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UPDATING A SYSTEM BY INSTALLATION OF LIBILD BINARY UPDATE FILES

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Foram confeccionados 56 corpos-de-prova utilizando uma matriz metálica bipartida de formato circular com dimensões de 13,0 mm de diâmetro e 2,4 mm de espessura (adaptada da ISO 6872) (Figuras 7 e 8).

Figura 7 – Vista superior da matriz metálica Figura 8 – Esquema das dimensões dos corpos-de- bipartida prova

2.4 mm

GRUPO I

Os corpos-de-prova foram confeccionados com resina composta FiltekTM Z-250, cor A2. A matriz metálica foi colocada sobre uma placa de vidro com uma lâmina de papel celofane interposta entre esta e a matriz (Figura 9). A resina composta foi inserida no interior da matriz em incremento único com uma espátula Thompson®6 preenchendo toda a matriz. Em seguida, sobre a matriz colocou-se outra lâmina de papel celofane e uma placa de vidro foi colocada sobre a matriz fazendo-se pressão (Figura 10), para aplainar a superfície dos corpos-de-prova e extravasar os excessos do material. Removeu-se a placa de vidro e realizou-se a fotoativação na superfície superior dos corpos-de-prova por meio do aparelho L.E.Demetron 1 durante 7,5 minutos (Figura 11), com densidade de potência de 800 mW/cm2, aferida por meio de um radiômetro7. Retirou-se os corpos-de-prova da matriz e os excessos de material nas margens foram removidos por meio de lâmina nº158 montada em cabo de bisturi e o acabamento realizado com rolo de lixa montado em micromotor elétrico9 .

GRUPO II

Os corpos-de-prova foram confeccionados com resina composta FiltekTM Z-250, cor A2. A matriz foi colocada sobre uma placa de vidro com uma lâmina de papel celofane. A resina composta foi inserida no interior da matriz em incremento único com uma espátula Thompson® preenchendo toda a matriz. Em seguida, sobre a matriz colocou-se outra lâmina de papel celofane e uma placa de

6

nº6 Hu – Friedy 7

Curing Radiometer – Demetron Research Corp., Model 100 – P/N 10503, Serial nº 117601 8

Solidor, Lote nº 200501 9

vidro fazendo-se pressão, para aplainar a superfície dos corpos-de-prova e extravasar os excessos do material. Removeu-se a placa de vidro e os corpos-de- prova foram levados ao aparelho de luz Xenon estroboscópica - Strobolux durante 7,5 minutos para fotoativação (Figura 12). Retirou-se os corpos-de-prova da matriz e os excessos de material nas margens foram removidos por meio de lâmina n 15 montada em cabo de bisturi e o acabamento realizado com rolo de lixa montado em micromotor elétrico9.

GRUPO III

Os corpos-de-prova foram confeccionados com resina composta FiltekTM Z-250, cor A2, e fibras de vidro multidirecionais pré-impregnadas FIBREX-

coronal. Aplicou-se uma fina película de ADESIVO-C10 no interior da matriz sobre a

superfície da placa de vidro revestida por uma lâmina de papel celofane. Posicionou-se o conjunto de fibras pré-impregnadas FIBREX coronal à matriz metálica. A resina composta foi inserida no interior da matriz, sobre o ADESIVO-C, em incremento único com uma espátula Thompson® preenchendo toda a matriz. Em seguida, sobre a matriz colocou-se outra lâmina de papel celofane e uma placa de vidro fazendo-se pressão, para aplainar a superfície dos corpos-de-prova e extravasar os excessos do material. Removeu-se a placa de vidro e realizou-se a fotopolimerização na superfície superior dos corpos-de-prova por meio do aparelho L.E.Demetron 1 durante 7,5 minutos idem grupo I. Retirou-se os corpos-de-prova da matriz e os excessos de material nas margens foram removidos por meio de lâmina nº15 montada em cabo de bisturi e o acabamento realizado com rolo de lixa montado em micromotor elétrico9.

10

GRUPO IV

Os corpos-de-prova foram confeccionados com resina composta FiltekTM Z-250, cor A2, e fibras de vidro multidirecionais pré-impregnadas FIBREX -

coronal. Aplicou-se uma fina película de ADESIVO-C no interior da matriz sobre a

superfície da placa de vidro revestida por uma lâmina de papel celofane. Posicionou-se o conjunto de fibras pré-impregnadas FIBREX-coronal à matriz metálica. A resina composta foi inserida no interior da matriz, sobre o ADESIVO-C, em incremento único com uma espátula Thompson® preenchendo toda a matriz. Em seguida, sobre a matriz colocou-se outra lâmina de papel celofane e uma placa de vidro fazendo-se pressão, para aplainar a superfície dos corpos-de-prova e extravasar os excessos do material. Removeu-se a placa de vidro e os corpos-de- prova foram levados ao aparelho de luz Xenon estroboscópica Strobolux durante 7,5 minutos para fotoativação. Retirou-se os corpos-de-prova da matriz e os excessos de material nas margens foram removidos por meio de lâmina n 15 montada em cabo de bisturi e o acabamento realizado com rolo de lixa montado em micromotor elétrico9.

GRUPO V

Os corpos-de-prova foram confeccionados utilizando a resina Laboratorial de Segunda Geração CeseaDST II, cor A2. A matriz foi colocada sobre

uma placa de vidro com uma lâmina de papel celofane interposta entre esta e a matriz. A resina composta foi inserida no interior da matriz em incremento único com uma espátula Thompson® preenchendo toda a matriz. Em seguida, sobre a matriz colocou-se outra lâmina de papel celofane e uma placa de vidro fazendo-se pressão, para aplainar a superfície dos corpos-de-prova e extravasar os excessos do

material. Removeu-se a placa de vidro e realizou-se a fotoativação na superfície superior dos corpos-de-prova por meio do aparelho L.E.Demetron 1 durante 7,5 minutos. Retirou-se os corpos-de-prova da matriz e os excessos de material nas margens foram removidos por meio de lâmina nº15 montada em cabo de bisturi e o acabamento realizado com rolo de lixa montado em micromotor elétrico9.

GRUPO VI

Os corpos-de-prova foram confeccionados utilizando a resina Laboratorial de Segunda Geração CeseaDST II, cor A2. A matriz metálica foi colocada sobre uma placa de vidro com uma lâmina de papel celofane, interposta entre esta e a matriz. A resina composta foi inserida no interior da matriz em incremento único com uma espátula Thompson® preenchendo toda a matriz. Em seguida, sobre a matriz colocou-se outra lâmina de papel celofane e uma placa de vidro fazendo-se pressão, para aplainar a superfície dos corpos-de-prova e extravasar os excessos do material. Removeu-se a placa de vidro e os corpos-de- prova levados ao aparelho de luz Xenon estroboscópica Strobolux durante 7,5 minutos para fotoativação. Retirou-se os corpos-de-prova da matriz e os excessos de material nas margens foram removidos por meio de lâmina nº15 montada em cabo de bisturi e o acabamento realizado com rolo de lixa montado em micromotor elétrico9.

GRUPO VII

Os corpos-de-prova foram confeccionados utilizando-se a resina Laboratorial de Segunda Geração CeseaDST II, cor A2, e as fibras de vidro multidirecionais pré-impregnadas FIBREX-coronal. Aplicou-se uma fina película de

ADESIVO-C no interior da matriz sobre a superfície da placa de vidro revestida por uma lâmina de papel celofane. Posicionou-se o conjunto de fibras pré-impregnadas FIBREX-coronal à matriz metálica. A resina laboratorial foi inserida no interior da matriz, sobre a fibra, em incremento único com uma espátula Thompson® preenchendo toda a matriz. Em seguida, sobre a matriz colocou-se outra lâmina de papel celofane e uma placa de vidro fazendo-se pressão, para aplainar a superfície dos corpos-de-prova e extravasar os excessos do material. Realizou-se a fotoativação na superfície superior dos corpos-de-prova por meio do aparelho L.E.Demetron 1 por 7,5 minutos. Retirou-se os corpos-de-prova da matriz e os excessos de material nas margens foram removidos por meio de lâmina nº15 montada em cabo de bisturi e o acabamento realizado com rolo de lixa montado em micromotor elétrico9.

GRUPO VIII

Os corpos-de-prova foram confeccionados utilizando-se a resina Laboratorial de Segunda Geração CeseaDST II, cor A2 e as fibras de vidro

multidirecionais pré-impregnadas FIBREX-coronal. Aplicou-se uma fina película de ADESIVO-C no interior da matriz sobre a superfície da placa de vidro revestida por uma lâmina de papel celofane. Posicionou-se o conjunto de fibras pré-impregnadas FIBREX-coronal à matriz metálica. A resina laboratorial foi inserida no interior da matriz, sobre a fibra, em incremento único com uma espátula Thompson® preenchendo toda a matriz. Em seguida, sobre a matriz colocou-se outra lâmina de papel celofane e uma placa de vidro fazendo-se pressão, para aplainar a superfície dos corpos-de-prova e extravasar os excessos do material. Removeu-se as placas de vidro e os corpos-de-prova foram levados ao aparelho de luz Xenon

estroboscópica Strobolux durante 7,5 minutos para fotoativação. Retirou-se os corpos-de-prova da matriz e os excessos de material nas margens foram removidos por meio de lâmina nº15 montada em cabo de bisturi e o acabamento realizado com rolo de lixa montado em micromotor elétrico9.

Após a confecção dos corpos-de-prova, suas dimensões foram aferidas com um paquímetro digital11 (Figura 13), não sendo utilizados na pesquisa corpos-de-prova defeituosos (falhas detectáveis a olho nu – porosidades e fraturas). Posteriormente, armazenaram-se os corpos-de-prova em recipientes individuais identificados, em água destilada, sem interferência de luz e a temperatura ambiente por 24 horas, até a realização do experimento.

Figura 9 – Matriz metálica bipartida acomodada sobre placa de vidro e lâmina de papel celofane

11

Figura 10 - Esquema de colocação dos componentes antes da fotoativação dos corpos-de-prova

Figura 11 - Fotoativação do corpo-de-prova com L.E.Demetron 1

Figura 12 – Fotoativação do corpo-de-prova Figura 13– Mensuração do corpo-de-prova com

no aparelho Strobolux paquímetro digital

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