3 C OMBINAISON COHERENTE PAR CONTROLE ACTIF DE PHASE
3.2 P RINCIPALES TECHNIQUES ET RESULTATS
3.2.2 Technique de diffusion itérative d’erreurs
“Sentir medo é natural e necessário, pois me coloca em estado de alerta. Toda vez que coloco os pés no palco, não sei o que vou encontrar, pois o equipamento pode quebrar, meus companheiros podem não estar bem, o que acarreta em sérios acidentes etc.”
6- Já sentiu medo durante sua performance nos espetáculos ou nos ensaios? Explique.
“Sim, muitas vezes, especialmente quando temos que fazer exercícios novos e/ou quando estou extremamente cansado, isso me causa medo, pois não sei se será possível executar os movimentos em perfeita sincronia.”
novo que será executado pela primeira vez, pode-se utilizar a técnica de visualização, o passo a passo de cada movimento, e quando aplicável, o uso de sistemas de segurança como colchão, cintos etc.
A respiração para mim é um dos pontos mais importantes no controle do medo e pode ser aplicado em qualquer situação, pois o medo é gerado no meu caso por algo fictício que a mente gera pelo fato de não saber o que ira encontrar no palco.”
7. DISCUSSÃO:
O sujeito respondeu à primeira pergunta, sobre as reações corporais que já sentiu antes, durante e/ou depois de ensaios, apresentações e/ou treinos, dizendo que, geralmente, sente as mudanças de batimentos cardíacos e suor, aspectos que ele chama de ansiedade, quando o ato do espetáculo está para começar, sendo que após o seu início, ou seja, quando ele já está presente no palco, essas reações diminuem ou se atenuam, até que, por fim, se extinguem por completo, durante a execução dos movimentos. Isso ocorre também, segundo ele, durante os treinos, em caso de movimentos novos, quando ele diz sentir claramente o efeito da adrenalina.
Estes sentimentos remetem à Cassoli (2007), quando este salienta que o medo pode ser gerado por acontecimentos inesperados e incomuns, assim como, quando ele evidencia que o medo é um componente emocional básico do ser humano e das suas experiências, que pode ser de choque, quando a preservação natural do indivíduo é ameaçada. A situação de entrar no palco e a de movimentos novos, nunca antes feitos, traz à tona o choque e o medo do desconhecido, uma vez que ele não sabe o que vai acontecer, como, por exemplo, sobre o modo como o público vai recebê-lo, ou sobre quais estratégias ele vai utilizar para executar da melhor forma possível o novo movimento, para não sofrer acidentes e se elas vão ser eficazes, entre outros acontecimentos possíveis.
Estes elementos descritos pelo autor citado correspondem à descrição emocional relatada pelo sujeito do estudo, tanto durante os ensaios, como nas apresentações.
Agregando outras perspectivas, Curado (2006) evidencia que o medo ocorre numa seqüência temporal de eventos, primeiramente, com percepção física ou inconsciente de indícios habitualmente associados ao causador do medo (cheiro, som, etc.), seguido de alteração significativa do estado somático (ritmo cardíaco aumenta muito, a palidez, etc.), depois acontece a consciência intensa de emoções (medo, pânico intenso, etc.) e, por último, a consciência total da situação em que se está.
Na pergunta dois, ele explica como lidou com as mudanças corporais advindas das reações fisiológicas e psíquicas às emoções, dizendo que ele procura ter consciência de que as mesmas são um produto de seus pensamentos, sendo assim, ele procura controlá-las e filtrá- las, mantendo o foco no que tem que fazer e tentando controlar a respiração. O participante do Cirque foca na ação, isto é, como ele mesmo citou na resposta à questão anterior, quando ele realiza os movimentos do número, a ansiedade citada pelo próprio sujeito desaparece, pela atenção direta na atividade em si.
O nível de ansiedade estado (ansiedade decorrente de uma situação; estado de ansiedade no momento daquele acontecimento) não está relacionado somente com a ansiedade traço do indivíduo (ansiedade natural, da personalidade do indivíduo), mas também, com a importância da situação para o indivíduo e a incerteza do resultado da situação, variáveis que interagem com a ansiedade traço. Ou seja, se a pessoa se importa muito com determinada situação, a probabilidade de um alto nível de ansiedade estado é muito maior (COZZANI, et al., 1997).
No caso de estar no palco, é como se o sujeito já estivesse vendo tudo acontecer como planejado, e, portanto, baixa seus níveis de ansiedade, por antever o desenrolar da situação e perceber que a domina.
A respiração está diretamente relacionada com a freqüência cardíaca, já que, ao se analisar que, após um exercício intenso, como uma corrida, pode-se estar ofegantes, pode-se entender essa relação direta da respiração com os batimentos cardíacos. Entretanto, ambas podem estar também associadas aos aspectos psicológicos envolvidos no momento da execução da atividade. Sendo assim, é possível que o participante consiga diminuir os efeitos da ansiedade, por intermédio do controle de sua respiração, isto é, conforme ele mesmo salientou, respirando fundo, ou tentando respirar lentamente, por exemplo, já que todos esses elementos estão intimamente associados.
Hanin (1999) propôs, como já citado anteriormente, um modelo de emoções positivas e negativas, sugerindo uma concepção multidimensional de experiências emocionais subjetivas, fornecendo tópicos para avaliar as emoções e tentando prever o sucesso ou fracasso individual, baseado nos estados emocionais e critérios de zonas individuais. Talvez, se esses aspectos psicológicos relativos às emoções fossem levados em consideração juntamente com o treinamento físico das atividades executadas no Cirque, assim como já
Segundo Cassoli (2007), quando um atleta é incapaz de lidar com as situações presentes no esporte, um processo de reações psicológicas pode ocorrer e levar este atleta a um conseqüente fracasso. Ainda segundo o mesmo autor, essa desarmonia psicológica é um fator inibidor do rendimento. Todos esses aspectos parecem receber uma abordagem apenas individual no contexto do Cirque, o que poderia ser aprimorado, com a presença de especialistas da área de psicologia, para darem suporte aos participantes no tocante a lidar com a presença das emoções.
Como o sujeito do estudo citou, as reações corporais são decorrentes de seus pensamentos, o que pode atrapalhar sua performance, assim como Hanin (1999) e Cassoli (2007) também salientaram, dando suporte à resposta do entrevistado. Isto evidencia que estas emoções, como a ansiedade, podem, inclusive, ser fruto de imaginação e não, apenas, da situação real, o que mereceria maior enfoque em outros estudos, já que entram em jogo, tanto a ansiedade estado, como a ansiedade traço, aspectos bastante em evidência nos estudos da Psicologia do Esporte.
COZZANI et al. (1997) ressalta que a ansiedade é o medo de perder alguma coisa, sendo esse medo real ou imaginário. Outros autores, como Magill (1984), também já reafirmaram que a ansiedade surge com maior ou menor intensidade de acordo com a incerteza do resultado, com a importância da perda para o indivíduo e da severidade da ameaça.
A ansiedade traço é uma característica relativamente permanente da personalidade do indivíduo, enquanto que a ansiedade estado é o conjunto de reações que variam de acordo com as situações e com as condições do próprio organismo, ocorrendo durante situações temporárias (COZZANI et al., 1997).
Uma pessoa com elevado nível de ansiedade traço responderá com alto nível de ansiedade estado a um número maior de situações do que outro indivíduo com ansiedade traço de nível mais baixo, conforme salientou Magill (1984).
COZZANI et al. (1997) exemplifica esta afirmação, dizendo que um atleta com baixos níveis de ansiedade traço (sem ansiedade característica de sua personalidade) também pode apresentar altos níveis de ansiedade estado antes de uma competição. Ou seja, mesmo um artista circense com baixos níveis de ansiedade traço, pode apresentar altos níveis de
interferirem na sua performance, já que a qualidade do desempenho motor pode estar relacionada com a ansiedade. Níveis de ansiedade estado muito altos, ou muito baixos podem estar associados a baixos níveis de desempenho (COZZANI et al., 1997). A complexidade da tarefa também poder estar relacionada com a ansiedade e o desempenho, uma vez que o nível elevado de ansiedade estado pode prejudicar o desempenho de tarefas de alta complexidade (MAGILL, 1984).
O medo é, de fato, sentido nessas tarefas motoras e parece influenciar causalmente a situação (CURADO, 2006), como mostra a resposta à pergunta três, sobre se essas sensações atrapalham a performance, ou algum outro aspecto. O participante do estudo diz que se essas sensações não são controladas, elas podem atrapalhar seu desempenho, uma vez que, cada indivíduo responde de uma forma a um mesmo estímulo. Ele mesmo evidenciou que pode observar seus colegas de trabalho tendo reações diferentes ao mesmo tempo, sendo que, para alguns, o medo atrapalhou no equilíbrio, outros ficam mais enérgicos e rápidos, quando em situação de nervosismo e outros, na mesma situação, param por completo, ficando estáticos e imóveis durante as apresentações ou treinos. Para ele, essas reações são muito perigosas.
Todos os aspectos apontados na resposta do participante podem ser reafirmados por Santos (2003), que ressalta que o controle psicomotor pode se perder na presença do medo e que o corpo pode se imobilizar e somente funcionar a partir da presença de outro corpo (pela simbiose). As reações corporais podem ser aceleradas ou diminuídas, como os batimentos cardíacos e, até mesmo, as ações individuais, como se pode perceber pela descrição do participante a esse respeito.
Segundo a resposta à pergunta quatro, as reações de medo se alteram para o participante, especialmente quando uma mesma coisa é repetida várias vezes, evidenciando que, a cada repetição, a intensidade do medo pode diminuir. Curado (2006) no seu exemplo sobre a pessoa atacada por ursos toda vez que passeia pelo mesmo bosque, diz que é difícil imaginar que à centésima vez ela ainda sinta medo, ou sinta medo com a mesma intensidade e da mesma forma que sentiu na primeira vez em que foi atacada por um urso. Como se pode inferir, o mesmo acontece com o participante, após um longo período de prática da mesma atividade, ou vai executar o mesmo movimento, ou o mesmo número técnico.
Entretanto, sublimar o medo ou mesmo subestimá-lo pode, também, ser negativo e gerar déficit motor, tendo em vista que isto pode afetar o nível de atenção dedicada à
desnecessários para a tarefa, ou seja, para conquistar a excelência, é necessário o desenvolvimento de habilidades para controlar as distrações, mantendo uma concentração eficaz e positiva perante estímulos externos (procedentes de pessoas ou acontecimentos externos) e internos (procedentes dos próprios pensamentos e expectativas), além de recuperar a concentração depois de uma distração.
Este aspecto também merece ser focalizado de maneira mais aprofundada em outros estudos, tendo em vista a necessidade de adequação e a conscientização sobre os elementos psicológicos envolvidos em práticas diferenciadas, como esta relativa à dinâmica corporal circense.
Então, fica confirmado, mais uma vez, o que salientou Curado (2006), de que o tempo do medo é o da novidade, ou seja, só existe medo na primeira vez que ocorre a situação, nunca na milionésima, sendo este, posteriormente, substituído por outras emoções. Porém, isso pode ser mais perigoso do que tentar controlar o medo, segundo o sujeito, porque sua experiência própria lhe mostrou que os maiores acidentes que ele sofreu, foram, justamente, em situações de domínio da ação e, conseqüentemente, subestimando os elementos que andam junto com a presença do medo, como a atenção e a predisposição para melhoria da performance. Transferindo a atenção para o exemplo de Curado (2006), mesmo que a pessoa não se assuste mais com o urso, ela não deve deixar de tomar cuidados, para não sofrer acidentes.
Na quinta pergunta, o participante descreve o medo como natural e necessário, por colocá-lo em estado de alerta e, assim, em estado de maior atenção. Esta afirmação corrobora a de Jean Delumeau (2007), o qual também apregoou que o medo faz parte da condição humana e todos os medos levam ao medo da morte, porque o ser humano está submetido à morte, mas, os medos podem mudar no tempo e no espaço, de acordo com os perigos que se apresentam à humanidade.
O participante, ainda na quinta pergunta, ressalta que seus colegas podem “não estar bem”, o que também pode acarretar acidentes segundo ele. COZZANI et al. (1997) evidencia que a ansiedade é a resposta emocional dada a partir de um acontecimento, que pode ser agradável, frustrante, ameaçador, entristecedor, etc., e cujo resultado não depende apenas da própria pessoa, mas também, de outros e pode, ainda, causar manifestações
medo é um elemento natural do ser humano e estará presente em muitos momentos da vida, uma vez que os indivíduos nunca terão domínio sobre tudo e todas as coisas e situações possíveis de acontecer.
Além desses autores citados, Cassoli (2007) também evidencia que o medo é fundamental para a sobrevivência e é um componente emocional básico do ser humano e das suas experiências, que pode ser de choque, quando a preservação natural do indivíduo é ameaçada.
Santos (2003) também apóia essas afirmações, dizendo que o medo é “quase” uma reação biológica de todo ser vivo (humanos, animais, etc.) o que aproxima e torna o medo algo bastante fisiológico, apesar deste sentimento apresentar expressões psíquicas inclusive.
O participante ainda salienta, nesta mesma resposta, que toda vez que coloca os pés no palco não sabe o que vai encontrar, pois o equipamento pode quebrar, seus companheiros podem não estar bem, ou seja, sentindo reações decorrentes do medo, como ele mesmo exemplificou na resposta à questão três, podendo causar sérios acidentes, entre outras situações, que podem assustar, inclusive, o público e causar reações inesperadas da platéia, o que também pode influenciar os artistas, como, por exemplo, os aplausos, ou vaias.
Santos (2003) dá suporte a isso, quando diz que emoções básicas, como o medo, podem ser socialmente construídas também. Outros autores, como Cassoli (2007), já citado, ressaltam que o medo pode ser gerado por acontecimentos inesperados e incomuns e que o medo, lúcido no início, torna-se um perigo, impedindo de identificar as causas de uma situação de fato inquietante.
À pergunta seis, o artista circense respondeu que, muitas vezes, já sentiu medo durante sua performance nos espetáculos ou nos ensaios, especialmente quando tem que fazer exercícios novos, e/ou quando está extremamente cansado, situação que lhe causa medo, porque não sabe se será possível executar os movimentos em perfeita sincronia, ou com a melhor performance.
O argumento mais relevante que concorda com o do participante é o fato de que as situações novas colocam o indivíduo em maior perigo de perda de vida, de dano ao corpo ou de dor (CURADO, 2006), uma vez que ele não sabe até onde poderá agüentar, não sabe que conseqüências ou acidentes poderá sofrer.
auto-controle ou do domínio técnico previamente adquirido e treinado.
Na sétima e última questão, o sujeito explica como lida ou lidou com o medo, dizendo que isso depende muito da situação, explicando que, quando se trata de um novo movimento ou exercício, que será executado pela primeira vez, ele se utiliza da técnica de visualização, um processo de ver outros fazendo e entender a executar, ou, até mesmo, mentalmente, se imaginar na execução da atividade, visualizando sua realização e compreendendo, passo a passo, cada movimento da seqüência e, quando possível, utilizando sistemas de segurança fornecidos pela companhia, como, por exemplo, colchões e cintos de segurança de acrobacias, no caso dele.
Para Agresta et al. (2007), produzir imagens positivas e apontar para objetivos importantes, além de se preparar para seguir um plano de competição, atuar de maneira positiva, melhorar execuções de habilidades físicas, técnicas e táticas e aumentar a confiança, fazem parte da preparação mental no esporte ou, neste caso do espetáculo, isso também pode ser aplicado.
Visualização, ensaio ou treinamento mental referem-se ao mesmo conceito, de que a imaginação planejada repetida e consciente de habilidades motoras e técnicas, esportivas ou não, cria imagens na mente de eventos passados ou futuros, ações ou experiências. Essa técnica, muito utilizada na Psicologia do Esporte, compreende o inter-relacionamento entre corpo, a psique e a emoção (AGRESTA et al., 2007).
Ainda segundo estes pesquisadores, algumas pesquisas descrevem uma relação positiva entre o treinamento mental e a aprendizagem de uma habilidade motora específica, ou seja, a visualização é muito positiva, colaborando com a melhor execução dos fundamentos, aperfeiçoando-os e fortalecendo sua aprendizagem.
Além disso, a respiração, também citada pelo sujeito, é uma das formas mais importantes de controle do medo, que pode ser aplicada em qualquer situação e não, somente, em espetáculos circenses, já que o medo, para ele, parece ser fictício, depois de algum tempo de familiaridade com a atividade, e gerado por sua mente e imaginação, por desconhecer o que poderá acontecer quando estiver no palco.
Machado (2006) ressalta que os indivíduos nunca terão domínio sobre tudo e todas as coisas e situações possíveis de acontecer, o que evidencia a presença do medo. Algumas vezes, o medo é realmente fictício e não proveniente da conduta de sobrevivência natural,
8. CONCLUSÃO:
Conforme os resultados do estudo proposto, o artista circense fica nervoso e ansioso com a situação de apresentação e tem medo de cair, se machucar, errar em público, tem medo do cansaço, da sua segurança e de seus colegas, além de depender deles para que todo o número de apresentação aconteça como planejado. Muitas repetições do mesmo movimento ou número trazem ao artista uma segurança traiçoeira, já que ele pode dar menos atenção àquela tarefa e, por conseqüência, causar um erro e/ou acidente.
Cada novo espetáculo, independente da cidade ou país em que este aconteça, causa medo e ansiedade nos artistas, que nunca sabem o que poderá acontecer no palco, durante a apresentação, especialmente no que tange à reação do público.
Torna-se ainda mais instigante penetrar nesse universo, procurando identificar e compreender a manifestação e controle do medo de mais artistas de outras modalidades de artes e compará-los à população circense do Cirque du Soleil, para se aprimorar as reflexões sobre os aspectos subjetivos relativos a estas performances.
Este estudo traz suas contribuições, não somente para artistas circenses, mas para todos os interessados na apreensão de conhecimento sobre os estados subjetivos e formas de compreensão sobre a ocorrência do controle do medo durante os espetáculos artísticos. Ficou evidente que este artista tenta manter calma e não deixar ocorrer mudanças corporais que possam interferir na ação, como a aceleração ou diminuição dos batimentos cardíacos, utilizando técnicas de respiração, por exemplo. Também ficou evidente que ele procura, antes de realizar algo pela primeira vez, buscar o entendimento minucioso do que deve ser feito, além de buscar por proteção e execução com a menor chance de erro, ou com a maior segurança possível, para o caso de qualquer tipo de erro.
O medo é algo criado de forma fictícia, conforme ele assinalou, e decorrente da imaginação, uma vez que ele surge em razão do desconhecido e, sendo assim, só pode ser uma projeção de possível fracasso ou erro, já que não existe medo de vencer ou de realizar com perfeição qualquer coisa.
Esses artistas circenses exibem ao público o alcance do inimaginável, o alcance de coisas que o corpo pode fazer, mas que não estão no cotidiano das pessoas. Muitas vezes, com suas performances, eles parecem extrapolar as leis da física, os limites e são sublimes, exatos,
Todos podem ter essas sensações e sentir essas emoções quase ao mesmo tempo, o que o público não lembra é do lado humano dos artistas circenses. Espera-se que este estudo sirva para alertar participantes da arte circense, bem como pesquisadores, sobre a necessidade de tomar em consideração esses aspectos subjetivos relativos ao corpo nesse ambiente, procurando as melhores estratégias de auxílio à magnitude da ação corporal.
9. REFERÊNCIAS:
BOLOGNESI, M. F. O CIRCO “CIVILIZADO” 2002. Apresentação de
Trabalho/Comunicação. Disponível em:
<http://sitemason.vanderbilt.edu/files/gkif6w/Bolognesi%20Mrio%20Fernando.pdf>. Acesso em: 20 mar. 2008.
AGRESTA, M. C.; BRANDÃO, M. R. F. Introdução ao treinamento de habilidades psicológicas. In: BRANDÃO, M. R. F.; MACHADO, A. A. (org.) Teoria e aplicação - Coleção Psicologia do esporte e do exercício. São Paulo: Atheneu, 2007. v.1. p. 128 e 133. COZZANI, M.; MACHADO, A. A.; VIEIRA, E. C.; NASCIMENTO, A. L. Parte VI ansiedade: interferências no contexto esportivo. In: MACHADO, A. A. (org.) Psicologia do Esporte: Temas Emergentes I. Jundiaí: Editora Ápice, 1997. p. 109 – 121.
CIRQUEBRASIL. História. Disponível em: <http://www.cirquebrasil.com/historia/>. Acesso em: 19 mar. 2008.
DELUMEAU, J. História do medo no ocidente: 1300-1800, uma cidade sitiada. São Paulo: