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Un peu de th´ eorie de la d´ emonstration

A escola Básica da Boa Esperança, onde decorreu o nosso estágio, situa-se na Praceta do Bonfim, localizada no Bairro da Boa Esperança.

Esta escola faz parte do Agrupamento de Escolas Nuno Álvares, do qual também fazem parte as escolas EB 1 Cidade de Castelo Branco, a Escola Básica de Escalos de Baixo, a Escola Básica da Mata, Jardim de Infância da Boa Esperança, Jardim de Infância de Escalos de Baixo, a Escola Básica do Cansado, a Escola Básica de Horta de Alva, a Escola Básica e Jardim de Infância de Malpica do Tejo e a Escola Básica Nossa Senhora da Piedade e a Escola Básica Faria de Vasconcelos.

Este agrupamento tem uma verticalidade pedagógica e organizacional, desde a educação pré-escolar até ao ensino secundário e ainda o ensino profissional e o ensino vocacional para adultos.

Ao nível das infraestruturas, a Escola Básica da Boa Esperança é uma escola pequena que conta com quatro salas de aula, destinada cada uma delas a um ano de escolaridade do ensino básico. É ainda possível encontrar um pátio amplo, três casas de banho, uma delas para docentes, uma sala de professores, um pequeno bar e uma sala de atividades/apoio. No total existem 91 alunos a frequentar a Escola.

Tendo em conta que a nossa instituição se localiza na cidade de Castelo Branco, torna-se essencial conhecer um pouco desta.

Cidade de Castelo Branco, localiza-se na Região Centro – mais precisamente na Beira Interior Sul – da qual é sede de concelho e capital de distrito. É importante ainda referir que o município é constituído por 11 concelhos, subdivididos em 25 freguesias.

Um dos aspetos a destacar na cidade de Castelo Branco é o Programa Polis, uma vez que este tem tido uma influência significativa nesta cidade. Este programa estruturante, no tempo e no espaço, fez com que a cidade em causa, bem como toda a sua área envolvente, tivesse conhecido, nos últimos anos, uma evolução muito positiva, quer do ponto de vista do seu desenvolvimento económico, quer da concretização de distintas infraestruturas que impulsionam e consolidaram condições de bem-estar. De facto, em 2006, num estudo elaborado pela DECO foi considerada a segunda capital de distrito do país com melhor qualidade de vida.

Assim sendo, a cidade conta com um Cineteatro que tem sido um centro dinamizador da cultura, um instituto politécnico, um parque industrial e uma nova biblioteca pública. Para além destes, Castelo Branco ainda proporciona outros locais de interesse e que assumem muita relevância para as aprendizagens das nossas crianças, como o castelo, a Câmara Municipal, o Jardim do Paço, o Miradouro de São Gens, o Museu Francisco Tavares Proença Júnior, o Museu Cargaleiro, o Arco do Bispo, o Cruzeiro de São João, o Fórum, o Centro Comercial Alegro, o parque da cidade, a piscina praia assim como as piscinas municipais, algumas igrejas e espaços religiosos como a Igreja de São Tiago, a capela de Nossa Senhora da Piedade, entre outras. Tem também variadíssimos espaços desportivos. Em termos rodoviários, possui um terminal de camionagem, com carreiras para todos os pontos do País, nomeadamente Lisboa, Porto e Algarve.

Castelo Branco deve o seu nome à existência de um castro luso-romano, Castra Leuca, no cimo da Colina da Cardosa, em cuja encosta se desenrolou o povoamento da área. Em 1213 recebeu foral de Pedro Alvito, cedido pelos Templários, em que aparece a denominação Castel-Branco. O Papa Inocêncio III viria, em 1215, confirmar esta posse, dando-lhe o nome de Castelo Branco.

Em 1510 é concedido Novo Foral a Castelo Branco, por D. Manuel I, adquirindo mais tarde o título de notável com a carta de D. João III, em 1535. Torna-se assim em 1642 a

Vila de Castelo Branco, cabeça de comarca notável e das melhores da Beira Baixa. Em 1771 é elevada a cidade por D. José e o Papa Clemente XIV cria a diocese de Castelo Branco que viria a ser extinta em 1881. A cidade viria a tornar-se capital do distrito em 1959.

Quanto ao seu clima, este é temperado mediterrâneo influenciado pela continentalidade, pelo que apresenta pouca humidade ao longo do ano.

A cultura de Castelo Branco é variada e riquíssima. A nível arquitetónico, vários estilos são observáveis como o manuelino, o barroco ou o renascentista. Algumas edificações centenárias são parte integrante do vasto património histórico da cidade.

Um dos produtos típicos da região são as colchas de linho bordadas com fio de seda natural, conhecidas como bordado de Castelo Branco, de inspiração oriental, que se tornaram conhecidas a partir de meados do século XVI. São conhecidos pelas suas cores vivas e pelos elementos que retrata normalmente relacionados com a natureza destacando-se o frequente uso de árvores e pássaros.

Ao nível do ensino, esta cidade dispõe de todos os níveis de ensino com variadas ofertas. Ao nível do ensino secundário, a Escola Secundária Nuno Álvares (antigo Liceu) e a Escola Secundária Amato Lusitano (antiga Escola Industrial). Ao nível do ensino superior, o Instituto Politécnico de Castelo Branco que tem diversas Escolas instaladas na cidade.

2.1.2 Caraterização da sala

A sala onde a prática se desenvolveu, situa-se no 2.º andar do edifício da Escola EB1 Boa Esperança, sendo a turma composta por 23 alunos.

A sala possuía uma dimensão adequada e condições favoráveis à aprendizagem dos alunos, encontrando-se organizada em três filas e cada uma era constituída por quatro mesas, cada uma para duas crianças. O quadro de ardósia, colocado de frente para os alunos, era de fácil visualização para todos. No fundo da sala existiam três armários para arquivo dos materiais, dossiers, manuais dos alunos, estes encontravam-se organizados nas prateleiras por áreas disciplinares. A sala dispunha ainda de um computador, ao qual estava ligado um projetor fixo no teto da sala, para a apresentação de powerpoints, imagens, filmes, entre outras coisas.

A sala dispunha, ainda, de dois aquecedores que nos dias mais frios permitem aquecer o ambiente, tornando assim a sala mais acolhedora. Nas paredes existiam três placards de cortiça para expor os trabalhos realizados pelos alunos da turma e colocar alguns cartazes informativos sobre os conteúdos a serem trabalhados, tais como, o friso cronológico dos reis de Portugal, os verbos, os pronomes, entre outros.