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1. Fondements théoriques

1.2. Utilisation des médias sociaux par les musées : les motivations

1.2.4. Un objectif de médiation

1.2.4.2. Toucher des publics nouveaux

Vamos buscar nas Teorias dos Valores (Axiologia) alguns elementos para compreender como as questões morais podem direcionar um entendimento para os processos de significação ética. Desse modo, compreendemos que a reflexão ética sobre os valores morais é incontornável, porque implica nossas relações intersubjetivas e experiências socioculturais, que não são isentas de conteúdo valorativo, seja do ponto de vista moral, do dever e responsabilidades na convivência social, seja do ponto de vista da ética, da busca da vida boa

com e para os outros.

Reale (1990) ressalta que, para os gregos, a noção de valor não existia, era entendida pelos termos áxia (raiz do termo axiologia), que significava a estima ou importância dada a alguma coisa, do que estimava-se como bom; e ágathon, que significa “bem”, das virtudes humanas que eram expressas nas ações. O pensamento filosófico, da antiguidade grega, remetia para a noção de valor como virtude, especialmente pelos aspectos ontológicos, que ligam a constituição do ser ao télos de uma vida estimável, admirável. Desse modo, “Valor” e “Existência” faziam parte do télos humano.

Como ponto partida, podemos entender que “Valor”, em um sentido mais amplo, faz referência ao que é significativo para a existência humana. Valor é a qualidade de algo que se manifesta na apreciação ou avaliação de um sujeito, ou por suas qualidades estéticas, éticas ou morais, objetivadas pelos sentidos socioculturais. Lembrando que os processos de individuação e socialização dos valores são inseparáveis. Vamos retomar a definição de valor de Dewey (1959), que comtempla estes dois processos.

Dar valor (to value) significa primariamente apreciar-se, ter-se em estimação; mas em segundo lugar quer dizer apreçar, avaliar no sentido de dar o preço ou de calcular o valor. Isto é, significa no primeiro sentido o ato de termos em estima alguma coisa, de nos ser cara essa coisa, e também de julgar a natureza e a grandeza de seu valor, comparado com alguma outra coisa. No último sentido, é avaliar ou calcular o valor (DEWEY, 1959, p. 261-262).

Resweber (2002) lembra que a noção de valor, como parte da filosofia moral, não existia no pensamento da filosofia antiga. A noção de valor aparece na discussão contemporânea a

partir da segunda metade do século XIX, quando substituiu a noção de virtude instituída pelos gregos. É com a filosofia e as ciências modernas que a noção de valor recebe uma atenção especial e se constitui na Teoria dos Valores (Axiologia). As ciências modernas, com destaque para a Sociologia e Psicologia, ou por intermédio dos trabalhos filosóficos de Nietzsche, Freud e Marx, buscaram inserir a problemática dos valores a partir da sua desconstrução, abrindo espaço para a construção de novos valores. Isto acontece quando as significações (valorações) tradicionais (Igrejas, Escolas, Estado e sociedade no geral) já não estão garantindo a convivência social; e, com isso, surge a desconfiança sobre o mascaramento ideológico que o valor poderia assumir nas matrizes de individualização e socialização. Neste ponto, as contribuições das abordagens fenomenológicas e hermenêuticas buscaram uma renovação conceitual do valor pelos trabalhos de Scheler, Husserl, Hartmann, inserindo a temática nas exigências de compromisso e responsabilidade humanas, no contexto das sociedades complexas modernas.

Os pioneiros estudos sociológicos, na modernidade, tiveram um papel fundamental na explicitação dos valores e normas que orientam as vidas das pessoas.Neste contexto, temos os estudos de Émile Durkheim (1858-1957), que fundamenta suas reflexões nas distinções entre consciência individual e coletiva. Os fatos sociais (moralidade, valores, religião etc.) têm uma realidade objetiva, e cabe à sociedade (família, Estado e escola), de maneira coercitiva, introduzir as normas e regras de convivência na consciência dos indivíduos. Esta separação entre sujeito/objeto, subjetivo/objetivo, emoção/razão, mente/corpo e etc., está no centro da visão epistemológica dos pioneiros estudos da sociologia.

Mais recentemente, os estudos sociológicos ampliaram suas concepções epistemológicas, com visões mais pluralistas e menos totalizantes como visto no pensamento durkheimiano, voltados para a compreensão dos valores como fenômenos históricos, sociais e culturais.

Somos multifacetados, mutantes, em desenvolvimento, calculistas, emocionais, ilógicos e, muitas vezes, falta-nos autoconsciência. As influências sobre nosso comportamento abrangem desde processos históricos que não podemos identificar, até forças estruturais que limitam nossas escolhas, forças culturais que moldam nossa capacidade de pensar e sentir, padrões interacionais no âmbito das famílias e comunidades, experiências individuais peculiares e anomalias biológicas que moldam nosso comportamento e as percepções fundamentais de nós mesmos. Dada essa multiplicidade, o alcance das influências conscientes e inconscientes sobre nossas vidas – das quais a maioria das pessoas mal se apercebe –, considero um erro essencializar ou privilegiar qualquer disciplina, teoria ou paradigma para compreender a moral (HITLIN, 2015, p. 29).

A abordagem psicológica encontra no pensamento filosófico de Kant (1724-1804) sua fundamentação primeira, que se desdobrou em pesquisas da Psicologia Moral (BIAGGIO, 2015; GILLIGAN, 1977; KOHLBERGH, 1984; PIAGET, 1932, 1994). A psicologia moral tem dedicado seus estudos sobre os processos de formação moral que integram o desenvolvimento humano.

Kant, ao desenvolver sua ética, desloca a noção de valor do campo metafísico- transcendental44, essencializado no Ser, para a consciência do ser, dando primazia à ideia do

dever sobre o ser, fundando, assim, um formalismo baseado no desenvolvimento da intelecção

e da consciência, do modo de compreender o agir que é pautado nos deveres e obrigações, que se colocam como designações primeiras em relação às expectativas de valores morais constituídos socialmente.

Segundo Biaggio (2015), os estudos mais recentes da psicologia moral indicam que o desenvolvimento das pesquisas seguem três linhas gerais: sobre o aspecto afetivo ou emocional; o aspecto cognitivo; e o aspecto comportamental. As pesquisas que focalizam o aspecto afetivo ou emocional têm uma contribuição importante das teorias psicanalíticas, com os temas sobre a culpa e repressão. As pesquisas sobre o aspecto cognitivo recebem grande atenção da área, com foco no problema do julgamento moral, e investigam os modos de raciocínio moral, tendo como principais representantes Piaget (1932, 1994) e Kohlberg (1963/1964). As pesquisas com enfoque no aspecto comportamental recebem grande atenção dos psicólogos behavioristas, e tratam dos efeitos condicionantes e reforçadores do comportamento moral.

Cabe ressaltar que foge ao escopo desta pesquisa analisar as diversas correntes psicológicas e sociológicas e suas contribuições para o estudo do fenômeno moral. Este breve panorama das pesquisas nos serviu como contextualização do desenvolvimento da problemática da ética e dos valores na modernidade. Assim, podemos encaminhar nossas análises para fundamentar filosoficamente a ética.

Passamos agora a entender como esta problemática se insere nas tendências contemporâneas fenomenológicas e hermenêuticas. Estas abordagens trazem novas questões epistemológicas e teórico-metodológicas para a questão da temática dos valores, e buscam superar os dualismos do formalismo psicológico (Kantiano) e do logicismo sociológico (Durkheimiano).

As linhas fenomenológicas têm como principais representantes Brentano (1838-1917), Husserl (1859-1938), Max Scheler (1874-1928) e Nicolai Hartmann (1882-1950), que

44 O campo “metafísico-transcendental” encerra os entes em uma totalidade, um campo, que transcende a soma de

constituíram suas teorias dos valores no questionamento destes dualismos entre o nível do

cogito (pessoal, individual, subjetivo) e o “universo das coisas” (o outro, instituições,

sociedade).

Destaque para a pioneira obra de Franz Brentano A origem do conhecimento moral (2002). Brentano considerava o valor moral como um fenômeno sui generis, que surge da

relação intencional. Quer dizer que o conhecimento moral ou valor moral não é a prioridade de

um objeto, mas sim um fenômeno psíquico de preferência. Brentano destaca a relação

intencional como critério de escolha dos valores morais, ele utiliza o termo “preferência” para

denominar a capacidade intencional dos sujeitos em escolherem os meios e fins apropriados das suas ações práticas. Brentano vai dizer que “toda consciência é consciência de algo”, assim ele propõe que somos capazes de trazer para si o objeto por meio da intencionalidade, para tanto, o reconhecimento dos objetos é realizado pela “intuição das essências vividas” (SILVA, 2000, p. 56).

Husserl45, diferentemente do formalismo Kantiano, busca, com sua ética

fenomenológica, um retorno ao conceito de valor, nas suas relações com a subjetividade, que é irredutível às condições metafísicas-transcendentais e puramente lógicas, porque o sujeito moral não pode ser reduzido à objetividade do logos, a uma estrutura de sentido pensada fora da ordem humana. A concepção fenomenológica dos valores de Husserl se coloca, nas palavras de Fabri (2007), como uma “resistência ética” aos processos de apagamento do sujeito ético nas estruturas de racionalização instrumental das ciências modernas.

Outra importante contribuição vem da corrente fenomenológica de Max Scheler (1874- 1928) com a obra O formalismo na ética e a ética material dos valores (1913-1916). Max Scheler, herdeiro das ideias de Brentano e Husserl, é um dos maiores expoentes da abordagem fenomenológica dos valores. Ele vai negar o psicologismo, o positivismo, o empirismo, o sociologismo e o historicismo, que colocam os valores dentro do universo axiológico da objetividade. Segundo o filósofo, essas teorias, apoiadas na lógica matemática, tratam os valores, na mesma esteira de Durkheim, como fatos sociais; na visão durkheimiana, os valores são tidos como passíveis de quantificação, comparados às coisas que serão analisadas como operações condicionadas ao imperativo lógico-matemático.

Na linha de Husserl, Max Scheler traz a noção de que os valores e objetos do mundo são captados de diferentes formas e sob diversas perspectivas. Utilizando o método fenomenológico da descrição das essências, afirma que o campo de vivência dos valores revela

45 Paul Ricouer na obra Kant and Husserl (1966) vai especificar quais são as diferenças entre a fenomenologia de

uma singularidade do universo axiológico, que é irredutível e específico. Assim, os valores serão tidos como objetos da intuição, e só as descrições fenomenológicas podem chegar às essências. A apreensão dos valores se dá por uma “percepção afetiva”.

Nas obras “O Formalismo na Ética” e “A Ética Material dos Valores”, Max Scheler desenvolve uma ética que coloca a percepção dos valores como um dado imediato, são “intuições emotivas”. O racional se firmará em terras onde o primitivo e a emoção já estão instalados. O valor, portanto, é uma qualidade relacionada aos desejos e preferências que excede os objetos dados como externos e instrumentais.

Segundo Ricoeur (1988), a contribuição da fenomenologia sobre a temática dos valores é fundamental, na medida em que considera “as condições históricas a que está submetida a compreensão humana sob o domínio da finitude”, quer dizer, estamos imersos na história e julgamos a partir de uma normatividade e uma perspectiva moral. Não existe um lugar não- ideológico de explicação do fenômeno. Para o filósofo, a fenomenologia resgata o respeito pelo objeto, busca o fenômeno tal como ele se apresenta, isto implica em compreendê-lo e não o reduzir a universos estanques de explicação – o psicológico, social, histórico e etc. Afirma, ainda, que somente uma perspectiva dialética, entre homem e mundo, pode conduzir as ciências a esclarecer as coisas relativas às questões práticas da moral e política.

Destaca Grondin (2015) que a fenomenologia de Ricoeur buscou descrever e compreender as possibilidades do sujeito volitivo, ou seja, em uma empreitada em conjunto com a hermenêutica, o filósofo buscou incessantemente esclarecer aspectos relacionados à ética da vontade, falibilidade humana, interesse, iniciativa, responsabilidade e alteridade. Estes temas, na sua ontologia e sua ética, tiveram grande influência para a compreensão do fenômeno moral.

Nesta esteira, a hermenêutica também se coloca como um referencial para a problemática dos valores. O termo hermenêutica é derivado do grego hermeneuein, que significa interpretar. No entanto, Palmer (2006), chama atenção para duas variâncias do signo interpretar: da interpretação, que diz respeito ao ato de interpretar, de tornar compreensível algo para alguém; mas também, da investigação ou métodos da interpretação, e a teoria daí resultante. O que podemos destacar é que “interpretação” e “compreensão” são focos centrais na discussão filosófica da hermenêutica.

A chave da contribuição da hermenêutica, para o debate sobre os valores, é a de descobrir os limites da relação sujeito-objeto nas ciências modernas. O seu esforço é de compreender que sujeito e objeto estão em constante fluxo, mutuamente trocam de posição no jogo social. A hermenêutica abre o campo das experiências humanas para as suas diversas

possibilidades de interpretação. A suposta supremacia da razão instrumental perde sua certeza última, sujeito e objeto encontram-se numa relação de simetria, no fluxo da vida cotidiana (FLICKINGER, 2010).

Ricoeur (1988) destaca duas vertentes da hermenêutica contemporânea. A primeira, que tem como representante o filósofo Hans-Georg Gadamer (1990-2002), busca recuperar a consciência histórica na interpretação humana. Gadamer (1999) explica a experiência hermenêutica por intermédio dos elementos do jogo, e traz, para relação vivida, o sujeito que joga o jogo, mas também é jogado pelo jogo. O homem está imerso na história e cultura, não existe interpretação fora de uma ontologia do ser.

Já a segunda vertente, que é herdeira do pensamento de Marx, Nietzsche, Freud, Weber, e também do debate do pragmatismo e da semiótica, tem como representantes principais os filósofos Karl-Otto Apel e Jürgen Habermas. Segundo Ricoeur (1988), esta abordagem desenvolve uma teoria da competência comunicativa, que envolve a arte de compreender, mas não descarta a função crítica da interpretação, derivada das influências ideológicas e das distorções da linguagem nas condições sociais, políticas e culturais existentes. A tarefa da hermenêutica crítica é reconstituir o sentido originário da linguagem e desmitificar os interesses e ideologias que afetam o entendimento mútuo.

Podemos acrescentar, a estas duas correntes, a concepção desenvolvida na hermenêutica de Charles Taylor, especialmente porque sua obra46 nos fornece algumas pistas para compreender como os sujeitos se envolvem e engajam em práticas de valor, muito diferente daquela gestada pela racionalidade instrumental. Para Taylor (1997), uma pessoa constrói sua identidade moral de acordo com as interpretações que faz do mundo ao seu redor, daquilo que é importante, que é de valor. Como coloca Taylor “o que é distintivamente humano é o poder de avaliar nossos desejos, de considerar alguns desejáveis e outros não desejáveis”. Assim, os valores estão situados nos processos qualitativos e reflexivos que vamos desenvolvendo ao longo da vida, dentro dos espaços de socialização e educação. Nestes termos, Taylor atenta que a construção dos nossos valores não tem sentido fora dos círculos de comunicação e socialização. Acrescenta Bannell (2005), a hermenêutica de Taylor considera a razão engajada, que incorpora a pluralidade de valores e formas de vida na reflexividade sociocultural, diferentemente do sujeito desengajado da concepção das ciências modernas.

A Hermenêutica, nos moldes de Ricoeur (1988), coloca a importância de uma apropriação do sentido destes horizontes de interpretação. Por isso, o esforço interpretativo da

hermenêutica é de desvelar os elementos de entrave, de opacidade e fragmentação no jogo das relações humanas. A hermenêutica, assim, possibilita trazer o sujeito ao mundo dos valores, da escolha do sentido, não nos moldes da racionalidade subjetivista, que coloca no sujeito um domínio soberano das escolhas, mas sim, que o próprio sentido pode ser interpretado a partir das objetivações do sentido e da linguagem como fundadora da nossa experiência com o mundo. As análises axiológicas, realizadas pelas correntes fenomenológicas e hermenêuticas, permitiram esclarecer os limites da racionalidade moderna, de um empobrecimento das dimensões da experiência, pelas tentativas de esvaziar os aspectos da sensibilidade e expressividade nas experiências educativas. As racionalidades científicas, especialmente com o logicismo sociológico e o formalismo psicológico, contribuíram para este desacoplamento do mundo da vida dos sistemas sociais47 de comunicação para uma colonização do mundo da vida, com enfatiza Habermas.

Diante destas contribuições, vamos nos arriscar em definir uma noção de valor. Abbagnano (2000) nos auxilia e ressalta três aspectos dos pressupostos sobre a noção de valor:

1º. O valor não é somente a preferência ou o objeto da preferência, mas é o preferível, o desejável, o objeto de uma antecipação ou de uma expectativa normativa [...]. 2º. Por outro lado, não é um mero ideal que possa ser total ou parcialmente posto de lado pelas preferências ou escolhas efetivas, mas é guia ou norma (nem sempre seguida) das escolhas e, em todo caso, seu critério de juízo [...]. 3º. Consequentemente, a melhor definição de valor é a que o considera como possibilidade de escolha, isto é, como uma disciplina inteligente das escolhas, que pode conduzir a eliminar algumas delas ou a declará-las irracionais ou nocivas, e pode conduzir (e conduz) a privilegiar outras, ditando a sua repetição sempre que determinadas condições se verifiquem (ABBAGNANO, 2000, p. 993).

Diante do exposto por Abbagnano, nossa análise semântica da noção de valor aponta para: uma descrição fenomenológica (1º), “... o valor não é somente a preferência”, mas “é o preferível”. Neste sentido, as análises fenomenológicas podem auxiliar na interpretação dos objetos de preferência, tal como se apresentam aos sujeitos; mas também, para a hermenêutica (2º), o valor “... não é um mero ideal”, mas “é guia ou norma”. Aqui, a hermenêutica de inspiração gadameriana possibilita recuperar as condições históricas, que contingenciam os horizontes morais, das escolhas e eleições de critérios de juízo. Por fim, uma crítica (3º), que pode identificar as condições de emergência dos valores, que descobre e elimina algumas

47 Este tema é bastante debatido por Habermas (2001). O sistema é regido pela ação estratégica e a razão

instrumental, e compreende dois subsistemas: o econômico e o político. O mundo da vida compreende as intersubjetividades dos atores inseridos em situações concretas de vida, é o espaço do agir comunicativo, constituindo-se no pano de fundo sobre o qual ocorrem as ações.

possibilidades de escolha, e fica com valores e ações que tenham pretensão à universalidade e

à permanência.

Nestes termos, a fenomenologia, a hermenêutica e a teoria crítica são disciplinas científicas que avançam na compreensão nas questões relacionadas ao fenômeno moral. Esta discussão permite situarmos a importância da temática dos valores nos processos formativos da educação. Vejamos, então, como encaminhar as questões epistemológicas e teórico- metodológicas dos processos formativos com a temática da ética na educação.

2 PROCESSOS FORMATIVOS E PRÁTICAS EDUCATIVAS48: A EXPERIÊNCIA