2.4 The host countries’ perspective 36
2.4.2 The logic behind host countries’ contracting strategies
A relação das ações e suas respectivas relevâncias para o SAA, assim como sua hierarquização, está apresentada a seguir.
Quadro 22: Relevância das Ações Propostas ao SAA – Sede Programa Prioridade do Programa Ações Universalização Melhoria na Qualidade Prioridade da Ação Programa de Universalização do Sistema de Abastecimento de Água Alta
Implantação do Novo Poço de Captação (500
m³/dia) 5 5 25
Instalação de Conjunto Moto bomba Reserva no
Centro de Reservação 5 5 25
Instalação de Acionamento Reserva do Conjunto
Moto bomba na EET 03 5 5 25
Implantação de Reservatório de 500 m³ 3 5 15
Incremento da extensão de rede 5 5 25
Incremento de novas ligações 5 5 25
MÉDIA 23 Programa de Melhorias Operacionais e de Qualidade do Sistema de Abastecimento de Água Média
Projeto de Recuperação de Mananciais 5 5 25
Projeto de Educação Ambiental e Sustentabilidade 2 5 10
Projeto de Reuso da Água 3 3 9
Projeto de Controle e Redução de Perdas 4 5 20
Projeto de Melhoria da Eficiência Energética 1 3 3
6 CONCLUSÃO
O Brasil por muitos anos teve o saneamento, em suas quatro esferas, no segundo plano, quando se tratava de planejamento a longo prazo. Projetos, investimentos e obras eram e ainda são realizados de forma pontual e emergencial, muitas vezes. Entretanto, a partir da criação da Política Nacional de Saneamento Básico, Lei Federal n° 11.445/07, este cenário iniciou uma mudança positiva.
Este trabalho apresentou, sob um enfoque técnico, a elaboração do planejamento de um sistema de abastecimento de água em um horizonte de 20 anos, considerando-se todo o levantamento de dados do SAA já existente, assim como as projeções futuras e metas a serem alcançadas, a partir da execução de programas preestabelecidos.
Um ponto chave na elaboração deste trabalho, assim como de outros Planos Municipais de Saneamento Básico, é o diagnóstico da situação atual da área em planejamento. Uma vez que o diagnóstico irá balizar todo o planejamento futuro, é de suma importância este ser o mais fiel à realidade possível.
Ainda nesta etapa, mas também em todo o processo de construção do PMSB, buscou-se a participação popular efetiva, visto que os anseios da população são fomentadores do planejamento conciso e eficiente. Todavia, esta participação, apesar de indispensável, foi uma barreira na elaboração do presente trabalho. A falta de informação da população, somado ao descaso das municipalidades, bloqueiam o acesso direto dos munícipes a elaboração do PMSB, dificultando a construção de um diagnóstico técnico-participativo e, consequentemente, de um prognóstico adequado a todos os envolvidos, sejam eles, Prefeitura Municipal, concessionária prestadora de serviços de saneamento e população.
Ainda assim, puderam-se definir as metas de universalização da cobertura, potabilidade da água distribuída e diminuição das perdas no sistema, visto que programas de melhorias operacionais e gerenciais, além do programa de universalização do SAA, foram propostos no plano.
Nada obstante aos obstáculos, o Engenheiro Sanitarista e Ambiental está qualificado para elaborar um Plano Municipal de Saneamento Básico, apesar de todas as adversidades e dificuldades que surgem quando se trabalha com o saneamento.
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