curricular, produzindo uma nova ambiência social na qual os conhecimentos das ciências venham a fazer parte de novas formas de interlocução, interpretação e ação, valorizando relações com o dia-a-dia fora da escola.

Na perspectiva escolar, a interdisciplinaridade não tem a pretensão de criar novas disciplinas ou saberes, mas de utilizar os conhecimentos de várias disciplinas para resolver um problema concreto ou compreender um fenômeno sob diferentes pontos de vista. Em suma, a interdisciplinaridade tem uma função instrumental. Trata-se de recorrer a um saber útil e utilizável para responder às questões e aos problemas sociais contemporâneos. Um trabalho interdisciplinar, antes de garantir associação temática entre diferentes disciplinas – ação possível mas não imprescindível –, deve buscar unidade em termos de prática docente, ou seja, independentemente dos temas/assuntos tratados em cada disciplina isoladamente. Em nossa proposta, essa prática docente comum está centrada no trabalho permanentemente voltado para o desenvolvimento de competências e habilidades, apoiado na associação ensino–pesquisa e no trabalho com diferentes fontes expressas em diferentes linguagens, que comportem diferentes interpretações sobre os temas/assuntos trabalhados em sala de aula. Portanto, esses são os fatores que dão unidade ao trabalho das diferentes disciplinas, e não a associação das mesmas em torno de temas supostamente comuns a todas elas (BRASIL, 2002b, p. 21-22).

Com essa afirmação, fica claro que a interdisciplinaridade proposta nos PCN+ assume como elemento ou eixo de integração a prática docente comum voltada para o desenvolvimento de competências e habilidades comuns nos alunos. Essa proposta é interessante, pois ela promove a mobilização da comunidade escolar em torno de objetivos educacionais mais amplos, que estão acima de quaisquer conteúdos disciplinares.

Assim, diante dessa temática, fica evidente que a interdisciplinaridade é extrema importância para que o aluno possa ter suas competências e habilidades desenvolvidas, em se tratando de seca, é primordial que as disciplinas se juntem em torno dessa temática com o intuito de instruir o aprendiz a ter um visão ampla no que diz respeito as causas, consequências e soluções desse fenômeno para ele, como ser singular e para a coletividade social. A busca desse objetivo deve ser de todos, professores, pais, gestores, entidades políticas, alunos, enfim. Todos, devem buscar uma ampliação do conhecimento para se ter uma visão clara das problemáticas que o rodeiam, afim de se obter um melhor bem estar individual bem como social.

Seguindo nesse pressuposto é salutar mencionarmos os quatro pilares da educação citados pela UNESCO que são: aprender a ser aprender a fazer, aprender a viver juntos, e aprender a conhecer. Esses eixos devem constituir ações permanentes que visem à formação do educando como pessoa e como cidadão. Nessa relação que liga os quatro pilares do novo sistema de Educação, e considerando a rapidez com que ocorrem as mudanças na área do conhecimento e da produção, exigindo uma atualização contínua e colocando novas exigências para a formação do educando, é que a interdisciplinaridade insere-se na ousadia de novas abordagens de ensino, na educação básica e especialmente nos cursos de formação de professores.

Contudo, entende-se que após essa discussão a interdisciplinaridade é fundamental para o desenvolvimento educacional conciso e relevante e que o professor ao se apoderar dessa prática deve ates de mais nada conhecer bem sua matéria, saber usá-la de forma interligada com outras, e entender como seus alunos constroem o conhecimento, só assim, chegar-se-á a uma construção de saber essencial, para a transformação da realidade em que os indivíduos estão inseridos.

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