2.3 Decoding
2.3.2 Sphere Decoding Algorithm
As TIs dos IFs foram avaliadas através de questões fechadas e abertas. As respostas obtidas através do questionário serão demonstradas a seguir, possibilitando a análise dos fatores correspondentes à estrutura física (hardware), softwares, recursos humanos, conectividade (internet) e técnicas de governança de TI. As respostas das questões fechadas foram classificadas como: Ótimo, Bom, Regular, Ruim e Péssimo.
4.1. Avaliação da estrutura física da instituição de ensino, principalmente em relação equipamentos (Hardwares).
Falar sobre a estrutura física dos setores de TI dos Institutos Federais é, no mínimo, um trabalho desafiador, principalmente, em relação à constante evolução em todos os aspectos das tecnologias de hardwares, visto que diariamente surgem novos componentes, peças e equipamentos para serem usados pelos diversos órgãos públicos.
No tocante à avaliação da estrutura física (hardwares) conforme o gráfico 01, observa-se que 59% dos 24 IFs pesquisados, consideraram a estrutura física como boa. Esse dado positivo deve-se ao fato de que o setor público vem investindo cada vez mais em TI, na busca da adoção de um modelo tecnológico voltado para soluções abertas e aderentes a padrões internacionais, (PORCIUNCULA, 2010).
Observa-se também que apenas 5% dos órgãos pesquisados avaliaram a referida estrutura como ruim ou péssimo. O dado demonstra que os Institutos investem em equipamentos, principalmente em decorrência de sua rápida depreciação.
Constata-se que 13% dos IFs consideram a Infraestrutura (equipamentos, laboratórios e outros) como desafios e entraves no desenvolvimento das Instituições de ensino profissional e tecnológico, esses fatos podem estar relacionados como, por exemplo:
Alguns IFs pesquisados enfrentam dificuldades em relação à disponibilidade de equipamentos para fins pedagógicos;
Algumas Instituições não dispõem de laboratório, nem de equipamentos em número suficiente para serem utilizados pelos alunos;
Instalações prediais não foram projetadas para ter esse tipo de finalidade; O processo de compra de equipamentos e softwares é moroso e burocrático,
o que atrasa o desenvolvimento das atividades.
Porém muitos IFs solucionam os problemas identificados por meio das políticas de investimento do governo federal, principalmente relacionados à aquisição e reestruturação das infraestruturas utilizadas nas Instituições.
Gráfico 1: Situação da TI em relação à estrutura física (hardwares).
Fonte: Dados da pesquisa.
4.2. Avaliação dos softwares existentes nas instituições de ensino.
Nos dias atuais, uma das maiores necessidades na área de Tecnologia da Informação é o desenvolvimento de sistemas de informação com rapidez, qualidade e com custos reduzidos.
Com a adoção de tecnologias adequadas e boas práticas, podem-se atender essas necessidades encontradas no processo de desenvolvimento de softwares.
Os sistemas de informação ajudam as organizações a impulsionar suas competências essenciais ao promover o compartilhamento de conhecimentos entre as unidades de negócio da instituição.
Porém os sistemas devem estar de acordo ao planejamento estratégico das organizações, principalmente pelo fato que as mesmas vêm enfrentando um ambiente extremamente competitivo, inseridas em uma sociedade profundamente afetada pelos novos paradigmas introduzidos pela chamada sociedade da informação (AUDY e BRODBECK, 2003).
Segundo Audy e Brodbeck (2003), constata-se que muitas organizações utilizam um grande número de ferramentas de planejamento sem os benefícios de um modelo coerente e sem uma aparente sequência, o que evidencia uma visão estratégica e uma abordagem incremental que não é acompanhada pelos modelos existentes.
Os autores afirmam ainda que a área de sistemas de informações passa por uma pressão por mudanças diante das novas possibilidades tecnológicas, organizacionais e de mercado que anseiam por uma nova visão na formulação e implantação de estratégias. E consequentemente acarreta uma pressão sobre os tomadores de decisão.
Destaca-se também a importância do processo de aprendizagem organizacional como algo fundamental para a viabilização de processos de mudança nas organizações (AUDY e BRODBECK, 2003).
Outro aspecto importante em relação à utilização dos softwares no serviço público é que o crescimento do uso de sistemas de informação baseados em redes de computadores pelos governos no Brasil têm sido intenso, com despesas relativamente expressivas, que o Tribunal de Contas da União criou, em 2006, uma secretaria especial com auditores especializados em questões envolvendo TIC na administração pública federal (CAPUANO, 2008).
Em relação à avaliação dos programas e aplicativos (softwares) conforme o gráfico 02 observa-se que 36% dos 24 IFs pesquisados, consideraram os softwares como Bom e outros 36% avaliaram como Regular.
Observa-se também que 23% dos órgãos pesquisados classificaram os softwares como Ruim. Esse item merece destaque e alerta para a necessidade de investimentos nessas ferramentas, pois 59% dos órgãos entrevistados consideram o fator analisado como regular ou ruim. Resultado que deve ser observado cuidadosamente pelos gestores dos Institutos, principalmente pelo fato de as Instituições públicas de ensino se mantêm mais dependentes dos softwares em todas as suas áreas.
Os dados relativos aos softwares/programas, conforme apresentado no gráfico 2, indicam necessidade de uma maior observância em relação uso dos sistemas de informação. Esse dado enfatiza que os sistemas de informações utilizados pelos IFs estão em desacordo em grande parte com os objetivos estratégicos almejados pelas instituições.
Destaca-se também conforme a pesquisa realizada que os softwares utilizados pela área de apoio dos IFs, como Administração e Gestão de Pessoas são considerados bons e atendem as demandas das respectivas áreas. Esses sistemas atendem principalmente questões relacionadas a recursos financeiros, compras, licitações e recursos humanos.
Porém os sistemas utilizados pelas áreas fins dos IFs, ensino, pesquisa e extensão, são considerados deficitários por diversos aspectos, destacando-se, por exemplo:
Falta de soluções (softwares) particulares para a realidade do ensino público; Observa-se também a falta de uma uniformidade dos softwares existentes
nos IFs, sendo que as instituições utilizam diversos sistemas para a execução das mesmas atividades.
Poucas opções de softwares disponíveis para auxiliar as atividades de ensino, pesquisa e extensão;
Pouca produtividade dos softwares existentes.
Analisando os dados da pesquisa de um modo geral, observa-se que existe uma pequena produção interna de softwares de apoio as atividades finalísticas dos IFs. Esta deficiência está diretamente relacionada à qualidade e composição do corpo funcional da área de TI das instituições pesquisadas, sendo esta analise o próximo tópico do presente estudo.
Abaixo temos o gráfico 2, que apresenta os dados referentes a situação do uso de softwares nos Institutos.
Gráfico 2: Situação da TI dos Institutos Federais em relação a softwares.
Fonte: Dados da pesquisa.
4.3. Avaliação dos recursos humanos (profissionais) de tecnologia da vvinformação no desempenho das atividades diárias desenvolvidas nas instituições de ensino.
Conforme Fagundes (2014, p. 1) “para que uma organização que trabalha com TI consiga desenvolver e operar as novas tecnologias é necessário um batalhão de especialistas, um contínuo aperfeiçoamento da equipe e um controle absoluto dos processos”.
Segundo Capuano (2008), as organizações públicas em relação ao uso de TIC, no cenário mundial, enfrentam crises e desafios preocupantes. Pode-se citar, por exemplo, os problemas identificados por Pawlowski, Datta e Houston (2005) em estudo realizado nos estados norte-americanos na busca por profissionais talentosos no mercado:
Demanda crescente de mão de obra qualificada para seus departamentos técnicos em razão do aumento da confiança dos governos na TIC para a operação de seus programas e provimento de serviços aos cidadãos;
Dificuldade de competição com empresas do mercado no recrutamento de talentos em razão do desnível salarial geral (menos atrativos no serviço público);
Mesmo durante os períodos de retração da atividade econômica e da consequente redução da arrecadação de impostos, a demanda por alguns serviços públicos baseados em TIC tem aumentado continuamente.
Nas organizações públicas brasileiras por sua vez, os problemas identificados não são diferentes dos abordados nos estados norte-americanos. As organizações brasileiras encontram dificuldades na retenção de talentos, apesar das demandas crescentes de serviços de TIC para suportar a modernização tecnológica dos serviços públicos, Capuano (2008).
Na avaliação dos recursos humanos, profissionais que atuam nos setores de TI nos IFs, observa-se conforme o gráfico 03 que 45% dos 24 IFs pesquisados, consideraram a força de trabalho dos setores como Regular. Esse fato necessita de um acompanhamento constante por parte dos gestores dos IFs, visto que para o sucesso da Instituição, a área da TI deve ter um quadro de servidores compatível com as demandas da Instituição.
Outro ponto que merece destaque, conforme o gráfico, é que 36% dos órgãos pesquisados classificaram os recursos humanos como Ruim.
Portanto, observa-se que 81% dos IFs pesquisados consideram o corpo funcional da área de TI como regular ou ruim, sendo esse o maior desafio enfrentado nas instituições em relação às atividades desenvolvidas pela área de Tecnologia da Informação.
Pode-se destacar diversos fatores que geram esse dado negativo, como por exemplo:
A rotatividade nos Institutos Federais é considerável e dependendo da região do país é difícil um servidor permanecer muito tempo em um Campus, principalmente nos Campi do interior dos estados;
Dificuldade na seleção dos profissionais da área de TI, em virtude do método de seleção que se dá por meio de concurso público;
Existência de uma competitividade entre os servidores da própria União envolvendo os poderes Executivo, Legislativo e Judiciário em virtude das diferentes remunerações pagas pelos respectivos poderes;
Necessidade de um grande programa nacional de capacitação dos servidores da área de TI nos IFs.
Outro dado identificado na pesquisa aplicada foi que 46% dos IFs avaliados responderam que os profissionais (recursos humanos) são considerados entraves ou desafios a serem resolvidos pelos Institutos. Podemos citar:
Ausência de profissionais disponíveis para o apoio técnico necessário para que os docentes desenvolvam atividades didáticas mediadas pelo computador com os seus alunos;
Devido à posição geográfica, o perfil para profissionais de TI é escasso em diversos Institutos, como também curso para capacitação nas regiões mais afastadas dos grandes centros;
Necessidade de estruturar adequadamente o quadro de pessoal de TI, elevando o número de profissionais devidamente qualificados em suas áreas de atuação e com remuneração digna;
Evasão de Analistas e Técnicos de TI do Poder Executivo Federal, em virtude da remuneração;
Pequeno número de profissionais para atender as demandas existentes e novas que surgem, impossibilitando prover novos serviços;
Constante desenvolvimento e atualização das tecnologias que exigem uma considerável demanda de capacitações dos servidores;
Rotatividade de pessoal que prejudica a manutenção da qualidade na entrega de serviços;
Baixo número de profissionais especializados na área de TIC no quadro das instituições, tendo em vista o aquecimento do mercado, o que exige adaptação e desenvolvimento pessoal;
Ausência de pessoal em áreas especificas como, por exemplo, Governança de TI e Segurança da Informação;
Falta de uma política de capacitação, haja vista, que a evolução das tecnologias é constante.
Como possíveis soluções para os problemas identificados na presente pesquisa, sugere-se uma adequação no modo de seleção dos servidores da área de TI, sendo que o método de contratação deveria conter além da aplicação das provas objetivas, uma prova prática, como também a exigência de experiência profissional de um determinado tempo para que o servidor ingresse com uma relativa experiência nos Institutos Federais, observando-se sempre a legislação vigente.
Outra possível solução seria a elaboração de um Plano Nacional de Capacitação para os servidores lotados na área de TI nos Institutos Federais.
Gráfico 3: Situação da TI dos Institutos Federais em relação aos recursos humanos.
Fonte: Dados da pesquisa.
4.4. Avaliação das tecnologias de conectividade, principalmente em relação à Internet no desempenho das atividades diárias desenvolvidas nas instituições de ensino.
Conforme Fagundes (2014, p. 1)
As tecnologias da informação sofisticam-se para atender requisitos de integração de dados e processos com o objetivo de garantir maior disponibilidade dos sistemas. As transações em tempo real entre fornecedores e clientes trazem uma nova realidade para as empresas e organizações.
Silva (2002, p. 9) afirma que
A tecnologia de redes de comunicação modifica profundamente o conceito de tempo e espaço. É possível morar em um lugar isolado e estar sempre ligado aos grandes centros de pesquisa, às grandes bibliotecas, aos colegas de profissão e a inúmeros serviços, realizando boa parte do trabalho particular ou profissional sem sair de casa.
Com a nova era da tecnologia, um grande leque de possibilidades de aplicações pode se abrir na área de educação com o auxilio da tecnologia da informação. Com o crescimento quase exponencial da grande rede, temos um número cada vez maior de pessoas conectadas à internet.
Podemos constatar também um crescente número de possibilidades que a internet vem oferecer para a sociedade, principalmente para a educação. A Internet tornou-se um mecanismo que permite que os diversos profissionais possam chegar à solução de diversos problemas, pois as pessoas podem estar em locais diferentes uns dos outros, contudo conectados ao mesmo tempo, através do mecanismo supracitado, assim proporcionando um avanço cada vez significativo para a educação da população em geral.
Fagundes (2014, p. 5) reitera que
O uso da Internet como ferramenta de integração trouxe grandes vantagens para as empresas e organizações, porém o fator segurança ameaça a integridade das informações. A redução dos custos de comunicação com o uso da Internet é compensada com os significativos investimentos em ferramentas de segurança.
Na avaliação das tecnologias de conectividade, internet, conforme o gráfico a ser apresentado, conclui-se que 41% dos 24 IFs pesquisados, consideraram o item avaliado como bom.
Apesar de o fator ter sido avaliado positivamente por quase metade dos IFs pesquisados, os gestores de TI devem observar que 36% dos órgãos classificaram as tecnologias de conectividade como regular.
Outros 14% das instituições pesquisadas avaliam o item referente às tecnologias de conectividade como ruim.
Para 13% dos IFs pesquisados os maiores entraves e desafios em relação às TICs é em função ao acesso à Internet, pode-se citar:
Constantes situações de oscilações na conexão com a internet devido a problemas nos centros de distribuição em determinadas regiões;
Alguns IFs não dispõem de programas antivírus centralizado, nem pacotes específicos de softwares para segurança da informação;
Estrutura ineficiente de telecomunicações de alguns estados impossibilita a conectividade entre todos os campi em alguns Institutos.
Contudo, as tecnologias de conectividade nos IFs podem ser melhoradas com a adoção de medidas como uma melhor infraestrutura de conexão de redes nas Instituições, visto que as mesmas utilizam às tecnologias de acesso à internet disponibilizada pela RNP – Rede Nacional de Ensino e Pesquisa. Rede essa que é mantida pelo governo federal para disponibilizar acesso à internet as instituições de ensino e pesquisa públicas ou privadas.
Gráfico 4: Situação da TI dos Institutos Federais em relação à conectividade – Internet.
Fonte: Dados da pesquisa.
4.5. Avaliação do desempenho das técnicas de governança da tecnologia da informação aplicadas nas instituições de ensino.
Governança no setor público compreende essencialmente os mecanismos de liderança, estratégia e controle postos em prática para avaliar, direcionar e monitorar a atuação da gestão, com vistas à condução de políticas públicas e à prestação de serviços de interesse da sociedade – Referencial básico de governança – Tribunal de Contas da União.
Referente à avaliação das técnicas de governança, conforme o gráfico 05 observa-se que 45% dos 24 IFs pesquisados, consideraram o item avaliado como regular.
Observa-se também que 27% dos órgãos pesquisados classificaram os as referidas técnicas como Ruim e outros 27% consideraram o item avaliado como bom.
Dos órgãos entrevistados, 72% consideram o fator analisado como regular ou ruim. Consequentemente os gestores devem analisar quais os problemas estão ocorrendo na área de governança e buscar mecanismos que possam auxiliar na redução desses índices negativos.
As técnicas de governança exercem um papel fundamental para o sucesso de uma organização, visto que as mesmas regem o direcionamento da instituição em relação à Tecnologia da Informação.
Para 29% dos IFs pesquisados os maiores desafios e entraves relacionados à Gestão de Tecnologia da Informação e as técnicas de governança são em virtude de:
Busca pela conciliação da Governança e Gestão de TI, com o objetivo de atender as necessidades de decisão democrática com a centralização;
Ausência de profissionais com conhecimentos significativos em questões de Governança de TI;
Mudança na mentalidade de algumas pessoas para entender as demandas e necessidades de TI e dar uma maior importância para a mesma no desenvolvimento das atividades;
Ausência de apoio da alta direção em alguns Institutos e o reconhecimento da TI como área estratégica para a Instituição e essencial para manter o órgão competitivo;
Falta de governança corporativa da Instituição;
Em alguns IFs a alta administração não se responsabiliza pelas políticas de TI;
Em certos Institutos a alta administração não estabelece objetivos e indicadores de desempenho da gestão e uso da TI;
Falta de planejamento institucional e planejamento estratégico, a fim de que possa ser estabelecido e desempenhado e o planejamento de TI;
Ausência de comunicação com as áreas de ensino, pesquisa e extensão no que se refere à contratação de soluções de TI. Essa falta de comunicação gera demandas de soluções de TI que normalmente demoram mais tempo que a área de negócio aceita como ideal;
Forte crescimento das demandas de soluções de TI.
Portanto verifica-se que organizações que trabalham com tecnologia da informação devem adotar um modelo de governança de TI para aumentar sua eficiência e demonstrar que podem agregar valor aos seus negócios, tanto nas instituições públicas como nas privadas.
Verifica-se também que cada organização de TIC deve desenvolver seu projeto de governança. Sendo que um projeto de governança de TIC varia de organização para organização. Não existe uma única solução.
Por fim é importante que a área de tecnologia da informação nos IFs, consiga atingir o nível de maturidade de governança de TI compatível com as necessidades dos processos de negócio da instituição.
Gráfico 5: Situação da TI dos Institutos Federais em relação às técnicas de governança.
4.6. Avaliação dos desafios e entraves relacionados com as Tecnologias da Informação e Comunicação.
Segundo Fagundes (2014), alguns CIOs (Chief Information Officer) enfrentam o desafio de melhorar a imagem de TIC dentro e fora da organização.
Fagundes (2014) afirma ainda que
Uma Instituição ter uma boa imagem ajuda no relacionamento interno, permite que o pessoal de TI participe das tomadas de decisão de negócios, ajuda na aprovação interna de projetos e melhora o clima organizacional.
Fagundes (2014) define ainda 10 tópicos para necessários para conseguir uma boa imagem da TIC dentro de uma organização:
1. Tenha um bom serviço de atendimento aos usuários;
2. Tenha um software de gestão integrado que atenda as expectativas dos clientes internos;
3. Entregue os projetos no prazo com custos transparentes e competitivos; 4. Tenha uma Estratégia de TI com um plano de investimentos consistente; 5. Tenha um bom plano de divulgação interno e externo;
6. Desenvolva um bom relacionamento com os formadores de opinião internos;
7. Só aceite desenvolver projetos que estejam alinhados com os objetivos da empresa;
8. Adote soluções tecnológicas inovadoras que causem orgulho ao pessoal da empresa;
9. Desenvolva um bom relacionamento com a comunidade de TI; e, 10. Desenvolva e retenha os talentos internos.
Nos IFs identificam-se significativos desafios e entraves relacionados com as Tecnologias da Informação e Comunição que podem impedir uma boa imagem das TICs no âmbito institucional, bem como impedir o crescimento desejado para a Instituição.
O gráfico 6 identifica os principais desafios e entraves relacionados com as TIC nos IFs.
Gráfico 6: Desafios e entraves relacionados com as TICs nos IFs.
Fonte: Dados da pesquisa.
Conforme o gráfico 6, 13% dos 24 IFs pesquisados, justificam os entraves e desafios relacionados às TICs em função das políticas de expansão e interiorização dos Institutos, pois:
Com a nova política de expandir e interiorizar os institutos federais, onde muitas dessas cidades ainda possuem infraestrutura inferior aos encontrados nas capitais, ocorre um gargalo em relação à comunicação e aos recursos de