EXCESS CREDIT AND CRISIS INCIDENCE
3. Simple models of financial crises
A grande maioria dos efluentes analisados mostrou-se tóxica para o M.
juniae em pelo menos um dos efeitos (sobrevivência e/ou fecundidade), com
exceção dos efluentes de despesca da carcinicultura, onde 50% dos viveiros analisados não apresentaram nenhum tipo de efeito tóxico, tanto no efluente coletado no início como no final da despesca.
Portanto, todos os efluentes são passíveis de causar impactos ao estuário Potengi, por possuírem carga tóxica. Os efluentes de despesca não tóxicos não estão excluídos desta perspectiva, visto que a amostragem foi única. Os resultados de carcinicultura predizem que o efeito tóxico que seus efluentes proporcionam ao estuário pode ser episódica. Ela dependerá muito das condições de manejo dos viveiros de camarão, tais como a densidade do cultivo e o tempo de despesca.
Os efluentes sanitários e industriais apresentaram características semelhantes. A toxicidade desses efluentes ao M. juniae parece estar diretamente relacionada à qualidade de seus respectivos sistemas de tratamento. Corroboram com essa hipótese o fato de que os efluentes mais tóxicos e com maior carga
tóxica foram aqueles que não passam por tratamento e os que possuem tratamento deficitário.
Mesmo sistemas de lagoas de estabilização que operam dentro de padrões estabelecidos por legislação podem apresentar-se tóxicas. Isso deve reforçar o planejamento de projetos, que devem também incluir e prever não apenas as eficiências de remoção de carga orgânica e coliformes, mas também a remoção da toxicidade, uma vez que é possível apenas através de análises ecotoxicológicas a previsão de impactos sobre a biota aquática.
Apesar disso, visando a proteção do estuário Potengi, é recomendado que os sistemas de tratamento devam ser no mínimo eficientes na remoção da carga orgânica dos efluentes. Neste estudo verificou-se que a carga orgânica nos efluentes sanitários, hospitalar e industriais foi um dos causadores da toxicidade dos organismos testados, o que reflete a deficiência dos sistemas de tratamento afluentes ao estuário.
Além da carga orgânica, a toxicidade desses efluentes relacionou-se também, em alguns casos, com a concentração de metais pesados. Assim, recomenda-se que os projetos desses sistemas sejam adaptados para garantir a remoção dos metais.
A relação entre a toxicidade e a concentração de metais pesados como o chumbo, o cromo e o níquel foi verificada na sobrevivência dos indivíduos de M.
juniae submetidos às amostras dos efluentes da imunizadora Potiguar e da ETE
Lagoa Aerada, assim como na sua fecundidade, quando submetidos às amostras da mesma imunizadora e da indústria têxtil COTEMINAS. Existem várias possibilidades de tipos de impacto que os metais pesados podem causar, não só os de natureza ecotoxicológica, mas para a cadeia trófica propriamente dita, através da bioacumulação e da biomagnificação. Isso atinge não apenas o ecossistema estuarino, mas a população humana direta ou indiretamente relacionada, incluindo a população ribeirinha e outras pessoas que se alimentam dos pescados do estuário. Os metais pesados dos efluentes industriais não se relacionaram com a toxicidade causada na sobrevivência de M. juniae, mas, mesmo assim, através da Análise de Correspondência foi possível a identificação dos pontos que mais contribuíram no lançamento de metais: as indústrias têxteis
COTEMINAS e Nóbrega & Dantas e o SITEL DIN, que trata os efluentes têxteis do Distrito Industrial de Natal.
O lançamento de efluentes com alta carga orgânica em ecossistemas aquáticos também pode causar outros tipos de impactos em longo prazo. Singer & Battin (2008) verificaram que o excessivo aporte antropogênico de matéria orgânica e nutrientes em um sistema aquático casou desequilíbrios na estequiometria recurso-consumidor tanto na estrutura da comunidade analisada como no fluxo de nutrientes, o que por sua vez ocasionou redução da biodiversidade e encurtamento de redes alimentares.
O cloro residual total e os fenóis também foram elementos que se relacionaram com a toxicidade dos efluentes sanitários e hospitalar na sobrevivência de M. juniae, sendo os maiores contribuintes a imunizadora Potiguar (cloro), a ETE Lagoa Aerada (fenóis) e o hospital Giselda Trigueiro (cloro e fenóis) (Anexo I). Nos efluentes industriais, verificou-se a influência dos fenóis na toxicidade sobre a sobrevivência (sendo a indústria CLAN a principal contribuinte, Anexo I), assim como se verificou a influência dos óleos e graxas (CLAN, Anexo I) e do benzeno (Lançamento CIA, Anexo I).
O Estado do Rio Grande do Norte não dispõe de normas de controle ecotoxicológico sobre efluentes líquidos. Os resultados aqui apresentados, por sua vez, apontam de maneira expressiva a necessidade da existência de tal controle. Portanto, não basta apenas tratar o efluente. É necessário usar de medidas públicas para fiscalizar e proporcionar a manutenção da qualidade e o melhoramento contínuo de sistemas de tratamentos e de empreendimentos de carcinicultura. Este é um dos objetivos de um controle ecotoxicológico de efluentes, que também garante mais segurança à biota de corpos hídricos e ajuda a sua preservação.
4 CONSIDERAÇÕES FINAIS
As modificações realizadas no sistema de renovação de diária para única na metodologia de teste crônico da USEPA (2002) para a sua aplicação com o organismo M. juniae mostraram-se viáveis.
Todos os efluentes analisados, com exceção de alguns efluentes de despesca, causaram efeitos na sobrevivência de M. juniae, sendo os mais tóxicos os da ETE Quintas (CL50, 5,85%), ETE Lagoa Aerada (CL50, 6,24%), Hospital Giselda Trigueiro (CL50, 2,05%) e indústria de laticínios CLAN (CL50, 2,14%);
Os efluentes que causaram efeitos tóxicos na fecundidade de M. juniae foram: ETE Lagoa Aerada (CI50, 4,82%), indústria têxtil COTEMINAS (CI50, 6,94%), imunizadora Potiguar (CI50, 14,67%), SITEL CIA (CI50, 38,51%) e Sérgio Barros (CI50, 48,83%);
Todos os corpos d’água afluentes ao estuário do Potengi (Canal do Baldo, Riacho das Lavadeiras, Macaíba) – receptores de efluentes brutos – mostraram-se “TÓXICOS” com relação à sobrevivência de M. juniae.
Os efluentes sanitários de maior carga tóxica foi o da ETE Lagoa Aerada (2.545,89 UT.L/s), que no momento da coleta encontrava-se inoperante, e da ETE Quintas (215,98 UT.L/s), enquanto que os efluentes industriais de maior carga tóxica foram os do SITEL DIN (484,80 UT.L/s), indústria têxtil COTEMINAS (153,85 UT.L/s) e indústria de laticínios CLAN (136,77 UT.L/s);
Apesar da toxicidade e da sua ocorrência, no geral, terem sido menores nos efluentes de carcinicultura, a carga tóxica apresentada por eles (5.610,08 UT.L/s, Nilton Bacural) foi maior do que as apresentadas por todos os efluentes sanitários e industriais;
A carga orgânica, evidenciada pelos valores de DBO, DQO e nitrogênio total e nitrogênio amoniacal, foi a causadora da toxicidade dos efluentes sanitários e hospitalar na sobrevivência de M. juniae, assim como os metais cobre, zinco, chumbo e cromo, e os fenóis e o cloro residual total;
Concentrações de benzeno, óleos e graxas, fenóis, além da carga orgânica evidenciada pelos valores de DBO, DQO, fósforo total, nitrogênio amoniacal, e do cobre, relacionaram-se com a toxicidade causada pelos efluentes industriais na sobrevivência de M. juniae;
Os contaminantes que se relacionaram com o surgimento do efeito fecundidade em M. juniae foram: cloreto e os metais chumbo, cromo, níquel e cobre.
5 RECOMENDAÇÕES
Com relação a este trabalho, o que se pode recomendar é um futuro estudo da dispersão física dos efluentes analisados no estuário do Potengi. O objetivo de um estudo como esse é dimensionar a extensão da zona de mistura onde se admite a ocorrência de efeitos tóxicos (Bertolleti, 2008). Apenas dessa forma é possível a realização de uma Estimativa do Potencial de Efeitos Tóxicos que esses efluentes podem causar no estuário e consequentemente estabelecer um limite de ecotoxicidade permissível. Um ponto importante a ser enfatizado foi o uso das análises multivariadas como ferramenta de análise de resultados. Além de ser inovadora, mostrou-se extremamente útil para o objetivo pretendido.
Finalmente, de acordo com os resultados obtidos, a norma americana para a determinação de efeitos crônicos mostrou-se extremamente aplicável ao
M. juniae, pelo menos para os efeitos de sobrevivência e fecundidade, os endpoints analisados. A norma ainda contempla os efeitos sobre o crescimento
dos organismos (peso em massa). Esta análise mostrou-se inviável por ser muito laboriosa e pouco prática, podendo ser, por este motivo, seu resultado bastante vulnerável. O que se aconselha, para futuros trabalhos, é medir o comprimento dos organismos ao final do teste, ao invés de pesá-los. Trabalhos como esses pretendidos já foram realizados (Silva-Nicodemo, 2010).
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