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Summary and implications for MNE senior managers and policymakers

Dans le document TRANSNATIONAL CORPORATIONS (Page 103-109)

Edward Gilmore, Ulf Andersson and Noushan Memar*

6. Summary and implications for MNE senior managers and policymakers

refínamèntc

m â ú ü ín à CNC

refinamento

Figura 3.2 - Es qu ema básico do p r o c e s s o de corte de ch a p a s m e t á l i c a s pela ut ili zaç ão do SAPRO.

i) Des env o l v i m e n t o do Projeto T é c n i c o - M e c â n i c o (item A da figura 3.2)

Nesta etapa o s ist ema oferece c o n d i ç õ e s para que ó usuário, ut il iza ndo -se de recursos gráficos interativos,

possa d e f i n i r a ge ometria das peças, P oder-se-á fornecer, de imediato, val ore s tais como: área, perímetro, a p r o v e i t a m e n t o individual e outros,

ii) A ná l i s e de Custos (item B da figura 3.2)

Como no processo a t u a l , est a etapa é baseada nos valores obtidos na etapa anterior, que promoverá ou nào a a p r o v a ç ã o econômica dos projetos.

iii) De fi n i ç ã o do Lote (item C da figura 3.2)

U t i l i z a n d o as mesmas est rat égi as para formação dos Lotes no pr oce sso convencional, nesta etapa, relacio nar -se -á as peças a serem cortadas at ravés dê um editor apropriado.

iv) Encaixe (item 0 da f igu ra 3.2)

A realiz açã o da etapa de Encaixe poderá ser obtida através de recursos interativos que p o s s i b i l i t e m a di s t r i b u i ç ã o das peças sobre uma chapa de m a t é r i a - p r i m a pr e v i a men te escolhida.

v) S e q u ê n c i a de Corte (item E da fi gur a 3.2)

Def i n i d o o encaixe, o usuário poderá gerar, t amb ém de forma g r áfica interativa, a se quê n c i a de corte das peças. Esta s e quê n c i a poderá ser gerada automaticamente, m i n i m i z a n d o o trajeto da ferramenta e o b s e r v a n d o as p o s s i b i l i d a d e s de

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deformação'^ da chapa.

vi) Programação NC (item P da f igu ra 3.3) •

Uma vez definida a sequência de corte, poder-se -a gerar automaticamente a programação, por comando numérico (NC), através de um sistema computacional apropriado.

vii) Fita NC (item G da figura 3.2)

Uma vez obtida a programação NC poderá ser g e r a d o de imediato a fita NC em equipamento próprio.

viii) Try-out (Item H da figura 3.2)

Este processo ocorre como no processo convencional. No entanto, antes de realizar o Try-out propriamente dito, o usuário poderá realizar uma série de simulações gráficas, onde os erros, quando houver, poderão ser d e t e c t a d o s e eliminados na maioria dos casos. ,

ix) Fita NC ou DNC (item I da f igura 3.2)

Aqui se tem o resultado final das etapas anteriores. A fita NC definitiva será gerada ou, se c o n v i e r às indústrias, poderá ser utilizada a tecnologia DNC^,

^ - causada pela aquecimento ex cessivo da chapa, q u a n d o a ferramenta atua numa mesma região por tempo muito longo.

^ - Esta tecnologia ainda não está disponível no SAPRO, sendo necessário a utilização de um outro sistema a c o p l a d o para efetivar seu uso.

3.4.1 - PROPOSTA DE C O R R E Ç Ã O

Os problemas, õ u t r o r a citados, ser ào corrigidos ou amenizados, dado às ca rac ter íst ica s de um sistema como o proposto, podendo-se, de imediato, relacionar os seguintes benefícios:

. N a fase de De s e n v o l v i m e n t o do Projeto, com a introdução da tecno log ia CAd (Computer Aided Drafting), sub stit ui- se o uso de pr anc het as por recursos mais flexíveis, mais precisos e muito mais rápidos;

. Na' fase de An álise de Custos, c5 r efinamento se m o s t r a r á mais e fi ciente devido, entre outras coisas, à velocidade, à precisão e à f l e x i b i l i d a d e s na ob te n ç ã o e precisão dos , valores envolvidos;

. Na fase de Def ini ção de Lotes não se f ará mais n e c e s s á r i o a anexação dos projetos têcnico-mecânicos, já que o sistema poderá fornecer dispos iti vos de a r m a z e n a m e n t o adequados;

. Na etapa de Encaixe não se fará mais n ece ssá ria a Co nfecção das M ode lo Escalonados, nem a cópia da distribu içã o das peças sobre a chapa;

. 0 ciclo Pro gra maç ão NC / Fita NC / Try-out. que representa uma pa rcela considerável dos maiores p rob l e m a s

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encontra dos no processo de f a b r i c a ç ã o atual, será amenizado. Tais problemas serão pelo menos reduzidos, quando não eliminados, pela at uação de um sistema gráfico interativo. Os erros de p rogr ama ção serão mínimos e o tempo de refinamento será s e n s i vel men te menor, devido às características GO sistema CAM proposto;

Talvez o mais importante dos benefí cio s dos sistemas CAD/CAM, onde o SAPRO se inclui, seja o as pec to organizacional mais c o n s i s ten te e seguro. Esta ca rac ter íst ica advém de qualquer sis t e m a informatizado, por oferecer meios mais rígidos e se guros para contfo le das informações e procedimentos.

4. - M O D E L O C O N C E I T U A L v ^

Neiste ca pit ulo será m o s t r a d a a base conceituai que s uportou o desenvolvi rnento do SAPRO. A ab ord a g e m ocorre de forma superficial , com fun ção principal de apresentar os requisitos funcionais dos p r i n c i p a i s pr oce s s o s que formam o SAPRO. A execução destes p r o c e s s o s está m e l h o r e x p o s t a no anexo 3 na forma de ensaios.

Vale ressaltar que no anexo 2 e n c o n tra -se uma descr içã o dos recursos necessários ao d e s e n v o l v i m e n t o do SAPRO, bem como os recursos necessários à sua execução. Tal d e s c riç ão compree nde principalmente a ver são workstation, uma vez que foi a que precedeu a versão personal computer. Contudo, os conceitos que serão apresentados são vá lidos para ambas as versões.

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4.1 - A CO MPU TAÇ AO G RAFICA

Conceituálmente, a Co mpu t a ç ã o Grá fic a ( C . G . ) c o n s t i t u i - s e na principal referência para o d e s e n v o l v i m e n t o do SAPRO.

: Numa definição mais acadêmica, a C.G. pode ser c o n s i d e r a d a como uma área da Ci ência da C o m p u t a ç ã o que estuda a geração, manipula çã o é interpretação de imagens por mei o de c o m p u t a d o r e s

[FOL82] [PER86J.

Por não se tratar do obj eti vo deste trabalho, à C.G. não sérá abordada em profundidade. C on t u d o uma relaçào c o n s ist ent e de suas aplicações, pôde sor e n c o n t r a d a em [FOL82] [TEI851.

As c ara cterísticas de sof t w a r e e h a r d w a r e para a C.G. p ò d e m ser encontrados em [NEW7 9] [CUN87Í, bem como t écnicas bás ica s em [F0L82] [HAR83] [NEW79]. Tais técnicas, p r o m o v e m a di m i n u i ç ã o do cá lculo computacional, o a umento da c o n s i s t ê n c i a dos dados, a simplif ica ção m ate mát ica e f a c i l i t a m a re presentação e t r a t a m e n t o numérico [ H I L 7 8 ] .

Com importância semelhante, a C.G. trata de outros tópicos, tais como: pacotes gráficos [WEL80], p a d r o n i z a ç ã o e p o r t a b i l i d a d e

[CUN87] [GIG86] [CLA84]. Todos estes co nce ito s são u t i l i z a d o s intensamente no SAPRO.

4.2 - ID ENT IFI CAÇ AO DO MODELO SAPRO

0 modelo conceituai do SAPRO consiste na o b s e r v a ç ã o de requisitos tec nol óg ico s e computacionais dós sistemas CAD/CAM, expostos pr inc ipa lme nte no anexo 1. Alguns destes con cei tos podem ser resumidos na figura 4.1..

Figura 4.1 - Esquema dos princi pai s c o n c e i t o s dos s i s t e m a s CAD/CAM. (Adaptado [TEI85]).

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Visando atender as necessidades, embora especificas, do SAPRO, estes conceitos influe nci ara m fortemente na sua concepção, f i c a n d o seus módulos c ara cte riz ado s da seguinte forma:

. CAD : SPDF SPDL SPEN (SAPRO (SAPRO (SAPRO Desenho) Def in i ç ã o de Lotes) Encaixe) . CAM : SPSC SPNC (SAPRO (SAPRO Seq üê n c i a de Corte) P r o g r a m a ç ã o NC)

Para com plementar a f u n c i on ali dad e destes módulos, foi id eal i z a d o ainda a con fecção de ou tro s três módulos de igual i m p o r tân cia aos anteriores. Tais módulos p ossuem a função de. ap o i a r os demais, através de ativida des que serão esclarecidas no d eco rre r deste texto, ã saber:

. APOIO : SPSP (SAPRO Suporte Operacional). SPCE (SAPRO Con tr o l e de Estoques) SPES (SAPRO Estatística)

Fazendo uma analogia com a figura 4.1 tem-se, na figura 4.2, a esquematização dos módulos do SAPRO.

Figura 4.2 - Diagrama geral do SA PRO vs CH APA S ressaltando seus principais módulos.

Considerando os aspectos a nte rio rme nte expostos, p od e - s e obter uma definição mais apropriada do SAPRO.

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0 SAPRO t e m como propósito p r o v e r o usuário de recursos tais que, a partir da concepção de uma peça mais restrições de produtividade, obtenhám-se de f o r m a rápida e precisa, os respectivos projetos t é c n i c o - m e c â n i c o s das peças e o nesting destas peças sobre a c h a p a a ser trabalhada. ,0 sistema ta mbé m fornece, de for ma automática, a programação NC responsável pela condução do p r o c e s s o de fabricação em máquinas AUTOCUT, objetivo final d est e trabalho. Relatórios contendo informações relevantes ao usuário podem ser gerados.

Figura 4.3 - Diagrama funcional do SAPRO observan do a se qüê n c i a de atividades.

Para melhor entender estas atividades, pode-se o b s e r v a r a figura 4.3. Nela verifica-se um aspecto seqüêncial na e x e c u ç ã o dos módulos do SAPRO, que será observado nas d emais seções.

4.2.1 - MODULO SPDF (DÊSENHO)

Este módulo, o primeiro da seqüência a ser executado, pode ser caracterizado como um sistema Gráfico In ter a t i v o p a r a orientação da entrada dos dados geométricos de uma p e ç a para suá posterior produção. Mã1s e s p e c i f 1caméntê este m ó d u l o compreende técnicaé de Computação Gr áfica comuns aos s i s t e m a s CAd. Como resultado da e xecução do SPDF, tem-se a in clu são da geometria concebida pelo usuário, o projeto t e c n i c o - m e c â n i c o da peça, no arquivo PECAS, com consequente c a d a s t r a m e n t o no a r q u i v o CAD. PECAS. Verifique a figura 4.4. .

Analisando em detalhe o SPDF verifi ca- se que seus r e c u r s o s podem ser apresentados na forma de 9 grupos de funções, co mo mostrado pela figura 4.5 e explora dos ná seqüência.

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Figura 4.4 - ■ Di agráma funcional ■ do módulo SPDF.

Entrada: interações com o usuário. Processo: desenho da peça.

Saida: p roj eto té c n i c o - m e c â n i c q da peça. Arquivos: CAD. PECAS -

Ca das tro das Peças e PÊCAS - Projetos técnico^-mecâhicos.

O SPDF torna disponível ao usuário o ambiente principal de de senho que pode ser v er ific ado pela figura 4.6. A dir eit a do

am biente principal, e stão os ícones para a seção de desenho. A parte central fica reservada para visua liz açã o das peças. Na parte sup erior con s t a m indicações para mater o usuário informado das ações jnterativas, bem como orienta çõe s para encaminhamento dos processos. Uma de scr i ç ã o mais detalhada e a execução dos recursos dispon íve is no SPDF podem ser encontrados no anexo 3,1.

Intclollzaçâo Definiçõo de modelagem poro furos, contornos ou marcâpao

A

Moddagem GeometríGO D e fin lç ^ de Pontos D efiniçío de Retas Definição de Arcos Arredondamento de cantds • / y Transfofrnapões Geometricos Tránsigçao Rotapòfo Escalonamento Simetria Manipulaçoó de Primitivas Translação Rotação Eseálonamento SPDF Viãuaíizaçâb Janela Desjpcamento VisQo Gera! , Inform Q ^ ê s Adicionais Areç Perím etro Aproveitamento Sucata

A\

Reojrsoa Adicionais Limpar t á a Atributos

Detalham ento das geometrías

Apagar .

\

Tecnoiogto do' Processo

Entrada Fisrramenta nc pepa Saída Ferram enta da p e ^ Verificápao Consistâhca

\

n nalizo çío Gravaçao CAb.PEÇAS

Gravação PEÇAS

Figura 4.5 - Mód ulo SPDF em detalhe, most ran do seus principa is grupos funcionais.

Al g u n s pontos c onc eit uai s dó SPDF d e v e m ser citados.

0 SPDF pode ser con sid era do como um si s t e m a tipo APT no que se refere à m o d e l a g e m geométrica. Para d e f i n i ç ã o dos recursos de

m o d e l a g e m geométrica, tomou-s e p r i n c i p a l m e n t e como referência os sistemas AP T/E XAP T (anexo 1.1.2). Gr a n d e parte das for mul açõ es matemáticas, n e c e s s á r i a s à m o d e l a g e m geométrica, ti v e r a m considerável c o n t r i b u i ç ã o do sistema Int era pt (anexo 1.2.1).

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Ac r e d i t a - s e que, com esta estratégia, aproximar mais o SPDF das n ece ssi dad es do projeto de peças mecânicas, bem como aproveitar a grande aceitação que os sistemas tipo APT têm no mercado, para promover, ao mesmo tempô, o SAPRO.

Figura 4.6 - Ambiente principal de desenho do SPDL. (Exemplo ext r a í d o da Indústria BBC/SP). ■

F u tur ame nt e será agregado ao SPDF conceitos de C o d i f i c a ç ã o e C l a s s i f i c a ç ã o das peças, visando uma possível a b o r d a g e m da

Tecnologia de G rup o (anexo 1.3), que será m e n c i o n a d a no e studo do módulo SPDL. Será atribuído a cada peça um có dig o c ontendo as seguintes principa is informações: tipo de material (chapa), processo de corte envolvido, processo de ma rca ç ã o envolvido, precisão necessária, à que produto pertence a peça, outros.

4.2.2 - M O D U L O SPDL (DEFINIÇÃO DE LOTES)

Ba s i c a m e n t e este módulo se constitui num. Editor Grá fico Interativo. O objetivo é permitir ao us uário a d e f i n i ç ã o de um Lote, a g r u p ã n d o interativamente as peças ; reT acionadas em uma Ordem de Produção. Como última atividade, este pro ce s s o gera uma inclusão no arquivo de LOTES de uma Or d e m de P rodução e s i m u l t ane ame nt e atualiza o arquivo CAD. LOTES, como indicado pela figura 4.7.

Os g rupos funcionais que com pre end em o SPDL podem ser verificados p ela figura 4.8 e e xpostos na seqüência.

Estes gru pos funcionais podem ser acessa dos pelo ambiente do, módulo SPDL, mostrado na figura 4,9. A di rei ta da relação das peças estão os ícones de edição. Uma d esc rição mais d eta lhada e a execução dos recursos disponíveis no SPDL podem ser e n c o ntr ado s no anexo 3,2.

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Figura 4.7 - Es qu e m a Funcionaíl do módulo SPDL. Entrada-.

CAD. PECAS, PECAS e interações com o usuário (Ordem de Produção). P roce s s o : e d i ç ã o de um Lote. Saída : Lote. A r q u i v o s :

CAD. LOTES - Cad a s t r o de Lotes, LOTES - relação das peças, CAD. CH APA S - Cadastro de C h a p a s e CHAPAS - dimensões da chapa.

Figura 4.8 - M ó d u l o SPDL mostrando seus principais grupos funcionais.

“P 9 KBotí-froi Ier2 B : 31 Jrüfí 3 peco.eKOpt s 1 ^ 1

o

fl^fícú ' Ô ® 0

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O O o

Figura 4.9 - Ambiente principal de ediçào do SPDL.

Co nforme c i t a d o no final da seção anterior, com a atribuição de um c ódigo para as peças, de forma à r e p r e s e n t a r e m suas car cteristicas, o SPDL poderá, futuramente, u t i l i z a r - s e de conceitos de T e c n o l o g i a de Grupo (GT). Tal recurso p o s s i b i l i t a r á o d e s d o b r a m e n t o de uma Ordem de Produção e m Lotes com ca rac ter íst ica s comuns, tais como: m e s m o tipo dé chapa, de processo de corte, dè processo de marcação, mes ma t o l e r â n c i a dimensional, etc.

■ Outro b e n e f í c i o desta abordagem refere-se ao aumento, da consist ênc ia e c onf iab ili dad e dos Lotes. Com a u t i l i z a ç ã o da Tecnologia de G r u p o poder-se-ã relacionar produtos ao invés de componentes, c a b e n d o ao sistema v e r i fi car tais c omponentes. Com

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isto, possíveis falhas de q u a n t i dad es de peças e até m esm o ausência de ,algum componente, poderão ser evitadas.

Ainda, pela Tecnologia de Grupo, a p esq uis a para u t i 1ização de chapas e sobras será otimizada, uma vez que os requisitos de corte serão comuns em cada Lote.

4.2.3 - M ODULO SPEN (ENCAIXE)

Cabe a este módulo, tendo como e l è m e n t o ativador o Lote previamente descrito, gerar os nestings. Estes n est i n g s representam a disposição das peças sobre uma área retangular representativa da chapa, de modo a o c u p a r e m o menor e spa ço possível. Esta atividade se reflete em um ma ior apr ove ita men to da matéria-prima e c on seq uentemente em uma redução no custo do produto. Verifique a figura 4.10. Os nes tin gs são o btidos de m ane ira confortável e rápida, atr avés da interação do us uário com os recursos gráficos oferecidos. Co mo resultado final, este m ódulo gera as matrizes de t r a n s f o r m a ç õ e s geométricas^ que, quando aplicadas sobre a peça d e s c r i t a nó Lote, resulta na sua relativa disposição sobre a chapa. Tais m atr i z e s são a rma zen ada s no arquivo ENCAIXE e catal oga das no c ada s t r o CAD. ENCAIXES.

^ - Estas matrizes r e p r e se nta m uma das técnicas da C.G. e reduzem enormemente a me mór ia n e c e s s á r i a e te m p o de p roc e s s a m e n t o das peças sobre o nesting. V erif i q u e a secção 4.1.

Figura 4 .10 - Esq u e m a f uncional do mó d u l o SPEH. Entrada:

Lote e interações com o usuário. Processo : enc a i x e ("nesting").

S aída : Encaixe. A r q u i v o s : CAD. E NCAIXE - C ada str o de

Encaixe s e ENC A I X E S - m a t r i z e s de t r a n s f o r m a ç õ e s geométricas or ien t a n d o a d i s p o s i ç ã o das peças sobre a chapa.

Para m e l h o r d e s c r e v e r os recursos of e r e c i d o s pelo SPEN, po de- se o b s e r v a r os seus grupos funcionais pela figura 4.11.

A maior p r e o c u p a ç ã o na confecção deste m ódulo foi a co nst r u ç ã o de um a mbi e n t e amigável e flexível ao usuário, Este am bie nte pode ser o b s e r v a d o pela figura 4.12. Na parte superior da tela está õ Lote d e f i n i d o na fase an ter ior (SPDL). Ainda na parte superior, no ca nto direito, estão os icones que ativam as di ve r s a s fun çõe s de interação. A faixa central da tela é

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reservada para o processo de nesting propria men te dito. Abaixo desta faixa es tã o as Informações Ad i c i o n a i s que auxiliarão durante o processo. Uma d e s c r i ç ã o mais d e t a l h a d a e a execução dos recursos disponíveis no SPEN pod em ser e n c o n t rad os no anexo 3.3.

1 ' - ...

Inicialização Recupera Lote

Definição de Parâmetros A Mpvimentócòo Trohslopùo Rotopqo Tombcmento ' Visuallzapão Janela Deslocamento

Com Distancio entre peças Sem BIstâhcía entre pepós

SPEN Agrupamento Tronsloção de blocos

Rotopõb de blocos Copia de^ blocos Elimínapôb dé blocos

V

Recursos Adicionais

Spbreposipõb entre pecos Area do encqixe

Perímetro do encoixe Aproveitamento do encaixe Sucata

Flnalizapaò Grava CAD.ENCAIXE

Gróva ENCAIXE

Figura 4.11 - Módulo SPEN m o s t r a n d o seus principais g rup os funcionais.

Atualmente o SPEN não d isp õe de um submódulo para realização do nesting automático, por razões já expostas no capitulo 2. Contudo, as p e r s p e c t i v a s do SPEN convergem para o de sen volvimento de tal recurso, com o ob jet ivo de o fer ece r ao

usuário mais c o m o d i d a d e na confecção dos nestings e, a o me s m o

. . •

tempo, agregar ao SAPRO um forte atributo de qualidade que garanta a c o m p e t i t i v i d a d e com os sistemas e s t r a n g e i r o s .

t n CAI XI

(bt 1 - raoupera ulti»a pee» enc«iwda) ___________(bt 2 • ppga paea p«r« encalxtr)

twlr-iríll*rí s j j 0 o o o 0 o

JSL

| r v O 0 o 0 0 o í i r O o o o o o 1 í o o o G 0 o o o o G G G K K G 0 0 0 G O 0 o o o G O --- ^ L - r j O o o T - í --- - o G G K o o o o O G f o G G l o O G IprcwTTt.»«'V'fT7Í\ V" a,t3ac3 lYlaca T*Tfl‘nTX

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4.1.5 - M O D U L O SPSC (DEFINIÇÃO DA SE QUÊNCIA DE CORTE)

0 SPSC pode também ser classif ica do como um Si stema Grá fic o Interativo, que se destina a gerar au tom ati cam ent e as seqüências

de co rte e m arc a ç ã o das peças. Isto se dá mediante o forne cim ent o do n e s t i n g preparado pelo SPEN. 0 SPSC ainda oferece um ambiente para e d i ç ã o das seqüências, se necessário, e ex ecuta simulações gráficas. Uma vez concluída a geração das seqüências, elas são ar m a z e n a d a s apr opriadamente nos arquivos SEQ. CORTE e CAD. SEQ. CORTE. V eja figurã 4.13.

E x p l o r a n d o um pouCo mais os processos do SPSC, tem-se os seus g rup os f uncionais mos tra dos pela f igura 4,14.

A for ma de apr ese nta ção do ambiente SPSC é similar à do SPEN. Ve ri f i q u e a figura 4.15. Na parte central é exibido o nesting, na parte superior à direita est ão os ícones que c o n t r o l a m ó processo interativo. Uma de scr i ç ã o mais detalhada e a e x e c u ç ã o dos recursos disponív eis no SPSC pod em ser en contrados no a n e x o 3.4.

C o n c e i t u á l m e n t e o SPSC sofreu grande influência dos si ste mas tipo APT, mais e s p e c ifi cam ent e no que se refere ao CL DAT A (anexo 1.1.2). Pretende-se utilizar o for mat o^ do CLDATA como p a d r ã o do arquivo SEQ. CORTE. Desta forma, o usuário terá mais um m eio de comunicação com outros sistemas.

Figura 4.13 - E s q u e m a Funcional do módulo S ? S C . Entrada:

nesting e interação com o usuário. Processo: s equ enc ial iza ção

das peças pará o corte. Saida: lista ordenada das m atrizes de transformação das peças. Arquivos: CAD. SEQ. CORTE - Cad a s t r o da

Seqüência de Corte e SEQ. COR TE - Seqüência de Corte.

Iniclallzapqõ Recupera Encoixe

Definipão de Parometros Gerâcéô ^utõffiâtlcã de Sequenclo CC ^ Mcrcaçaó Geraçóõ ^nteratlva de Sequencia Crlaçao_ Exdusóq Simulapòo Vlsudlzafôb Jóneia Deslocomento

Flndizaçoo Grova CAD.SfQUENaA

Grava SEQUENdA

Figura 4.14 - M ó d u l o SPSC mostrando seus principais grupos funcionais.

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.

M O S T Í I A

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Fi gura 4.15 - Tela principal do SPSC m ost ran do o nesting do L o t e selecionado.

4 . 1 . 6 - M O D U L O SPNC (PROGRAMAÇÍ^O NC)

Neste mó d u l o conclui-se f u n c i o n a l m e n t e todo o procésso a q u e se des t i n a o SAPRO com a g eração do programa NC (anexo 1.1.1), como m ost rad o pela figura 4.16. Uma vez obtida a S e q ü ê n c i a de Corte, o usuário deve fornecer alguns parâmetros

tecnológicos referentes ao ■ processo de corte, tais como: velocidade de avanço da ferramenta, velocidade de corte, t e m p o de pré-aquecimento, di stâ nc ia entre as ferramentas, etc. Com o conhecimento destes dados o SPNC pode gerar, de forma automática, o Programa NC c o r r e s p o n d e n t e . Alternativamente o usu á r i o poderá

requerer uma simulação conjunta com a geração do P r o g r a m a para depuração visual do processo de corte. Finalmente o P r o g r a m a NC é devidamente cadastra do e armazenado. Verifique a figura 4.16.

Em análise mais detalhada dos grupos funcionais do SPNC, verificam-se os pr ocessos descritos na figura 4.17.

0 ambiente principal de trabalho do SPNC pçdé ser o b s e r v a d o pela figura 4.18. Â direita está ò menu de i ni ci al i z a ç ã ó . Na

porção esquerda, est á reservada a área para geração do c ó d i g o NC. No topo, abaixo dós ícones, é reservada uma área de simulação. Uma descrição mais detalhada e a execução dos recursos disponíveis no SPNC podem ser encontr ada no anexo 3.5.

C o n c e i t u a l m e n t e , o SPNC compreende um con junto de pós- processa dor es (anexo 1.1.2), responsáveis pela g e r a ç ã o dos Programas NC r efe ren tes aos seguintes processos: Oxi-corte, Plasma, Marcação P neu mát ica e Marcação por Oxido de Zinco, Os Programas NC gerados por tais pós-processadores s e g u e m as convenções usuais, com excessão de algumas i nst ruç ões desenvolvidas esp eci fic ame nte para o controle das m á q u i n a s Autocut.

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Figura 4.16 - Esquema funcional do módulo SPNC. Entrada:

S e q ü ê n c i a de corte das peças e informações tecnológicas.

Processo: geração do Programa NC. Saída: Pro grama HC. Arquivos:

CAD. PROG. NC - Cadastro de Pro gramas NC e PROG. NC - I nstruções de trajetó ria da ferramenta e dados tecnológicos. ,

Inlcloliapão R ecup^çòo da Sequência

Defljjlçõo dè ■ Paromatroo Edição das

InformacSsã Tecnol ogicas

SPNG Gerapao do Programa NC Po8—Processador Corte OC Pós-Processador Corte Plasma Pós—Processador Morcop^o Pnoumot. Po's—processador Marcqpoo Pó Simulação

Rnallzapao Gravo CAD.PROG.NC

Grava PROGRAMA NC

Figura 4.17 - Esquema do SPNC mo str and o seus p rin ci p a i s

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:4392. :4398, :4404, :4410. 4413, 4416, M61 KERF R 0.000 R0 G00 X64.746 Y 1224.921 KERF R 10.000 RL- M60

CYC CALL 83 PIERCE POINT

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