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CHAPITRE 3 MODÈLE PROPOSÉ

3.2 Format CSR

3.2.1 Un fil d’exécution par ligne

Por meio dos resultados deste trabalho, foi possível concluir que na cidade do Natal, a AV é uma condição de saúde prevalente entre os idosos institucionalizados com capacidade cognitiva preservada. As principais queixas são relacionadas à sensações físicas de desconforto na região faringolaríngea e os fatores associados estão relacionados ao estado psicossocial (sintomas depressivos), estilo de vida (fuma ou ter fumado durante um ano ou mais) e comunicação (perda auditiva autorreferida).

Os fatores associados encontrados são passíveis de prevenção, controle ou tratamento, portanto, demandam atenção dos gestores e profissionais envolvidos em ILPI no que diz respeito a medidas gerais e específicas como o investimento em estratégias de incentivo à manutenção ou retomada da autonomia e independência do idoso, estimulação da comunicação e integração social, cessação do tabagismo e minimização dos efeitos da perda auditiva por meio da utilização de dispositivos de amplificação sonora individual. Estratégias como essas almejam estimular o bem estar físico, emocional e mental dos idosos institucionalizados, contribuindo para a manutenção da qualidade vocal e comunicativa satisfatória, inserção social mais plena e melhores condições gerais de saúde.

A obtenção desses resultados só foi possível após a elaboração e obtenção das propriedades psicométricas do RAVI, um instrumento único de diagnóstico epidemiológico da AV específico para a população idosa. Sua utilização representa uma importante contribuição no que se refere à atenção com a comunicação humana dentro do contexto das grandes populações, pois consiste em um instrumento com finalidade epidemiológica que ao ser inserido nos inquéritos populacionais permitirá o conhecimento da prevalência de AV e seus fatores associados em diferentes contextos, assim como já o fez no presente estudo. Sua aplicação em larga escala pretende facilitar o trabalho dos profissionais de saúde na identificação das alterações vocais em idosos e auxiliar as tomadas de decisão dos gestores públicos e das ILPI em relação às medidas direcionadas ao cuidado com a comunicação humana em idosos. Sendo assim, a disseminação do RAVI cria a possibilidade de um melhor gerenciamento assistencial, político e financeiro das ações de atenção ao idoso e amplia a possibilidade de proposições de políticas públicas para voltadas para a educação da população, prevenção de agravamentos, manutenção ou reabilitação das habilidades funcionais e promoção da qualidade de vida e de saúde, seja esta psíquica, cognitiva, social, física ou funcional.

As medidas criadas a partir das informações geradas devem contemplar o incentivo à manutenção da autonomia e independência do idoso, impulsionar sua permanência no convívio social e estimular uma qualidade de vida positiva. Diante disso, depreende-se que o idoso que mantem uma boa qualidade vocal pode se comunicar melhor, ter mais autoestima, permanecer inserido nos seus grupos sociais, ficar menos exposto a condições psicossociais negativas, adoecer menos, ser mais produtivo e representar menos gastos para o sistema de saúde e para as ILPI nas quais reside.

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