Observou-se nesta pesquisa a diminuição da morbimortalidade em menores de cinco anos; ao estratificar tal grupo etário em dois grupos, percebeu-se a causas fatoriais e agravos distintos que emergem no cenário. Embora apresente durante a série histórica constante redução ao considerar o período de 2007 a 2015, o ano de 2016 integra aos dados sinalizando que a necessidade de fortalecer medidas para além de políticas públicas de saúde através da ampliação do acesso aos serviços de saúde da criança e da assistência em saúde de qualidade nos serviços de baixa e média complexidade, mas que venham a ter relação direta com determinantes sociais e indicadores colocados nesta pesquisa como de desigualdades, em busca da redução dos agravos e melhora dos indicadores de morbimortalidade infantil.
Como limitações deste estudo, destacam-se a presença de subnotificação de óbitos e o mal preenchimento da declaração de óbito, podendo comprometer tais achados. Todavia, tem sido implementadas contínuas estratégias a fim de evitar tais fatos, bem como a não utilização de dados que remetessem a morbidade que não integrou as autorizações de internações hospitalares, por se dar nível ambulatorial ou especializado. A partir destas observações, sugere-se a implementação de estratégias, avaliações e monitoramentos constantes na rede materno infantil, que possui direta influência na saúde da criança, bem como a necessidade de pesquisas loco regionais proporcionando a identificação de fragilidades e dos principais problemas associados à análise situacional de saúde da população infantil.
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