É de todo pertinente que este estudo, ou outros de contornos semelhantes, tenha continuidade, nomeadamente ampliando uma lacuna flagrante no campo do estudo da Didática de Língua, de Literatura e de Cultura: a proficuidade do ensino não-formal no seio do ensino de Língua(s), Literatura(s) e Cultura(s). Estamos convictos de que esta área deve acompanhar os esforços desenvolvidos pelas Ciências Naturais e Ciências Sociais, que conferem ao ensino não-formal, nomeadamente às Visitas de Estudo e ao Trabalho de Campo grande notoriedade e necessidade. Em paralelo, estamos convencidos de que a questão das sessões de ensino não-formal, que muitas das vezes tomam conceito e reificação em exemplos como os Clubes (de Literatura, de Teatro... apenas para dar alguns exemplos) deverão ser objeto de maior estudo, ampliando e melhorando este tipo de ferramentas e de práticas, a bem da revitalização das Humanidades em estrutura profunda e das Línguas, Literaturas e Culturas em estrutura de superfície.
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É jussivo mencionar neste campo que no decurso de todo o projeto mobilizámos mais de duas centenas de alunos que connosco participaram nas diversas atividades. Apenas a título de curiosidade, reforçamos que na Visita a Santiago de Compostela participaram quase cento e vinte elementos.
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