III COMPARISON ENTRE LES LOGICIELS OPEN SOURCES ET PROPRIETAIRES
V. LES SOLUTIONS LIBRES
Os QR Codes, para muitas pessoas já, não são, propriamente uma novidade, embora em alguns países não acreditem, no seu potencial (Harada, 2015), em parte, devido às constantes notícias de fraudes. Ainda assim, o aprofundamento da utilização da ferramenta vem crescendo de dia-para-dia (Olson, 2010).
Está claro, que o QR Code é uma ferramenta extremamente útil no marketing e divulgação de produtos / empresas / marcas de forma criativa, mas um facto inegável, é a sua inestética aparência (Visualized, 2017).
Na perspetiva de design o QR Code, é simplesmente composto por um conjunto de módulos brancos,e negros dispostos sobre um fundo branco. O que em alguns casos como, produtos alimentícios (de tamanho reduzido e com demasiado “ruido visual” seja pela explicação de formas de uso, ingredientes, entre outros), pode ser útil, existir um
Figura 36 - Comparação entre o Visual QR Code e o QR Code tradicional Fonte:
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código “clean” facilmente reconhecível, especialmente quando essa área está escondida na parte de trás da embalagem (Visualized, 2017).
Já o resultado em anúncios não é atrativo, quebrando muitas vezes a simetria da imagem (Visualized, 2017) – Figura 37.
O QR Code em publicidade, ao contrário das impressões em produtos, não deve ser escondido ou dissimulado, já que o objetivo é estar em evidência para que os clientes os descodifiquem. Como explica o site Visualized, 2017 :
“Portanto, existem dois requisitos contraditórios - para que seu QR Code seja o mais visível possível para atrair clientes para digitalizá-lo sem comprometer a composição e beleza da sua imagem. Parece impossível? Não é! Tudo o que você precisa fazer é transformar seu código QR em um código Visual QR - simplesmente o próximo passo na evolução natural dos códigos QR.” (Visualized, 2017)
Os Visual QR Codes mantêm a mesma tecnologia dos QR Codes regulares (preservando o reconhecimento dos mesmos), no entanto, como plano de fundo existe um género de patine, de forma a dar,uma aparência diferenciada, que no lugar de prejudicar a imagem geral, pode misturar-se naturalmente, com o resto do projeto, por exemplo (Visualized, 2017).
Essencialmente, o uso de um Visual QR Code traduz-se como um acrescento de uma imagem dentro do «vulgar» QR Code.
Figura 37 - Exemplo de um anuncio com QR Code Fonte:
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A leitura dos dados através de um Smartphone, redirecionando-o para o seu destino, processa-se de igual modo (Visualized, 2017).
Hoje em dia, existem inúmeras opções dispostas no mercado e a concorrência é vincada. Distinguir a identidade da marca dos seus,concorrentes, é fundamental para que seja memorável e cause,boa impressão aos olhos dos clientes. O uso de Visual QR Codes é uma excelente maneira de elevar esta identidade, passando dos meros, quadrados pretos e brancos, e subir a um novo nível de atratividade distintiva e única, sem comprometer a criatividade ou o uso de tecnologia – Figura 38 e 39.
Figura 39 - Exemplo 2 de Visual QR Code Fonte:
http://pt.visualead.com/
Figura 38 - Exemplo 1 de Visual QR Code Fonte:
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Figura 40 - Exemplos de Visual QR Codes com reencaminhamento temporário (versão gratuita) para http://www.iade.europeia.pt/ Fontes: http://www.visualead.com/ https://www.google.pt/search?q=iade&source=lnms&tbm=isch&sa=X&ved=0ahUKEwiUnLbksYTWAhXD5xoKHSW1D4cQ_ AUICigB&biw=1536&bih=740#imgrc=YbHueKXFwX3qcM: http://expresso.sapo.pt/sociedade/2016-11-25-IADE-passa-a-fazer-parte-da-Universidade-Europeia
Para a leitura dos Visual QR Codes, utilizam-se as mesmas apps dos QR Codes tradicionais.
Um outro upgrade do QR Code, apesar da notícia ter sido adiantada em 2015, (Start- up Nation Central s/d) é o Dotless Visual Code .
“Na passada sexta-feira, a gigante chinesa do comércio online Alibaba foi processada nos Estados Unidos pela Kering, que detém o grupo Gucci, por conspiração com o objetivo de fabricar e vender produtos contrafeitos com logos da marca. Esta não foi primeira fez que a Alibaba foi acusada de comercializar produtos falsos nas suas plataformas. Esta segunda- feira, a chinesa anunciou que os produtos que terá à venda online vão passar a usar um novo tipo de QR Code para provar que não são falsificados.” (Jornal Virtual Público, 2015).
Como forma de combate á contrafação, o gigante grupo chinês, Alibaba26 em parceria com a start-up israelita – a Visualead27 (2017) desenvolveram, a evolução do QR Code: o Dotless Visual Code (ou Secure O2O) (Harada, 2015).
O código tem menos quadrados, que os QR Code regulares e permitem a inclusão de imagens, tornando-se, mais um suporte de,promoção para uma marca, já que uma fotografia ou um logótipo podem passar a ocupar todo o espaço do código. Além dessa novidade, a Visualead (2017) explica, que o novo código dá garantias ao consumidor de
26 Alibaba Group é um conjunto de empresas com sede em Hangzhou, China, que se dedica ao e-
commerce , incluindo sites on-line de business-to-business, serviços de varejo e pagamento on-line, um motor de busca para compras e serviços através da internet. (Miranda, 2010)
27 A Visualead (2017) tem como missão auxiliar e garantir a segurança de transações entre clientes
e empresas. É uma empresa de software focada na pesquisa, desenvolvimento e habilitação das tecnologias digitais. Start-Up Nation Central, s/d)
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que está a adquirir um produto verdadeiro (Jornal Virtual Público, 2015). Além da questão de segurança, o co-fundador e CEO da Visualead (2017), Nevo Alva, esclarece, que a ideia é tornar estes códigos mais,fáceis de ler e de utilizar, por parte dos consumidores. Alva assegura, que os novos QR Codes são “práticamente impossíveis de copiar”, o que irá permitir às plataformas Alibaba e a outros serviços semelhantes, combater a contrafação.
“Os fabricantes poderão imprimir o código e adicioná-lo a cada embalagem dos seus produtos, permitindo depois aos clientes verificar a autenticidade do que adquiriam quando recebem o produto comprado online. Para isso, os consumidores deverão descarregar a aplicação móvel Taobao para fazer a verificação” (Jornal Virtual Público, 2015).
Graficamente, a grande diferença entre os Visual QR Code e o Dotless Visual Code (que traduzindo para português: código com menos pontos visuais) está na composição no padrão gráfico. O Visual QR Code é composto, por vários quadrados em toda a sua extensão enquanto que o Dotless Visual Code, apenas os detém, nas extremidades laterais, em redor dos quadrados de localização e alinhamento (Sawers, 2015), dando assim mais clareza, à imagem que irá ajudar a identificar a marca (Harada, 2015) – Figura 41.