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Table 4-1. Control Codes Utilized by Standard ADM 42 (cant' d)

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A determinação da concentração celular avaliou o comportamento da curva de crescimento e o fim de sua fase exponencial.

Nas Figuras 27 e 28 observa-se a evolução da concentração celular do R.

rhodochrous durante o cultivo de 72 h, bem como as medidas da densidade óptica a cada

12 h de cultivo dos ensaios 6*/6. Nota-se que o comportamento da densidade óptica foi consistente com o comportamento da concentração celular nos ensaios analisados.. É

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interessante notar também a ausência da fase lag, sugerindo uma boa aclimatação da cepa no meio LB.

Na Figura 27, ensaio 6*, a cepa atingiu a maior concentração celular de aproximadamente (Xmáx) 1,86 g/L em 36h. 0 12 24 36 48 60 72 0,0 0,5 1,0 1,5 2,0 2,5 Biomassa (g/L) DO (600nm) Tempo (h) Bi oma s sa (g/L) 0,0 0,2 0,4 0,6 0,8 1,0 1,2 DO (6 00 nm) Ensaio 6*

Fig. 27. Relação entre a biomassa e a densidade óptica do ensaio 6 *

Na Figura 28, ensaio 6, a cepa atingiu a maior concentração celular de aproximadamente (Xmáx) 2.03 g/L em 12 h de cultivo.

Resultados e Discussão 0 12 24 36 48 60 72 0,0 0,5 1,0 1,5 2,0 2,5 3,0 Biomassa (g/L) DO (600nm) Tempo (h) B iom as s a ( g/ L ) 0,0 0,2 0,4 0,6 0,8 DO (6 00 nm) Ensaio 6

Fig. 28. Relação entre a biomassa e a densidade óptica do ensaio 6.

Para uma melhor compreensão de todos os ensaios realizados, a Tabela 3 ilustra os resultados de forma simplificada relacionando DO e produção de 2-HBF.

Tabela 3. Ilustração simplificada dos resultados dos ensaios

Ensaios DO (600nm) 2-HBF (mM) E1/1* (- -) 0,4 em 24h/0,6 0,11 em 60h/ após 60h 0,047 E2/2* (+ -) 1,49/1,5 Após 12h 0,006 em 24h/ após 48h 0,014 em 60h E3/3* (- +) 0,4/0,68 Após 24h 0,036 em 60h/ após 24h 0,056 em 72h E4/4* (+ +) 1,1/1,4 Após 12h 0,036 em 60h/ após 24h 0,036 em 60h E5/5* (0 0) 0,98/1,4 Após 12h 0,003 em 24h/ após 12h 0,013 em 24h E6/6* (00) 0.65/1,2 Após 48h 0,0010 em 60h/ após 24h 1,2em 36h “*” ausência de glicose 62

Analisando apenas a produção do 2-HBF nos ensaios, a Tabela 4 ilustra os resultados.

Tabela 4. Ilustração simplificada da produção de 2-HBF.

Ensaios 2-HBF

E1/1* (- -) 0,11 em 60h/ após 60h 0,047

E2/2* (+ -) Após 12h 0,006 em 24h/ após 48h 0,014 em 60h E3/3* (- +) Após 24h 0,036 em 60h/ após 24h 0,056 em 72h E4/4* (+ +) Após 12h 0,036 em 60h/ após 24h 0,036 em 60h E5/5* (0 0) Após 12h 0,003 em 24h/ após 12h 0,013 em 24h E6/6* (0 0) Após 48h 0,0010 em 60h/ após 24h 1,2 em 36h

De forma geral, observa-se que em todos os ensaios o microrganismo R.

rhodochrous (NRRL B–2149) foi capaz de utilizar a via “4S” no processo de

biodessulfurização do 4-MDBT para formação de 2-HBF. Nesse caso, o ensaio que houve melhor formação de 2-HBF foi o “ensaio 1” atingindo concentração de 0,114mM em 60h durante 70 h de cultivo. Resultados similares aos encontrados nesse estudo foi relatado por Oliveira et al., (2008) que estudaram a formação de 2-HBF durante o cultivo de R.

rhodochrous (NRRL B-2149) utilizando DBT. .Neste estudo, a formação de 2-HBF

encontrada foi a mesma de 0,11mM, sendo que em um tempo de formação maior de 72h em comparação ao tempo de formação de 36h citada por Oliveira e colaboradores. Uma hipótese para esse maior tempo de formação encontrado neste estudo pode ter sido a substância utilizada: 4-MDBT ao invés de DBT apenas. A metilação do meio aumentou o tempo de formação, porém não alterou a produção.

Foi observado que em todos os ensaios que o pH do meio ficou ácido com tendo a um valor de 4,0. Esse resultado diverge ao estudo de Oliveira et al. (2009) que ocorre tamponação do meio a medida que há formação de 2-HBF.

Omori et al. (1992) estudaram o processo de biodessulfurização de DBT pela linhagem Corybacterium sp SY1 e observaram que esse microrganismo é capaz de utilizar a via “4S” para remover o enxofre do DBT, nesse caso, a concentração de 2-HBF formado foi de 0,18 mM em 65 horas de cultivo. Dessa forma, ao se comparar os resultados obtidos

Resultados e Discussão

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Vilma Araújo da Costa – Dissertação de Mestrado - Março/2011.

no presente trabalho observa-se que o R. rhodochrous (NRRL B–2149) pode produzir aproximadamente 61% de 2-HBF, quando comparado com a linhagem Corybacterium sp SY1, porém em um tempo de formação maior de 72h, provavelmente devido a metilação do meio.

Blathia et al. (2010) estudaram a biodessulfurização do dibenzotiofeno por uma linhagem de bactéria mesófila caracterizada por Pantoea agglomerans D23W3. As análises de HPLC revelaram que P. agglomerans D23W3 pode converte DBT para 2- hidroxibiphenil (2-HBF) pela via “4S” e é capaz de degradar 93% de 100 ppm de DBT em 24h de cultivo. Essa linhagem foi capaz de remover de 26,38% a 71,42% de enxofre de diferentes tipos de petróleo, tendo assim, potencial de biodessulfurização.

Não foi observado inibição de R. rhodochrous (NRRL B–2149) com a formação de 2-HBF. Oshiro et al. (1996) mostraram que para a linhagem de R. erythropolis D-1 a concentração de 0,5 mM de 2-HBF inibiu o crescimento das células, o que não foi observado neste estudo.

CAPÍTULO 6

CONCLUSÕES

Conclusões

6. CONCLUSÕES

No presente trabalho avaliou-se a capacidade do microrganismo Rhodococcus

rhodochrous (NRRL B–2149) de utilizar a via “4S” no processo de biodessulfurização de 4

MDBT para a formação de 2-HBF e sulfito, concluindo-se que:

• O microrganismo Rhodococcus rhodochrous (NRRL B–2149) é capaz utilizar a via “4S” no processo de biodessulfurização de 4-MDBT para a formação de 2-HBF e sulfito.

• Não foi observado inibição de Rhodococcus rhodochrous (NRRL B–2149) pelo 2- HBF.

• A metilação do dibenzotiofeno conduz a um maior tempo de formação do 2-HBF. • O ensaio que melhor apresentou a produção de 2-HBF (0,114mM) foi o “ensaio 1”

realizado sob as condições de 0,2 mM de 4-MDBT e 2,5 mL de inóculo (v/v) no meio contendo glicose.

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REFERÊNCIAS

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Vilma Araújo da Costa - Dissertação de Mestrado – Março / 2011

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Anexos

ANEXO

CURVA DE CALIBRAÇÃO DA GLICOSE E ABS

0,0 0,1 0,2 0,3 0,4 0,5 0,2 0,3 0,4 0,5 0,6 0,7 0,8 0,9 1,0 1,1 Glicose (g/L) ABS (600 nm) y= 1,88509x - 0,11037 R2= 0,99802

Seção de Informação e Referência

Catalogação da Publicação na Fonte. UFRN / Biblioteca Central Zila Mamede

Costa, Vilma Araújo da.

Avaliação da biodessulfurização de 4-metildibenzotiofeno por Rhodococus

rhodochrous (NRRL B-2149) / Vilma Araújo da Costa. – Natal, RN, 2011.

76 f. ; il

Orientador: Everaldo Silvino dos Santos. Co-orientador: Gorete Ribeiro de Macedo.

Dissertação (mestrado) – Universidade Federal do Rio Grande do Norte. Programa de Pós-Graduação em Ciência e Engenharia do Petróleo. Departamento de Engenharia Química.

1. Enxofre.- Dissertação. 2. Biodessulfurização – Dissertação. 3. 4-metil- dibenzotiofeno – Dissertação. 4. 2-hidroxibifenil – Dissertação. I. Santos, Everaldo Silvino dos. II. Macedo, Gorete Ribeiro de. III. Universidade Federal do Rio Grande do Norte. IV. Título.

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