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The development and nature of oxide porosity

5. PRESENT STATUS OF THE MECHANISTIC UNDERSTANDING OF THE

5.1. Current understanding of the out-reactor oxidation mechanism

5.1.3. The development and nature of oxide porosity

A prevenção com programas de vacinação são extremamente importantes e possibilitam a redução de doença em todo o mundo. Com o advento tecnológico, a produção de uma vacina para o HPV também foi possível. Por meio de engenharia genética, utilizou as regiões L1 conectadas com um fragmento de sequência terminal C, como base da vacina bivalente (HPV16 e 18) e da quadrivalente (HPV6, 11, 16 e 18), (KOUTSKY et al., 2002; JOURA et al., 2008). Sendo a bivalente eficaz na prevenção de

lesões pré-cancerígenas e a quadrivalente na prevenção de verrugas e lesões cervicais e genitais, ambas com um esquema vacinal de duas doses, segundo os ensaios clínicos realizados em 2002 (AULT et al., 2007).

Embora a quadrivalente não tenha sido produzida para tratamento, os estudos demonstraram que independente do sexo, a vacina apresentou como resultado menos recorrência de doenças relacionadas ao HPV (SWEDISH et al., 2014; JOURA et al., 2012).

A vacina foi licenciada pela U.S. (Unided States) Food and Drug Administration (FDA) em 2006 e comercializada como Gardasil e Silgard (JOURA. 2015), e o uso delas apresentou uma significativa queda de NIC3 na Austrália para mulheres que receberam três doses, comparadas com as que não receberam nenhuma dose de vacina (MESHER et al., 2014). As experiências em vários países demonstraram que a eficácia da vacina depende diretamente da cobertura de programa de vacinação e a idade para cobertura vacinal (PILS & JOURA, 2015).

Com o objetivo de ampliar os tipos oncogênicos preveníveis cobertos pela vacina, foi desenvolvida a nonavalente (HPV6, 11, 16, 18, 31, 33, 45, 52 e 58), que abarca 90% dos precursores do câncer de colo do útero de NIC3 e in situ, e os invasivos (TJALMA et al., 2013). Em 2014 a FDA licenciou a vacina nonavalente para meninas e mulheres, entre 9 e 26 anos, e meninos entre 9 e 15 anos (PILS & JOURA, 2015).

O desenvolvimento das vacinas do HPV nas últimas décadas foi mais uma das conquistas da saúde pública (WARD et al., 2017). A implementação de programas de vacinação, ampla cobertura e métodos de rastreio adequados, especialmente em países em desenvolvimento deixa grandes expectativas para as próximas décadas (PILS & JOURA, 2015; NICOLAS et al., 2015).

A vacina quadrivalente contra o HPV está disponível gratuitamente em campanhas de vacinação no Sistema Único de Saúde (SUS) e a venda em clínicas de vacina. No Brasil, foi aprovada pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (ANVISA),

Nos Estados Unidos da America (EUA) foi aprovada pelo Food and Drug Administration (FDA) e está sendo recomendada pelo Centers for Disease Control and Prevention (CDC) para homens e mulheres.

O desenvolvimento da vacina foi um importante passo em favor de prevenção do câncer do colo do útero. Esta pode ser administrada desde os nove anos até 26 anos de idade, em duas doses separadas por 6-12 meses( MEITES et al., 2016).

2.7 HPV E APLICATIVOS:PREVENÇÃO E ACOMPANHAMENTO

A tecnologia tem estado presente em praticamente todos os domicílios no mundo. Disseminados ainda mais pelas conecções proporcionadas pela internet, barreiras e distâncias são reduzidas em milésimos de segundos. O armazenamento de informações sobre as pessoas, seu estado de saúde e os riscos aos quais estas estão susceptíveis ficaram ainda mais acessíveis e necessária. Em algumas áreas, bancos de dados gigantescos crescem ainda mais em favor da segurança e melhor qualidade de vida (ADIBI, 2015).

Por meio de bancos de dados acessíveis a prevenção e acompanhamento do HPV podem ser melhor realizados. Os aplicativos móveis tem contribuído na disseminação de informações sobre o HPV, cuidados e patologias advindas deste vírus. Ao explorar estes aplicativos, o trabalho de prevenção é potencializado e atende demandas populacionais (MILLER et al, 2015). Cada vez mais são necessários a produção de aplicativos úteis e que veiculem as informações de saúde, pois bem utilizados podem reduzir riscos e amenizar processos de adoecimento (THOMÉ-FILHO et al., 2017).

3 JUSTIFICATIVA

O HPV é um importante componente no desenvolvimento de lesões cancerígenas em colo de útero e, este vírus está presente em 85% das infecções sexualmente transmissíveis com prevalência de 12% no mundo (BALOCH et al., 2015). Devido ao elevado número de casos de HPV e mortes causadas por este vírus, onde 88% ocorrem em países em desenvolvimento (FERLAY et al., 2015), se faz necessária a análise dos tipos de HPV em populações acometidas por essa patologia como a região do agreste alagoano.

Melhorar instrumentos utilizados na triagem e diagnóstico da infecção do HPV, como a escova citológica endocervical é importante para permitir uma coleta de células suficiente e de qualidade.

Embora existam diversos métodos de detecção da presença do HPV e seu genótipo, todos requerem material biológico de qualidade. Novos dispositivos de saúde, principalmente relacionados a essa coleta poderão reduzir e otimizar o tempo de análise, diminuindo atrasos no diagnóstico e evitando constrangimentos para a mulher relacionados a repetição do procedimento de coleta cervical.

Diante do impacto que a infecção pelo HPV têm causado na população mundial, torna-se necessário , especialmente , em países em desenvolvimento , como o Brasil, conhecer os tipos virais do HPV circulantes, os co-fatores relacionados e a partir destas informações traçar melhores estratégias de rastreamento de infecções por HPV e progresssão para câncer cervical. Dispositivos de saúde eficazes na coleta do material biológico como parte da detecção da presença do HPV e tipagem viral e o desenvolvimento de App para serem utilizados no rastreamento a partir de bancos de dados na avaliação de riscos e alertas para a realização de exames de rastreio é essencial.

4 OBJETIVOS 4.1 OBJETIVO GERAL

Analisar a infecção do HPV em amostras cervicais de usuárias atendidas no Sistema Único de Saúde do agreste alagoano.

4.2 OBJETIVOS ESPECÍFICOS

- Detectar a presença do HPV em amostras cervicais; - Identificar a incidência dos tipos virais de HPV;

- Comparar a frequência de HPV positivo da população estudada com outras populações; - Investigar os cofatores envolvidos com a presença do HPV;

- Propor o desenho de uma escova citológica mais eficiente para coleta;

5 MATERIAIS E MÉTODOS

5.1 TIPO DE ESTUDO

Estudo descritivo do tipo transversal, com abordagem quantitativa, realizado com usuárias do Sistema Único de Saúde (SUS) de uma papulação do nordeste brasileiro, que compareceram a consulta ginecológica de enfermagem, durante o período 2014 a 2015.

5.2 PARTICIPANTES DA PESQUISA 5.2.1 Critérios de inclusão

Mulheres atendidas na atenção básica e nos centros de referência do SUS do agreste alagoano foram incluídas no estudo.

5.2.2 Critérios de exclusão

Foram excluídas pacientes menores de 18 anos ou em gestação, puerpério e mulheres histerectomizadas.

5.3 ASPECTOS ÉTICOS

O projeto foi aprovado pela plataforma Brasil (Comitê de ética em Pesquisa com humanos da Universidade Federal de Alagoas – CEP-UFAL), segundo a Resolução 466/12, sob CAAE: 31450014.9.0000.5013 e o parecer Nº 739.340.