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Sondage - Questionnaires employé E s et employeurs

O método 2D-VM (KAROUI et al., 2012) é baseado em SCA e, diferente dos métodos do gradiente e da evolução diferencial apresentados, ele extrai primeiramente a matriz A que, no caso de imagens hiperespectrais, é a matriz de endmembers. Assim, de posse de uma estimativa da matriz mistura, é possível, através de um método de mínimos quadrados, encontrar as abundâncias fracionais S. A exigência para que esse método

Capítulo 4. Resultados 48

funcione bem é que existam pixels puros nas imagens, ou seja, pixels onde se encontrem apenas um material puro, de modo que a abundância fracional seja igual a um, devido à equação (2.9). No contexto de BSS, isso é equivalente a existir apenas uma fonte ativa (ver Apêndice A para maior detalhamento do método).

A fim de se comparar os métodos da evolução diferencial e o 2D-VM, foram selecionados dois espectros de endmembers de uma biblioteca espectral compilada pelo

United States Geological Survey (USGS) e medidos de 0, 4 a 2, 5𝜇𝑚 (CLARK et al.,

2007). A Figura 20 mostra esses espectros. Esses dois espectros foram então utilizados para se gerar imagens hiperespectrais, de acordo com o modelo de mistura linear. Os dois mapas de abundância fracional originais foram retirados de (KAROUI et al., 2012) e são mostrados na Figura 21. Para obedecer à restrição dada pela equação (2.9), os dois mapas de abundância fracional foram normalizados (Figura 22), a fim de que a soma para cada pixel ficasse igual a 1, e então foram geradas as misturas.

0 0.5 1 1.5 2 2.5 3 0 10 20 30 40 50 60 Comprimento de onda (µm) Reflectância (%) endmember1 endmember2

Figura 20 – Os dois espectros de endmembers reais.

10 20 30 40 50 60 70 10 20 30 40 50 60 70

(a) Mapa de abundância fracional 1.

10 20 30 40 50 60 70 10 20 30 40 50 60 70

(b) Mapa de abundância fracional 2. Figura 21 – Os dois mapas de abundância fracional reais.

Comparou-se, então, os dois métodos para a BSS. No caso da evolução diferencial, que foi usado para a extração, os parâmetros utilizados foram os seguintes: número de

Capítulo 4. Resultados 49 10 20 30 40 50 60 70 10 20 30 40 50 60 70

(a) Mapa de abundância fracional 1 nor- malizado. 10 20 30 40 50 60 70 10 20 30 40 50 60 70

(b) Mapa de abundância fracional 2 nor- malizado.

Figura 22 – Os dois mapas de abundância fracional normalizados.

iterações = 1000, taxa de mutação 𝐹 = 0, 5, taxa de crossover 𝐶𝑅 = 0, 5, tamanho da população 𝑁 𝑃 = 10. O valor inicial foi escolhido aleatoriamente com distribuição uniforme de probabilidade, no intervalo [0, 1], e o valor do desvio padrão utilizado para o cálculo da função custo, segundo o modelo da norma 𝑙0 suavizada, foi 𝜎 = 0, 05. Os

parâmetros utilizados para a deflação foram os seguintes: a constante 𝛼𝑖 foi procurada

no intervalo [−5, 5], com divisões de 0, 01 e o desvio padrão utilizado para o cálculo da função custo segundo o modelo da norma 𝑙0 suavizada, foi 𝜎 = 0, 01. A Figura 23 mostra

os mapas de abundância recuperados com o método da evolução diferencial.

10 20 30 40 50 60 70 10 20 30 40 50 60 70

(a) Mapa de abundância fracional 1 recu- perado pelo método da evolução diferen- cial. 10 20 30 40 50 60 70 10 20 30 40 50 60 70

(b) Mapa de abundância fracional 2 recu- perado pelo método da evolução diferen- cial.

Figura 23 – Os dois mapas de abundância fracional recuperados pelo método da evolução diferencial para os dados reais.

Pela análise da Figura 23, num primeiro momento, concluiu-se que o método re- cuperou os dois mapas de abundância fracional normalizados, mostrados na Figura 22, a menos de uma ambiguidade de permutação. Verificando os gráficos de dispersão bi- dimensional entre as fontes originais e as estimativas obtidas, mostrados na Figura 24, percebeu-se que ambas as estimativas equivalem à ambas as fontes, a menos de ambigui-

Capítulo 4. Resultados 50

dades de permutações e de escala. Isso também pôde ser verificado pela 𝑆𝐼𝑅 entre as duas fontes e as duas estimativas apresentados na Tabela 2.

Tabela 2 – Resultados da 𝑆𝐼𝑅 (dB) para o método da evolução diferencial e para o mé- todo 2D-VM para os dados reais.

y1 (DE) y2 (DE) y1 (2D-VM) y2 (2D-VM) s1 264, 6 78, 4 301, 3 314, 7 s2 264, 5 78, 4 305, 3 306, 9 0 0.2 0.4 0.6 0.8 1 0 200 400 600 y1 0 0.2 0.4 0.6 0.8 1 −2 −1 0 1 2x 10 −9 y2 S1

(a) Fonte 1 pelas duas estimativas.

0 0.2 0.4 0.6 0.8 1 0 200 400 600 y1 0 0.2 0.4 0.6 0.8 1 −2 −1 0 1 2x 10 −9 y2 S2

(b) Fonte 2 pelas duas estimativas.

Figura 24 – Dispersão bi-dimensional entre as fontes originais e as estimativas obtidas para o método da evolução diferencial para os dados reais.

Para o método 2D-VM, os parâmetros utilizados foram os seguintes: tamanho das zonas de análise = 6, valor limite para zonas puras = 1 × 10−20 e valor limite para o ângulo SAM = 8∘. A Figura 25 mostra os espectros dos dois endmembers recuperados e a Figura 26 mostra os mapas de abundância recuperados com o método 2D-VM.

0 0.5 1 1.5 2 2.5 3 0 10 20 30 40 50 60 Comprimento de onda (µm) Reflectância (%) endmember ext. 1 endmember ext. 2

Figura 25 – Os dois espectros de endmembers extraídos pelo método 2D-VM para os dados reais.

Pela análise das Figuras 25 e 26, também concluiu-se que o método recuperou os dois mapas de abundância fracional normalizados, mostrados na Figura 22, a menos

Capítulo 4. Resultados 51 10 20 30 40 50 60 70 10 20 30 40 50 60 70

(a) Mapa de abundância fracional 1 recu- perado pelo método 2D-VM.

10 20 30 40 50 60 70 10 20 30 40 50 60 70

(b) Mapa de abundância fracional 2 recu- perado pelo método 2D-VM.

Figura 26 – Os dois mapas de abundância fracional recuperados pelo método 2D-VM para os dados reais.

de uma ambiguidade de permutação. Novamente, verificando os gráficos de dispersão bi- dimensional entre as fontes originais e as estimativas obtidas, mostrados na Figura 27, também percebeu-se que ambas as estimativas equivalem à ambas as fontes, a menos de ambiguidades de permutações e de escala. Isso também pôde ser verificado pela 𝑆𝐼𝑅 entre as duas fontes e as duas estimativas apresentados na Tabela 2. Percebe-se que a 𝑆𝐼𝑅 nesse caso é maior que para o método da evolução diferencial, mostrando que o método 2D-VM foi mais eficiente para esses dados.

0 0.2 0.4 0.6 0.8 1 0 0.5 1 1.5 y1 0 0.2 0.4 0.6 0.8 1 0 0.2 0.4 0.6 0.8 1 y2 S1

(a) Fonte 1 pelas duas estimativas.

0 0.2 0.4 0.6 0.8 1 0 0.5 1 1.5 y1 0 0.2 0.4 0.6 0.8 1 0 0.2 0.4 0.6 0.8 1 y2 S2

(b) Fonte 2 pelas duas estimativas.

Figura 27 – Dispersão bi-dimensional entre as fontes originais e as estimativas obtidas para o método 2D-VM para os dados reais.

Esses resultados obtidos pelos dois métodos levaram a uma análise do comporta- mento dos mapas de abundância fracional. Verificando os gráficos de 𝑆1 por 𝑆2 antes e depois de serem normalizados (Figura 28) percebeu-se que após a normalização, a corre- lação entre os dois mapas de abundância fracional igualou a 1, o que não era verdade para antes da normalização. Portanto, concluiu-se que, para esse caso, a restrição dada pela equação (2.9) transformou os dois mapas de abundância fracional no mesmo, a menos de ambiguidade de escala e, por isso, conseguiu-se o resultado mostrados pelos dois métodos.

Capítulo 4. Resultados 52 0 0.2 0.4 0.6 0.8 1 0 0.1 0.2 0.3 0.4 0.5 0.6 0.7 0.8 0.9 1 S2 original S1 original

(a) Fonte 1 pela fonte 2.

0 0.2 0.4 0.6 0.8 1 0 0.1 0.2 0.3 0.4 0.5 0.6 0.7 0.8 0.9 1 S2 normalizado S1 normalizado

(b) Fonte 1 normalizada pela fonte 2 nor- malizada.

Figura 28 – Fontes originais e normalizadas.

4.4

Imagens hiperespectrais: método da evolução diferencial × mé-

todo 2D-VM - Dados sintéticos

Nessa seção, foram sintetizados dados a fim de que se criasse um cenário no qual o método 2D-VM encontra dificuldade. Os dois espectros de endmembers sintéticos são apresentados na Figura 29. Eles foram criados de tal maneira que as misturas fossem bem evidenciadas, então escolheu-se valores aleatórios com distribuição uniforme de probabili- dade para ambos os endmembers, de maneira que a média do primeiro fosse 0, 7 e a média do segundo fosse 0, 1. Esses dois espectros foram então utilizados para se gerar imagens hiperespectrais, de acordo com o modelo de mistura linear.

0 0.5 1 1.5 2 2.5 3 0 10 20 30 40 50 60 70 80 Comprimento de onda (µm) Reflectância (%) endmember1 endmember2

Figura 29 – Os dois espectros de endmembers sintéticos.

Capítulo 4. Resultados 53 10 20 30 40 50 60 70 10 20 30 40 50 60 70

(a) Mapa de abundância fracional 1.

10 20 30 40 50 60 70 10 20 30 40 50 60 70

(b) Mapa de abundância fracional 2. Figura 30 – Os dois mapas de abundância fracional sintéticos.

30. Na verdade, eles são os mesmos mapas de abundância fracional mostrados na Figura 21, com a diferença de que foram acrescentados aproximadamente 1250 valores nulos por todo o mapa 𝑆2, com o objetivo de deixá-los com uma diferença grande de esparsidade.

Outra diferença é que para esse caso, os mapas de abundância fracional não foram norma- lizados, portanto a soma para cada pixel não ficou igual a 1. Na prática, a restrição dada pela equação (2.9) pode ser violada devido aos efeitos da variabilidade dos endmembers (EV, Endmember Variability), que é a variação das assinaturas espectrais de um material em uma imagem hiperespectral, devido a variações na iluminação, atmosfera ou condições temporais (ZARE; HO, 2014).

Comparou-se, então, os dois métodos para a BSS considerados em nosso estudo. No caso da evolução diferencial, que foi usado para a extração, os parâmetros utilizados foram os seguintes: número de iterações = 1000, taxa de mutação 𝐹 = 0, 5, taxa de

crossover 𝐶𝑅 = 0, 5, tamanho da população 𝑁 𝑃 = 10. O valor inicial foi escolhido

aleatoriamente com distribuição uniforme de probabilidade, no intervalo [0, 1], e o valor do desvio padrão utilizado para o cálculo da função custo, segundo o modelo da norma 𝑙0

suavizada, foi 𝜎 = 0, 05. Os parâmetros utilizados para a deflação foram os seguintes: a constante 𝛼𝑖 foi procurada no intervalo [−10, 10], com divisões de 0, 01 e o desvio padrão

utilizado para o cálculo da função custo segundo o modelo da norma 𝑙0 suavizada, foi

𝜎 = 0, 01.

A Figura 31 mostra os mapas de abundância recuperados com o método da evolução diferencial. Pela análise da Figura 31, concluiu-se que o método recuperou os dois mapas de abundância fracional, mostrados na Figura 30, a menos de uma ambiguidade de permutação. Isso também foi observado tanto pelos gráficos de dispersão bi-dimensional entre as fontes originais e as estimativas, mostrados na Figura 32, como pela 𝑆𝐼𝑅 entre as duas fontes e as duas estimativas apresentados na Tabela 3. A média da 𝑆𝐼𝑅 foi de 20, 7, o que é um resultado satisfatório, considerando que uma 𝑆𝐼𝑅 acima de 12dB é um valor satisfatório.

Capítulo 4. Resultados 54 10 20 30 40 50 60 70 10 20 30 40 50 60 70

(a) Mapa de abundância fracional 1 recu- perado pelo método da evolução diferen- cial. 10 20 30 40 50 60 70 10 20 30 40 50 60 70

(b) Mapa de abundância fracional 2 recu- perado pelo método da evolução diferen- cial.

Figura 31 – Os dois mapas de abundância fracional recuperados pelo método da evolução diferencial para os dados sintéticos.

Tabela 3 – Resultados da 𝑆𝐼𝑅 (dB) para o método da evolução diferencial para os dados sintéticos. y1 y2 s1 0, 1 14, 5 s2 26, 9 0, 003 0 0.2 0.4 0.6 0.8 1 −0.02 0 0.02 0.04 0.06 y1 0 0.2 0.4 0.6 0.8 1 −5 0 5 10 15 y2 S1

(a) Fonte 1 pelas duas estimativas.

0 0.2 0.4 0.6 0.8 1 −0.02 0 0.02 0.04 0.06 y1 0 0.2 0.4 0.6 0.8 1 −5 0 5 10 15 y2 S2

(b) Fonte 2 pelas duas estimativas.

Figura 32 – Dispersão bi-dimensional entre as fontes originais e as estimativas para o método da evolução diferencial para os dados sintéticos.

Para o método 2D-VM, os parâmetros utilizados foram os seguintes: tamanho das zonas de análise = 6, valor limite para zonas puras = 1×10−20e valor limite para o ângulo SAM = 8∘. Para esses dados, o método 2D-VM não apresentou um resultado satisfatório, pois ele conseguiu extrair apenas um endmember com valores nulos, como pode ser visto na Figura 33. Consequentemente, a única fonte recuperada apresentou valores nulos, como pode ser visto na Figura 34.

Uma hipótese para o método 2D-VM não ter funcionado corretamente para esse caso é o uso de mapas de abundância fracional que não foram normalizados para que a soma para cada pixel ficasse igual a um, violando assim a restrição dada pela equação

Capítulo 4. Resultados 55 0 0.5 1 1.5 2 2.5 3 −1 −0.8 −0.6 −0.4 −0.2 0 0.2 0.4 0.6 0.8 1 Comprimento de onda (µm) Reflectância (%) endmember ext. 1

Figura 33 – O espectro de endmember extraído pelo método 2D-VM para os dados sinté- ticos. 0 0.2 0.4 0.6 0.8 1 −1 −0.5 0 0.5 1 y1 S1

Figura 34 – Dispersão bi-dimensional entre as fontes 𝑆1 e a estimativa 𝑦1 para o método

2D-VM para os dados sintéticos

(2.9). Desse modo, os pixels puros deixaram de existir, sendo a existência deles, condição fundamental para que esse método funcione bem.

56

5 Conclusões e perspectivas

Neste trabalho foi desenvolvido um algoritmo para separação cega de fontes es- parsas que se dividiu em duas partes: extração cega de fontes e deflação. A extração cega de fontes foi realizada através da minimização da norma 𝑙0, uma medida de esparsidade

das fontes, por meio do método da evolução diferencial. A separação total das fontes foi alcançada através de aplicações sucessivas da extração, sendo realizado um processo de deflação entre cada uma das aplicações, através também da minimização da norma 𝑙0,

mas por meio de uma busca exaustiva.

Inicialmente, comparando o método proposto com o método do gradiente descen- dente para a extração cega de fontes, percebeu-se que o método do gradiente convergiu para um mínimo local, diferente do método proposto que convergiu para o mínimo global. Portanto, concluiu-se que devido ao método do gradiente não ser robusto o suficiente para mínimos locais, dependendo do valor inicial escolhido, pode-se ter uma convergência para um mínimo local, não conseguindo uma boa estimação da fonte extraída.

A fim de se avaliar mais profundamente o desempenho desses dois métodos para separação cega de fontes, calculou-se a média da relação sinal-interferência para cenários com diferentes números de fontes, utilizando-se fontes ortogonalmente disjuntas e não disjuntas. Verificou-se que a maior eficiência em separação ocorreu com o método proposto, em face do método do gradiente. Esse resultado foi encontrado pois, como os valores iniciais são escolhidos aleatoriamente, em algumas das simulações realizadas utilizando-se o método do gradiente o mínimo alcançado foi local e não global, não ocorrendo a extração das fontes e, portanto, diminuindo assim a eficiência da separação.

Avaliou-se então o melhor caso obtido para separação, que foi utilizando-se o método proposto com fontes ortogonalmente disjuntas e, como era esperado, houve uma diminuição da relação sinal-interferência com o aumento do número de fontes devido à maior complexidade do problema, por causa do aumento na dimensão do espaço de busca. Porém conseguiu-se um resultado satisfatório para separação de até sete fontes.

Por último, comparou-se o método proposto com o método 2D-VM para separação cega de fontes em dados de imagens hiperespectrais reais e sintéticos. Para os dados reais, conseguiu-se resultados satisfatórios para ambos os métodos, sobressaindo-se o método 2D-VM. Isso ocorreu, pois, devido à normalização realizada nos dois mapas de abundância fracional, a correlação entre eles se igualou a um e concluiu-se que, para esse caso, os dois mapas de abundância fracional foram transformados no mesmo, a menos de uma ambiguidade de escala. Para os dados sintéticos, construídos de modo que não existissem pixels puros, pois os mapas de abundância fracional não foram normalizados, o método

Capítulo 5. Conclusões e perspectivas 57

proposto mostrou resultados satisfatórios, mas o método 2D-VM não conseguiu realizar a separação, pois a existência de pixels puros é uma condição fundamental para que esse método funcione bem.

Para finalizar essa dissertação, pode-se citar as seguintes perspectivas para tra- balhos futuros:

∙ Utilização de outros métodos para se resolver o problema de minimização da norma

𝑙0, como o Simulated Annealing; um algoritmo híbrido entre o método proposto neste

trabalho e o método do gradiente descendente; e uma minimização sem restrição através do método do Lagrangiano;

∙ Verificação dos resultados obtidos utilizando-se outras restrições para o problema de minimização da norma 𝑙0, no lugar de ‖w‖2 = 1;

∙ Realização de um estudo mais aprofundado dos problemas envolvendo imagens hi- perespectrais e desenvolvimento de novos métodos para a realização da BSS nesse contexto.

58

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APÊNDICE A – Método 2D-VM

O método 2D-VM consiste basicamente na divisão do domínio espacial em pe- quenas zonas, chamadas de zonas de análise, que contém pixels adjacentes e que são denotadas por Ω.

Ele se divide em 3 etapas, as quais se seguem:

1. Estágio de detecção: consiste na detecção de pixels puros em cada uma das zonas de análise. Para isso, é verificado se um material está isolado numa zona de análise, calculando-se a máxima variância da mistura naquela zona, como mostra a equação

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