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Dias L (1), Resende C (1), Pinto C (1), Clemente J (1), Alonso (2).

(1) Discentes da Escola Superior de Saúde, do Instituto Politécnico da Guarda, Portugal (2) Docente da Escola Superior de Saúde, do Instituto Politécnico da Guarda, Portugal

Resumo

A arruda (Ruta graveolens L.,

é uma planta herbácea perene, com folhas carnudas e flores relativamente pequenas, de uma cor amarela esverdeada, com um aroma muito intenso e desagradável. A utilização da arruda planta medicinal é evidenciada desde os tempos pré

perturbações menstruais, na insuficiência venosa e em inflamações cutâneas e das mucosas, maioritariamente sob a forma de infusão. Os principais constituinte

flavonóides, particularmente o rutósido (1 a 3%), uma fração de óleo essencial, com metilnonilcetona, entre outros constituintes farmacologicamente ativos (furanocumarinas e alcalóides).

Palavras-chave: arruda, coleste

Introdução

As plantas medicinais são utilizadas desde os tempos pré

eliminar as doenças, porque estas se encontram disponíveis na natureza ou porque são facilmente cultivadas. A crença de que o que é natural é saudável e seguro ainda hoje é transmitida ao longo das gerações, entre familiares e dentro de pequenos grupos populacionais. Além das crenças individuais que condicionam os comportamentos e atitudes dos indivíduos também as condições soc económicas, culturais, religiosas e geográficas, facilitam a tomada de decisão quando se necessita de uma resposta eficaz e rápida para controlar ou minimizar os efeitos de uma determinada doença. A arruda (Ruta graveolens L.,

romanos, como repelente de pulgas, piolhos e outros vermes bem como no tratamento contra o envenenamento de

idade média esta planta era cultiva afrodisíaca.

UTA GRAVEOLENS L.)

Dias L (1), Resende C (1), Pinto C (1), Clemente J (1), Alonso J (1) Gonçalves R (1), Santos P (1), Ventura S

(1) Discentes da Escola Superior de Saúde, do Instituto Politécnico da Guarda, Portugal (2) Docente da Escola Superior de Saúde, do Instituto Politécnico da Guarda, Portugal

., Ruta chalepensis L) também conhecida como erva das bruxas ou ruda, é uma planta herbácea perene, com folhas carnudas e flores relativamente pequenas, de uma cor amarela esverdeada, com um aroma muito intenso e desagradável. A utilização da arruda planta medicinal é evidenciada desde os tempos pré-históricos, com indicações terapêuticas em perturbações menstruais, na insuficiência venosa e em inflamações cutâneas e das mucosas, maioritariamente sob a forma de infusão. Os principais constituintes das partes aéreas floridas são os flavonóides, particularmente o rutósido (1 a 3%), uma fração de óleo essencial, com metilnonilcetona, entre outros constituintes farmacologicamente ativos (furanocumarinas e

arruda, colesterol, triglicéridos.

As plantas medicinais são utilizadas desde os tempos pré-históricos como uma forma de controlar e eliminar as doenças, porque estas se encontram disponíveis na natureza ou porque são facilmente o que é natural é saudável e seguro ainda hoje é transmitida ao longo das gerações, entre familiares e dentro de pequenos grupos populacionais. Além das crenças individuais que condicionam os comportamentos e atitudes dos indivíduos também as condições soc económicas, culturais, religiosas e geográficas, facilitam a tomada de decisão quando se necessita de uma resposta eficaz e rápida para controlar ou minimizar os efeitos de uma determinada doença.

., Ruta chalepensis L.) foi utilizada nos séculos XVI

repelente de pulgas, piolhos e outros vermes, devido ao seu cheiro característico, bem como no tratamento contra o envenenamento de cobras e de cogumelos venenosos. Também na

cultivada, sobretudo nos claustros dos conventos,

J (1) Gonçalves R (1), Santos P (1), Ventura S

também conhecida como erva das bruxas ou ruda, é uma planta herbácea perene, com folhas carnudas e flores relativamente pequenas, de uma cor amarela esverdeada, com um aroma muito intenso e desagradável. A utilização da arruda como históricos, com indicações terapêuticas em perturbações menstruais, na insuficiência venosa e em inflamações cutâneas e das mucosas, s das partes aéreas floridas são os flavonóides, particularmente o rutósido (1 a 3%), uma fração de óleo essencial, com metilnonilcetona, entre outros constituintes farmacologicamente ativos (furanocumarinas e

históricos como uma forma de controlar e eliminar as doenças, porque estas se encontram disponíveis na natureza ou porque são facilmente o que é natural é saudável e seguro ainda hoje é transmitida ao longo das gerações, entre familiares e dentro de pequenos grupos populacionais. Além das crenças individuais que condicionam os comportamentos e atitudes dos indivíduos também as condições socio- económicas, culturais, religiosas e geográficas, facilitam a tomada de decisão quando se necessita de uma resposta eficaz e rápida para controlar ou minimizar os efeitos de uma determinada doença.

XVI e XVII (d.C.), pelos devido ao seu cheiro característico, cobras e de cogumelos venenosos. Também na pela sua fama de anti-

com folhas alternas, pecioladas e carnudas. As umbelas, com uma cor amarela

intenso e desagradável.

Como planta medicinal a arruda pode ser utilizada hemorrágica (na insuficiência

reumáticas e osteoarticulares) e em alg partes utilizadas da planta são

colhidas no início da floração e secas

farmacológica, estão presentes na fração de óleo essencial, que contém cetonas terpénicas em cerca de 88% (metilnonilcetonas). Além dos compostos terpénicos, na arruda, encontram

fenólicos como os flavonóides e as lactonas dos fenil presentes têm um núcleo furano e por isso denominam o bergapteno, a xantotoxina e o p

a rutina ou o seu glucósido, o rutósido. Existem ainda pequenas quantidades de compostos alcalóides, com relevância para os alcalóides quinoleicos, como é o caso da graveolina.

rutósido são responsáveis pela acç

aumento das contracções uterinas e externamente pela acção vesicante sobre a pele e as furanocumarinas pela acção espasmolítica.

A forma de administração da arruda é sob a forma de infusão, para uso interno, utilizando dois a cinco gramas da planta seca por litro de água, com a ingestão de duas chávenas por dia. Para uso externo, a arruda pode ser utilizada em compressas (

planta seca por cada litro de água água).

As contraindicações de utilização desta planta resultam dos efeitos adversos e tóxicos observados particularmente em casos de utilização de doses não terapêuticas, com evidência para os efeitos

Fig. 1- Arruda

A arruda (Fig. 1), também conhecida como das bruxas ou ruta, como arruda fétida, arruda de frança ou ainda como arruda dos jardins, da família das rutaceae, cresce em

da região mediterrânica e da ásia ocidental e central. Em Portugal e

frequentemente em lugares secos entulhos e muros. Esta planta é do tipo vivaz, que pode atingir entre centímetros a um metro de altura

as hastes lenhosas ramificadas desde a base, lternas, pecioladas e carnudas. As flores são relativamente pequenas

uma cor amarela-esverdeada e fortemente aromáticas, com um cheiro peculiar, mui

Como planta medicinal a arruda pode ser utilizada na amenorreia e dismenorreia, como anti insuficiência venosa), como anti-inflamatória e como antiespasmódica

s e osteoarticulares) e em algumas afecções dermatológicas, como a psoríase e na sarna. As partes utilizadas da planta são essencialmente as partes aéreas floridas (folhas e sumidades floridas), colhidas no início da floração e secas à sombra. Alguns dos constituintes químicos, com act

farmacológica, estão presentes na fração de óleo essencial, que contém cetonas terpénicas em cerca ). Além dos compostos terpénicos, na arruda, encontram

fenólicos como os flavonóides e as lactonas dos fenilpropanoides ou cumarinas. As cumarinas presentes têm um núcleo furano e por isso denominam-se de furanocumarinas, das quais se destacam

a xantotoxina e o psoraleno. No grupo dos flavonóides destacam

ósido, o rutósido. Existem ainda pequenas quantidades de compostos alcalóides, com relevância para os alcalóides quinoleicos, como é o caso da graveolina.

pela acção sobre a insuficiência venosa, as metilnonilcetonas, ções uterinas e externamente pela acção vesicante sobre a pele e as pela acção espasmolítica.

A forma de administração da arruda é sob a forma de infusão, para uso interno, utilizando dois a seca por litro de água, com a ingestão de duas chávenas por dia. Para uso externo, a arruda pode ser utilizada em compressas (embebidas em infusão de

de água) ou clister (decocção de oito a dez gramas da pl

As contraindicações de utilização desta planta resultam dos efeitos adversos e tóxicos observados particularmente em casos de utilização de doses não terapêuticas, com evidência para os efeitos

também conhecida como erva das bruxas ou ruta, como arruda fétida, arruda de frança ou ainda como arruda dos jardins, da cresce em terrenos áridos a e da ásia ocidental e central. Em Portugal encontra-se em lugares secos, como os. Esta planta é do tipo herbácea vivaz, que pode atingir entre sessenta de altura, apresentando sas ramificadas desde a base, relativamente pequenas, agrupadas em com um cheiro peculiar, muito

na amenorreia e dismenorreia, como anti- ntiespasmódica (nas afecções , como a psoríase e na sarna. As essencialmente as partes aéreas floridas (folhas e sumidades floridas), Alguns dos constituintes químicos, com actividade farmacológica, estão presentes na fração de óleo essencial, que contém cetonas terpénicas em cerca ). Além dos compostos terpénicos, na arruda, encontram-se os compostos propanoides ou cumarinas. As cumarinas se de furanocumarinas, das quais se destacam . No grupo dos flavonóides destacam-se as flavonas, como ósido, o rutósido. Existem ainda pequenas quantidades de compostos alcalóides, com relevância para os alcalóides quinoleicos, como é o caso da graveolina. A rutina e o as metilnonilcetonas, pelo ções uterinas e externamente pela acção vesicante sobre a pele e as

A forma de administração da arruda é sob a forma de infusão, para uso interno, utilizando dois a seca por litro de água, com a ingestão de duas chávenas por dia. Para uso embebidas em infusão de três a vinte gramas da dez gramas da planta por litro de

As contraindicações de utilização desta planta resultam dos efeitos adversos e tóxicos observados particularmente em casos de utilização de doses não terapêuticas, com evidência para os efeitos

abortivos (elevada quantidade de meti língua e da faringe, episódios de e até morte.

Além das utilizações recomendadas e descritas na monografia vegetal existem outr

arruda como planta medicinal, não comprovadas, mas que se evidenciam em alguns grupos populacionais, como é o caso da freguesia de Chave, em Arouca, em que a arruda ou ruda, como é particularmente conhecida, é utilizada para fazer diminui

hipercolesterolemia.

Material e Métodos

A metodologia de investigação utilizada foi a aplicação de um inquérito por questionário, anónimo, a trinta indivíduos de ambos os sexos, com idades superiores a dezoit

em Arouca, para avaliar as utilizações da arruda como planta medicinal.

Após análise dos dados foi efetuada uma pesquisa bibliográfica, através da pubmed.org, utilizando como palavras-chave “Ruta graveolens

data de publicação não inferior a 2009.

Resultados

Do total de inquiridos 80% dos indivíduos eram do sexo feminino, com idades compreendidas entre os 50 e 79 anos. A análise dos dados revelou que 90% dos inquirido

folhas (90%) e as flores (30%) da arruda, sob a forma de infusão (87%) e/ou sob a forma de cozimento ou tintura (7%). A frequência de utilização era de uma a duas vezes por dia (47 % dos inquiridos), de uma a três vezes por sema

Relativamente à utilização da arruda, 60% dos inquiridos referiu, como indicação terapêutica principal, a sua utilização para diminuir os valores de colesterol e dos triglicéridos, 23% outras indicações (diurético, fígado e rins, dieta de emagrecimento), 17% para o tratamento da diabetes, 7% para gripes e constipações e outros 7% para inflamações generalizadas (gráfico 1). Os amigos (57%) e os familiares (60%) contribuíram para a partilha e divulgação da infor

arruda como planta medicinal.

abortivos (elevada quantidade de metilnonilcetonas), para as dermatites de contato, para o e , episódios de excitação seguida de depressão, sialorreia, v

Além das utilizações recomendadas e descritas na monografia vegetal existem outr

arruda como planta medicinal, não comprovadas, mas que se evidenciam em alguns grupos populacionais, como é o caso da freguesia de Chave, em Arouca, em que a arruda ou ruda, como é particularmente conhecida, é utilizada para fazer diminuir os níveis de colesterol, em indivíduos com

A metodologia de investigação utilizada foi a aplicação de um inquérito por questionário, anónimo, a trinta indivíduos de ambos os sexos, com idades superiores a dezoito anos, na freguesia de Chaves, em Arouca, para avaliar as utilizações da arruda como planta medicinal.

Após análise dos dados foi efetuada uma pesquisa bibliográfica, através da pubmed.org, utilizando

Ruta graveolens” e “cholesterol”, de onde foram selecionados artigos com

data de publicação não inferior a 2009.

Do total de inquiridos 80% dos indivíduos eram do sexo feminino, com idades compreendidas entre os 50 e 79 anos. A análise dos dados revelou que 90% dos inquiridos conheciam e utilizavam as folhas (90%) e as flores (30%) da arruda, sob a forma de infusão (87%) e/ou sob a forma de cozimento ou tintura (7%). A frequência de utilização era de uma a duas vezes por dia (47 % dos inquiridos), de uma a três vezes por semana (20%) e de uma a quatro vezes por mês (17%). Relativamente à utilização da arruda, 60% dos inquiridos referiu, como indicação terapêutica principal, a sua utilização para diminuir os valores de colesterol e dos triglicéridos, 23% outras ético, fígado e rins, dieta de emagrecimento), 17% para o tratamento da diabetes, 7% para gripes e constipações e outros 7% para inflamações generalizadas (gráfico 1). Os amigos (57%) e os familiares (60%) contribuíram para a partilha e divulgação da informação sobre a utilização da arruda como planta medicinal.

lnonilcetonas), para as dermatites de contato, para o edema da , vertigens, convulsões e

Além das utilizações recomendadas e descritas na monografia vegetal existem outras utilizações da arruda como planta medicinal, não comprovadas, mas que se evidenciam em alguns grupos populacionais, como é o caso da freguesia de Chave, em Arouca, em que a arruda ou ruda, como é r os níveis de colesterol, em indivíduos com

A metodologia de investigação utilizada foi a aplicação de um inquérito por questionário, anónimo, a o anos, na freguesia de Chaves,

Após análise dos dados foi efetuada uma pesquisa bibliográfica, através da pubmed.org, utilizando de onde foram selecionados artigos com

Do total de inquiridos 80% dos indivíduos eram do sexo feminino, com idades compreendidas entre s conheciam e utilizavam as folhas (90%) e as flores (30%) da arruda, sob a forma de infusão (87%) e/ou sob a forma de cozimento ou tintura (7%). A frequência de utilização era de uma a duas vezes por dia (47 % dos na (20%) e de uma a quatro vezes por mês (17%). Relativamente à utilização da arruda, 60% dos inquiridos referiu, como indicação terapêutica principal, a sua utilização para diminuir os valores de colesterol e dos triglicéridos, 23% outras ético, fígado e rins, dieta de emagrecimento), 17% para o tratamento da diabetes, 7% para gripes e constipações e outros 7% para inflamações generalizadas (gráfico 1). Os amigos (57%) mação sobre a utilização da

Gráfico 1 – Indicações terapêuticas identificadas para a arruda, pela população de Chaves, Arouca.

Face aos resultados dos inquéritos e da pesquisa bibliográfica efetuada encontraram

estudos sobre a utilização da arruda. Particularmente, num estudo publicado em 2010, na India, foi demonstrado o efeito inibitório de um extrato metanólico de arruda, nos processos oxidativos, inflamatórios e em patologias cardíacas, em ratos com hipe

níveis de colesterol total e de LDL e um ligeiro aumento dos níveis de HDL. Estas conclusões permitiram compreender, em parte, a referência de utilização da arruda na hipercolesterolemia na população em estudo. A utiliza

estar relacionada com o efeito protetor e antioxidante do rutósido (flavonóide) e dos outros compostos fenólicos presentes na arruda.

Discussão e Conclusão Apesar de muitas vezes não f

das plantas na terapêutica podem fomentar a investigação científica para confirmação e validação de utilização segura e racional das plantas. A verdade é que n

a sabedoria popular em detrimento d complementam relativamente

18= 60%

1= 3%

Indicações terapêuticas identificadas para a arruda, pela população de Chaves, Arouca.

Face aos resultados dos inquéritos e da pesquisa bibliográfica efetuada encontraram

estudos sobre a utilização da arruda. Particularmente, num estudo publicado em 2010, na India, foi demonstrado o efeito inibitório de um extrato metanólico de arruda, nos processos oxidativos, inflamatórios e em patologias cardíacas, em ratos com hipercolesterolémia, com diminuição dos níveis de colesterol total e de LDL e um ligeiro aumento dos níveis de HDL. Estas conclusões permitiram compreender, em parte, a referência de utilização da arruda na hipercolesterolemia na população em estudo. A utilização da arruda no tratamento da diabetes e na hipercolesterolémia pode estar relacionada com o efeito protetor e antioxidante do rutósido (flavonóide) e dos outros compostos fenólicos presentes na arruda.

Apesar de muitas vezes não fundamentada e comprovada cientificamente as utilizações empíricas das plantas na terapêutica podem fomentar a investigação científica para confirmação e validação de utilização segura e racional das plantas. A verdade é que não devemos desprezar nem

detrimento do conhecimento científico, uma vez que complementam relativamente à procura do conhecimento.

2= 7% 1= 3% 2= 7% 5= 17% 7= 23% Insuficiência venosa Colesterol e Triglicerídeos Doenças Hepáticas Doenças osteoarticulares Problemas de peso Problemas menstruais Cólicas Problémas dermatológicos Gripes e Constipações Infecções

Dores musculares e cerebrais Depressões

Inflamações Reacções alérgicas Diabetes

Outros

Indicações terapêuticas identificadas para a arruda, pela população de Chaves, Arouca.

Face aos resultados dos inquéritos e da pesquisa bibliográfica efetuada encontraram-se vários estudos sobre a utilização da arruda. Particularmente, num estudo publicado em 2010, na India, foi demonstrado o efeito inibitório de um extrato metanólico de arruda, nos processos oxidativos, rcolesterolémia, com diminuição dos níveis de colesterol total e de LDL e um ligeiro aumento dos níveis de HDL. Estas conclusões permitiram compreender, em parte, a referência de utilização da arruda na hipercolesterolemia na ção da arruda no tratamento da diabetes e na hipercolesterolémia pode estar relacionada com o efeito protetor e antioxidante do rutósido (flavonóide) e dos outros

undamentada e comprovada cientificamente as utilizações empíricas das plantas na terapêutica podem fomentar a investigação científica para confirmação e validação de ão devemos desprezar nem sobrevalorizar uma vez que ambas se Insuficiência venosa Colesterol e Triglicerídeos Doenças Hepáticas Doenças osteoarticulares Problemas de peso Problemas menstruais Problémas dermatológicos Gripes e Constipações Infecções

Dores musculares e cerebrais Depressões

Inflamações Reacções alérgicas Diabetes

Referencias Bibliográficas

Ratheesh M, Shyni GL, Sindhu G, Helen A.Inhibitory effect of Ruta graveolens L.

damage, inflammation and aortic pathology in hypercholesteromic rats.Exp Toxicol Pathol. Mar;63(3):285-90.

Proença da Cunha,António;Pereira da Silva, Alda;Rodrigues Roque,Odete(2009).Plantas e produtos vegetais em fitoterapia (3ªEdição)

Ratheesh M, Shyni GL, Sindhu G, Helen A.Inhibitory effect of Ruta graveolens L.

damage, inflammation and aortic pathology in hypercholesteromic rats.Exp Toxicol Pathol.

Proença da Cunha,António;Pereira da Silva, Alda;Rodrigues Roque,Odete(2009).Plantas e produtos vegetais em fitoterapia (3ªEdição).Coimbra:FundaçãoCalousteGulbenkian.

Ratheesh M, Shyni GL, Sindhu G, Helen A.Inhibitory effect of Ruta graveolens L. on oxidative damage, inflammation and aortic pathology in hypercholesteromic rats.Exp Toxicol Pathol. 2011

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