O uso da TI como ferramenta para incremento de competitividade e produtividade
pelas empresas torna fundamental a questão que envolve a decisão entre administrá-la por
intermédio de fornecedores de serviços ou praticá-la com recursos próprios. Lacity e
Willcocks (2001) afirmam que, entre as muitas oportunidades de desenvolvimento da
pesquisa nesta área, destaca-se a chance de identificação das atividades para as quais se deve
ou não optar por uma alternativa de terceirização. O crescente interesse pelo assunto ajuda a
abrir caminho para os fornecedores de serviços oferecerem seus préstimos às empresas
interessadas.
Todavia, a incerteza que prevalece a respeito de questões de segurança, o alto custo
de se manter uma infra-estrutura atualizada de TI na empresa e a importância de
permanecerem competitivos nem sempre são motivos suficientes para contratar serviços de TI
de empresas terceirizadas. Desta forma, estudos relacionados a esse tema podem ser de grande
contribuição para a competitividade das empresas brasileiras, que poderiam ter mais uma
alternativa para o aumento da produtividade e competitividade nos negócios.
O avanço da estratégia de terceirização em tecnologia da informação, como uma
forma de gestão moderna para o atingimento eficaz dos objetivos organizacionais, desperta,
para as classes acadêmica e empresarial, a necessidade de dedicar esforços para a criação de
um corpo teórico capaz de interpretar e analisar as diferentes formas de controle
organizacional no nível das unidades tecnológicas das grandes empresas.
Contudo, convencer as empresas a confiarem suas informações internas e
confidenciais a uma entidade externa continuará sendo um grande desafio para os
fornecedores de serviços de TI. As crenças culturais relativas a essa questão levam ao
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